Padrão ouro CBO 142510 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Gerente de desenvolvimento de sistemas

Lidera equipes na criação e manutenção de softwares e sistemas.

Quanto a IA pressiona esta profissão

36/100 de exposição à IA

A pressão já chegou

4 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

A pressão já chegou

A IA já entra em partes reais deste trabalho. A pergunta certa deixou de ser 'será que chega?' e virou 'quais das minhas atividades?'. A resposta está mapeada abaixo, uma a uma.

Para gerente de desenvolvimento de sistemas, as referências internacionais já disponíveis apontam percentil 78 de exposição à IA (AIOE); risco estimado de substituição de 14% (WRTMJ); 39% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 65 atividades mapeadas nesta página: 8 com alta exposição técnica à IA, 44 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 13 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Gerentes de tecnologia da informação
Setor
Tecnologia
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 17.810 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
17.636
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
-1.268
-20.2% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
2.503
Contratações formais declaradas
Desligamentos
3.771
Saídas formais declaradas
Movimentações
6.274
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

14%WRTMJRisco estimado de substituição
78pAIOEPercentil de exposição à IA
39%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

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Habilidades

  • Pensamento crítico
  • Escuta ativa
  • Compreensão de leitura
  • Julgamento e tomada de decisão
  • Monitoramento
  • Comunicação oral
  • Resolução de problemas complexos
  • Coordenação

Conhecimentos

  • Computadores e eletrônica
  • Atendimento e serviço pessoal
  • Administração e gestão
  • Engenharia e tecnologia
  • Língua inglesa
  • Gestão de pessoas e RH
  • Matemática
  • Educação e treinamento

Capacidades

  • Raciocínio dedutivo
  • Raciocínio indutivo
  • Compreensão oral
  • Expressão oral
  • Sensibilidade a problemas
  • Compreensão escrita
  • Ordenação de informações
  • Visão de perto

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 11-3021.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ14%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE78

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET39%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED-20.2%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Gestão de infraestrutura (cloud, on-premise, híbrida)
  • Cibersegurança e LGPD
  • Gestão de fornecedores e contratos de TI
  • ITIL 4 e governança (COBIT)
  • Gestão de projetos ágeis (Scrum, Kanban) e tradicionais (PMI)

Soft skills

  • Liderança técnica e de pessoas
  • Comunicação executiva (board e diretoria)
  • Pensamento estratégico
  • Gestão sob pressão de incidente
  • Negociação com fornecedores

Ferramentas

  • AWS, Azure, GCP
  • Microsoft 365 Admin, Google Workspace Admin
  • ServiceNow, Jira, Zendesk
  • Power BI e Tableau para indicadores de TI
  • ITSM e ITAM (ManageEngine, Freshservice)

Ambiente

Híbrido ou presencial em médias e grandes empresas. Atuação em sede corporativa com squads de infra, segurança, desenvolvimento e suporte. Plantão e on-call em incidentes críticos. Reuniões frequentes com diretoria de negócio. Vestuário business casual; em incidentes, jornada estende sem hora marcada.

  • tech core
  • gestao estrategica
  • alta remuneracao
  • futuro ia amplificada
  • nao regulada
  • hibrido
  • escassez estrutural
  • esg compliance

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

12.118 16.491 20.865 25.238 29.611 2024 2028 2032 R$ 20.482
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
30 Moderado

Operações de TI (provisioning, monitoramento, support tier 1) são fortemente automatizadas. Estratégia, governança, cibersegurança e gestão de equipe seguem essencialmente humanas. A função evolui para CTO/CIO.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Pressão por enxugamento e SaaS pronto reduz times internos. Gerentes acomodados em modelos legados perdem espaço. Compressão salarial em corporações tradicionais.

Base

Carreira estável com forte demanda em segurança, cloud e governança de IA. Gerentes que dominam transformação digital avançam para diretor. ITIL 4 e PMP seguem valorizados.

Otimista

Boom de IA corporativa e cibersegurança cria demanda crítica por gerentes técnicos sêniores. CTOs em scale-ups e fintechs alcançam pacotes de R$ 80.000 a R$ 150.000 com equity.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Liderança em Tecnologia

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Líder técnico (após sênior em dev)

    R$ 14.572
  2. 02 · pleno

    Engineering manager / Coordenador de TI

    R$ 17.810
  3. 03 · senior

    Gerente de TI / engenharia

    R$ 24.286
  4. 04 · especialista

    Diretor de engenharia / Head of IT

    R$ 36.430
  5. 05 · executivo

    CTO / CIO

    R$ 56.668

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 55%

CISO / Diretor de segurança

+35% de variação salarial

Transição estimada em 36 meses.

Desenvolver: Certificações de segurança (CISSP, CISM), ISO 27001.

Competências compartilhadas

Um dia na vida · CBO/MTE

As 65 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 8 que dá para delegar à IA (e auditar) , 44 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 13 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 65 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

8 alta exposição técnica 44 em iatização, humano no comando 13 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (8)

Acompanhar execução orçamentária 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Orçamento de TI em sistemas e planilhas; desvios pedem análise pontual, com rastreio digital revisável.

ID CBO 142510:A:11

Controlar andamento do projeto 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Andamento do projeto via status, boards e ritos; desvios de progresso são detectáveis e ajustáveis.

ID CBO 142510:B:5

Monitorar resultados 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Resultados de TI via indicadores e painéis digitais; interpretação de desvios é pontual e revisável.

ID CBO 142510:A:13

Aprovar programação de férias de funcionários 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Férias seguem calendário e regras digitais; conflitos de cobertura pedem decisão pontual do gestor.

ID CBO 142510:E:11

Controlar custos e prazos de execução 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Custos e prazos são monitorados em sistemas; desvios seguem regras de controle com revisão periódica.

ID CBO 142510:B:4

Elaborar orçamento e cronograma 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Orçamento e cronograma de projetos de TI seguem estruturas conhecidas, com premissas e ajustes frequentes.

ID CBO 142510:D:7

Especificar perfis dos profissionais da área 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Especificar perfis profissionais é trabalho documental com padrões de mercado e ajuste ao contexto da área.

ID CBO 142510:E:9

Relatar andamento de projetos 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Relatos de andamento seguem status e marcos digitais; a narrativa de riscos pede ajuste pontual.

ID CBO 142510:F:9

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (44)

Definir matriz de responsabilidades 56
Por que entra em iatização

Matriz RACI é artefato digital com padrões; atribuições pedem alinhamento político leve e revisão.

ID CBO 142510:D:10

Analisar desvios na execução de projetos e serviços 50
Por que entra em iatização

Desvios aparecem em indicadores digitais; causa raiz e severidade pedem análise contextual do projeto.

ID CBO 142510:B:7

Assegurar cumprimento de normas e padrões 50
Por que entra em iatização

Normas e padrões de TI são documentados; checagens seguem checklist, mas lacunas de conformidade pesam.

ID CBO 142510:B:1

Controlar escopo do projeto 50
Por que entra em iatização

Controle de escopo usa baseline e mudança formal; incluir ou excluir itens exige juízo com stakeholders.

ID CBO 142510:B:3

Subsidiar elaboração de orçamento de outras áreas 50
Por que entra em iatização

Subsídio orçamentário usa números e premissas digitais de TI; encaixe no orçamento alheio exige julgamento.

ID CBO 142510:F:7

Traçar plano de comunicação 50
Por que entra em iatização

Plano de comunicação segue templates de projeto; públicos e mensagens pedem ajuste contextual.

ID CBO 142510:D:15

Analisar qualidade de soluções propostas 44
Por que entra em iatização

Qualidade de proposta se avalia com critérios e RFPs digitais; trade-offs técnicos e de negócio variam.

ID CBO 142510:C:5

Definir padrões de performance e qualidade 44
Por que entra em iatização

Padrões de performance e qualidade de TI são documentados, com trade-offs entre rigor, custo e viabilidade.

ID CBO 142510:D:11

Elaborar propostas de projetos e serviços 44
Por que entra em iatização

Propostas são documentos digitais com estrutura típica; conteúdo comercial e técnico pede julgamento.

ID CBO 142510:D:9

Estimar prazo e custo de soluções propostas 44
Por que entra em iatização

Estimativas usam históricos digitais, mas incerteza de esforço e risco torna o erro frequente e caro.

ID CBO 142510:C:3

Participar da criação de normas e procedimentos 44
Por que entra em iatização

Criar normas e procedimentos de TI é trabalho documental colaborativo com trade-offs entre áreas.

ID CBO 142510:F:1

Participar da definição de padrões de desenvolvimento de projetos 44
Por que entra em iatização

Padrões de desenvolvimento são guidelines digitais definidos com trade-offs técnicos e de equipe.

ID CBO 142510:F:3

Prospectar soluções tecnológicas 44
Por que entra em iatização

Prospectar soluções é pesquisa digital e comparação de mercado; adequação ao contexto exige juízo técnico.

ID CBO 142510:C:2

Divulgar planos e metas da área 43
Por que entra em iatização

Divulgação usa canais digitais, mas a entrega efetiva depende de comunicação com outras áreas.

ID CBO 142510:F:10

Divulgar resultados da área 43
Por que entra em iatização

Divulgar resultados da área empacota indicadores em relatórios e apresentações com narrativa de gestão.

