Padrão ouro CBO 223810 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Fonoaudiólogo geral

Atua na prevenção, avaliação e tratamento de distúrbios da comunicação humana.

Quanto a IA pressiona esta profissão

0/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

1 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Das 84 atividades mapeadas nesta página: 0 com alta exposição técnica à IA, 19 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 65 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
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CBO · RAIS · CAGED

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 4.147 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
18.736
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+188
+ 2.2% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
4.370
Contratações formais declaradas
Desligamentos
4.182
Saídas formais declaradas
Movimentações
8.552
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Avaliacao e terapia de linguagem (infantil e adulta)
  • Audiologia clinica (audiometria, BERA, OEA, protetizacao)
  • Terapia de voz profissional e clinica
  • Manejo de disfagia (avaliacao clinica e instrumental)
  • Motricidade orofacial (frenotomia, terapia miofuncional)

Soft skills

  • Paciencia e perseveranca em reabilitacao longa
  • Comunicacao adaptada a faixa etaria e patologia
  • Empatia com familias e pacientes neurologicos
  • Trabalho interdisciplinar com fono, neuro, ORL
  • Criatividade em planos terapeuticos

Ferramentas

  • Audiometro, imitanciometro, equipamento de OEA e BERA
  • Software de analise acustica de voz (Vocalgrama, Praat)
  • Videoendoscopia da degluticao (FEES)
  • Testes padronizados (ABFW, PPVT, TVIP)
  • Aplicativos de comunicacao alternativa (Livox, Proloquo2Go)

Ambiente

Clinicas de fonoaudiologia, hospitais (UTI, enfermaria, ambulatorio), escolas e centros de educacao especial, consultorios proprios, empresas (saude vocal corporativa).

  • saude assistencial
  • media remuneracao
  • regulada registro
  • futuro ia neutro
  • presencial obrigatorio
  • demanda estavel
  • envelhecimento populacional
  • concurso publico viavel

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

2.820 3.928 5.037 6.146 7.254 2024 2028 2032 R$ 4.769
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Baixo
25 Baixo

Baixo a moderado. Apps de exercicios fonoaudiologicos e IA em audiologia (autoteste, fitting automatico) afetam segmentos mais simples. Reabilitacao neurologica, disfagia hospitalar e terapia de linguagem infantil permanecem humano dependentes.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Piso salarial nao avanca, fonoaudiologos em UAN escolar e clinicas baratas sofrem com convenios, IA em audiologia reduz necessidade de protetizacao presencial.

Base

Demanda crescente em autismo, AVC, implante coclear e disfagia, aumento de consultorios privados especializados, lei de inclusao expande mercado escolar.

Otimista

Fonoaudiologia ganha status equivalente a outras profissoes da saude, piso salarial digno e reconhecido, subespecialidades como voz profissional e disfagia atingem remuneracao premium em centros de excelencia.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Fonoaudiologia Clinica e Especializada

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Fonoaudiologo estagiario ou recem formado

    R$ 1.914
  2. 02 · junior

    Fonoaudiologo clinico ou escolar

    R$ 2.871
  3. 03 · pleno

    Fonoaudiologo especialista (audiologia, linguagem, voz)

    R$ 4.147
  4. 04 · senior

    Fonoaudiologo hospitalar (disfagia, UTI, oncologia)

    R$ 5.423
  5. 05 · especialista

    Consultorio proprio consolidado ou docente universitario

    R$ 7.656
  6. 06 · executivo

    Coordenador de servico de fonoaudiologia hospitalar

    R$ 10.208

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 20%

Terapeuta ocupacional

-5% de variação salarial

Transição estimada em 48 meses.

Desenvolver: Nova graduacao em TO (4 anos).

Viabilidade 18%

Psicologo (psicopedagogia)

+10% de variação salarial

Transição estimada em 60 meses.

Desenvolver: Nova graduacao em Psicologia (5 anos).

Competências compartilhadas

  • Terapeuta ocupacionalReabilitacao neurologica · Trabalho com criancas autistas · Avaliacao funcional · Equipe interdisciplinar
    58%
  • FisioterapeutaReabilitacao motora orofacial · Trabalho com AVC · Avaliacao funcional · Equipe multiprofissional
    42%
  • PsicologoAvaliacao de linguagem · Trabalho em CAPS · Atencao a autismo · Avaliacao neuropsicologica colaborativa
    35%
  • Cirurgiao dentistaMotricidade orofacial · Frenotomia · Avaliacao de degluticao · Equipe odontologica
    30%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 84 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, , 19 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 65 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 84 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

19 em iatização, humano no comando 65 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (19)

Caracterizar população-alvo 38
Por que entra em iatização

Caracterizar população-alvo usa dados epidemiológicos e perfil social; exige síntese e leitura de contexto.

