Padrão ouro CBO 225135 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Médico dermatologista

Diagnostica e trata doenças da pele, cabelos e unhas, além de realizar procedimentos estéticos.

Quanto a IA pressiona esta profissão

12/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

3 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Para médico dermatologista, as referências internacionais já disponíveis apontam risco estimado de substituição de 4% (WRTMJ); 24% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 101 atividades mapeadas nesta página: 7 com alta exposição técnica à IA, 38 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 56 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 7.873 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
657
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+25
+ 18.0% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
82
Contratações formais declaradas
Desligamentos
57
Saídas formais declaradas
Movimentações
139
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

4%WRTMJRisco estimado de substituição
·pAIOEPercentil de exposição à IA
24%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

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Habilidades

  • Pensamento crítico
  • Compreensão de leitura
  • Aprendizagem ativa
  • Escuta ativa
  • Resolução de problemas complexos
  • Julgamento e tomada de decisão
  • Monitoramento
  • Comunicação oral

Conhecimentos

  • Medicina e odontologia
  • Biologia
  • Língua inglesa
  • Psicologia
  • Atendimento e serviço pessoal
  • Terapia e aconselhamento
  • Computadores e eletrônica
  • Educação e treinamento

Capacidades

  • Sensibilidade a problemas
  • Raciocínio indutivo
  • Raciocínio dedutivo
  • Expressão oral
  • Compreensão escrita
  • Compreensão oral
  • Expressão escrita
  • Visão de perto

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-1218.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ4%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE·

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET24%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED+18.0%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Pre-natal de risco habitual e alto risco
  • Conducao de parto vaginal e cesariana
  • Cirurgias ginecologicas (histerectomia, miomectomia, laparoscopia)
  • Rastreamento e prevencao (Papanicolau, mamografia, colposcopia)
  • Manejo do climaterio e terapia hormonal

Soft skills

  • Comunicacao sensivel sobre sexualidade e reproducao
  • Tomada de decisao em emergencias obstetricas
  • Empatia em situacoes de violencia sexual e perda gestacional
  • Lideranca em equipe cirurgica
  • Educacao em saude da mulher

Ferramentas

  • Ultrassonografia obstetrica e ginecologica
  • Cardiotocografia
  • Videolaparoscopio e histeroscopio
  • Protocolos FEBRASGO e RCOG
  • Sistemas de gestao de prontuario obstetrico (Tasy, MV)

Ambiente

Consultorios ginecologicos, centros cirurgicos hospitalares, maternidades publicas e privadas, clinicas de reproducao humana, centros de oncoginecologia.

  • saude clinica
  • alta remuneracao
  • regulada registro
  • futuro ia amplificada
  • atendimento premium
  • presencial obrigatorio
  • envelhecimento populacional
  • demanda estavel

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

5.448 7.294 9.139 10.985 12.830 2024 2028 2032 R$ 9.054
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Baixo
14 Baixo

Baixissimo. Combina clinica, cirurgia, obstetricia e relacao longitudinal com a mulher. IA auxilia em imagem (mamografia, ultrassom) e prediz risco gestacional, mas o ato cirurgico e o parto seguem humanos.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Aumento da judicializacao em obstetricia leva profissionais a abandonar partos, foco se restringe a ginecologia ambulatorial, queda na natalidade reduz demanda obstetrica.

Base

Mercado robusto sustentado por reproducao humana em expansao, oncoginecologia em alta com envelhecimento, climaterio ganha protagonismo, partos humanizados ampliam consultorios privados.

Otimista

Reproducao humana se torna mercado bilionario, oncoginecologia robotica em hospitais de excelencia, subespecialistas em medicina fetal e uroginecologia atingem remuneracao de cirurgioes plasticos.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Ginecologia e Obstetricia com Subespecializacao

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Medico residente em GO (R1-R3)

    R$ 1.610
  2. 02 · junior

    Ginecologista obstetra plantonista

    R$ 5.726
  3. 03 · pleno

    GO com consultorio e centro cirurgico

    R$ 7.873
  4. 04 · senior

    Ginecologista titulado FEBRASGO com agenda consolidada

    R$ 11.452
  5. 05 · especialista

    Subespecialista (reproducao humana, oncoginecologia, medicina fetal)

    R$ 17.893
  6. 06 · executivo

    Diretor clinico de clinica de reproducao ou centro obstetrico

    R$ 25.050

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 40%

Medico cirurgiao geral

+15% de variação salarial

Transição estimada em 36 meses.

