Técnico de enfermagem de terapia intensiva
Técnico de enfermagem de terapia intensiva: Exercer atividades típicas de Técnico de enfermagem de terapia intensiva.
Quanto a IA pressiona esta profissão
22/100 de exposição à IA
Ainda dá para respirar
4 indicadores publicáveis, sem maquiagem
Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos
Ainda dá para respirar
Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.
Para técnico de enfermagem de terapia intensiva, as referências internacionais já disponíveis apontam percentil 38 de exposição à IA (AIOE); risco estimado de substituição de 22% (WRTMJ); 30% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.
Das 90 atividades mapeadas nesta página: 0 com alta exposição técnica à IA, 2 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 88 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.
Ver quais tarefas a IA já ameaça →Conhece alguém da área? Compartilhe esta leitura.
Baixar dadosDados oficiais do Brasil
Salário e demanda formais, direto da fonte
Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.
Salário mediano formal · RAIS 2023
R$ 3.278 / mês
Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.
Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses
jun/2025 a mai/2026
- Saldo
- +462 + 12.6% do fluxo (admissões menos desligamentos)
- Admissões
- 2.059 Contratações formais declaradas
- Desligamentos
- 1.597 Saídas formais declaradas
- Movimentações
- 3.656 Fluxo total no período (não é estoque de empregos)
Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE
Referências internacionais
O que a IA pode fazer, e o que as referências medem
Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.
Exposição estimada · teoria
Limitação essencial
Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação. Perfil O*NET (EUA)
Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC.
Referência internacional — não é o perfil brasileiro.
abrir
Perfil O*NET (EUA)
Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.
Habilidades
- Orientação a serviço
- Coordenação
- Percepção social
- Escuta ativa
- Monitoramento
- Comunicação oral
- Pensamento crítico
- Compreensão de leitura
Conhecimentos
- Atendimento e serviço pessoal
- Língua inglesa
- Psicologia
- Medicina e odontologia
- Administração e gestão
- Educação e treinamento
- Terapia e aconselhamento
- Matemática
Capacidades
- Compreensão oral
- Expressão oral
- Sensibilidade a problemas
- Compreensão escrita
- Clareza da fala
- Raciocínio dedutivo
- Raciocínio indutivo
- Visão de perto
Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-2061.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center
Teoria × prática
Referências internacionais × mercado formal brasileiro
Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.
Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.
Percentil internacional de exposição à IA.
Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.
Saldo por 100 movimentações formais.
Competências e ferramentas
O repertório que sustenta a profissão
Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.
O que precisa saber, sentir e onde trabalha
Hard skills
- Operacao de equipamentos de radiologia convencional e digital
- Tecnicas de tomografia computadorizada (protocolos por regiao)
- Ressonancia magnetica (sequencias, posicionamento, seguranca)
- Mamografia (qualidade, posicionamento, BI-RADS)
- Protecao radiologica e dosimetria (NN-3.01 CNEN)
Soft skills
- Atencao minuciosa a posicionamento e protocolos
- Comunicacao tranquilizadora com pacientes ansiosos
- Trabalho em equipe com radiologistas e enfermeiros
- Disciplina com protocolos de radioprotecao
- Capacidade de lidar com pacientes claustrofobicos ou pediatricos
Ferramentas
- Aparelhos de raio X digital (DR e CR)
- Tomografos (helicoidais, multislice, dual energy)
- Ressonancias 1.5T e 3T
- Mamografos digitais com tomossintese
- Sistemas PACS e RIS (Carestream, GE, Siemens, Philips)
Ambiente
Hospitais e clinicas de diagnostico por imagem (Dasa, Fleury, Alta), prontos socorros, hospitais oncologicos (radioterapia), centros de medicina nuclear, hemodinamica.
- saude assistencial
- media remuneracao
- regulada registro
- futuro ia pressionada
- presencial obrigatorio
- concurso publico viavel
- demanda estavel
- escassez estrutural
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir
Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.
Projeção salarial
projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão
Risco de automação
Moderado. IA em radiologia avanca em laudo (radiologista), mas tecnico operador segue necessario para posicionamento, contraste, suporte ao paciente e protocolo de imagem. Automacao em protocolos repetitivos (raio X de torax) pressiona base salarial.
metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA
IA reduz necessidade de tecnicos em exames basicos automatizados, clinicas populares pressionam salarios, jornada de 24h sofre tentativas de revisao em lobby empresarial.