ID CBO 223810:F:1

Definir indicadores de evolução do tratamento/ação 38
Por que entra em iatização

Indicadores de evolução são definidos em critérios e registros; o caso clínico molda o que medir.

ID CBO 223810:A:12

Planejar estratégias e atividades educativas 38
Por que entra em iatização

Planejar atividades educativas produz planos e materiais; o público-alvo e o objetivo moldam o desenho.

ID CBO 223810:F:13

Planejar programas e campanhas de prevenção e promoção 38
Por que entra em iatização

Planejar campanhas de prevenção gera planos e cronogramas; contexto sanitário e público definem o desenho.

ID CBO 223810:F:3

Apreciar trabalhos técnico-científicos 38
Por que entra em iatização

Apreciar trabalhos técnico-científicos é revisão de texto e método; juízo de qualidade é central e subjetivo.

ID CBO 223810:G:10

Gerenciar programas e campanhas 33
Por que entra em iatização

Gerenciar campanhas envolve cronograma, equipe e indicadores; decisões táticas são frequentes e situacionais.

ID CBO 223810:F:7

Participar na elaboração do diagnóstico situacional 33
Por que entra em iatização

Diagnóstico situacional cruza dados e leitura territorial; ambiguidade e interesses locais influenciam a análise.

ID CBO 223810:F:8

Analisar avaliações clínicas de outros profissionais 32
Por que entra em iatização

Analisar avaliações de terceiros é leitura documental clínica; integração exige juízo e pode errar o quadro.

ID CBO 223810:C:2

Analisar exames 32
Por que entra em iatização

Analisar exames cruza laudos e traçados com hipótese clínica; falha de leitura tem impacto terapêutico.

ID CBO 223810:C:5

Estabelecer critérios de elegibilidade 32
Por que entra em iatização

Elegibilidade define quem entra em programas/procedimentos; critérios ajudam, mas exclusões erradas custam.

ID CBO 223810:D:16

Estabelecer parâmetros de alta 32
Por que entra em iatização

Parâmetros de alta são critérios clínicos documentáveis; o limiar ainda depende de julgamento do caso.

ID CBO 223810:D:15

Solicitar exames complementares 32
Por que entra em iatização

Solicitar exames é decisão de indicação com base no quadro; pedido inadequado atrasa ou expõe o paciente.

ID CBO 223810:C:6

Preparar material terapêutico 31
Por que entra em iatização

Preparar material terapêutico mescla confecção física e digital; erro costuma ser corrigível antes da sessão.

ID CBO 223810:D:2

Eleger instrumentos para avaliação 31
Por que entra em iatização

Seleção de instrumentos é decisão técnica sobre baterias e provas; depende do quadro e da hipótese.

ID CBO 223810:B:3

Auditorar programas e serviços 28
Por que entra em iatização

Auditoria de programas usa critérios e evidências; achados incorretos afetam serviços e responsabilização.

ID CBO 223810:G:15

Participar de comissões técnico-científicas 28
Por que entra em iatização

Comissões técnico-científicas deliberam normas e pareceres; documentos e reunião, com negociação entre pares.

ID CBO 223810:G:12

Participar do desenvolvimento de projetos pedagógicos 28
Por que entra em iatização

Projetos pedagógicos são desenhados em documentos e reuniões; exigem negociação entre áreas e públicos.

ID CBO 223810:F:9

Analisar resultados da avaliação fonoaudiológica 27
Por que entra em iatização

Análise dos resultados é cognitiva sobre achados e prontuário; ambiguidade diagnóstica é frequente.

ID CBO 223810:C:1

Orientar hábitos de saúde 27
Por que entra em iatização

Orientar hábitos de saúde segue recomendações gerais adaptadas ao perfil; supervisão humana ainda é esperada.

ID CBO 223810:E:8

Predominantemente humana o que continua só seu (65)

Coordenar atividades de ensino, pesquisa e extensão 23
Por que permanece humana

Coordenar ensino, pesquisa e extensão é gestão acadêmica multiparte; falhas afetam pessoas e prazos.

ID CBO 223810:G:9

Coordenar serviços de saúde dos setores públicos e privados 23
Por que permanece humana

Coordenar serviços de saúde é gestão com pessoas, normas e recursos; falhas afetam operação e cuidado.

ID CBO 223810:F:10

Desenvolver metodologias e recursos tecnológicos 23
Por que permanece humana

Desenvolver metodologias e recursos tecnológicos agrega R&D conceitual e protótipos; modal é desenho técnico-científico.

