Fisioterapeuta geral
Avalia, diagnostica e trata disfunções do movimento e da funcionalidade humana.
O Índice de IAtização de fisioterapeuta geral é 13 em 100: 8 de 64 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 63 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (1)
Analisar custos de 100
de serviço usa planilhas e regras financeiras; divergências são revisáveis em números.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (7)
Elaborar projetos de 100
de serviço de saúde é produção documental com estrutura, mas decisões de escopo variam.
Aplicar critérios de elegibilidade de 100
Elegibilidade aplica critérios clínicos e administrativos com algum juízo de fronteira de casos.
Elaborar processos seletivos de 100
define critérios e etapas; há padrões de RH com julgamentos de perfil.
Solicitar exames complementares de 100
segue indicação clínica e fluxos documentais, com juízo de prioridade.
Interpretar exames complementares de 100
Interpretar exames é tarefa digital/cognitiva; ambiguidade e impacto clínico elevam o custo do erro.
Definir frequência e tempo da intervenção de 100
Frequência e tempo de intervenção seguem padrões clínicos, com ajuste à resposta e à logística do caso.
Preparar programas de atividades físicas funcionais de 100
Preparar programas de atividades funcionais é planejamento semi-estruturado adaptado ao nível do paciente.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (55)
Apresentar trabalhos técnico-científicos de 100
Apresentar trabalhos exige conteúdo técnico digital e performance comunicacional perante audiência.
Avaliar qualidade de vida de 100
usa escalas e entrevista, mas exige interpretação do contexto de vida.
Encaminhar clientes e pacientes a outros profissionais de 100
Encaminhar a outro profissional depende de juízo clínico e comunicação confiante com o paciente.
Desenvolver programas preventivos e de promoção em saúde de 100
Desenvolver programas preventivos combina desenho técnico, conteúdo educativo e ajuste ao público-alvo.
Selecionar equipamentos e materiais de 100
integra indicação clínica, disponibilidade e adequação ao paciente.
Definir estratégias de 100
de intervenção exige combinar evidência, recursos e perfil funcional do paciente.
Definir objetivos de 100
terapêuticos é planejamento clínico compartilhado, com ambiguidade de prioridades.
Avaliar processos seletivos de 100
Avaliar candidatos mistura rubricas e entrevistas; a decisão final depende de juízo interpessoal.
Prestar consultoria de 100
Consultoria fisioterapêutica é sobretudo cognitiva e documental, com análise contextual do caso.
Coletar dados dos clientes e pacientes (anamnese) de 100
Anamnese é entrevista clínica estruturada com nuances; insumos mistos entre fala e prontuário.
Orientar clientes, pacientes, familiares e cuidadores de 100
Orientar pacientes e cuidadores é educação em saúde centrada no vínculo e na compreensão mútua.
Organizar eventos técnico-científicos de 100
Organizar eventos combina logística documental e coordenação presencial de pessoas e programação.
Participar de eventos técnico-científicos de 100
é presença e interação profissional, com baixa codificação.
Definir condutas e procedimentos de 100
amarra o plano ao caso; erro de escolha pode piorar dor ou função.
Prescrever terapêutica de 100
integra diagnóstico e objetivos; escolha inadequada afeta recuperação do paciente.
Participar da elaboração de políticas públicas de saúde de 100
Elaborar políticas públicas de saúde é deliberação complexa, multiator e de impacto de longo prazo.
Acompanhar evolução clínica de 100
Acompanhar evolução combina reexame físico, relato do paciente e registro da progressão clínica.
Realizar pesquisa prática de 100
Pesquisa prática mistura coleta com pacientes, protocolo e análise; modal combina campo e dados.
Dar alta a clientes e pacientes de 100
Alta fisioterapêutica é decisão clínica de risco; combina critérios e julgamento da autonomia funcional.
Estabelecer nexo de causa dermato-funcional de 100
Nexo causal dermato-funcional exige correlacionar achados clínicos e história com ambiguidade real.