Diagnostico por imagem cresce 8% ao ano, tomografia e ressonancia exigem tecnico qualificado, demanda alta em hemodinamica e medicina nuclear, lei das 24h se mantem.
Especializacao em tomografia cardiaca, ressonancia funcional e medicina nuclear gera remuneracao premium, novos equipamentos (PET-MR, fotonio) exigem tecnicos com formacao avancada e bem remunerada.
Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial
Trajetória profissional
Da entrada à referência na trilha Tecnico em Radiologia e Diagnostico por Imagem
Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.
- 01 · junior
Tecnico em radiologia recem formado (raio X convencional)
R$ 2.049 - 02 · junior
Tecnico em radiologia hospitalar pleno
R$ 2.595 - 03 · pleno
Tecnico em tomografia computadorizada
R$ 3.278 - 04 · senior
Tecnico em ressonancia magnetica ou hemodinamica
R$ 4.439 - 05 · especialista
Tecnico em medicina nuclear ou PET-CT
R$ 5.805 - 06 · executivo
Coordenador tecnico de servico de imagem (clinica ou hospital)
R$ 7.512
Fonte: RAIS 2023
Rotas de adaptação
Você já sabe mais do que imagina
Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.
Tecnico em RM, hemodinamica ou medicina nuclear
+60% de variação salarialTransição estimada em 18 meses.
Desenvolver: Especializacao em equipamento avancado (RM, PET-CT).
Tecnico de enfermagem
-15% de variação salarialTransição estimada em 18 meses.
Desenvolver: Curso tecnico em enfermagem (2 anos).
Tecnico em analises clinicas
-10% de variação salarialTransição estimada em 18 meses.
Desenvolver: Curso tecnico em analises clinicas.
Tecnologo em radiologia coordenador
+40% de variação salarialTransição estimada em 36 meses.
Desenvolver: Tecnologia em radiologia (3 anos) e gestao.
Competências compartilhadas
- Tecnico em analises clinicasTrabalho em diagnostico · Biosseguranca · Atencao a protocolos · Atendimento ao paciente45%
- Tecnico de enfermagemTrabalho em hospital · Suporte ao paciente · EPIs · Plantoes35%
- Medico cirurgiaoTrabalho em centro cirurgico · Imagem intraoperatoria · Hemodinamica · Protocolos de radioprotecao25%
- FisioterapeutaTrabalho em hospital · Atendimento ao paciente · Posicionamento · Equipe multiprofissional20%
Um dia na vida · CBO/MTE
As 90 atividades operacionais, uma a uma
“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, , 2 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 88 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.
Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 90 atividades · exposição do seu perfil: –
Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (2)
Calcular dosagem de medicamentos 33
Cálculo de dosagem é operação digital/numérica sobre prescrição; erro de conta pode ser catastrófico.
ID CBO 322210:C:13
Verificar via de administração 28
Checagem da via de administração é verificação protocolar; via errada tem consequências severas.
ID CBO 322210:C:4
Predominantemente humana o que continua só seu (88)
Fiscalizar validade de materiais e medicamentos 24
Fiscalizar validade é conferência protocolar de datas em embalagens e registros; revisável.
ID CBO 322210:G:4
Conferir quantidade de psicotrópicos 22
Conferência de psicotrópicos é contagem protocolar de controlados; divergência exige registro formal.
ID CBO 322210:H:2
Verificar medicamentos recebidos 22
Conferir medicamentos recebidos com prescrição e embalagens; checklist explícito, erro detectável na revisão.
ID CBO 322210:C:1
Identificar medicação a ser administrada (leito, nome e registro do paciente) 20
Identificar paciente e medicação por leito/nome/registro é checklist; troca de paciente tem risco severo.
ID CBO 322210:C:2
Verificar resultado e validade da esterilização 20
Leitura de indicadores e validade de esterilização; falha de esterilidade tem alto custo infeccioso.
ID CBO 322210:E:3
Acompanhar tempo de administração de soro e medicação 18
Acompanhar tempo de soro/medicação une bombas e vigilância à beira; atraso ou bolus indevido importa.
ID CBO 322210:C:8
Controlar balanço hídrico 18
Balanço hídrico combina medição física de volumes e registro; desvios exigem revisão clínica.
ID CBO 322210:B:16
Administrar em separado medicamentos incompatíveis 15
Separar fármacos incompatíveis exige conhecimento e manejo de linhas; interação pode ser grave.
ID CBO 322210:C:9
Seguir protocolo em caso de contaminação ou acidente 15
Protocolo pós-acidente combina notificação e condutas clínicas; atraso no início tem alto custo.
ID CBO 322210:I:13
Acionar equipe de segurança 8
Acionar segurança depende de avaliar ameaça no local e acionar equipe; vínculo e timing importam.
ID CBO 322210:F:10
Precaver-se contra efeitos adversos dos produtos 8
Precaução com efeitos adversos de produtos exige julgamento situacional e conhecimento de risco químico.
ID CBO 322210:I:4
Implementar atividades terapêuticas prescritas 6
Atividades terapêuticas prescritas variam muito; o modal é condução presencial com ajuste individual.
ID CBO 322210:F:8
Estimular paciente na expressão de sentimentos 3
Estimular expressão de sentimentos é diálogo terapêutico; a relação humana é a própria tarefa.
ID CBO 322210:F:6
Acompanhar paciente na ingestão de medicamento 0
Acompanhar ingestão oral de medicamento exige presença e verificação de deglutição no paciente.
ID CBO 322210:C:7
Acondicionar perfurocortante para descarte 0
Acondicionar perfurocortante exige manuseio corporal seguro e recipiente adequado.
ID CBO 322210:I:9
Administrar produtos quimioterápicos 0
Administrar quimioterápicos exige preparo/via no paciente e rigor; extravasamento ou erro de dose é grave.
ID CBO 322210:C:12
Ajudar paciente a alimentar-se 0
Auxílio na alimentação é cuidado físico e relacional; risco de aspiração exige atenção no leito.
ID CBO 322210:B:14
Aplicar bolsa de gelo e calor úmido e seco 0
Aplicação de gelo/calor é procedimento físico com risco térmico se tempo ou local falharem.
ID CBO 322210:B:7
Aplicar clister (lavagem intestinal) 0
Clister segue técnica, mas depende de anatomia e conforto; execução corporal e risco de lesão.
ID CBO 322210:B:12
Apresentar-se situando paciente no ambiente 0
Acolhimento presencial na admissão em UTI; a relação humana e a orientação no ambiente são o núcleo da tarefa.
ID CBO 322210:A:1
Aprontar paciente para exame e cirurgia 0
Aprontar para exame/cirurgia é preparo físico e checklist; falhas atrasam e elevam risco.
ID CBO 322210:D:3
Arrolar pertences de paciente 0
Inventário físico de pertences com registro; procedimento explícito, conferível por checagem.
ID CBO 322210:A:2
Arrumar camas 0
Arrumar camas é tarefa física rotineira com procedimento explícito e correção imediata visual.
ID CBO 322210:G:6
Arrumar rouparia 0
Arrumar rouparia é organização física padronizada; erros são óbvios e baratos de corrigir.
ID CBO 322210:G:7
Aspirar cânula oro-traqueal e de traqueostomia 0
Aspirar via aérea artificial exige técnica à beira do leito; hipoxemia e trauma se mal executado.
ID CBO 322210:B:2
Atentar para temperatura e reações de paciente em transfusões 0
Vigilância de reação transfusional combina monitores e exame físico; atraso na detecção é crítico.
ID CBO 322210:C:11
Auxiliar em reanimação de paciente 0
Reanimação exige compressões, vias e fármacos no local; ambiguidade e custo de erro são extremos.
ID CBO 322210:D:2
Auxiliar equipe em procedimentos invasivos 0
Apoio em procedimentos invasivos é trabalho físico em equipe, com reatividade a intercorrências.
ID CBO 322210:D:1
Averiguar paciente e pertences (drogas, álcool etc.) 0
Averiguação de pertences e substâncias exige inspeção física e julgamento de risco comportamental.
ID CBO 322210:F:1
Coletar material para exames 0
Coleta de material exige punção/manuseio corporal, identificação e técnica asséptica.
