Padrão ouro CBO 225151 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Médico anestesiologista

Administra anestesia e monitora pacientes durante procedimentos cirúrgicos e outros.

Quanto a IA pressiona esta profissão

15/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

3 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Para médico anestesiologista, as referências internacionais já disponíveis apontam risco estimado de substituição de 10% (WRTMJ); 31% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 98 atividades mapeadas nesta página: 5 com alta exposição técnica à IA, 35 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 58 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
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Médicos clínicos
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 13.007 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
3.978
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
-107
-8.8% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
557
Contratações formais declaradas
Desligamentos
664
Saídas formais declaradas
Movimentações
1.221
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

10%WRTMJRisco estimado de substituição
·pAIOEPercentil de exposição à IA
31%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

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Habilidades

  • Escuta ativa
  • Compreensão de leitura
  • Resolução de problemas complexos
  • Pensamento crítico
  • Julgamento e tomada de decisão
  • Ciências
  • Percepção social
  • Comunicação oral

Conhecimentos

  • Medicina e odontologia
  • Biologia
  • Terapia e aconselhamento
  • Psicologia
  • Educação e treinamento
  • Língua inglesa
  • Administração e gestão
  • Computadores e eletrônica

Capacidades

  • Sensibilidade a problemas
  • Raciocínio indutivo
  • Compreensão oral
  • Expressão oral
  • Raciocínio dedutivo
  • Compreensão escrita
  • Flexibilidade categorial
  • Ordenação de informações

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-1216.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ10%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE·

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET31%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED-8.8%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Puericultura e acompanhamento de crescimento e desenvolvimento
  • Diagnostico e manejo de doencas infectocontagiosas pediatricas
  • Imunizacao (calendarios PNI e SBP)
  • Suporte avancado de vida em pediatria (PALS)
  • Alimentacao infantil e aleitamento materno

Soft skills

  • Comunicacao com criancas e adolescentes
  • Manejo da ansiedade familiar
  • Empatia e paciencia
  • Educacao em saude para cuidadores
  • Trabalho colaborativo com escola e familia

Ferramentas

  • Curvas de crescimento OMS e SBP
  • Caderneta da Crianca e do Adolescente
  • Protocolos PALS e Bright Futures
  • Prontuario eletronico hospitalar
  • Aplicativos de calculo de doses pediatricas (PediQuick)

Ambiente

Consultorios pediatricos, hospitais infantis, maternidades, unidades de emergencia, escolas (medicina escolar), UBS com puericultura.

  • saude clinica
  • alta remuneracao
  • regulada registro
  • futuro ia amplificada
  • atendimento premium
  • presencial obrigatorio
  • demanda estavel
  • hibrido

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

9.424 12.586 15.748 18.909 22.071 2024 2028 2032 R$ 14.958
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Baixo
15 Baixo

Baixo. Pediatria envolve exame fisico, comunicacao com crianca e familia e manejo emocional, dimensoes pouco automatizaveis. IA acelera diagnostico de imagem e triagem, mas a relacao medico paciente permanece central.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Queda da natalidade (1,4 filho por mulher), saturacao em capitais, baixa remuneracao em convenios pressiona mercado, pediatras migram para clinica geral ou medicina de familia.

Base

Demanda estavel com subespecialidades em crescimento (oncopediatria, cardiopediatria), aumento de complexidade de pacientes (prematuros sobreviventes, doencas raras), telepediatria em expansao.

Otimista

Politicas publicas de incentivo a natalidade, expansao de hospitais pediatricos privados, valorizacao de medicina preventiva infantil, mercado de subespecialistas em forte alta com remuneracao premium.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Pediatria Clinica e Subespecializada

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Medico residente em Pediatria (R1-R3)

    R$ 3.252
  2. 02 · junior

    Pediatra plantonista hospitalar

    R$ 10.117
  3. 03 · pleno

    Pediatra ambulatorial e consultorio proprio

    R$ 13.007
  4. 04 · senior

    Pediatra titulado SBP com consultorio consolidado

    R$ 18.065
  5. 05 · especialista

    Subespecialista (neonatologista, cardiopediatra, oncopediatra)

    R$ 25.291
  6. 06 · executivo

    Chefe de servico de Pediatria hospitalar

    R$ 32.518

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 55%

Medico de familia

-5% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Residencia complementar em MFC ou pratica e prova.

Viabilidade 65%

Medico clinico geral

+5% de variação salarial

Transição estimada em 12 meses.

Desenvolver: Atualizacao em clinica medica de adultos.

Competências compartilhadas

  • Medico de familiaAtencao primaria · Imunizacao infantil · Puericultura · Abordagem familiar
    52%
  • Medico clinicoRaciocinio clinico · Manejo de infeccoes · Prescricao medica · Atendimento de emergencia
    48%
  • Medico ginecologistaSaude do adolescente · Imunizacao HPV · Educacao em saude reprodutiva · Acompanhamento puerperio
    35%
  • EnfermeiroPuericultura · Imunizacao · Educacao para cuidadores · Trabalho em hospital infantil
    32%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 98 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 5 que dá para delegar à IA (e auditar) , 35 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 58 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 98 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

5 alta exposição técnica 35 em iatização, humano no comando 58 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (5)

Arquivar documentos 94
Por que dá para delegar (e auditar)

Arquivamento é gestão documental digital com regras de indexação; erro é fácil de detectar e corrigir.

ID CBO 225151:D:13

Despachar expediente 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Despacho de expediente é triagem administrativa digital; rotinas repetíveis com exceções pontuais.

ID CBO 225151:F:12

Preencher formulários de notificação compulsória 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Notificação compulsória tem campos padronizados; classificação do caso é o ponto de julgamento.

ID CBO 225151:D:11

Elaborar material informativo e normativo 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material informativo/normativo é produção textual digital com templates e referências regulatórias.

ID CBO 225151:D:12

Elaborar procedimentos operacionais padrão 63
Por que dá para delegar (e auditar)

POPs de anestesia/segurança são documentos operacionais digitalizáveis com base em normas.

ID CBO 225151:D:10

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (35)

Descrever ações médicas 56
Por que entra em iatização

Descrever ações médicas em texto/áudio/vídeo; insumos e entrega essencialmente digitais.

ID CBO 225151:G:4

Elaborar prontuários 56
Por que entra em iatização

Prontuário anestésico é registro digital estruturado; conteúdo clínico exige validação do médico.

ID CBO 225151:D:1

Emitir declarações 56
Por que entra em iatização

Declarações em formulário digital; assinatura e validação médica habituais no documento.

ID CBO 225151:D:9

Montar escala de serviços 56
Por que entra em iatização

Escala de plantão em software; regras laborais e trocas de última hora exigem mediação humana.

ID CBO 225151:F:5

Solicitar exames complementares 56
Por que entra em iatização

Pedido de exames pré-operatórios é formulário/protocolo digital; indicação excessiva costuma ser revisável.

ID CBO 225151:A:5

Solicitar interconsultas 56
Por que entra em iatização

Interconsulta é registro e justificativa clínica digital; escolha de especialidade com regras e contexto.

ID CBO 225151:A:6

Divulgar informações em mídia 50
Por que entra em iatização

Conteúdo em mídia é digital; credibilidade pública ainda espera médico como porta-voz responsável.

ID CBO 225151:C:11

Elaborar protocolos de condutas médicas 50
Por que entra em iatização

Protocolos de conduta codificam prática com exceções clínicas; elaboração é documental e revisável.

ID CBO 225151:D:4

Encaminhar usuários a outros profissionais 49
Por que entra em iatização

Encaminhamento segue critérios e registro digital; triagem de especialidade com pouco componente físico.

ID CBO 225151:A:17

Prescrever medidas higiênico-dietéticas 49
Por que entra em iatização

Medidas higiênico-dietéticas são orientações padronizáveis com adaptação ao caso; correção é razoável.

ID CBO 225151:C:2

Auxiliar normatização de atividades médicas 44
Por que entra em iatização

Normatização de atividades médicas vira documentos e protocolos; exige consenso técnico institucional.

ID CBO 225151:F:7

Elaborar documentos de imagem 44
Por que entra em iatização

Documentos de imagem são digitais; interpretação e omissões clínicas têm alto custo de erro.

ID CBO 225151:D:8

Elaborar relatórios 44
Por que entra em iatização

Relatórios a partir de prontuário digital; síntese clínica e responsabilidade médica na redação.

ID CBO 225151:D:6

Emitir receitas 44
Por que entra em iatização

Receita digital assina o prescritor; escolha terapêutica e responsabilidade permanecem do médico.

ID CBO 225151:D:2

Formular quesitos periciais 44
Por que entra em iatização

Quesitos periciais são redigidos digitalmente; delimitam perícia com regras e nuance clínica.

ID CBO 225151:E:5

Preparar projetos de pesquisa 44
Por que entra em iatização

Projeto de pesquisa é documento digital; escolhas metodológicas e éticas dependem de contexto.

ID CBO 225151:G:9

Prescrever tratamento 44
Por que entra em iatização

Prescrição é ato documental com protocolos de dose/interação; erro farmacológico tem custo clínico sério.

ID CBO 225151:B:20

Redigir trabalhos científicos 44
Por que entra em iatização

Trabalhos científicos são manuscritos digitais; argumento e originalidade exigem autor médico.

ID CBO 225151:G:13

Especificar insumos 43
Por que entra em iatização

Especificar insumos anestésicos/hospitalares alinha normas técnicas ao protocolo assistencial.

ID CBO 225151:F:4

Rastrear doenças prevalentes 42
Por que entra em iatização

Rastreamento de doenças usa registros e critérios definidos; confirmação clínica pode exigir contato.

ID CBO 225151:C:4

Estabelecer plano de ações em saúde 38
Por que entra em iatização

Plano de ações em saúde usa dados e normas; priorização depende do contexto local e governança.

ID CBO 225151:C:1

Prescrever imunização 38
Por que entra em iatização

Prescrever imunização segue calendários e critérios; indicação inadequada tem risco sanitário relevante.

ID CBO 225151:C:12

Emitir atestados 38
Por que entra em iatização

Atestado atesta capacidade com implicação legal; exige julgamento clínico e identidade do médico.

ID CBO 225151:D:3

Examinar documentos médicos 38
Por que entra em iatização

Exame de documentos médicos é revisão digital; inferência pericial com consequências legais.

ID CBO 225151:E:1

Gerenciar recursos financeiros 38
Por que entra em iatização

Gestão financeira em planilha/sistema; desvios orçamentários graves exigem aprovação humana.

ID CBO 225151:F:3

Promover atividades educativas 38
Por que entra em iatização

Atividades educativas usam materiais e roteiros replicáveis; engajamento ainda beneficia presença.

ID CBO 225151:C:9

Promover campanhas de saúde 33
Por que entra em iatização

Campanhas combinam planejamento digital e ações presenciais; mensagem segue protocolos de saúde.

ID CBO 225151:C:8

Interpretar dados de exame clínico e exames complementares 31
Por que entra em iatização

Laudos e monitores são digitais; interpretação pré/intraoperatória depende do contexto, erro não é trivial.

ID CBO 225151:A:9

Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos 31
Por que entra em iatização

Receitar medicamentos é documento digital/informacional com regras, mas escolha e dose exigem julgamento.

ID CBO 225151:B:3

Realizar diagnóstico de saúde da comunidade 28
Por que entra em iatização

Diagnóstico comunitário usa dados epidemiológicos e indicadores; interpretação contextual e impacto coletivo.

ID CBO 225151:A:11

Emitir laudos 27
Por que entra em iatização

Laudo integra achados e opinião técnica assinada; erro impacta decisões clínicas e periciais.

ID CBO 225151:D:5

Indicar tratamento 27
Por que entra em iatização

Indicar técnica anestésica usa diretrizes mas adapta ao caso; decisão cognitiva com registro digital.

ID CBO 225151:B:2

Distribuir tarefas 27
Por que entra em iatização

Distribuir tarefas na equipe exige juízo de competência e conflitos; coordenador humano é esperado.

ID CBO 225151:F:2

Emitir pareceres 25
Por que entra em iatização

Parecer opinativo vincula CRM; alto julgamento e exigência de médico identificado como autor.

ID CBO 225151:D:7

Organizar encontros científicos 25
Por que entra em iatização

Organizar encontros científicos mistura logística digital e networking presencial entre pares.

ID CBO 225151:G:14

Predominantemente humana o que continua só seu (58)

Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador 22
Por que permanece humana

Segurança do trabalhador: documentação e, frequentemente, vistoria no local de trabalho.

ID CBO 225151:C:6

Organizar cursos de educação continuada 22
Por que permanece humana

Cursos de educação continuada misturam currículo e facilitação humana; engajamento de alunos é relacional.

ID CBO 225151:G:15

Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos 22
Por que permanece humana

Participar de congressos exige troca ao vivo e juízo no debate; presença e networking são centrais.

ID CBO 225151:G:16

Levantar hipóteses diagnósticas 22
Por que permanece humana

Hipóteses de risco e diagnóstico diferencial são cognitivas e contextuais; hipótese errada propaga conduta.

ID CBO 225151:A:3

Acompanhar plano terapêutico do usuário 19
Por que permanece humana

Acompanhar plano terapêutico exige reavaliação contínua do caso e relação de confiança com o usuário.

ID CBO 225151:B:22

Constituir comissões médico-hospitalares 19
Por que permanece humana

Constituir comissões hospitalares envolve negociação institucional e representatividade médica.

ID CBO 225151:F:10

Desenvolver pesquisas em medicina 19
Por que permanece humana

Pesquisa médica combina desenho, dados e ética; cada pergunta e viés metodológico exige julgamento.

ID CBO 225151:G:10

Desenvolver procedimentos 19
Por que permanece humana

Desenvolver procedimentos assistenciais novos; segurança do paciente limita padronização total.

ID CBO 225151:G:11

Planejar tratamento de clientes e pacientes 19
Por que permanece humana

Plano anestésico personaliza risco, comorbidades e técnica; consequência clínica e legal é relevante.

ID CBO 225151:B:1

Responder quesitos periciais 19
Por que permanece humana

Responder quesitos judiciais exige juízo técnico ambíguo; custo legal do erro é alto.

ID CBO 225151:E:6

Implementar medidas de biossegurança 18
Por que permanece humana

Biossegurança no bloco/UTI inclui EPI, fluxos físicos e checagem no ambiente, não só norma escrita.

ID CBO 225151:C:5

Avaliar conhecimento de especialistas 16
Por que permanece humana

Avaliar especialistas usa provas e entrevistas; critério de maestria permanece parcialmente subjetivo.

ID CBO 225151:G:7

Supervisionar equipe de saúde 16
Por que permanece humana

Supervisão de equipe de saúde combina observação e feedback relacional; parcialmente presencial.

ID CBO 225151:F:6

Supervisionar propedêutica instrumental 16
Por que permanece humana

Supervisão de propedêutica valida técnica e achado em tempo real; julgamento de qualidade do exame.

ID CBO 225151:A:8

Guardar órgaõs e tecidos 15
Por que permanece humana

Guarda de órgãos segue protocolos de conservação; dano ao material é grave e de difícil correção.

ID CBO 225151:B:16

Implementar medidas de saúde ambiental 15
Por que permanece humana

Saúde ambiental liga risco a inspeção e intervenção no meio físico comunitário.

ID CBO 225151:C:7

Promover ações de controle de vetores e zoonoses 15
Por que permanece humana

Controle de vetores/zoonoses mistura campo, protocolos e população; falha tem impacto sanitário tardio.

ID CBO 225151:C:10

Realizar exames complementares 15
Por que permanece humana

Realizar exames complementares no contexto médico mistura equipamento, técnica e interpretação no local.

ID CBO 225151:A:7

Indicar necessidade de internação 15
Por que permanece humana

Indicar internação ou UTI pós-anestésica exige gravidade e comorbidades; erro de indicação tem alto custo.

ID CBO 225151:B:21

Prestar consultorias e assessorias 14
Por que permanece humana

Consultoria por caso clínico exige juízo e responsabilidade; contratante busca médico identificável.

ID CBO 225151:G:17

Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados 14
Por que permanece humana

Monitorização em RPA/UTI usa monitores digitais, mas visita e intervenção no leito permanecem modais.

ID CBO 225151:B:18

Ministrar tratamentos preventivos 13
Por que permanece humana

Tratamentos preventivos no paciente (profilaxia) exigem contato; não se resume a prescrição isolada.

ID CBO 225151:C:3

Avaliar atos médicos 13
Por que permanece humana

Avaliar atos médicos julga adequação clínica com alto impacto; credibilidade exige médico avaliador.

ID CBO 225151:G:6

Fiscalizar treinamento médico 13
Por que permanece humana

Fiscalizar treinamento combina documentos e visita; credencial regulatória exige agente humano.

ID CBO 225151:G:8

Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde 13
Por que permanece humana

Diretoria de associação/conselho é mandato pessoal e decisão colegiada, frequentemente presencial.

ID CBO 225151:F:11

Realizar anamnese 13
Por que permanece humana

Anamnese é diálogo clínico e registro; cada história é única e o vínculo médico-paciente é a própria tarefa.

ID CBO 225151:A:1

Selecionar equipe de trabalho 11
Por que permanece humana

Selecionar equipe avalia pessoas e fit; cada contratação é contextual e o vínculo humano pesa.

ID CBO 225151:F:1

Colher depoimentos 11
Por que permanece humana

Colher depoimentos é entrevista presencial; relação humana e leitura contextual do depoente.

ID CBO 225151:E:8

Cultivar órgãos e tecidos 11
Por que permanece humana

Cultivo de tecidos em ambiente controlado; julgamento biológico e risco de perda do material.

ID CBO 225151:B:17

Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes 9
Por que permanece humana

Diagnóstico individual cruza sinais, exames e contexto; erro costuma ser grave e de detecção tardia.

ID CBO 225151:A:10

Estabelecer prognóstico 9
Por que permanece humana

Prognóstico perioperatório combina incerteza e contexto individual; validação do acerto é tardia.

ID CBO 225151:B:6

Selecionar pacientes em situações específicas 9
Por que permanece humana

Selecionar pacientes em filas/leitos/cirurgias envolve juízo ético; erro de priorização é grave.

ID CBO 225151:F:9

Executar tratamento com agentes biológicos 9
Por que permanece humana

Agentes biológicos (soros, imunomoduladores) exigem via parenteral e vigilância de eventos adversos no local.

ID CBO 225151:B:9

Executar tratamento com agentes químicos 9
Por que permanece humana

Agentes químicos anestésicos/analgésicos no paciente exigem presença, titulação e monitorização contínua.

ID CBO 225151:B:7

Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais) 9
Por que permanece humana

Reabilitação biopsicossocial mistura equipe, motivação e contexto; parcialmente presencial e relacional.

ID CBO 225151:B:19

Realizar atendimento em consultório 9
Por que permanece humana

Consulta agrega anamnese, exame e decisão; modal é atendimento presencial com julgamento clínico contínuo.

ID CBO 225151:A:13

Administrar situações de urgência e emergência 7
Por que permanece humana

Administrar urgência/emergência no serviço exige decisões rápidas com risco imediato de vida.

ID CBO 225151:F:8

Executar terapêutica genética 7
Por que permanece humana

Terapêutica genética combina protocolo e biologia do paciente; falha tem consequências graves e pouco reversíveis.

ID CBO 225151:B:11

Praticar intervenções clínicas 7
Por que permanece humana

Intervenções clínicas no leito/bloco exigem exame e ajuste; paciente não delega execução a não humano.

ID CBO 225151:B:4

Desenvolver equipamentos 6
Por que permanece humana

Desenvolver equipamentos envolve prototipagem física e regulação sanitária; alto juízo técnico.

ID CBO 225151:G:12

Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares 6
Por que permanece humana

Consentimento e riscos anestésicos são diálogo com paciente/família; vínculo humano é a própria entrega.

ID CBO 225151:A:12

Prestar depoimentos 6
Por que permanece humana

Depoimento oral em juízo exige identidade do médico e improvisação sob contradita.

ID CBO 225151:E:7

Supervisionar atos médicos 6
Por que permanece humana

Supervisionar atos médicos implica responsabilidade legal por terceiros; frequentemente in loco.

ID CBO 225151:G:5

Praticar psicoterapia 3
Por que permanece humana

Psicoterapia é relação terapêutica singular; desfecho e vínculo humano são o núcleo da entrega.

ID CBO 225151:B:10

Assistir parto 0
Por que permanece humana

Assistência anestésica ao parto exige manobras, timing e presença contínua; erro maternofetal é imediato.

ID CBO 225151:B:12

Efetuar necropsias 0
Por que permanece humana

Necropsia é ato corporal com destreza; evidência forense e erro de alta gravidade.

ID CBO 225151:E:4

Executar transplantes de órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Transplante exige anestesia e manejo intraoperatório complexos; só equipe humana no local é aceita.

ID CBO 225151:B:15

Executar tratamento com agentes físicos 0
Por que permanece humana

Tratamento com agentes físicos depende de aplicação presencial de energia/dispositivo no corpo.

ID CBO 225151:B:8

Implantar órteses e próteses 0
Por que permanece humana

Implante de órtese/prótese (ex.: dispositivo) exige destreza e feedback tátil no paciente no local.

ID CBO 225151:B:14

Praticar procedimentos intervencionais 0
Por que permanece humana

Procedimentos intervencionais exigem técnica corporal e equipamento no paciente; erro tem custo elevado.

ID CBO 225151:B:5

Realizar atendimentos de urgência e emergência 0
Por que permanece humana

Urgência/emergência exige decisão sob incerteza em tempo real; erro tem alto custo e exige presença.

ID CBO 225151:A:15

Realizar exame físico 0
Por que permanece humana

Exame físico pré-anestésico (via aérea, cardiopulmonar) exige mãos e proximidade; achados sutis são táteis.

ID CBO 225151:A:2

Realizar propedêutica instrumental 0
Por que permanece humana

Propedêutica instrumental (US, capnografia à beira) segue protocolo, mas opera aparelho junto ao paciente.

ID CBO 225151:A:4

Realizar visitas domiciliares 0
Por que permanece humana

Visita domiciliar é atendimento no local do paciente; vínculo e deslocamento físico definem a tarefa.

ID CBO 225151:A:16

Realizar visitas hospitalares 0
Por que permanece humana

Visita hospitalar exige presença no leito, exame e decisão no local; erro em internado é crítico.

ID CBO 225151:A:14

Retirar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Retirada de órgãos/tecidos é ato manual em campo estéril com suporte vital; consequência é vital.

ID CBO 225151:B:13

Vistoriar ambientes de trabalho 0
Por que permanece humana

Vistoria de ambiente de trabalho é inspeção in loco; presença física e observação de riscos.

ID CBO 225151:E:2

Vistoriar equipamentos e instalações 0
Por que permanece humana

Vistoria de equipamentos/instalações exige verificação presencial e manuseio no local.

ID CBO 225151:E:3

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 35 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 5 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Médico anestesiologista). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Estuda a fisiologia da dor, farmacologia de anestésicos e técnicas de suporte vital. É responsável por garantir a segurança e o conforto do paciente antes, durante e após cirurgias.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como médico anestesiologista?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Médico anestesiologista?

Médico anestesiologista é a ocupação CBO 225151. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Realizar anamnese. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Médico anestesiologista?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Médico anestesiologista é R$ 13.007 (agregado de 3.978 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Médico anestesiologista?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Médico anestesiologista. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Médico anestesiologista?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
225151
Família ocupacional
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 13.007/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Anestesiologista · Médico anestesista · Anestesista

Como as pessoas chamam

anestesista