Padrão ouro CBO 225133 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Médico psiquiatra

Diagnostica, trata e previne transtornos mentais e emocionais.

Quanto a IA pressiona esta profissão

8/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

3 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Para médico psiquiatra, as referências internacionais já disponíveis apontam risco estimado de substituição de 3% (WRTMJ); 16% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 101 atividades mapeadas nesta página: 6 com alta exposição técnica à IA, 37 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 58 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 9.781 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
3.571
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
-6
-0.5% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
592
Contratações formais declaradas
Desligamentos
598
Saídas formais declaradas
Movimentações
1.190
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

3%WRTMJRisco estimado de substituição
·pAIOEPercentil de exposição à IA
16%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

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Habilidades

  • Escuta ativa
  • Percepção social
  • Pensamento crítico
  • Comunicação oral
  • Julgamento e tomada de decisão
  • Compreensão de leitura
  • Escrita
  • Aprendizagem ativa

Conhecimentos

  • Terapia e aconselhamento
  • Psicologia
  • Medicina e odontologia
  • Língua inglesa
  • Biologia
  • Educação e treinamento
  • Atendimento e serviço pessoal
  • Sociologia e antropologia

Capacidades

  • Compreensão oral
  • Expressão oral
  • Compreensão escrita
  • Raciocínio dedutivo
  • Raciocínio indutivo
  • Expressão escrita
  • Sensibilidade a problemas
  • Clareza da fala

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-1223.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ3%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE·

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET16%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED-0.5%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Atencao primaria a saude (APS)
  • Abordagem familiar e comunitaria (genograma, ecomapa)
  • Manejo de doencas cronicas (HAS, DM, dislipidemia)
  • Saude mental na APS (depressao, ansiedade, uso de substancias)
  • Pequenos procedimentos ambulatoriais (sutura, infiltracao, DIU)

Soft skills

  • Escuta qualificada e empatia
  • Comunicacao centrada no paciente
  • Tomada de decisao compartilhada
  • Trabalho em equipe multiprofissional
  • Resiliencia para vinculo longitudinal

Ferramentas

  • Prontuario eletronico SUS (e-SUS APS, PEC)
  • Calculadoras de risco cardiovascular (Framingham, escore global)
  • Protocolos do Ministerio da Saude (cadernos de APS)
  • Telessaude (consultas remotas em areas remotas)
  • UpToDate, Dynamed, BMJ Best Practice

Ambiente

Unidades Basicas de Saude (UBS), Estrategia Saude da Familia, ambulatorios de APS, telessaude, clinicas populares e operadoras com modelo de APS (Hapvida, Sao Cristovao).

  • saude clinica
  • alta remuneracao
  • regulada registro
  • concurso publico viavel
  • futuro ia amplificada
  • escassez estrutural
  • envelhecimento populacional
  • demanda estavel

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

6.170 8.769 11.368 13.967 16.566 2024 2028 2032 R$ 11.248
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Baixo
12 Baixo

Baixissimo. Atencao primaria depende de vinculo longitudinal, exame fisico e abordagem familiar, dimensoes que IA amplifica mas nao substitui. IA atua como copiloto diagnostico e organizadora de prontuario.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Estagnacao do SUS, congelamento de pisos, evasao para especialidades mais rentaveis, sucateamento da APS e baixo reconhecimento da especialidade.

Base

Expansao continuada da ESF, valorizacao gradual via planos de carreira municipal, aumento de operadoras com APS (Hapvida, Sao Cristovao), crescimento de telessaude e medicina preventiva.

Otimista

Reforma do SUS com piso nacional para medico de familia, programa Mais Medicos ampliado, especialidade ocupa centro da reorganizacao do sistema de saude com remuneracao por desempenho (P4P).

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Atencao Primaria a Saude (APS) Medico de Familia

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Medico residente em MFC (R1)

    R$ 2.445
  2. 02 · junior

    Medico de ESF (recem residente)

    R$ 8.151
  3. 03 · pleno

    Medico de familia titulado SBMFC

    R$ 9.781
  4. 04 · senior

    Coordenador de UBS ou ESF

    R$ 11.955
  5. 05 · especialista

    Preceptor de residencia em MFC

    R$ 13.585
  6. 06 · executivo

    Diretor de Atencao Primaria municipal ou de operadora

    R$ 17.388

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 92%

Medico clinico geral

+5% de variação salarial

Transição estimada em 6 meses.