ID CBO 322210:D:5
Colocar grades laterais no leito 0
Posicionamento físico de grades de segurança no leito; protocolo claro, falha eleva risco de queda.
ID CBO 322210:A:7
Conduzir paciente a atividades sociais 0
Conduzir a atividades sociais exige acompanhamento físico e adaptação ao estado do paciente.
ID CBO 322210:F:7
Conferir quantidade e funcionalidade de material e equipamento 0
Conferir material e equipamento exige inspeção física de quantidade e funcionamento no setor.
ID CBO 322210:H:4
Contar número de compressas, material e instrumental pré e pós cirurgia 0
Contagem pré/pós de compressas e instrumentais é protocolo rígido; item residual é desastre.
ID CBO 322210:E:10
Conter paciente no leito 0
Contenção no leito exige julgamento clínico-ético e força/posição no corpo; erro tem risco de lesão.
ID CBO 322210:A:8
Controlar administração de vacinas 0
Controle de vacinas mistura registro, conservação e aplicação física; falha de cadeia tem impacto.
ID CBO 322210:D:8
Controlar sinais vitais 0
Aferir sinais vitais no corpo com aparelhos; valores entram em monitores, mas erro pode atrasar conduta.
ID CBO 322210:A:3
Cuidar de corpo após morte 0
Cuidado do corpo após morte é físico e protocolar; também envolve respeito familiar e identificação.
ID CBO 322210:B:18
Demarcar limites de comportamento 0
Demarcar limites comportamentais é intervenção relacional contextual; cada paciente responde diferente.
ID CBO 322210:F:4
Descartar material contaminado 0
Descartar material contaminado segue fluxo físico de resíduos; descarte errado gera risco ocupacional.
ID CBO 322210:I:10
Desinfectar aparelhos e materiais 0
Desinfecção de aparelhos é procedimento físico com tempos e produtos definidos.
ID CBO 322210:I:6
Disponibilizar pertences pessoais para paciente (preservação da identidade) 0
Disponibilizar pertences pessoais é cuidado físico e de identidade; entrega humana no ambiente.
ID CBO 322210:F:5
Efetuar testes e exames 0
Testes e exames à beira-leito variam em técnica; o caso modal é coleta/execução física com protocolo.
ID CBO 322210:D:6
Efetuar tricotomia 0
Tricotomia é procedimento físico local com técnica definida e rechecagem visual.
ID CBO 322210:D:4
Encaminhar material para exames 0
Encaminhar material de exame é transporte físico com identificação e cadeia de custódia.
ID CBO 322210:G:5
Encaminhar material para sala cirúrgica 0
Transporte físico de material estéril até a sala; cadeia de responsabilidade presencial.
ID CBO 322210:E:4
Esterilizar instrumental 0
Esterilização de instrumental segue ciclo físico controlado; falha de processo tem custo infeccioso alto.
ID CBO 322210:I:7
Estimular a função vésico-intestinal 0
Estímulo vésico-intestinal é cuidado corporal no leito, com adaptação ao estado do paciente.
ID CBO 322210:B:10
Estimular paciente (movimentos ativos e passivos) 0
Movimentos ativos/passivos são reabilitação física no leito, adaptada a dor e estabilidade hemodinâmica.
ID CBO 322210:B:8
Executar antissepsia 0
Antissepsia é técnica física com protocolo explícito; falha eleva risco infeccioso local.
ID CBO 322210:C:6
Fornecer roupa 0
Entregar e vestir roupa hospitalar é físico e rotineiro; erro é óbvio e de baixo risco.
ID CBO 322210:A:6
Higienizar paciente 0
Higienização no leito é contato corporal; adapta técnica à pele, dispositivos e mobilidade do crítico.
ID CBO 322210:A:5
Inspecionar carrinho de parada cárdio-respiratória (pcr) 0
Inspecionar carrinho de PCR é checklist físico de itens e validade; falha aparece na emergência.
ID CBO 322210:G:2
Instalar alimentação induzida 0
Instalar alimentação induzida envolve bombas e tubos no paciente; erro de conexão/volume é crítico.
ID CBO 322210:B:15
Instalar hemoderivados 0
Instalação de hemoderivados é procedimento invasivo com protocolo rígido e reações potencialmente fatais.