ID CBO 142510:F:11

Disponibilizar recursos de trabalho 42
Por que entra em iatização

Disponibilizar recursos mistura acessos digitais e materiais físicos; provisionamento segue rotinas definidas.

ID CBO 142510:E:1

Alocar recursos humanos, materiais e tecnológicos 38
Por que entra em iatização

Alocação usa planilhas e capacidade, mas trade-offs de pessoas, materiais e tecnologia têm naturezas distintas.

ID CBO 142510:B:2

Definir necessidades de recursos humanos 38
Por que entra em iatização

Dimensionar equipe usa capacidade e backlog digitais, mas perfis e gaps de skill exigem julgamento.

ID CBO 142510:D:5

Distribuir serviços à equipe 38
Por que entra em iatização

Distribuir serviços usa backlog digital, mas balancear carga e skills exige julgamento do gestor.

ID CBO 142510:E:2

Estabelecer metas 38
Por que entra em iatização

Metas de TI combinam indicadores digitais e ambiguidade de prioridade estratégica da área de sistemas.

ID CBO 142510:D:13

Definir escopo do projeto e serviço 38
Por que entra em iatização

Definir escopo formaliza limites em documentos; decisões de inclusão e exclusão moldam custo e risco.

ID CBO 142510:D:3

Definir necessidades de recursos tecnológicos (software, hardware e infraestrutura) 38
Por que entra em iatização

Recursos de software, hardware e infra são mapeados em requisitos e inventários, com trade-offs técnicos.

ID CBO 142510:D:6

Elaborar análise de risco 38
Por que entra em iatização

Análise de risco de TI segue frameworks; identificar e graduar riscos depende fortemente do contexto.

ID CBO 142510:C:4

Estimar benefícios de soluções 38
Por que entra em iatização

Benefícios são projetados em modelos digitais; premissas e ROI são ambíguos e erros se veem depois.

ID CBO 142510:C:6

Garantir integração dos produtos 38
Por que entra em iatização

Integração de produtos de sistemas é digital, mas falhas são caras e o encaixe exige juízo contextual.

ID CBO 142510:A:14

Prover qualificação e capacitação da equipe 38
Por que entra em iatização

Capacitação combina planos digitais de treino e mediação humana; gaps de skill variam por pessoa.

ID CBO 142510:E:8

Traçar plano de contingência 38
Por que entra em iatização

Plano de contingência mapeia cenários e respostas; omissões só se revelam sob falha real, com alto custo.

ID CBO 142510:D:16

Validar soluções 38
Por que entra em iatização

Validação de soluções usa critérios e demos digitais, com aceite humano e juízo de adequação ao uso.

ID CBO 142510:A:4

Acompanhar atividades de gestão de mudanças 32
Por que entra em iatização

Gestão de mudanças usa fluxos e tickets; risco e aprovação exigem julgamento e autoridade humana.

ID CBO 142510:A:12

Apresentar soluções e alternativas 32
Por que entra em iatização

Apresentação usa materiais digitais, mas persuasão e leitura da audiência são o núcleo da entrega.

ID CBO 142510:C:7

Corrigir desvios 32
Por que entra em iatização

Corrigir desvio é plano de ação contextual; solução errada atrasa projeto e se detecta com atraso.

ID CBO 142510:B:8

Garantir qualidade de serviços e projetos 32
Por que entra em iatização

Qualidade usa indicadores e checklists digitais, porém critérios de aceite e trade-offs pedem julgamento.

ID CBO 142510:A:15

Gerir prestação de serviços terceirizados 32
Por que entra em iatização

Gestão de terceiros de TI envolve SLA e governança; a relação e o desempenho exigem mediação humana.

ID CBO 142510:B:6

Supervisionar produtividade da equipe 32
Por que entra em iatização

Produtividade aparece em métricas digitais, mas interpretação e coaching dependem do contexto da equipe.

ID CBO 142510:E:4

Aprovar produtos do projeto 31
Por que entra em iatização

Aprovar produtos do projeto é go/no-go sobre entregáveis digitais com responsabilidade formal e erro caro.

ID CBO 142510:B:11

Estabelecer acordo de nível de serviços 31
Por que entra em iatização

SLA de TI tem templates, mas níveis e responsabilização são negociados; erro contratual é caro.

ID CBO 142510:D:12

Homologar plano de contingência 31
Por que entra em iatização

Homologar contingência é aceite formal com responsabilidade; plano inadequado custa na crise real.

ID CBO 142510:D:18

Participar da definição de padrões de segurança 31
Por que entra em iatização

Padrões de segurança combinam frameworks e risco residual; falha de padrão tem custo alto e tardio.

ID CBO 142510:F:4

Acompanhar processos de auditoria interna e externa 28
Por que entra em iatização

Auditoria usa evidências digitais, mas o acompanhamento envolve interlocução e julgamento de conformidade.

ID CBO 142510:F:8

Estabelecer prioridades 27
Por que entra em iatização

Priorizar demandas de sistemas é decisão política e contextual; critérios raramente bastam sozinhos.

ID CBO 142510:D:8

Definir estratégia de desenvolvimento 25
Por que entra em iatização

Estratégia de desenvolvimento é escolha sob incerteza de método e stack, com consequências de longo prazo.

ID CBO 142510:D:4

Homologar equipamentos e softwares 25
Por que entra em iatização

Homologação mistura software e equipamentos físicos; protocolos guiam, mas aceite errado custa em operação.

ID CBO 142510:B:12

Participar da avaliação de impactos de novas tecnologias 25
Por que entra em iatização

Avaliar impactos de novas tecnologias exige juízo prospectivo multiárea; erros de leitura são caros.

ID CBO 142510:F:2

Prever impactos de projetos e serviços 25
Por que entra em iatização

Prever impactos de projetos e serviços é prospectivo e contextual; omissões só se revelam tardiamente.

ID CBO 142510:D:1

Predominantemente humana o que continua só seu (13)

Planejar simulação e execução de plano de contingência 23
Por que permanece humana

Planejar simulação de contingência une roteiros digitais e coordenação operacional, por vezes presencial.

ID CBO 142510:D:17

Analisar escopo do negócio 22
Por que permanece humana

Analisar escopo de negócio para sistemas é ambíguo e específico por organização; erro de leitura é caro.

ID CBO 142510:D:2

Aprovar promoção de funcionários 22
Por que permanece humana

Promoção usa critérios e histórico digital, mas a decisão é gerencial e erros de promoção pesam.

ID CBO 142510:E:7

Coordenar implantação do projeto 19
Por que permanece humana

Implantação coordena pessoas e ambientes; planos digitais guiam, mas imprevistos e alinhamento humano predominam.

ID CBO 142510:B:13

Participar da simulação de plano de contingência 19
Por que permanece humana

Simulação de contingência combina roteiros digitais e coordenação presencial de papéis sob pressão.

ID CBO 142510:F:6

Avaliar desempenho da equipe 14
Por que permanece humana

Avaliar desempenho é julgamento sobre pessoas com impacto em carreira; métricas ajudam, não fecham o caso.

ID CBO 142510:E:5

Identificar necessidades de clientes 14
Por que permanece humana

Necessidades de clientes de sistemas são ambíguas e surgem no diálogo; erro de entendimento aparece tarde.

ID CBO 142510:C:1

Promover integração da equipe 13
Por que permanece humana

Promover integração da equipe é relacional; o valor está no vínculo humano e na coesão do grupo.

ID CBO 142510:E:3

Negociar execução de serviços de apoio (elétrica, civil, logística, redes, sistemas) 9
Por que permanece humana

Negociar apoio elétrico, civil, logística e sistemas mistura barganha humana e componentes físicos distintos.

ID CBO 142510:F:5

Selecionar profissionais 9
Por que permanece humana

Seleção combina currículos digitais e avaliação humana; erro de contratação é caro e detectado tardiamente.

ID CBO 142510:E:10

Distinguir potencialidades individuais 8
Por que permanece humana

Distinguir potencialidades individuais depende de observação e juízo gerencial pouco codificável.

ID CBO 142510:E:6

Negociar com fornecedores 8
Por que permanece humana

Negociação com fornecedores depende de relacionamento e julgamento; cada acordo tem contexto próprio.

ID CBO 142510:B:10

Dispensar funcionários 4
Por que permanece humana

Dispensa é decisão humana com impacto legal e relacional; erros são graves e de difícil reversão.

ID CBO 142510:E:12

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 44 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 8 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Gerente de desenvolvimento de sistemas). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Se você sonha em liderar equipes de programadores para construir softwares inovadores e impactantes, esta é a sua chance. Você precisará de habilidades técnicas e de gestão para guiar o processo de desenvolvimento.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como gerente de desenvolvimento de sistemas?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Gerente de desenvolvimento de sistemas?

Gerente de desenvolvimento de sistemas é a ocupação CBO 142510. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Validar soluções. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Gerente de desenvolvimento de sistemas?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Gerente de desenvolvimento de sistemas é R$ 17.810 (agregado de 17.636 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Gerente de desenvolvimento de sistemas?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Gerente de desenvolvimento de sistemas. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Gerente de desenvolvimento de sistemas?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

Continue explorando

Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
142510
Família ocupacional
Gerentes de tecnologia da informação
Setor
Tecnologia
Mediana RAIS
R$ 17.810/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Gerente de programação de sistema

Como as pessoas chamam

gerente de engenharia de software · líder de desenvolvimento