Desenvolver: Atualizacao em medicina interna e perda do titulo de MFC.

Viabilidade 35%

Medico pediatra

+15% de variação salarial

Transição estimada em 36 meses.

Desenvolver: Residencia em Pediatria de 3 anos.

Viabilidade 30%

Medico ginecologista

+30% de variação salarial

Transição estimada em 36 meses.

Desenvolver: Residencia em GO de 3 anos.

Viabilidade 55%

Medico geriatra

+20% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Residencia em Geriatria de 2 anos.

Competências compartilhadas

  • Medico clinicoManejo de doencas cronicas · Atencao a adultos · Prescricao medica · Raciocinio clinico
    78%
  • Medico pediatraAtencao primaria · Imunizacao · Educacao em saude familiar · Trabalho em equipe multiprofissional
    52%
  • Medico ginecologistaSaude da mulher · Pre-natal de risco habitual · Rastreamento de cancer · Educacao em saude reprodutiva
    45%
  • EnfermeiroAtencao primaria a saude · Trabalho em equipe ESF · Educacao em saude · Manejo de doencas cronicas
    38%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 101 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 6 que dá para delegar à IA (e auditar) , 37 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 58 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 101 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

6 alta exposição técnica 37 em iatização, humano no comando 58 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (6)

Preencher formulários de notificação compulsória 81
Por que dá para delegar (e auditar)

Notificação compulsória tem campos padronizados; classificação do caso é o ponto de juízo residual.

ID CBO 225133:D:11

Arquivar documentos 66
Por que dá para delegar (e auditar)

Arquivar documentos segue regra de organização; parcial físico/digital, erros de arquivamento são corrigíveis.

ID CBO 225133:D:13

Descrever ações médicas 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Descrever ações médicas é produção textual/digital revisável; padronização parcial com exceções clínicas.

ID CBO 225133:G:4

Despachar expediente 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Despacho de expediente é triagem administrativa digital; rotinas repetíveis com revisão e correção baratas.

ID CBO 225133:F:12

Elaborar procedimentos operacionais padrão 63
Por que dá para delegar (e auditar)

POPs são textos normativos digitais; padronizam fluxos com adaptações locais e revisão por pares.

ID CBO 225133:D:10

Preparar material didático 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material didático é conteúdo digital revisável; estrutura pedagógica com adaptações de público e nível.

ID CBO 225133:G:1

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (37)

Divulgar informações em mídia 56
Por que entra em iatização

Divulgar informações em mídia é produção digital revisável; mensagens de saúde exigem cuidado com imprecisão.

ID CBO 225133:C:11

Elaborar material informativo e normativo 56
Por que entra em iatização

Material informativo e normativo é produção textual digital; clareza e conformidade exigem revisão editorial.

ID CBO 225133:D:12

Emitir declarações 56
Por que entra em iatização

Declarações em formulário digital; assinatura e validação médica habituais no documento.

ID CBO 225133:D:9

Montar escala de serviços 56
Por que entra em iatização

Escala de serviços em software; regras laborais e trocas de última hora exigem mediação e ajustes humanos.

ID CBO 225133:F:5

Elaborar prontuários 50
Por que entra em iatização

Prontuário é documento digital com estrutura e julgamento clínico; omissões e imprecisões são revisáveis.

ID CBO 225133:D:1

Elaborar protocolos de condutas médicas 50
Por que entra em iatização

Protocolos de conduta são textos técnicos digitais; sintetizam evidência com exceções clínicas frequentes.

ID CBO 225133:D:4

Elaborar relatórios 50
Por que entra em iatização

Relatórios a partir de prontuário digital; síntese clínica e responsabilidade médica moldam o documento.

ID CBO 225133:D:6

Emitir receitas 50
Por que entra em iatização

Receita digital assina o prescritor; escolha terapêutica e responsabilidade permanecem com o médico.

ID CBO 225133:D:2

Preparar projetos de pesquisa 50
Por que entra em iatização

Projetos de pesquisa são documentos digitais de desenho metodológico; ambiguidade de escopo e revisão por pares.

ID CBO 225133:G:9

Redigir trabalhos científicos 50
Por que entra em iatização

Trabalho científico é texto digital argumentativo; método e revisão por pares, com ambiguidade interpretativa.

ID CBO 225133:G:13

Solicitar exames complementares 50
Por que entra em iatização

Solicitar exames é ordem digital com indicação clínica; erros de pedido são detectáveis na revisão do pedido.

ID CBO 225133:A:5

Auxiliar normatização de atividades médicas 44
Por que entra em iatização

Normatização de atividades médicas vira documentos e protocolos; exige consenso e juízo sobre prática real.

ID CBO 225133:F:7

Elaborar documentos de imagem 44
Por que entra em iatização

Documentos de imagem são digitais; interpretação e omissões clínicas têm alto custo se não revisadas.

ID CBO 225133:D:8

Encaminhar usuários a outros profissionais 43
Por que entra em iatização

Encaminhamento usa critérios e documentos digitais; escolha de destino tem regras com exceções clínicas.

ID CBO 225133:A:17

Especificar insumos 43
Por que entra em iatização

Especificar insumos segue catálogos e necessidades técnicas; desvios de especificação são detectáveis na compra.

ID CBO 225133:F:4

Prescrever imunização 43
Por que entra em iatização

Prescrever imunização segue calendário e critérios; erro de indicação tem risco clínico e detecção variável.

ID CBO 225133:C:12

Solicitar interconsultas 43
Por que entra em iatização

Interconsulta é comunicação formal entre profissionais; critérios e registro digital com julgamento pontual.

ID CBO 225133:A:6

Emitir atestados 38
Por que entra em iatização

Atestados são formulários digitais com critérios legais; conteúdo clínico e data exigem acerto verificável.

ID CBO 225133:D:3

Examinar documentos médicos 38
Por que entra em iatização

Examinar documentos médicos é revisão digital; inferência pericial com consequências legais e clínicas.

ID CBO 225133:E:1

Formular quesitos periciais 38
Por que entra em iatização

Formular quesitos periciais é redação técnica estratégica; imprecisão distorce a perícia e tem custo legal.

ID CBO 225133:E:5

Gerenciar recursos financeiros 38
Por que entra em iatização

Gestão financeira em planilha ou sistema; desvios orçamentários graves exigem aprovação e rastreio humano.

ID CBO 225133:F:3

Distribuir tarefas 33
Por que entra em iatização

Distribuir tarefas usa critérios operacionais e escalas; rebalanceamento é possível, com julgamento pontual.

ID CBO 225133:F:2

Estabelecer plano de ações em saúde 33
Por que entra em iatização

Plano de ações em saúde é documento estratégico com dados locais; exceções territoriais e revisão periódica.

ID CBO 225133:C:1

Prescrever medidas higiênico-dietéticas 33
Por que entra em iatização

Medidas higiênico-dietéticas são orientações registráveis; adesão e individualização geram exceções frequentes.

ID CBO 225133:C:2

Realizar diagnóstico de saúde da comunidade 33
Por que entra em iatização

Diagnóstico comunitário usa dados epidemiológicos digitais; executor menos pessoal que a clínica individual.

ID CBO 225133:A:11

Indicar tratamento 32
Por que entra em iatização

Indicar tratamento é decisão clínica sobre opções e risco; registro digital com julgamento individual frequente.

ID CBO 225133:B:2

Interpretar dados de exame clínico e exames complementares 32
Por que entra em iatização

Interpretar exames é tarefa sobre dados digitais; padrões existem, mas exceções clínicas e custo de erro altos.

ID CBO 225133:A:9

Prescrever tratamento 32
Por que entra em iatização

Prescrever tratamento formaliza conduta em meio digital; escolha individual e risco terapêutico elevados.

ID CBO 225133:B:20

Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos 32
Por que entra em iatização

Receitar medicamentos é ordem digital com bulas e interações; escolha individual e risco iatrogênico elevados.

ID CBO 225133:B:3

Emitir laudos 31
Por que entra em iatização

Laudos são documentos técnicos com julgamento especializado; erro de conclusão tem custo legal e clínico alto.

ID CBO 225133:D:5

Emitir pareceres 31
Por que entra em iatização

Pareceres exigem análise contextual e argumentação técnica; erro de opinião tem impacto legal/clínico alto.

ID CBO 225133:D:7

Rastrear doenças prevalentes 31
Por que entra em iatização

Rastrear doenças prevalentes usa critérios e dados populacionais; protocolos com exceções de contexto local.

ID CBO 225133:C:4

Estabelecer prognóstico 27
Por que entra em iatização

Prognóstico é julgamento sob incerteza sobre trajetória clínica; erro de expectativa tem impacto alto.

ID CBO 225133:B:6

Levantar hipóteses diagnósticas 27
Por que entra em iatização

Hipóteses diagnósticas são raciocínio sobre dados clínicos digitais; ambiguidade e diagnóstico diferencial constantes.

ID CBO 225133:A:3

Planejar tratamento de clientes e pacientes 27
Por que entra em iatização

Planejar tratamento psiquiátrico integra evidência e caso; ambiguidade terapêutica e risco de iatrogenia.

ID CBO 225133:B:1

Organizar cursos de educação continuada 27
Por que entra em iatização

Cursos de educação continuada mesclam currículo digital e mediação docente; organização e presença parcial.

ID CBO 225133:G:15

Organizar encontros científicos 27
Por que entra em iatização

Organizar encontros científicos combina logística digital e coordenação humana presencial de participantes.

ID CBO 225133:G:14

Predominantemente humana o que continua só seu (58)

Acompanhar plano terapêutico do usuário 23
Por que permanece humana

Acompanhar plano terapêutico usa prontuário e reavaliações; vínculo e ajuste contextual são centrais.

ID CBO 225133:B:22

Desenvolver pesquisas em medicina 23
Por que permanece humana

Pesquisa médica varia de análise de dados a bancada; modal cognitivo exige desenho e julgamento científico.

ID CBO 225133:G:10

Promover campanhas de saúde 22
Por que permanece humana

Campanhas de saúde misturam planejamento, materiais e mobilização; o público e o contexto local importam.

ID CBO 225133:C:8

Implementar medidas de biossegurança 20
Por que permanece humana

Biossegurança combina normas e prática no local; falha de barreira tem custo alto se gerar contaminação.

ID CBO 225133:C:5

Indicar necessidade de internação 19
Por que permanece humana

Indicar internação é decisão clínica sobre critérios e risco; registro digital, erro de alta gravidade se falhar.

ID CBO 225133:B:21

Constituir comissões médico-hospitalares 19
Por que permanece humana

Constituir comissões médico-hospitalares envolve negociação institucional e representatividade de pessoas.

ID CBO 225133:F:10

Prestar consultorias e assessorias 19
Por que permanece humana

Consultoria e assessoria exigem julgamento contextual e confiança do cliente; erro de orientação tem custo alto.

ID CBO 225133:G:17

Promover atividades educativas 19
Por que permanece humana

Atividades educativas mesclam material digital e mediação humana; aceitação depende de presença do educador.

ID CBO 225133:C:9

Responder quesitos periciais 19
Por que permanece humana

Responder quesitos judiciais exige juízo técnico ambíguo; custo legal e clínico do erro é alto.

ID CBO 225133:E:6

Avaliar atos médicos 16
Por que permanece humana

Avaliar atos médicos é julgamento pericial sobre qualidade; critérios parciais e impacto disciplinar alto.

ID CBO 225133:G:6

Avaliar conhecimento de especialistas 16
Por que permanece humana

Avaliar conhecimento de especialistas mescla prova e observação; julgamento humano e consequências de certificação.

ID CBO 225133:G:7

Desenvolver procedimentos 16
Por que permanece humana

Desenvolver procedimentos é inovação técnica sob incerteza; validação é cara e falhas se propagam no uso.

ID CBO 225133:G:11

Ministrar aulas 16
Por que permanece humana

Aulas combinam conteúdo digital e mediação didática humana; adaptação ao aluno e presença parcial.

ID CBO 225133:G:2

Supervisionar equipe de saúde 16
Por que permanece humana

Supervisão de equipe de saúde combina observação e feedback relacional; parcialmente presencial no serviço.

ID CBO 225133:F:6

Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos 15
Por que permanece humana

Participar de congressos é presença relacional e científica; networking e discussão ao vivo predominam.

ID CBO 225133:G:16

Selecionar equipe de trabalho 15
Por que permanece humana

Seleção de equipe combina fit clínico e gestão; critérios subjetivos e accountability humana predominam.

ID CBO 225133:F:1

Implementar medidas de saúde ambiental 13
Por que permanece humana

Saúde ambiental integra dados e intervenção no território; consequências de erro são difusas e tardias.

ID CBO 225133:C:7

Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador 13
Por que permanece humana

Proteção do trabalhador mescla normas, ambiente e julgamento situacional; falha de segurança é grave.

ID CBO 225133:C:6

Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados 13
Por que permanece humana

Monitorar hospitalizado usa sinais e prontuário; exige presença relativa e decisão sob risco de deterioração.

ID CBO 225133:B:18

Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde 13
Por que permanece humana

Diretoria de associação, entidade de classe ou conselho é mandato pessoal e decisão colegiada presencial.

ID CBO 225133:F:11

Selecionar pacientes em situações específicas 13
Por que permanece humana

Selecionar pacientes em filas, leitos ou fluxos envolve juízo ético; erro de priorização tem custo alto.

ID CBO 225133:F:9

Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes 11
Por que permanece humana

Diagnóstico psiquiátrico integra clínica e exames; ambiguidade constante e erro de alto custo e detecção tardia.

ID CBO 225133:A:10

Realizar anamnese 11
Por que permanece humana

Anamnese psiquiátrica mescla relato verbal e registro; cada história é contextual e o vínculo com o médico importa.

ID CBO 225133:A:1

Fiscalizar treinamento médico 11
Por que permanece humana

Fiscalizar treinamento médico exige presença em campo e critérios; omissões formativas têm custo sistêmico.

ID CBO 225133:G:8

Promover ações de controle de vetores e zoonoses 9
Por que permanece humana

Controle de vetores e zoonoses mescla campo, protocolo e dados; falha sanitária tem custo coletivo alto.

ID CBO 225133:C:10

Supervisionar propedêutica instrumental 9
Por que permanece humana

Supervisionar propedêutica exige revisão técnica e presença relativa; falha de supervisão eleva risco clínico.

ID CBO 225133:A:8

Realizar atendimento em consultório 9
Por que permanece humana

Consultório psiquiátrico agrega anamnese, exame mental e conduta; presença e vínculo médico-paciente predominam.

ID CBO 225133:A:13

Supervisionar atos médicos 9
Por que permanece humana

Supervisionar atos médicos exige julgamento clínico e presença relativa; falha de supervisão tem custo alto.

ID CBO 225133:G:5

Administrar situações de urgência e emergência 7
Por que permanece humana

Administrar urgência e emergência exige coordenação sob ambiguidade aguda; erro de gestão tem custo extremo.

ID CBO 225133:F:8

Colher depoimentos 7
Por que permanece humana

Colher depoimentos é interação humana situacional; condução e registro dependem de presença e escuta.

ID CBO 225133:E:8

Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais) 7
Por que permanece humana

Reabilitação biopsicossocial é plano contextual multiprofissional; vínculo e julgamento situacional predominam.

ID CBO 225133:B:19

Prestar depoimentos 6
Por que permanece humana

Prestar depoimento é performance oral em foro; a contraparte exige a pessoa e o custo de erro é alto.

ID CBO 225133:E:7

Executar terapêutica genética 5
Por que permanece humana

Terapêutica genética exige indicação complexa e manejo de risco; erro tem custo clínico e ético elevado.

ID CBO 225133:B:11

Praticar psicoterapia 5
Por que permanece humana

Psicoterapia é sessão relacional com alta ambiguidade; o vínculo humano é a própria tarefa terapêutica.

ID CBO 225133:B:10

Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares 4
Por que permanece humana

Discutir diagnóstico e prognóstico é relação humana contextual; má comunicação tem custo clínico e relacional alto.

ID CBO 225133:A:12

Assistir parto 0
Por que permanece humana

Assistir parto exige corpo no local, decisões sob incerteza e erro potencialmente irreversível para mãe e feto.

ID CBO 225133:B:12

Cultivar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Cultivo de órgãos e tecidos mescla laboratório e protocolo; falha de cultura é grave e de correção difícil.

ID CBO 225133:B:17

Demonstrar ações médicas 0
Por que permanece humana

Demonstrar ações médicas exige corpo, técnica e observação presencial; erro de modelo se propaga ao treino.

ID CBO 225133:G:3

Desenvolver equipamentos 0
Por que permanece humana

Desenvolver equipamentos médicos é projeto físico-engenheirado; testes e segurança tornam o erro caro.

ID CBO 225133:G:12

Efetuar necropsias 0
Por que permanece humana

Necropsia é ato corporal com destreza; evidência forense e erro de alta gravidade e detecção limitada.

ID CBO 225133:E:4

Executar transplantes de órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Transplante é cirurgia de alta complexidade e risco; equipe humana e ambiente físico são indispensáveis.

ID CBO 225133:B:15

Executar tratamento com agentes biológicos 0
Por que permanece humana

Agentes biológicos seguem protocolo de aplicação, com reações e indicação que exigem juízo clínico.

ID CBO 225133:B:9

Executar tratamento com agentes físicos 0
Por que permanece humana

Agentes físicos exigem aplicação presencial e ajuste técnico; lesão por dose inadequada é custosa.

ID CBO 225133:B:8

Executar tratamento com agentes químicos 0
Por que permanece humana

Tratamento com agentes químicos envolve dose, toxicidade e monitoramento; falha terapêutica é grave.

ID CBO 225133:B:7

Guardar órgaõs e tecidos 0
Por que permanece humana

Guardar órgãos segue protocolos de conservação; presença técnica parcial e desvio tem custo alto se falhar.

ID CBO 225133:B:16

Implantar órteses e próteses 0
Por que permanece humana

Implantar órteses e próteses exige destreza e presença; complicações são caras e de detecção variável.

ID CBO 225133:B:14

Ministrar tratamentos preventivos 0
Por que permanece humana

Tratamentos preventivos mesclam conduta e aplicação presencial; falha preventiva tem detecção tardia.

ID CBO 225133:C:3

Praticar intervenções clínicas 0
Por que permanece humana

Intervenções clínicas variam de conduta ambulatorial a procedimento; modal exige presença e julgamento.

ID CBO 225133:B:4

Praticar procedimentos intervencionais 0
Por que permanece humana

Procedimentos intervencionais exigem destreza corporal no local; complicações são caras e tardias de reverter.

ID CBO 225133:B:5

Realizar atendimentos de urgência e emergência 0
Por que permanece humana

Urgência psiquiátrica exige corpo no local, decisão sob ambiguidade aguda e erro potencialmente irreversível.

ID CBO 225133:A:15

Realizar exame físico 0
Por que permanece humana

Exame físico exige corpo e destreza no paciente; achados mistos e risco de falha de detecção clínica.

ID CBO 225133:A:2

Realizar exames complementares 0
Por que permanece humana

Realizar exames complementares no ponto de cuidado envolve técnica, equipamentos e leitura no local.

ID CBO 225133:A:7

Realizar propedêutica instrumental 0
Por que permanece humana

Propedêutica instrumental mescla equipamento e interpretação; presença parcial e decisões guiadas por protocolo.

ID CBO 225133:A:4

Realizar visitas domiciliares 0
Por que permanece humana

Visita domiciliar é atendimento presencial no lar; contexto familiar e presença física definem a entrega.

ID CBO 225133:A:16

Realizar visitas hospitalares 0
Por que permanece humana

Visita hospitalar exige presença à beira-leito; integra avaliação e conduta com risco clínico elevado.

ID CBO 225133:A:14

Retirar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Retirada de órgãos e tecidos é ato cirúrgico-presencial com protocolo rígido e custo de erro extremo.

ID CBO 225133:B:13

Vistoriar ambientes de trabalho 0
Por que permanece humana

Vistoria de ambientes de trabalho exige presença no local; riscos omissos têm detecção e correção caras.

ID CBO 225133:E:2

Vistoriar equipamentos e instalações 0
Por que permanece humana

Vistoria de equipamentos e instalações exige verificação presencial e manuseio no local do serviço.

ID CBO 225133:E:3

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 37 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 6 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Médico psiquiatra). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Especialidade médica que aborda a saúde mental, utilizando farmacoterapia, psicoterapia e outras intervenções para promover o bem-estar psíquico.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como médico psiquiatra?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Médico psiquiatra?

Médico psiquiatra é a ocupação CBO 225133. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Realizar anamnese. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Médico psiquiatra?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Médico psiquiatra é R$ 9.781 (agregado de 3.571 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Médico psiquiatra?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Médico psiquiatra. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Médico psiquiatra?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
225133
Família ocupacional
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 9.781/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Médico psicanalista · Neuropsiquiatra · Médico psicoterapeuta · Psiquiatra

Como as pessoas chamam

psiquiatra · médico de saúde mental