ID CBO 223810:G:1

Gerenciar recursos humanos, materiais e financeiros 23
Por que permanece humana

Gestão de RH, materiais e finanças agrega subtarefas distintas; modal é coordenação com pessoas e orçamento.

ID CBO 223810:G:17

Avaliar impacto da disfunção na qualidade de vida 23
Por que permanece humana

Impacto na qualidade de vida usa escalas e relato; interpretação do contexto de vida exige juízo clínico.

ID CBO 223810:B:19

Analisar viabilidade dos procedimentos junto à população-alvo 22
Por que permanece humana

Viabilidade junto à população cruza dados e realidade local; exige visita, escuta e julgamento situacional.

ID CBO 223810:F:2

Participar de programas e campanhas de prevenção e promoção 22
Por que permanece humana

Participar de campanhas mistura planejamento e presença em ações; há rotinas, mas o público varia.

ID CBO 223810:F:11

Participar de programas institucionais 22
Por que permanece humana

Participar de programas institucionais combina reuniões, entregas e regras da organização anfitriã.

ID CBO 223810:G:13

Levantar hipóteses diagnósticas 22
Por que permanece humana

Hipóteses diagnósticas são raciocínio clínico sob incerteza; cada apresentação reordena evidências.

ID CBO 223810:C:7

Dar alta 19
Por que permanece humana

Alta é decisão clínica de responsabilidade; critérios ajudam, mas o risco de alta precoce é significativo.

ID CBO 223810:A:15

Encaminhar pacientes e clientes a outros profissionais 19
Por que permanece humana

Encaminhamento usa juízo sobre indicação e rede; erro de triagem pode atrasar cuidado adequado.

ID CBO 223810:B:22

Planejar estratégias e atividades terapêuticas com grupos especiais (gestantes, neonatos, idosos, etc.) 19
Por que permanece humana

Estratégias para grupos especiais exigem adaptação clínica e ética; falha de desenho expõe populações vulneráveis.

ID CBO 223810:F:4

Avaliar condições para o desempenho socio-ocupacional 19
Por que permanece humana

Desempenho socio-ocupacional une critérios funcionais e contexto de vida; avaliação é situacional.

ID CBO 223810:B:21

Explicar procedimentos e rotinas 19
Por que permanece humana

Explicar rotinas adapta linguagem ao interlocutor; a entrega é comunicação humana de orientações clínicas.

ID CBO 223810:E:1

Implementar programas de promoção da saúde 19
Por que permanece humana

Implementar promoção da saúde mistura gestão e ação com pessoas; o campo real desvia do plano.

ID CBO 223810:F:5

Ministrar cursos e palestras 19
Por que permanece humana

Cursos e palestras combinam conteúdo preparado e performance ao vivo; audiência exige adaptação.

ID CBO 223810:G:4

Prestar consultoria ou assessoria 19
Por que permanece humana

Consultoria/assessoria responde a problemas organizacionais singulares; a confiança no expert é esperada.

ID CBO 223810:G:6

Realizar pesquisas 19
Por que permanece humana

Pesquisar gera conhecimento sob incerteza metodológica; desenho e interpretação não são procedimentais rígidos.

ID CBO 223810:G:7

Aplicar testes e provas 18
Por que permanece humana

Aplicar testes segue manual, mas administração é presencial; heterogeneidade entre provas padronizadas e clínicas.

ID CBO 223810:B:4

Acompanhar evolução clínica 16
Por que permanece humana

Acompanhamento clínico é longitudinal e situacional; combina prontuário com sinais observados no paciente.

ID CBO 223810:A:14

Avaliar linguagem oral, leitura e escrita 16
Por que permanece humana

Avaliação de linguagem/leitura/escrita combina provas, observação e interpretação clínica do desempenho.

ID CBO 223810:B:11

Avaliar resultados do tratamento 16
Por que permanece humana

Avaliar resultados exige cruzar dados, observação clínica e metas; falha de julgamento atrasa correção.

ID CBO 223810:A:13

Implementar programas de prevenção às deficiências 16
Por que permanece humana

Programas de prevenção a deficiências têm impacto populacional; execução presencial e falhas têm custo social.

ID CBO 223810:F:6

Eleger procedimentos terapêuticos 15
Por que permanece humana

Escolha de procedimentos combina protocolos e juízo clínico individual; erro terapêutico tem custo alto e detecção tardia.