ID CBO 322210:C:10
Introduzir cateter naso-gástrico e vesical 0
Cateter nasogástrico/vesical exige técnica invasiva, julgamento anatômico e alto custo de erro.
ID CBO 322210:B:13
Lavar mãos antes e após cada procedimento 0
Lavagem de mãos é gesto físico protocolar; omissão eleva infecção, mas a ação em si é mecânica.
ID CBO 322210:I:1
Limitar espaço de circulação do paciente 0
Limitar circulação do paciente é controle físico do ambiente com julgamento de risco e autonomia.
ID CBO 322210:F:3
Massagear paciente 0
Massagem terapêutica no paciente crítico é corporal e ajustada a dor, pele e dispositivos.
ID CBO 322210:B:3
Mensurar paciente (peso, altura) 0
Peso e altura exigem mensuração corporal direta, com técnica simples e rechecagem possível.
ID CBO 322210:A:4
Monitorar evolução de paciente 0
Monitorar evolução combina monitores digitais e observação à beira do leito; deterioração pode ser sutil.
ID CBO 322210:A:9
Mudar decúbito no leito 0
Mudança de decúbito é manobra física com dispositivos e prevenção de lesão por pressão.
ID CBO 322210:B:5
Oferecer comadre e papagaio 0
Oferta de comadre/papagaio é assistência física íntima; procedimento simples e relacional.
ID CBO 322210:B:11
Organizar medicamentos e materiais de uso de paciente e de posto de enfermagem 0
Organização física de medicações e materiais no posto; ordem e identificação reduzem erro de troca.
ID CBO 322210:G:3
Posicionar paciente para cirurgia 0
Posicionamento cirúrgico do paciente exige corpo, dispositivos e prevenção de lesões nervosas/vasculares.
ID CBO 322210:E:5
Posicionar placa de bisturi elétrico 0
Placa de bisturi elétrico demanda colocação corporal correta; queimadura por falha é grave.
ID CBO 322210:E:6
Preparar medicação prescrita 0
Preparo de medicação envolve manipulação física, diluição e técnica asséptica; erro de dose é grave.
ID CBO 322210:C:3
Preparar paciente para medicação 0
Preparar o paciente para medicação inclui posicionamento, explicação e conforto presencial no leito.
ID CBO 322210:C:5
Prevenir tentativas de suicídio e situações de risco 0
Prevenção de suicídio exige vigilância presencial, leitura de risco e intervenção humana contínua.
ID CBO 322210:F:2
Proceder à inaloterapia 0
Inaloterapia usa equipamentos e técnica à beira-leito; dose e resposta exigem observação.
ID CBO 322210:B:9
Proteger paciente durante crises 0
Proteção em crise é contenção e segurança física sob ambiguidade; risco imediato ao paciente/equipe.
ID CBO 322210:F:9
Proteger proeminências ósseas 0
Proteção de proeminências ósseas exige inspeção e posicionamento corporal no leito.
ID CBO 322210:B:6
Providenciar limpeza concorrente e terminal 0
Providenciar limpeza concorrente/terminal é coordenação e execução física do ambiente de cuidado.
ID CBO 322210:I:5
Providenciar material de consumo 0
Providenciar material de consumo é logística de estoque com checagem e reposição física parcial.
ID CBO 322210:G:1
Puncionar acesso venoso 0
Punção venosa exige destreza manual e escolha de veia; falha causa lesão e atraso terapêutico.
ID CBO 322210:B:1
Remover o paciente 0
Remoção/transferência de paciente crítico exige força, coordenação e cuidado com dispositivos.
ID CBO 322210:B:17
Repor material na sala cirúrgica 0
Reposição física de material na sala; tarefa logística presencial com conferência visual.
ID CBO 322210:E:11
Resolver pendências (medicamentos, curativos, exames, encaminhamentos, jejum, entre outras) 0
Pendências agregam curativos, meds e exames de naturezas distintas; o modal é resolução presencial no plantão.
ID CBO 322210:H:3
Suprir demandas da equipe 0
Suprir demandas da equipe no ato é reativo, físico e situacional; cada cirurgia varia.
ID CBO 322210:E:8
Transportar roupas e materiais para expurgo 0
Transporte de roupas e materiais ao expurgo é deslocamento físico padronizado no hospital.
ID CBO 322210:I:8
Trocar curativos 0
Troca de curativos avalia ferida e técnica asséptica; julgamento local e risco de infecção.
ID CBO 322210:B:4
Usar equipamento de proteção individual (epi) 0
Uso de EPI é gesto físico padronizado por cenário de risco; omissão eleva exposição ocupacional.
ID CBO 322210:I:2
Vacinar-se 0
Vacinar-se é ato corporal de imunização do profissional; depende de presença e aceite individual.
ID CBO 322210:I:12
Vedar sala cirúrgica 0
Vedação física da sala cirúrgica para controle de fluxo e assepsia; presença no ambiente.
ID CBO 322210:E:12
Verificar a quantidade de compressas cirúrgicas 0
Contagem de compressas é checklist físico crítico; discrepância implica reexploração.
ID CBO 322210:E:9
Verificar quantidade de peças para implante 0
Conferência de peças de implante é checagem física crítica; falha interrompe ou errar o implante.
ID CBO 322210:E:2
Verificar suficiência de equipamento, material cirúrgico e compressas 0
Checagem física de material e compressas no centro cirúrgico; insuficiência atrasa ou compromete ato.
ID CBO 322210:E:1
Vistoriar cada paciente 0
Vistoria de cada paciente no plantão é avaliação presencial mista de dispositivos, conforto e sinais.
ID CBO 322210:H:1
O próximo passo
Seu plano de adaptação, atividade por atividade
Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.
Personalizado para as 0 atividades que você marcou. Exposição do seu perfil: –.
- As 2 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
- Como auditar trechos com alta exposição técnica à IA
- Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis
1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.
Plano registrado. Em breve enviamos o mapa para o e-mail informado. Confira também a pasta de spam.
Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Técnico de enfermagem de terapia intensiva). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.
Indicação de profissão
A mesma profissão, lida do seu ponto de partida
Se você se interessa por esta área, técnico de enfermagem de terapia intensiva é um caminho com formação definida e mercado mapeável. O dia a dia envolve exercer atividades típicas de técnico de enfermagem de terapia intensiva. Vale conversar com profissionais da área e checar cursos reconhecidos pelo MEC.
Profissionais de técnico de enfermagem de terapia intensiva atuam em organizações públicas e privadas. Atividades centrais incluem exercer atividades típicas de técnico de enfermagem de terapia intensiva. A transição lateral depende de credenciais e experiência comprovável. Salários formais variam por UF e porte — ver dados RAIS quando disponíveis.
Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?
A IA já mudou o seu dia a dia como técnico de enfermagem de terapia intensiva?
Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.
Fontes e metodologia
Cada número tem origem declarada e auditável
Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.
Dados oficiais brasileiros
CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.
Referências internacionais
WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.
Leitura editorial
Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.
Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.
Perguntas frequentes
O que mais perguntam sobre esta profissão
Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.
O que faz um(a) Técnico de enfermagem de terapia intensiva?
Técnico de enfermagem de terapia intensiva é a ocupação CBO 322210. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Apresentar-se situando paciente no ambiente. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.
- Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — MTE · acesso 2026-07-08
Quanto ganha Técnico de enfermagem de terapia intensiva?
Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Técnico de enfermagem de terapia intensiva é R$ 3.278 (agregado de 7.360 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.
- Fonte: RAIS 2023 via Base dos Dados (mediana ponderada por vínculos, vínculos=7360) · acesso 2026-07-08
Como se tornar Técnico de enfermagem de terapia intensiva?
O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Técnico de enfermagem de terapia intensiva. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.
- Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — MTE · acesso 2026-07-08
Vale a pena ser Técnico de enfermagem de terapia intensiva?
A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.
- Fonte: RAIS 2023 via Base dos Dados (mediana ponderada por vínculos, vínculos=7360) · acesso 2026-07-08
- Fonte: Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) — MTE · acesso 2026-07-08
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Técnicos e auxiliares de enfermagem · mesma família CBO
Ficha da ocupação
Dados técnicos
- Código CBO
- 322210
- Família ocupacional
- Técnicos e auxiliares de enfermagem
- Setor
- Saúde
- Mediana RAIS
- R$ 3.278/mês (2023)
- Qualidade
- Padrão ouro
Também classificado como (CBO)
Técnico em uti · Técnico em hemodiálise