Desenvolver: Residencia complementar em Cirurgia Geral.

Viabilidade 30%

Medico de familia

-25% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Residencia complementar em MFC.

Viabilidade 35%

Medico geriatra

-15% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Residencia em Geriatria com foco em saude da mulher idosa.

Competências compartilhadas

  • Medico cirurgiaoTecnica cirurgica · Anestesiologia basica · Manejo pos operatorio · Centro cirurgico
    62%
  • Medico pediatraSaude da adolescente · Acompanhamento puerperio · Imunizacao HPV · Educacao em saude reprodutiva
    35%
  • Medico de familiaSaude da mulher na APS · Pre-natal de risco habitual · Rastreamento de cancer · Climaterio
    45%
  • EnfermeiroCentro obstetrico · Pre-natal · Educacao em saude reprodutiva · Trabalho em maternidade
    30%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 101 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 7 que dá para delegar à IA (e auditar) , 38 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 56 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 101 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

7 alta exposição técnica 38 em iatização, humano no comando 56 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (7)

Despachar expediente 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Despachar expediente é rotina documental com fluxos; erros administrativos são em geral detectáveis.

ID CBO 225135:F:12

Preencher formulários de notificação compulsória 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Notificação compulsória segue formulários e regras legais explícitas; preenchimento é procedimental.

ID CBO 225135:D:11

Arquivar documentos 66
Por que dá para delegar (e auditar)

Arquivamento de documentos é procedimento explícito e rotineiro; erro é em geral barato de corrigir.

ID CBO 225135:D:13

Elaborar procedimentos operacionais padrão 63
Por que dá para delegar (e auditar)

POP é documento de processo com padrões institucionais; qualidade depende de clareza e revisão técnica.

ID CBO 225135:D:10

Elaborar prontuários 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Prontuário é registro digital/clínico com estrutura; omissão ou imprecisão é detectável em revisão.

ID CBO 225135:D:1

Montar escala de serviços 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Escala de serviços é grade digital com regras de cobertura; conflitos pontuais exigem ajuste gerencial.

ID CBO 225135:F:5

Preparar material didático 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material didático médico é conteúdo digital/textual; estrutura pedagógica com julgamento de clareza e acurácia.

ID CBO 225135:G:1

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (38)

Descrever ações médicas 56
Por que entra em iatização

Descrever ações médicas é documentação e ensino textual; clareza e completude são revisáveis.

ID CBO 225135:G:4

Elaborar documentos de imagem 56
Por que entra em iatização

Documentos de imagem (fotos clínicas, dermatoscopia) são artefatos digitais com padrões e revisão.

ID CBO 225135:D:8

Elaborar material informativo e normativo 56
Por que entra em iatização

Material informativo/normativo é texto digital revisável; padrões editoriais e de conteúdo guiam a produção.

ID CBO 225135:D:12

Elaborar relatórios 56
Por que entra em iatização

Relatórios médicos são textos e dados; estrutura existe, com adaptação ao propósito e revisão possível.

ID CBO 225135:D:6

Emitir declarações 56
Por que entra em iatização

Declarações médicas são formulários documentais com critérios; executor assina, formato é rotineiro.

ID CBO 225135:D:9

Especificar insumos 54
Por que entra em iatização

Especificar insumos é catálogo técnico e requisitos; padrões de qualidade guiam, com revisão de compras.

ID CBO 225135:F:4

Divulgar informações em mídia 50
Por que entra em iatização

Divulgação em mídia é conteúdo digital; padrões de comunicação existem, com revisão editorial possível.

ID CBO 225135:C:11

Elaborar protocolos de condutas médicas 50
Por que entra em iatização

Protocolos de conduta codificam prática com exceções clínicas; elaboração é documental e revisável.

ID CBO 225135:D:4

Emitir atestados 50
Por que entra em iatização

Atestado é documento formal com critérios; imprecisão é séria, mas o formato é padronizado.

ID CBO 225135:D:3

Emitir receitas 50
Por que entra em iatização

Emissão de receita é ato documental com regras; conteúdo clínico inadequado tem risco e responsabilidade.

ID CBO 225135:D:2

Redigir trabalhos científicos 50
Por que entra em iatização

Trabalho científico é texto e dados digitais; estrutura IMRaD existe, com julgamento metodológico e revisão.

ID CBO 225135:G:13

Solicitar exames complementares 49
Por que entra em iatização

Solicitação de exames é ordem informacional com protocolos; escolha inadequada é revisável na cadeia.

ID CBO 225135:A:5

Auxiliar normatização de atividades médicas 44
Por que entra em iatização

Normatizar atividades médicas é produção de regras documentais; equilíbrio entre padrão e exceção clínica.

ID CBO 225135:F:7

Formular quesitos periciais 44
Por que entra em iatização

Formular quesitos periciais é redação técnica jurídico-médica; clareza e relevância são revisáveis.

ID CBO 225135:E:5

Preparar projetos de pesquisa 44
Por que entra em iatização

Projeto de pesquisa é documento metodológico; desenho e viabilidade exigem juízo, com revisão por pares.

ID CBO 225135:G:9

Encaminhar usuários a outros profissionais 43
Por que entra em iatização

Encaminhamento usa fluxos e critérios, mas a escolha do destino depende do quadro e da rede disponível.

ID CBO 225135:A:17

Prescrever imunização 43
Por que entra em iatização

Prescrever imunização segue calendários e critérios; indicação inadequada tem risco sanitário relevante.

ID CBO 225135:C:12

Prescrever medidas higiênico-dietéticas 43
Por que entra em iatização

Medidas higiênico-dietéticas e de cuidado da pele são orientações padronizáveis com adaptação ao caso.

ID CBO 225135:C:2

Solicitar interconsultas 43
Por que entra em iatização

Interconsulta é pedido formal entre profissionais; critérios e registro digital predominam, com juízo pontual.

ID CBO 225135:A:6

Rastrear doenças prevalentes 42
Por que entra em iatização

Rastreamento (câncer de pele etc.) usa critérios e fluxos; triagem tem padrões com exceções clínicas.

ID CBO 225135:C:4

Emitir laudos 38
Por que entra em iatização

Laudo médico interpreta achados e conclui; documento digital com responsabilidade técnica e impacto clínico.

ID CBO 225135:D:5

Examinar documentos médicos 38
Por que entra em iatização

Examinar documentos médicos é análise de registros; inconsistências exigem julgamento e impacto pericial.

ID CBO 225135:E:1

Gerenciar recursos financeiros 38
Por que entra em iatização

Gestão financeira de serviços usa números e regras; decisões de alocação têm impacto e ambiguidade.

ID CBO 225135:F:3

Estabelecer plano de ações em saúde 33
Por que entra em iatização

Plano de ações em saúde é desenho documental de prioridades; exceções locais exigem julgamento.

ID CBO 225135:C:1

Indicar necessidade de internação 32
Por que entra em iatização

Indicar internação é decisão clínico-administrativa sobre critérios e risco; registro digital, impacto alto.

ID CBO 225135:B:21

Prescrever tratamento 32
Por que entra em iatização

Prescrição é ato documental com protocolos de dose/interação; erro farmacológico tem custo clínico sério.

ID CBO 225135:B:20

Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos 32
Por que entra em iatização

Receitar medicamentos é documento informacional com regras; escolha e dose exigem julgamento clínico.

ID CBO 225135:B:3

Emitir pareceres 31
Por que entra em iatização

Parecer exige juízo técnico contextual por escrito; conclusão inadequada tem peso clínico/legal alto.

ID CBO 225135:D:7

Responder quesitos periciais 31
Por que entra em iatização

Responder quesitos periciais exige juízo técnico sob ambiguidade fática; erro tem peso legal alto.

ID CBO 225135:E:6

Realizar diagnóstico de saúde da comunidade 28
Por que entra em iatização

Diagnóstico comunitário usa dados epidemiológicos e indicadores; interpretação contextual e impacto coletivo.

ID CBO 225135:A:11

Estabelecer prognóstico 27
Por que entra em iatização

Prognóstico cutâneo é inferência sobre trajetória ambígua; comunicação e incerteza são intrínsecas.

ID CBO 225135:B:6

Indicar tratamento 27
Por que entra em iatização

Indicar tratamento dermatológico é decisão clínica; opções competem e indicação inadequada tem risco.

ID CBO 225135:B:2

Interpretar dados de exame clínico e exames complementares 27
Por que entra em iatização

Interpretar clínica e exames (histopatologia, imagem) é leitura de dados; ambiguidade e risco de má condução.

ID CBO 225135:A:9

Levantar hipóteses diagnósticas 27
Por que entra em iatização

Hipóteses diagnósticas são raciocínio sobre lesões e dados clínicos; diferencial cutâneo exige julgamento.

ID CBO 225135:A:3

Planejar tratamento de clientes e pacientes 27
Por que entra em iatização

Planejar tratamento dermatológico articula evidência e caso; opções tópicas/sistêmicas têm ambiguidade.

ID CBO 225135:B:1

Distribuir tarefas 27
Por que entra em iatização

Distribuir tarefas coordena pessoas e carga; critérios existem, mas aceitação depende de liderança humana.

ID CBO 225135:F:2

Promover atividades educativas 27
Por que entra em iatização

Atividades educativas misturam conteúdo estruturado e interação com público; vínculo facilita adesão.

ID CBO 225135:C:9

Promover campanhas de saúde 27
Por que entra em iatização

Campanhas de saúde são planejamento e comunicação pública; engajamento humano e mídia coexistem.

ID CBO 225135:C:8

Predominantemente humana o que continua só seu (56)

Acompanhar plano terapêutico do usuário 23
Por que permanece humana

Acompanhar plano terapêutico exige reavaliação contínua do caso e relação de confiança com o usuário.

ID CBO 225135:B:22

Avaliar atos médicos 23
Por que permanece humana

Avaliar atos médicos exige juízo de qualidade e segurança; critérios existem, casos limítrofes são frequentes.

ID CBO 225135:G:6

Selecionar pacientes em situações específicas 23
Por que permanece humana

Selecionar pacientes em situações específicas (fila/prioridade) exige critérios e equidade sob ambiguidade.

ID CBO 225135:F:9

Organizar cursos de educação continuada 22
Por que permanece humana

Cursos de educação continuada misturam currículo e facilitação humana; engajamento de alunos é relacional.

ID CBO 225135:G:15

Organizar encontros científicos 22
Por que permanece humana

Organizar encontros científicos é logística e networking presencial/híbrido; falhas são em geral corrigíveis.

ID CBO 225135:G:14

Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos 22
Por que permanece humana

Participar de congressos é presença e troca profissional; rede e evento importam mais que protocolo fechado.

ID CBO 225135:G:16

Ministrar aulas 19
Por que permanece humana

Ministrar aulas combina conteúdo e interação com alunos; presença e adaptação ao público são centrais.

ID CBO 225135:G:2

Implementar medidas de biossegurança 18
Por que permanece humana

Biossegurança combina normas explícitas e práticas no ambiente; falha de barreira tem custo sanitário.

ID CBO 225135:C:5

Constituir comissões médico-hospitalares 16
Por que permanece humana

Constituir comissões é coordenação política-institucional entre pessoas; legitimidade depende de relações.

ID CBO 225135:F:10

Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador 15
Por que permanece humana

Proteção do trabalhador exige normas e adaptação ao posto; dano ocupacional pode ser detectado tarde.

ID CBO 225135:C:6

Promover ações de controle de vetores e zoonoses 15
Por que permanece humana

Controle de vetores/zoonoses mistura campo, protocolos e população; falha tem impacto sanitário tardio.

ID CBO 225135:C:10

Desenvolver pesquisas em medicina 15
Por que permanece humana

Pesquisa em dermatologia combina desenho, dados e ética; pergunta e viés metodológico exigem julgamento.

ID CBO 225135:G:10

Prestar consultorias e assessorias 14
Por que permanece humana

Consultoria/assessoria médica é aconselhamento contextual a clientes; confiança e juízo situacional dominam.

ID CBO 225135:G:17

Implementar medidas de saúde ambiental 13
Por que permanece humana

Saúde ambiental articula dados, campo e política local; contexto e impacto coletivo elevam o julgamento.

ID CBO 225135:C:7

Avaliar conhecimento de especialistas 13
Por que permanece humana

Avaliar conhecimento de especialistas é julgamento de competência humana; prova não elimina ambiguidade.

ID CBO 225135:G:7

Desenvolver procedimentos 13
Por que permanece humana

Desenvolver procedimentos cria técnica nova; validação e risco clínico elevam ambiguidade e custo do erro.

ID CBO 225135:G:11

Guardar órgaõs e tecidos 13
Por que permanece humana

Guarda de órgãos/tecidos segue protocolos de conservação; dano ao material é grave e de difícil correção.

ID CBO 225135:B:16

Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde 13
Por que permanece humana

Participar de diretorias de classe é governança e representação; presença e diálogo humano são centrais.

ID CBO 225135:F:11

Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes 11
Por que permanece humana

Diagnóstico de pele cruza lesão, história e exames; erro pode atrasar câncer ou doença grave.

ID CBO 225135:A:10

Realizar anamnese 11
Por que permanece humana

Anamnese dermatológica é diálogo e registro; história cutânea e hábitos são singulares e o vínculo médico é central.

ID CBO 225135:A:1

Selecionar equipe de trabalho 11
Por que permanece humana

Selecionar equipe avalia pessoas e fit; cada contratação é contextual e o vínculo humano pesa.

ID CBO 225135:F:1

Fiscalizar treinamento médico 11
Por que permanece humana

Fiscalizar treinamento médico combina rubricas e presença formativa; falha formativa tem custo assistencial.

ID CBO 225135:G:8

Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados 11
Por que permanece humana

Monitorar internados usa sinais e registros digitais, mas exige resposta clínica e presença parcial.

ID CBO 225135:B:18

Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais) 11
Por que permanece humana

Reabilitação biopsicossocial combina plano e interação presencial; progresso depende de vínculo e acompanhamento.

ID CBO 225135:B:19

Realizar visitas hospitalares 11
Por que permanece humana

Visita hospitalar combina leito, lesões e prontuário; presença e avaliação à beira do leito são centrais.

ID CBO 225135:A:14

Supervisionar equipe de saúde 11
Por que permanece humana

Supervisionar equipe de saúde combina observação de atos e feedback; falha de supervisão tem custo clínico.

ID CBO 225135:F:6

Supervisionar propedêutica instrumental 11
Por que permanece humana

Supervisão de propedêutica exige presença ou revisão próxima da técnica e dos achados; erro pode ser grave.

ID CBO 225135:A:8

Colher depoimentos 9
Por que permanece humana

Colher depoimentos depende de interação humana e escuta; condução inadequada prejudica a prova.

ID CBO 225135:E:8

Cultivar órgãos e tecidos 9
Por que permanece humana

Cultivo de órgãos/tecidos é laboratorial com protocolos e exceções; falha biológica costuma ser irreversível.

ID CBO 225135:B:17

Ministrar tratamentos preventivos 9
Por que permanece humana

Tratamentos preventivos misturam protocolo e aplicação/orientação; falha de prevenção tem detecção tardia.

ID CBO 225135:C:3

Prestar depoimentos 9
Por que permanece humana

Depoimento é performance oral perante autoridade; credibilidade e presença humana são o núcleo.

ID CBO 225135:E:7

Supervisionar atos médicos 9
Por que permanece humana

Supervisionar atos médicos observa prática de terceiros; responsabilidade e correção de desvios são críticas.

ID CBO 225135:G:5

Desenvolver equipamentos 8
Por que permanece humana

Desenvolver equipamentos exige prototipagem física e engenharia; testes e segurança têm custo de falha alto.

ID CBO 225135:G:12

Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares 8
Por que permanece humana

Discutir diagnóstico e tratamento exige adaptação relacional; a contraparte humana é essencial na entrega.

ID CBO 225135:A:12

Administrar situações de urgência e emergência 7
Por que permanece humana

Administrar urgência/emergência é comando situacional de alto risco; tempo, presença e juízo são críticos.

ID CBO 225135:F:8

Executar terapêutica genética 7
Por que permanece humana

Terapêutica genética combina protocolo e biologia do paciente; falha tem consequências graves e pouco reversíveis.

ID CBO 225135:B:11

Realizar atendimento em consultório 7
Por que permanece humana

Consulta agrega anamnese, exame de pele e decisão; modal é atendimento presencial com julgamento contínuo.

ID CBO 225135:A:13

Praticar psicoterapia 5
Por que permanece humana

Psicoterapia é relação terapêutica singular; desfecho e vínculo humano são o núcleo da entrega.

ID CBO 225135:B:10

Assistir parto 0
Por que permanece humana

Assistência ao parto é procedimento físico no local, com decisões críticas e erro de custo extremo.

ID CBO 225135:B:12

Demonstrar ações médicas 0
Por que permanece humana

Demonstrar ações médicas exige execução presencial de técnica; erro de demonstração tem impacto formativo.

ID CBO 225135:G:3

Efetuar necropsias 0
Por que permanece humana

Necropsia é procedimento físico no corpo; achados e técnica exigem destreza e juízo anatomopatológico.

ID CBO 225135:E:4

Executar transplantes de órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Transplante de órgãos e tecidos é cirurgia complexa com protocolos e decisões críticas de alto custo de erro.

ID CBO 225135:B:15

Executar tratamento com agentes biológicos 0
Por que permanece humana

Agentes biológicos têm protocolos e resposta individual variável; eventos adversos são graves.

ID CBO 225135:B:9

Executar tratamento com agentes físicos 0
Por que permanece humana

Tratamento com agentes físicos (laser, fototerapia) depende de aplicação presencial de energia no corpo.

ID CBO 225135:B:8

Executar tratamento com agentes químicos 0
Por que permanece humana

Tratamento com agentes químicos envolve aplicação/resposta cutânea; toxicidade e falha são caras.

ID CBO 225135:B:7

Implantar órteses e próteses 0
Por que permanece humana

Implante de órteses/próteses exige destreza e técnica no corpo; complicações têm alto custo clínico.

ID CBO 225135:B:14

Praticar intervenções clínicas 0
Por que permanece humana

Intervenções clínicas na pele são situacionais e de risco; presença e decisão contextual dominam.

ID CBO 225135:B:4

Praticar procedimentos intervencionais 0
Por que permanece humana

Procedimentos intervencionais (cirurgia, laser, injetáveis) exigem técnica corporal no paciente.

ID CBO 225135:B:5

Realizar atendimentos de urgência e emergência 0
Por que permanece humana

Urgência/emergência cutânea exige decisão sob incerteza em tempo real; erro tem alto custo e presença.

ID CBO 225135:A:15

Realizar exame físico 0
Por que permanece humana

Exame físico dermatológico depende de inspeção e palpação da pele; achados e manobras são físicos.

ID CBO 225135:A:2

Realizar exames complementares 0
Por que permanece humana

Realizar exames complementares (biópsia, micológico) mistura técnica, material e interpretação no local.

ID CBO 225135:A:7

Realizar propedêutica instrumental 0
Por que permanece humana

Propedêutica instrumental (dermatoscópio etc.) usa dispositivos no corpo; técnica e achados são presenciais.

ID CBO 225135:A:4

Realizar visitas domiciliares 0
Por que permanece humana

Visita domiciliar é atendimento no local do paciente; vínculo e deslocamento físico definem a tarefa.

ID CBO 225135:A:16

Retirar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Retirada de órgãos e tecidos é ato cirúrgico físico, protocolado, porém de alto risco e responsabilidade.

ID CBO 225135:B:13

Vistoriar ambientes de trabalho 0
Por que permanece humana

Vistoria de ambiente de trabalho exige presença no local e observação física de riscos e condições.

ID CBO 225135:E:2

Vistoriar equipamentos e instalações 0
Por que permanece humana

Vistoriar equipamentos e instalações é inspeção presencial com checklists e julgamento de conformidade.

ID CBO 225135:E:3

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 38 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 7 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Médico dermatologista). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Estuda o maior órgão do corpo humano, a pele, e suas diversas patologias, desde acne até câncer de pele, além de procedimentos estéticos e cosmiatria.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como médico dermatologista?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Médico dermatologista?

Médico dermatologista é a ocupação CBO 225135. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Realizar anamnese. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Médico dermatologista?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Médico dermatologista é R$ 7.873 (agregado de 657 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Médico dermatologista?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Médico dermatologista. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Médico dermatologista?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
225135
Família ocupacional
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 7.873/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Dermatologista · Hansenólogo

Como as pessoas chamam

dermatologista · dermato