ID CBO 223810:A:1

Esclarecer dúvidas 15
Por que permanece humana

Esclarecer dúvidas responde a preocupações singulares; a contraparte humana define o conteúdo e o tom.

ID CBO 223810:E:6

Esclarecer prognóstico de tratamento 15
Por que permanece humana

Explicar prognóstico equilibra realismo e expectativa; comunicação inadequada gera angústia ou falsa esperança.

ID CBO 223810:E:7

Estabelecer plano terapêutico 15
Por que permanece humana

Plano terapêutico integra diagnóstico, metas e contexto do paciente; erro de plano tem custo clínico alto.

ID CBO 223810:C:8

Informar sobre riscos e limites de tratamento/intervenção 15
Por que permanece humana

Informar riscos e limites é consentimento clínico; omissão ou exagero tem consequências éticas e clínicas.

ID CBO 223810:E:9

Prescrever terapêutica 15
Por que permanece humana

Prescrever terapêutica fonoaudiológica é decisão clínica de responsabilidade; protocolos não eliminam o caso.

ID CBO 223810:D:1

Participar da elaboração de políticas e programas de saúde coletiva 14
Por que permanece humana

Políticas de saúde coletiva exigem negociação, evidência e valores; cada contexto político é distinto.

ID CBO 223810:F:12

Estabelecer prognóstico 13
Por que permanece humana

Prognóstico é estimativa sob incerteza clínica; baseia-se em evidência e individualização do caso.

ID CBO 223810:C:9

Organizar eventos técnico-científicos 13
Por que permanece humana

Organizar eventos exige logística presencial, rede de pessoas e coordenação; falhas são visíveis no dia.

ID CBO 223810:G:11

Aplicar procedimentos para aperfeiçoamento da linguagem oral, leitura e escrita 13
Por que permanece humana

Aperfeiçoar linguagem/leitura/escrita usa materiais e treino mediado; sessão típica é relacional e presencial.

ID CBO 223810:D:13

Avaliar aspectos socioculturais e ambientais 13
Por que permanece humana

Aspectos socioculturais e ambientais são contextuais e pouco padronizáveis; exigem observação e entrevista.

ID CBO 223810:B:20

Capacitar profissionais 13
Por que permanece humana

Capacitar profissionais é ensino relacional com feedback; a qualidade depende da interação formador-formando.

ID CBO 223810:G:2

Dar devolutiva da avaliação 13
Por que permanece humana

Devolutiva traduz achados ao paciente/família; clareza e vínculo humano são a entrega principal.

ID CBO 223810:C:10

Orientar condutas terapêuticas 13
Por que permanece humana

Orientar condutas terapêuticas personaliza recomendações; má orientação pode piorar adesão ou risco.

ID CBO 223810:E:3

Realizar anamnese 13
Por que permanece humana

Anamnese é entrevista clínica dirigida; roteiros existem, mas a narrativa e o vínculo definem a qualidade.

ID CBO 223810:B:1

Supervisionar profissionais 13
Por que permanece humana

Supervisionar profissionais é gestão de desempenho humano; feedback e confiança são a essência da tarefa.

ID CBO 223810:G:5

Tratar alterações de linguagem oral, leitura e escrita 13
Por que permanece humana

Linguagem, leitura e escrita misturam material textual e interação clínica; o vínculo e o caso guiam o tratamento.

ID CBO 223810:A:7

Verificar a compreensão da orientação 13
Por que permanece humana

Verificar compreensão exige leitura de sinais do interlocutor e reformulação; é tarefa relacional.

ID CBO 223810:E:5

Detectar expectativas de pacientes e clientes 11
Por que permanece humana

Detectar expectativas é leitura relacional e subjetiva; a contraparte humana é o objeto da tarefa.

ID CBO 223810:B:2

Participar de diagnóstico interdisciplinar 11
Por que permanece humana

Diagnóstico interdisciplinar é negociação clínica entre saberes; cada caso e equipe reconfigura o raciocínio.

ID CBO 223810:C:11

Orientar pesquisas 9
Por que permanece humana

Orientar pesquisas é mentoria intelectual caso a caso; a relação orientador-orientando estrutura a entrega.

ID CBO 223810:G:8

Realizar perícia 9
Por que permanece humana

Perícia fonoaudiológica tem peso legal; erro de análise pode ser grave e difícil de reverter.

ID CBO 223810:G:16

Supervisionar estágios 9
Por que permanece humana

Supervisão de estágio acompanha prática clínica do aluno; erro de supervisão pode afetar paciente e formação.

ID CBO 223810:G:3

Avaliar fala 8
Por que permanece humana

Avaliar fala exige escuta clínica e tarefas articulatórias presenciais; interpretação não é puramente mecânica.