Propor mudanças de hábito de vida de 100
Propor mudanças de hábito depende de aconselhamento contextual e aceitação da pessoa atendida.
Reavaliar estratégias de intervenção de 100
Reavaliar estratégias exige confrontar desfecho observado com o plano e decidir mudanças de curso.
Estabelecer prognóstico de 100
Prognóstico fisioterapêutico é inferência contextual sobre evolução funcional, com incerteza alta.
Identificar situações de risco de 100
Identificar riscos no ambiente clínico exige observação situacional; falha pode gerar dano tardio.
Mediar reuniões clínicas de 100
é facilitação humana de conflitos e decisões multiprofissionais em tempo real.
Minimizar riscos de 100
aplica medidas de segurança no local; protocolos guiam, mas o contexto clínico varia.
Participar de discussão técnica interdisciplinar de 100
Discussão interdisciplinar depende de argumentação, escuta e negociação entre profissionais no caso.
Reorientar conduta terapêutica de 100
Reorientar conduta exige reinterpretar evolução clínica e redefinir o plano terapêutico caso a caso.
Implementar ações de conscientização, correção e concepção de 100
Implementar conscientização, correção e concepção mistura educação e correção corporal; modal é presencial.
Identificar potencialidades dos clientes e pacientes de 100
Identificar potencialidades combina observação funcional, entrevista e julgamento clínico situacional.
Adaptar instrumentos de facilitação de 100
é trabalho manual de ajuste ao corpo e à tarefa do paciente.
Aplicar técnicas fisioterapêuticas dermato-funcionais de 100
Intervenção dermato-funcional é hands-on sobre pele e tecido; protocolo adapta-se ao quadro local.
Aplicar técnicas fisioterapêuticas para distúrbios músculo-esqueléticos de 100
Tratamento músculo-esquelético é presencial, com palpação e progressão guiada pela resposta do paciente.
Aplicar técnicas fisioterapêuticas para distúrbios vasculares de 100
Técnicas para distúrbios vasculares são manuais/presenciais; erro pode agravar edema ou circulação.
Aplicar técnicas fisioterapêuticas uro-obstetra-ginecológicas de 100
Técnicas uro-obstetra-ginecológicas exigem toque, privacidade e julgamento contínuo da resposta corporal.
Avaliar conformidade dos materiais de 100
Avaliar conformidade de materiais exige inspeção física e critérios de validade/integridade.
Avaliar funções cinética-funcionais de 100
Avaliação cinético-funcional observa movimento real e performance em tarefas; presença é essencial.
Avaliar funções músculo-esqueléticas de 100
Avaliação músculo-esquelética depende de testes manuais, amplitude e palpação presencial.
Avaliar funções sensório-perceptivas e de dor de 100
Avaliar dor e funções sensório-perceptivas combina testes no corpo e leitura do relato subjetivo.
Avaliar funções tegumentares de 100
exige inspeção e toque da pele; achados guiam risco de lesão.
Criar instrumentos de facilitação de 100
exige confecção/adaptação física sob medida para a função alvo.
Descartar materiais contaminados de 100
Descarte de materiais contaminados é procedimento físico protocolar; falha de execução tem risco sanitário.
Descartar material perfuro-cortante de 100
Descarte de perfurocortante é rotina física de biossegurança com protocolo rígido e risco ocupacional.
Desenvolver habilidades dos clientes e pacientes de 100
Desenvolver habilidades do paciente depende de treino presencial progressivo e vínculo terapêutico.
Ensinar procedimentos para mobilidade independente e semi dependente de 100
Ensinar mobilidade independente exige demonstração corporal, segurança no local e supervisão manual.
Ensinar técnicas para independência funcional de 100
Ensinar independência funcional exige demonstração e feedback presencial; a relação educativa é central.
Montar equipamentos de 100
Montagem física de aparelhos de fisioterapia; segue manual do fabricante e exige manipulação no local.
Operar equipamentos, materiais e dispositivos de 100
Operar dispositivos de fisioterapia ocorre no corpo do paciente, com ajuste contínuo de parâmetros.
Readaptar clientes e pacientes nas avd (atividades de vida diária) nas avde (atividades de vida diária/esportiva) de 100
Readaptação em AVD/AVDE é treino contextual no ambiente real, com alta individualização.
Realizar desinfecção de instrumental de 100
Desinfecção de instrumental segue passos técnicos presenciais; erro de processo pode não ser imediato.
Reeducar função respiratória de 100
Reeducação respiratória exige manobras no tórax e monitoramento presencial do padrão ventilatório.
Reeducar marcha de 100
Treino de marcha exige suporte físico, destreza e ajuste contínuo ao equilíbrio do paciente.
Reeducar postura de 100
combina correção manual, feedback táctil e observação da execução no local.
Restaurar funções neuro-sensório-cognitivo-motoras de 100
Restaurar funções neuro-sensório-motoras é reabilitação altamente individualizada e hands-on.
Testar equipamentos de 100
Teste de equipamentos exige checagem física e rotinas de funcionamento antes do uso clínico.
Especializações CBO
Recortes oficiais.
Compare o recorte principal e especializações com mercado formal próprio.
Recorte de Fisioterapeuta geral identificado na CBO como Fisioterapeuta osteopata.
Atividade própria: Aplicar técnicas fisioterapêuticas para distúrbios respiratórios (+35)
Recorte de Fisioterapeuta geral identificado na CBO como Fisioterapeuta quiropraxista.
Atividade própria: Aplicar técnicas quiropráxicas (+3)
Recorte de Fisioterapeuta geral identificado na CBO como Fisioterapeuta acupunturista.
Atividade própria: Aplicar técnicas da medicina tradicional chinesa e acupuntura (+6)
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Crescimento moderado puxado por envelhecimento populacional, home care e expansão de planos de saúde. Especialistas em ortopedia, fisioterapia pélvica, esportiva e neurológica mantêm demanda firme e ticket médio elevado.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 3.916, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 13.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Avaliação cinesiológica e funcional
- 02Eletroterapia, termoterapia e mecanoterapia
- 03Reabilitação cardiorrespiratória, ortopédica e neurofuncional
- 04Cinesioterapia e exercícios terapêuticos
- 05Manipulação manual e técnicas de terapia manual
- 01Empatia e escuta ativa
- 02Comunicação clara com paciente e família
- 03Persistência ao longo de tratamentos longos
- 04Trabalho em equipe multiprofissional
- 05Resiliência física na rotina
- 01Equipamentos de eletroterapia (TENS, FES, ultrassom)
- 02Aparelhos de pilates clínico, RPG e cadeia muscular
- 03Bolas, faixas elásticas e mecanoterapia
- 04Prontuário eletrônico (Tasy, MV, Doctorpep)
- 05Plataformas de telefisioterapia
Atuação em clínicas particulares, hospitais públicos e privados, home care, instituições de longa permanência, clubes esportivos e consultórios próprios. Trabalho fisicamente exigente, em pé, com manipulação direta do paciente. Jornadas em escala em hospitais, horários flexíveis em consultório próprio. Vestuário branco ou uniforme da clínica é padrão.
CORRESPONDÊNCIAS DERIVADAS
Ocupações relacionadas no O*NET
Compare o escopo desta ocupação brasileira com referências de trabalho dos Estados Unidos.
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físio · fisioterapeuta
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
3 derivadas
- ISCO-08Correspondência derivada
Correspondência derivada via cbo94 muendler ilo isco08 chain, 1 salto (isco-08). Não é equivalência oficial CBO↔ISCO-08.
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 223605 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- ISCO-08
3255- O*NET-SOC
31-2022.00- SOC/BLS
31-2022.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →