Fonoaudiólogo geral
Atua na prevenção, avaliação e tratamento de distúrbios da comunicação humana.
Quanto a IA pressiona esta profissão
0/100 de exposição à IA
Ainda dá para respirar
1 indicadores publicáveis, sem maquiagem
Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos
Ainda dá para respirar
Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.
Das 84 atividades mapeadas nesta página: 0 com alta exposição técnica à IA, 19 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 65 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.
Ver quais tarefas a IA já ameaça →Conhece alguém da área? Compartilhe esta leitura.
Baixar dadosDados oficiais do Brasil
Salário e demanda formais, direto da fonte
Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.
Salário mediano formal · RAIS 2023
R$ 4.147 / mês
Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.
Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses
jun/2025 a mai/2026
- Saldo
- +188 + 2.2% do fluxo (admissões menos desligamentos)
- Admissões
- 4.370 Contratações formais declaradas
- Desligamentos
- 4.182 Saídas formais declaradas
- Movimentações
- 8.552 Fluxo total no período (não é estoque de empregos)
Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE
Competências e ferramentas
O repertório que sustenta a profissão
Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.
O que precisa saber, sentir e onde trabalha
Hard skills
- Avaliacao e terapia de linguagem (infantil e adulta)
- Audiologia clinica (audiometria, BERA, OEA, protetizacao)
- Terapia de voz profissional e clinica
- Manejo de disfagia (avaliacao clinica e instrumental)
- Motricidade orofacial (frenotomia, terapia miofuncional)
Soft skills
- Paciencia e perseveranca em reabilitacao longa
- Comunicacao adaptada a faixa etaria e patologia
- Empatia com familias e pacientes neurologicos
- Trabalho interdisciplinar com fono, neuro, ORL
- Criatividade em planos terapeuticos
Ferramentas
- Audiometro, imitanciometro, equipamento de OEA e BERA
- Software de analise acustica de voz (Vocalgrama, Praat)
- Videoendoscopia da degluticao (FEES)
- Testes padronizados (ABFW, PPVT, TVIP)
- Aplicativos de comunicacao alternativa (Livox, Proloquo2Go)
Ambiente
Clinicas de fonoaudiologia, hospitais (UTI, enfermaria, ambulatorio), escolas e centros de educacao especial, consultorios proprios, empresas (saude vocal corporativa).
- saude assistencial
- media remuneracao
- regulada registro
- futuro ia neutro
- presencial obrigatorio
- demanda estavel
- envelhecimento populacional
- concurso publico viavel
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir
Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.
Projeção salarial
projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão
Risco de automação
Baixo a moderado. Apps de exercicios fonoaudiologicos e IA em audiologia (autoteste, fitting automatico) afetam segmentos mais simples. Reabilitacao neurologica, disfagia hospitalar e terapia de linguagem infantil permanecem humano dependentes.
metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA
Piso salarial nao avanca, fonoaudiologos em UAN escolar e clinicas baratas sofrem com convenios, IA em audiologia reduz necessidade de protetizacao presencial.
Demanda crescente em autismo, AVC, implante coclear e disfagia, aumento de consultorios privados especializados, lei de inclusao expande mercado escolar.
Fonoaudiologia ganha status equivalente a outras profissoes da saude, piso salarial digno e reconhecido, subespecialidades como voz profissional e disfagia atingem remuneracao premium em centros de excelencia.
Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial
Trajetória profissional
Da entrada à referência na trilha Fonoaudiologia Clinica e Especializada
Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.
- 01 · junior
Fonoaudiologo estagiario ou recem formado
R$ 1.914 - 02 · junior
Fonoaudiologo clinico ou escolar
R$ 2.871 - 03 · pleno
Fonoaudiologo especialista (audiologia, linguagem, voz)
R$ 4.147 - 04 · senior
Fonoaudiologo hospitalar (disfagia, UTI, oncologia)
R$ 5.423 - 05 · especialista
Consultorio proprio consolidado ou docente universitario
R$ 7.656 - 06 · executivo
Coordenador de servico de fonoaudiologia hospitalar
R$ 10.208
Fonte: RAIS 2023
Rotas de adaptação
Você já sabe mais do que imagina
Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.
Fonoaudiologo especialista hospitalar (disfagia, oncologia, UTI)
+50% de variação salarialTransição estimada em 24 meses.
Desenvolver: Especializacao em disfagia ou oncologia da voz.
Terapeuta ocupacional
-5% de variação salarialTransição estimada em 48 meses.
Desenvolver: Nova graduacao em TO (4 anos).
Psicologo (psicopedagogia)
+10% de variação salarialTransição estimada em 60 meses.
Desenvolver: Nova graduacao em Psicologia (5 anos).
Competências compartilhadas
- Terapeuta ocupacionalReabilitacao neurologica · Trabalho com criancas autistas · Avaliacao funcional · Equipe interdisciplinar58%
- FisioterapeutaReabilitacao motora orofacial · Trabalho com AVC · Avaliacao funcional · Equipe multiprofissional42%
- PsicologoAvaliacao de linguagem · Trabalho em CAPS · Atencao a autismo · Avaliacao neuropsicologica colaborativa35%
- Cirurgiao dentistaMotricidade orofacial · Frenotomia · Avaliacao de degluticao · Equipe odontologica30%
Um dia na vida · CBO/MTE
As 84 atividades operacionais, uma a uma
“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, , 19 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 65 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.
Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 84 atividades · exposição do seu perfil: –
Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (19)
Caracterizar população-alvo 38
Caracterizar população-alvo usa dados epidemiológicos e perfil social; exige síntese e leitura de contexto.
ID CBO 223810:F:1
Definir indicadores de evolução do tratamento/ação 38
Indicadores de evolução são definidos em critérios e registros; o caso clínico molda o que medir.
ID CBO 223810:A:12
Planejar estratégias e atividades educativas 38
Planejar atividades educativas produz planos e materiais; o público-alvo e o objetivo moldam o desenho.
ID CBO 223810:F:13
Planejar programas e campanhas de prevenção e promoção 38
Planejar campanhas de prevenção gera planos e cronogramas; contexto sanitário e público definem o desenho.
ID CBO 223810:F:3
Apreciar trabalhos técnico-científicos 38
Apreciar trabalhos técnico-científicos é revisão de texto e método; juízo de qualidade é central e subjetivo.
ID CBO 223810:G:10
Gerenciar programas e campanhas 33
Gerenciar campanhas envolve cronograma, equipe e indicadores; decisões táticas são frequentes e situacionais.
ID CBO 223810:F:7
Participar na elaboração do diagnóstico situacional 33
Diagnóstico situacional cruza dados e leitura territorial; ambiguidade e interesses locais influenciam a análise.
ID CBO 223810:F:8
Analisar avaliações clínicas de outros profissionais 32
Analisar avaliações de terceiros é leitura documental clínica; integração exige juízo e pode errar o quadro.
ID CBO 223810:C:2
Analisar exames 32
Analisar exames cruza laudos e traçados com hipótese clínica; falha de leitura tem impacto terapêutico.
ID CBO 223810:C:5
Estabelecer critérios de elegibilidade 32
Elegibilidade define quem entra em programas/procedimentos; critérios ajudam, mas exclusões erradas custam.
ID CBO 223810:D:16
Estabelecer parâmetros de alta 32
Parâmetros de alta são critérios clínicos documentáveis; o limiar ainda depende de julgamento do caso.
ID CBO 223810:D:15
Solicitar exames complementares 32
Solicitar exames é decisão de indicação com base no quadro; pedido inadequado atrasa ou expõe o paciente.
ID CBO 223810:C:6
Preparar material terapêutico 31
Preparar material terapêutico mescla confecção física e digital; erro costuma ser corrigível antes da sessão.
ID CBO 223810:D:2
Eleger instrumentos para avaliação 31
Seleção de instrumentos é decisão técnica sobre baterias e provas; depende do quadro e da hipótese.
ID CBO 223810:B:3
Auditorar programas e serviços 28
Auditoria de programas usa critérios e evidências; achados incorretos afetam serviços e responsabilização.
ID CBO 223810:G:15
Participar de comissões técnico-científicas 28
Comissões técnico-científicas deliberam normas e pareceres; documentos e reunião, com negociação entre pares.
ID CBO 223810:G:12
Participar do desenvolvimento de projetos pedagógicos 28
Projetos pedagógicos são desenhados em documentos e reuniões; exigem negociação entre áreas e públicos.
ID CBO 223810:F:9
Analisar resultados da avaliação fonoaudiológica 27
Análise dos resultados é cognitiva sobre achados e prontuário; ambiguidade diagnóstica é frequente.
ID CBO 223810:C:1
Orientar hábitos de saúde 27
Orientar hábitos de saúde segue recomendações gerais adaptadas ao perfil; supervisão humana ainda é esperada.
ID CBO 223810:E:8
Predominantemente humana o que continua só seu (65)
Coordenar atividades de ensino, pesquisa e extensão 23
Coordenar ensino, pesquisa e extensão é gestão acadêmica multiparte; falhas afetam pessoas e prazos.
ID CBO 223810:G:9
Coordenar serviços de saúde dos setores públicos e privados 23
Coordenar serviços de saúde é gestão com pessoas, normas e recursos; falhas afetam operação e cuidado.
ID CBO 223810:F:10
Desenvolver metodologias e recursos tecnológicos 23
Desenvolver metodologias e recursos tecnológicos agrega R&D conceitual e protótipos; modal é desenho técnico-científico.
ID CBO 223810:G:1
Gerenciar recursos humanos, materiais e financeiros 23
Gestão de RH, materiais e finanças agrega subtarefas distintas; modal é coordenação com pessoas e orçamento.
ID CBO 223810:G:17
Avaliar impacto da disfunção na qualidade de vida 23
Impacto na qualidade de vida usa escalas e relato; interpretação do contexto de vida exige juízo clínico.
ID CBO 223810:B:19
Analisar viabilidade dos procedimentos junto à população-alvo 22
Viabilidade junto à população cruza dados e realidade local; exige visita, escuta e julgamento situacional.
ID CBO 223810:F:2
Participar de programas e campanhas de prevenção e promoção 22
Participar de campanhas mistura planejamento e presença em ações; há rotinas, mas o público varia.
ID CBO 223810:F:11
Participar de programas institucionais 22
Participar de programas institucionais combina reuniões, entregas e regras da organização anfitriã.
ID CBO 223810:G:13
Levantar hipóteses diagnósticas 22
Hipóteses diagnósticas são raciocínio clínico sob incerteza; cada apresentação reordena evidências.
ID CBO 223810:C:7
Dar alta 19
Alta é decisão clínica de responsabilidade; critérios ajudam, mas o risco de alta precoce é significativo.
ID CBO 223810:A:15
Encaminhar pacientes e clientes a outros profissionais 19
Encaminhamento usa juízo sobre indicação e rede; erro de triagem pode atrasar cuidado adequado.
ID CBO 223810:B:22
Planejar estratégias e atividades terapêuticas com grupos especiais (gestantes, neonatos, idosos, etc.) 19
Estratégias para grupos especiais exigem adaptação clínica e ética; falha de desenho expõe populações vulneráveis.
ID CBO 223810:F:4
Avaliar condições para o desempenho socio-ocupacional 19
Desempenho socio-ocupacional une critérios funcionais e contexto de vida; avaliação é situacional.
ID CBO 223810:B:21
Explicar procedimentos e rotinas 19
Explicar rotinas adapta linguagem ao interlocutor; a entrega é comunicação humana de orientações clínicas.
ID CBO 223810:E:1
Implementar programas de promoção da saúde 19
Implementar promoção da saúde mistura gestão e ação com pessoas; o campo real desvia do plano.
ID CBO 223810:F:5
Ministrar cursos e palestras 19
Cursos e palestras combinam conteúdo preparado e performance ao vivo; audiência exige adaptação.
ID CBO 223810:G:4
Prestar consultoria ou assessoria 19
Consultoria/assessoria responde a problemas organizacionais singulares; a confiança no expert é esperada.
ID CBO 223810:G:6
Realizar pesquisas 19
Pesquisar gera conhecimento sob incerteza metodológica; desenho e interpretação não são procedimentais rígidos.
ID CBO 223810:G:7
Aplicar testes e provas 18
Aplicar testes segue manual, mas administração é presencial; heterogeneidade entre provas padronizadas e clínicas.
ID CBO 223810:B:4
Acompanhar evolução clínica 16
Acompanhamento clínico é longitudinal e situacional; combina prontuário com sinais observados no paciente.
ID CBO 223810:A:14
Avaliar linguagem oral, leitura e escrita 16
Avaliação de linguagem/leitura/escrita combina provas, observação e interpretação clínica do desempenho.
ID CBO 223810:B:11
Avaliar resultados do tratamento 16
Avaliar resultados exige cruzar dados, observação clínica e metas; falha de julgamento atrasa correção.
ID CBO 223810:A:13
Implementar programas de prevenção às deficiências 16
Programas de prevenção a deficiências têm impacto populacional; execução presencial e falhas têm custo social.
ID CBO 223810:F:6
Eleger procedimentos terapêuticos 15
Escolha de procedimentos combina protocolos e juízo clínico individual; erro terapêutico tem custo alto e detecção tardia.
ID CBO 223810:A:1
Esclarecer dúvidas 15
Esclarecer dúvidas responde a preocupações singulares; a contraparte humana define o conteúdo e o tom.
ID CBO 223810:E:6
Esclarecer prognóstico de tratamento 15
Explicar prognóstico equilibra realismo e expectativa; comunicação inadequada gera angústia ou falsa esperança.
ID CBO 223810:E:7
Estabelecer plano terapêutico 15
Plano terapêutico integra diagnóstico, metas e contexto do paciente; erro de plano tem custo clínico alto.
ID CBO 223810:C:8
Informar sobre riscos e limites de tratamento/intervenção 15
Informar riscos e limites é consentimento clínico; omissão ou exagero tem consequências éticas e clínicas.
ID CBO 223810:E:9
Prescrever terapêutica 15
Prescrever terapêutica fonoaudiológica é decisão clínica de responsabilidade; protocolos não eliminam o caso.
ID CBO 223810:D:1
Participar da elaboração de políticas e programas de saúde coletiva 14
Políticas de saúde coletiva exigem negociação, evidência e valores; cada contexto político é distinto.
ID CBO 223810:F:12
Estabelecer prognóstico 13
Prognóstico é estimativa sob incerteza clínica; baseia-se em evidência e individualização do caso.
ID CBO 223810:C:9
Organizar eventos técnico-científicos 13
Organizar eventos exige logística presencial, rede de pessoas e coordenação; falhas são visíveis no dia.
ID CBO 223810:G:11
Aplicar procedimentos para aperfeiçoamento da linguagem oral, leitura e escrita 13
Aperfeiçoar linguagem/leitura/escrita usa materiais e treino mediado; sessão típica é relacional e presencial.
ID CBO 223810:D:13
Avaliar aspectos socioculturais e ambientais 13
Aspectos socioculturais e ambientais são contextuais e pouco padronizáveis; exigem observação e entrevista.
ID CBO 223810:B:20
Capacitar profissionais 13
Capacitar profissionais é ensino relacional com feedback; a qualidade depende da interação formador-formando.
ID CBO 223810:G:2
Dar devolutiva da avaliação 13
Devolutiva traduz achados ao paciente/família; clareza e vínculo humano são a entrega principal.
ID CBO 223810:C:10
Orientar condutas terapêuticas 13
Orientar condutas terapêuticas personaliza recomendações; má orientação pode piorar adesão ou risco.
ID CBO 223810:E:3
Realizar anamnese 13
Anamnese é entrevista clínica dirigida; roteiros existem, mas a narrativa e o vínculo definem a qualidade.
ID CBO 223810:B:1
Supervisionar profissionais 13
Supervisionar profissionais é gestão de desempenho humano; feedback e confiança são a essência da tarefa.
ID CBO 223810:G:5
Tratar alterações de linguagem oral, leitura e escrita 13
Linguagem, leitura e escrita misturam material textual e interação clínica; o vínculo e o caso guiam o tratamento.
ID CBO 223810:A:7
Verificar a compreensão da orientação 13
Verificar compreensão exige leitura de sinais do interlocutor e reformulação; é tarefa relacional.
ID CBO 223810:E:5
Detectar expectativas de pacientes e clientes 11
Detectar expectativas é leitura relacional e subjetiva; a contraparte humana é o objeto da tarefa.
ID CBO 223810:B:2
Participar de diagnóstico interdisciplinar 11
Diagnóstico interdisciplinar é negociação clínica entre saberes; cada caso e equipe reconfigura o raciocínio.
ID CBO 223810:C:11
Orientar pesquisas 9
Orientar pesquisas é mentoria intelectual caso a caso; a relação orientador-orientando estrutura a entrega.
ID CBO 223810:G:8
Realizar perícia 9
Perícia fonoaudiológica tem peso legal; erro de análise pode ser grave e difícil de reverter.
ID CBO 223810:G:16
Supervisionar estágios 9
Supervisão de estágio acompanha prática clínica do aluno; erro de supervisão pode afetar paciente e formação.
ID CBO 223810:G:3
Avaliar fala 8
Avaliar fala exige escuta clínica e tarefas articulatórias presenciais; interpretação não é puramente mecânica.
ID CBO 223810:B:7
Avaliar voz 8
Avaliar voz depende de escuta, inspeção e tarefas vocais presenciais; achados são contextualizados clinicamente.
ID CBO 223810:B:12
Mediar reuniões clínicas 8
Mediar reuniões clínicas é facilitação de discussão multiprofissional; conflitos e casos geram ambiguidade.
ID CBO 223810:G:14
Aplicar procedimentos para aperfeiçoamento da voz 6
Aperfeiçoamento vocal é procedimento presencial com feedback auditivo e ajuste da produção do paciente.
ID CBO 223810:D:10
Aplicar procedimentos para aperfeiçoamento das habilidades comunicativas 6
Habilidades comunicativas se treinam em interação real; a relação e a situação moldam o procedimento.
ID CBO 223810:D:11
Desenvolver habilidades auditivas 6
Desenvolver habilidades auditivas é treino interativo presencial; progressão depende de resposta e engajamento.
ID CBO 223810:A:4
Estimular adesão e continuidade do tratamento 6
Adesão depende de persuasão, confiança e contexto familiar; perda de adesão tem impacto clínico.
ID CBO 223810:E:10
Habilitar sistema auditivo 6
Habilitação auditiva mistura treino ao vivo, dispositivos e protocolos; resposta do paciente e presença guiam o ajuste.
ID CBO 223810:A:2
Tratar alterações da fala 6
Tratar fala é sessão presencial com modelagem, feedback imediato e relação terapêutica contínua.
ID CBO 223810:A:6
Tratar alterações de fluência 6
Fluência demanda manejo situacional de ansiedade e fala; cada bloqueio exige julgamento e presença humana.
ID CBO 223810:A:9
Tratar distúrbios vocais 6
Terapia vocal exige escuta clínica, demonstração e ajuste fino da produção vocal no paciente.
ID CBO 223810:A:5
Avaliar deglutição 0
Avaliação de deglutição é física e de alto risco (aspiração); erro pode ser grave e detectado tardiamente.
ID CBO 223810:B:13
Avaliar desenvolvimento neuropsicomotor 0
Desenvolvimento neuropsicomotor é avaliado por observação e manuseio do paciente, com marcos e julgamento.
ID CBO 223810:B:5
Avaliar funções orofaciais 0
Funções orofaciais são inspecionadas e testadas no corpo; destreza e presença física são necessárias.
ID CBO 223810:B:8
Avaliar postura corporal 0
Postura corporal é observada e palpada no local; padrões ajudam, mas a leitura é visual-tátil.
ID CBO 223810:B:16
Demonstrar procedimentos e técnicas 0
Demonstrar técnicas é modelagem corporal e visual presencial; o paciente aprende pelo corpo e pelo exemplo.
ID CBO 223810:E:2
Realizar exames complementares 0
Exames complementares fonoaudiológicos variam de aparelhos a testes presenciais; modal exige corpo e equipamento.
ID CBO 223810:C:3
Tratar alterações das funções orofaciais 0
Tratamento orofacial é hands-on sobre musculatura e funções; resposta corporal guia a sessão e exige presença.
ID CBO 223810:A:10
Visitar domicílios, instituições e locais de trabalho 0
Visitas a domicílios e locais de trabalho exigem deslocamento e leitura in loco do ambiente real.
ID CBO 223810:E:11
O próximo passo
Seu plano de adaptação, atividade por atividade
Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.
Personalizado para as 0 atividades que você marcou. Exposição do seu perfil: –.
- As 19 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
- Como auditar trechos com alta exposição técnica à IA
- Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis
1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.
Plano registrado. Em breve enviamos o mapa para o e-mail informado. Confira também a pasta de spam.
Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Fonoaudiólogo geral). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.
Indicação de profissão
A mesma profissão, lida do seu ponto de partida
Se você se interessa por voz, fala, audição, linguagem e deglutição, a fonoaudiologia é uma área vasta e gratificante. Você ajudará pessoas de todas as idades a se comunicar melhor e ter mais qualidade de vida.
Profissional com formação generalista, apto a atuar em diversas áreas como voz, audição, linguagem, motricidade orofacial e disfagia. O mercado é amplo, incluindo clínicas, hospitais, escolas e home care.
Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?
A IA já mudou o seu dia a dia como fonoaudiólogo geral?
Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.
Fontes e metodologia
Cada número tem origem declarada e auditável
Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.
Dados oficiais brasileiros
CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.
Referências internacionais
WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.
Leitura editorial
Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.
Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.
Perguntas frequentes
O que mais perguntam sobre esta profissão
Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.
O que faz um(a) Fonoaudiólogo geral?
Fonoaudiólogo geral é a ocupação CBO 223810. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Eleger procedimentos terapêuticos. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.
- Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — MTE · acesso 2026-07-08
Quanto ganha Fonoaudiólogo geral?
Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Fonoaudiólogo geral é R$ 4.147 (agregado de 18.736 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.
- Fonte: RAIS 2023 via Base dos Dados (mediana ponderada por vínculos, vínculos=18736) · acesso 2026-07-08
Como se tornar Fonoaudiólogo geral?
O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Fonoaudiólogo geral. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.
- Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — MTE · acesso 2026-07-08
Vale a pena ser Fonoaudiólogo geral?
A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.
- Fonte: RAIS 2023 via Base dos Dados (mediana ponderada por vínculos, vínculos=18736) · acesso 2026-07-08
- Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — MTE · acesso 2026-07-08
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Profissões da mesma família e rankings do atlas
Fonoaudiólogos · mesma família CBO
Ficha da ocupação
Dados técnicos
- Código CBO
- 223810
- Família ocupacional
- Fonoaudiólogos
- Setor
- Saúde
- Mediana RAIS
- R$ 4.147/mês (2023)
- Qualidade
- Padrão ouro
Como as pessoas chamam
fono