ID CBO 223810:B:7

Avaliar voz 8
Por que permanece humana

Avaliar voz depende de escuta, inspeção e tarefas vocais presenciais; achados são contextualizados clinicamente.

ID CBO 223810:B:12

Mediar reuniões clínicas 8
Por que permanece humana

Mediar reuniões clínicas é facilitação de discussão multiprofissional; conflitos e casos geram ambiguidade.

ID CBO 223810:G:14

Aplicar procedimentos para aperfeiçoamento da voz 6
Por que permanece humana

Aperfeiçoamento vocal é procedimento presencial com feedback auditivo e ajuste da produção do paciente.

ID CBO 223810:D:10

Aplicar procedimentos para aperfeiçoamento das habilidades comunicativas 6
Por que permanece humana

Habilidades comunicativas se treinam em interação real; a relação e a situação moldam o procedimento.

ID CBO 223810:D:11

Desenvolver habilidades auditivas 6
Por que permanece humana

Desenvolver habilidades auditivas é treino interativo presencial; progressão depende de resposta e engajamento.

ID CBO 223810:A:4

Estimular adesão e continuidade do tratamento 6
Por que permanece humana

Adesão depende de persuasão, confiança e contexto familiar; perda de adesão tem impacto clínico.

ID CBO 223810:E:10

Habilitar sistema auditivo 6
Por que permanece humana

Habilitação auditiva mistura treino ao vivo, dispositivos e protocolos; resposta do paciente e presença guiam o ajuste.

ID CBO 223810:A:2

Tratar alterações da fala 6
Por que permanece humana

Tratar fala é sessão presencial com modelagem, feedback imediato e relação terapêutica contínua.

ID CBO 223810:A:6

Tratar alterações de fluência 6
Por que permanece humana

Fluência demanda manejo situacional de ansiedade e fala; cada bloqueio exige julgamento e presença humana.

ID CBO 223810:A:9

Tratar distúrbios vocais 6
Por que permanece humana

Terapia vocal exige escuta clínica, demonstração e ajuste fino da produção vocal no paciente.

ID CBO 223810:A:5

Avaliar deglutição 0
Por que permanece humana

Avaliação de deglutição é física e de alto risco (aspiração); erro pode ser grave e detectado tardiamente.

ID CBO 223810:B:13

Avaliar desenvolvimento neuropsicomotor 0
Por que permanece humana

Desenvolvimento neuropsicomotor é avaliado por observação e manuseio do paciente, com marcos e julgamento.

ID CBO 223810:B:5

Avaliar funções orofaciais 0
Por que permanece humana

Funções orofaciais são inspecionadas e testadas no corpo; destreza e presença física são necessárias.

ID CBO 223810:B:8

Avaliar postura corporal 0
Por que permanece humana

Postura corporal é observada e palpada no local; padrões ajudam, mas a leitura é visual-tátil.

ID CBO 223810:B:16

Demonstrar procedimentos e técnicas 0
Por que permanece humana

Demonstrar técnicas é modelagem corporal e visual presencial; o paciente aprende pelo corpo e pelo exemplo.

ID CBO 223810:E:2

Realizar exames complementares 0
Por que permanece humana

Exames complementares fonoaudiológicos variam de aparelhos a testes presenciais; modal exige corpo e equipamento.

ID CBO 223810:C:3

Tratar alterações das funções orofaciais 0
Por que permanece humana

Tratamento orofacial é hands-on sobre musculatura e funções; resposta corporal guia a sessão e exige presença.

ID CBO 223810:A:10

Visitar domicílios, instituições e locais de trabalho 0
Por que permanece humana

Visitas a domicílios e locais de trabalho exigem deslocamento e leitura in loco do ambiente real.

ID CBO 223810:E:11

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 19 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar trechos com alta exposição técnica à IA
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Fonoaudiólogo geral). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Se você se interessa por voz, fala, audição, linguagem e deglutição, a fonoaudiologia é uma área vasta e gratificante. Você ajudará pessoas de todas as idades a se comunicar melhor e ter mais qualidade de vida.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como fonoaudiólogo geral?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Fonoaudiólogo geral?

Fonoaudiólogo geral é a ocupação CBO 223810. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Eleger procedimentos terapêuticos. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Fonoaudiólogo geral?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Fonoaudiólogo geral é R$ 4.147 (agregado de 18.736 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Fonoaudiólogo geral?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Fonoaudiólogo geral. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Fonoaudiólogo geral?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
223810
Família ocupacional
Fonoaudiólogos
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 4.147/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro