Padrão ouro CBO 322210 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Técnico de enfermagem de terapia intensiva

Técnico de enfermagem de terapia intensiva: Exercer atividades típicas de Técnico de enfermagem de terapia intensiva.

Quanto a IA pressiona esta profissão

22/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

4 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Para técnico de enfermagem de terapia intensiva, as referências internacionais já disponíveis apontam percentil 38 de exposição à IA (AIOE); risco estimado de substituição de 22% (WRTMJ); 30% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 90 atividades mapeadas nesta página: 0 com alta exposição técnica à IA, 2 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 88 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Técnicos e auxiliares de enfermagem
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

Conhece alguém da área? Compartilhe esta leitura.

Baixar dados

Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 3.278 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
7.360
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+462
+ 12.6% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
2.059
Contratações formais declaradas
Desligamentos
1.597
Saídas formais declaradas
Movimentações
3.656
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

22%WRTMJRisco estimado de substituição
38pAIOEPercentil de exposição à IA
30%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

abrir

Habilidades

  • Orientação a serviço
  • Coordenação
  • Percepção social
  • Escuta ativa
  • Monitoramento
  • Comunicação oral
  • Pensamento crítico
  • Compreensão de leitura

Conhecimentos

  • Atendimento e serviço pessoal
  • Língua inglesa
  • Psicologia
  • Medicina e odontologia
  • Administração e gestão
  • Educação e treinamento
  • Terapia e aconselhamento
  • Matemática

Capacidades

  • Compreensão oral
  • Expressão oral
  • Sensibilidade a problemas
  • Compreensão escrita
  • Clareza da fala
  • Raciocínio dedutivo
  • Raciocínio indutivo
  • Visão de perto

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-2061.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ22%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE38

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET30%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED+12.6%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Operacao de equipamentos de radiologia convencional e digital
  • Tecnicas de tomografia computadorizada (protocolos por regiao)
  • Ressonancia magnetica (sequencias, posicionamento, seguranca)
  • Mamografia (qualidade, posicionamento, BI-RADS)
  • Protecao radiologica e dosimetria (NN-3.01 CNEN)

Soft skills

  • Atencao minuciosa a posicionamento e protocolos
  • Comunicacao tranquilizadora com pacientes ansiosos
  • Trabalho em equipe com radiologistas e enfermeiros
  • Disciplina com protocolos de radioprotecao
  • Capacidade de lidar com pacientes claustrofobicos ou pediatricos

Ferramentas

  • Aparelhos de raio X digital (DR e CR)
  • Tomografos (helicoidais, multislice, dual energy)
  • Ressonancias 1.5T e 3T
  • Mamografos digitais com tomossintese
  • Sistemas PACS e RIS (Carestream, GE, Siemens, Philips)

Ambiente

Hospitais e clinicas de diagnostico por imagem (Dasa, Fleury, Alta), prontos socorros, hospitais oncologicos (radioterapia), centros de medicina nuclear, hemodinamica.

  • saude assistencial
  • media remuneracao
  • regulada registro
  • futuro ia pressionada
  • presencial obrigatorio
  • concurso publico viavel
  • demanda estavel
  • escassez estrutural

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

2.413 3.082 3.751 4.420 5.089 2024 2028 2032 R$ 3.770
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
40 Moderado

Moderado. IA em radiologia avanca em laudo (radiologista), mas tecnico operador segue necessario para posicionamento, contraste, suporte ao paciente e protocolo de imagem. Automacao em protocolos repetitivos (raio X de torax) pressiona base salarial.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

IA reduz necessidade de tecnicos em exames basicos automatizados, clinicas populares pressionam salarios, jornada de 24h sofre tentativas de revisao em lobby empresarial.

Base

Diagnostico por imagem cresce 8% ao ano, tomografia e ressonancia exigem tecnico qualificado, demanda alta em hemodinamica e medicina nuclear, lei das 24h se mantem.

Otimista

Especializacao em tomografia cardiaca, ressonancia funcional e medicina nuclear gera remuneracao premium, novos equipamentos (PET-MR, fotonio) exigem tecnicos com formacao avancada e bem remunerada.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Tecnico em Radiologia e Diagnostico por Imagem

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Tecnico em radiologia recem formado (raio X convencional)

    R$ 2.049
  2. 02 · junior

    Tecnico em radiologia hospitalar pleno

    R$ 2.595
  3. 03 · pleno

    Tecnico em tomografia computadorizada

    R$ 3.278
  4. 04 · senior

    Tecnico em ressonancia magnetica ou hemodinamica

    R$ 4.439
  5. 05 · especialista

    Tecnico em medicina nuclear ou PET-CT

    R$ 5.805
  6. 06 · executivo

    Coordenador tecnico de servico de imagem (clinica ou hospital)

    R$ 7.512

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 35%

Tecnico de enfermagem

-15% de variação salarial

Transição estimada em 18 meses.

Desenvolver: Curso tecnico em enfermagem (2 anos).

Viabilidade 40%

Tecnico em analises clinicas

-10% de variação salarial

Transição estimada em 18 meses.

Desenvolver: Curso tecnico em analises clinicas.

Competências compartilhadas

  • Tecnico em analises clinicasTrabalho em diagnostico · Biosseguranca · Atencao a protocolos · Atendimento ao paciente
    45%
  • Tecnico de enfermagemTrabalho em hospital · Suporte ao paciente · EPIs · Plantoes
    35%
  • Medico cirurgiaoTrabalho em centro cirurgico · Imagem intraoperatoria · Hemodinamica · Protocolos de radioprotecao
    25%
  • FisioterapeutaTrabalho em hospital · Atendimento ao paciente · Posicionamento · Equipe multiprofissional
    20%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 90 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, , 2 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 88 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 90 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

2 em iatização, humano no comando 88 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (2)

Calcular dosagem de medicamentos 33
Por que entra em iatização

Cálculo de dosagem é operação digital/numérica sobre prescrição; erro de conta pode ser catastrófico.

ID CBO 322210:C:13

Verificar via de administração 28
Por que entra em iatização

Checagem da via de administração é verificação protocolar; via errada tem consequências severas.

ID CBO 322210:C:4

Predominantemente humana o que continua só seu (88)

Fiscalizar validade de materiais e medicamentos 24
Por que permanece humana

Fiscalizar validade é conferência protocolar de datas em embalagens e registros; revisável.

ID CBO 322210:G:4

Conferir quantidade de psicotrópicos 22
Por que permanece humana

Conferência de psicotrópicos é contagem protocolar de controlados; divergência exige registro formal.

ID CBO 322210:H:2

Verificar medicamentos recebidos 22
Por que permanece humana

Conferir medicamentos recebidos com prescrição e embalagens; checklist explícito, erro detectável na revisão.

ID CBO 322210:C:1

Identificar medicação a ser administrada (leito, nome e registro do paciente) 20
Por que permanece humana

Identificar paciente e medicação por leito/nome/registro é checklist; troca de paciente tem risco severo.

ID CBO 322210:C:2

Verificar resultado e validade da esterilização 20
Por que permanece humana

Leitura de indicadores e validade de esterilização; falha de esterilidade tem alto custo infeccioso.

ID CBO 322210:E:3

Acompanhar tempo de administração de soro e medicação 18
Por que permanece humana

Acompanhar tempo de soro/medicação une bombas e vigilância à beira; atraso ou bolus indevido importa.

ID CBO 322210:C:8

Controlar balanço hídrico 18
Por que permanece humana

Balanço hídrico combina medição física de volumes e registro; desvios exigem revisão clínica.

ID CBO 322210:B:16

Administrar em separado medicamentos incompatíveis 15
Por que permanece humana

Separar fármacos incompatíveis exige conhecimento e manejo de linhas; interação pode ser grave.

ID CBO 322210:C:9

Seguir protocolo em caso de contaminação ou acidente 15
Por que permanece humana

Protocolo pós-acidente combina notificação e condutas clínicas; atraso no início tem alto custo.

ID CBO 322210:I:13

Acionar equipe de segurança 8
Por que permanece humana

Acionar segurança depende de avaliar ameaça no local e acionar equipe; vínculo e timing importam.

ID CBO 322210:F:10

Precaver-se contra efeitos adversos dos produtos 8
Por que permanece humana

Precaução com efeitos adversos de produtos exige julgamento situacional e conhecimento de risco químico.

ID CBO 322210:I:4

Implementar atividades terapêuticas prescritas 6
Por que permanece humana

Atividades terapêuticas prescritas variam muito; o modal é condução presencial com ajuste individual.

ID CBO 322210:F:8

Estimular paciente na expressão de sentimentos 3
Por que permanece humana

Estimular expressão de sentimentos é diálogo terapêutico; a relação humana é a própria tarefa.

ID CBO 322210:F:6

Acompanhar paciente na ingestão de medicamento 0
Por que permanece humana

Acompanhar ingestão oral de medicamento exige presença e verificação de deglutição no paciente.

ID CBO 322210:C:7

Acondicionar perfurocortante para descarte 0
Por que permanece humana

Acondicionar perfurocortante exige manuseio corporal seguro e recipiente adequado.

ID CBO 322210:I:9

Administrar produtos quimioterápicos 0
Por que permanece humana

Administrar quimioterápicos exige preparo/via no paciente e rigor; extravasamento ou erro de dose é grave.

ID CBO 322210:C:12

Ajudar paciente a alimentar-se 0
Por que permanece humana

Auxílio na alimentação é cuidado físico e relacional; risco de aspiração exige atenção no leito.

ID CBO 322210:B:14

Aplicar bolsa de gelo e calor úmido e seco 0
Por que permanece humana

Aplicação de gelo/calor é procedimento físico com risco térmico se tempo ou local falharem.

ID CBO 322210:B:7

Aplicar clister (lavagem intestinal) 0
Por que permanece humana

Clister segue técnica, mas depende de anatomia e conforto; execução corporal e risco de lesão.

ID CBO 322210:B:12

Apresentar-se situando paciente no ambiente 0
Por que permanece humana

Acolhimento presencial na admissão em UTI; a relação humana e a orientação no ambiente são o núcleo da tarefa.

ID CBO 322210:A:1

Aprontar paciente para exame e cirurgia 0
Por que permanece humana

Aprontar para exame/cirurgia é preparo físico e checklist; falhas atrasam e elevam risco.

ID CBO 322210:D:3

Arrolar pertences de paciente 0
Por que permanece humana

Inventário físico de pertences com registro; procedimento explícito, conferível por checagem.

ID CBO 322210:A:2

Arrumar camas 0
Por que permanece humana

Arrumar camas é tarefa física rotineira com procedimento explícito e correção imediata visual.

ID CBO 322210:G:6

Arrumar rouparia 0
Por que permanece humana

Arrumar rouparia é organização física padronizada; erros são óbvios e baratos de corrigir.

ID CBO 322210:G:7

Aspirar cânula oro-traqueal e de traqueostomia 0
Por que permanece humana

Aspirar via aérea artificial exige técnica à beira do leito; hipoxemia e trauma se mal executado.

ID CBO 322210:B:2

Atentar para temperatura e reações de paciente em transfusões 0
Por que permanece humana

Vigilância de reação transfusional combina monitores e exame físico; atraso na detecção é crítico.

ID CBO 322210:C:11

Auxiliar em reanimação de paciente 0
Por que permanece humana

Reanimação exige compressões, vias e fármacos no local; ambiguidade e custo de erro são extremos.

ID CBO 322210:D:2

Auxiliar equipe em procedimentos invasivos 0
Por que permanece humana

Apoio em procedimentos invasivos é trabalho físico em equipe, com reatividade a intercorrências.

ID CBO 322210:D:1

Averiguar paciente e pertences (drogas, álcool etc.) 0
Por que permanece humana

Averiguação de pertences e substâncias exige inspeção física e julgamento de risco comportamental.

ID CBO 322210:F:1

Coletar material para exames 0
Por que permanece humana

Coleta de material exige punção/manuseio corporal, identificação e técnica asséptica.

ID CBO 322210:D:5

Colocar grades laterais no leito 0
Por que permanece humana

Posicionamento físico de grades de segurança no leito; protocolo claro, falha eleva risco de queda.

ID CBO 322210:A:7

Conduzir paciente a atividades sociais 0
Por que permanece humana

Conduzir a atividades sociais exige acompanhamento físico e adaptação ao estado do paciente.

ID CBO 322210:F:7

Conferir quantidade e funcionalidade de material e equipamento 0
Por que permanece humana

Conferir material e equipamento exige inspeção física de quantidade e funcionamento no setor.

ID CBO 322210:H:4

Contar número de compressas, material e instrumental pré e pós cirurgia 0
Por que permanece humana

Contagem pré/pós de compressas e instrumentais é protocolo rígido; item residual é desastre.

ID CBO 322210:E:10

Conter paciente no leito 0
Por que permanece humana

Contenção no leito exige julgamento clínico-ético e força/posição no corpo; erro tem risco de lesão.

ID CBO 322210:A:8

Controlar administração de vacinas 0
Por que permanece humana

Controle de vacinas mistura registro, conservação e aplicação física; falha de cadeia tem impacto.

ID CBO 322210:D:8

Controlar sinais vitais 0
Por que permanece humana

Aferir sinais vitais no corpo com aparelhos; valores entram em monitores, mas erro pode atrasar conduta.

ID CBO 322210:A:3

Cuidar de corpo após morte 0
Por que permanece humana

Cuidado do corpo após morte é físico e protocolar; também envolve respeito familiar e identificação.

ID CBO 322210:B:18

Demarcar limites de comportamento 0
Por que permanece humana

Demarcar limites comportamentais é intervenção relacional contextual; cada paciente responde diferente.

ID CBO 322210:F:4

Descartar material contaminado 0
Por que permanece humana

Descartar material contaminado segue fluxo físico de resíduos; descarte errado gera risco ocupacional.

ID CBO 322210:I:10

Desinfectar aparelhos e materiais 0
Por que permanece humana

Desinfecção de aparelhos é procedimento físico com tempos e produtos definidos.

ID CBO 322210:I:6

Disponibilizar pertences pessoais para paciente (preservação da identidade) 0
Por que permanece humana

Disponibilizar pertences pessoais é cuidado físico e de identidade; entrega humana no ambiente.

ID CBO 322210:F:5

Efetuar testes e exames 0
Por que permanece humana

Testes e exames à beira-leito variam em técnica; o caso modal é coleta/execução física com protocolo.

ID CBO 322210:D:6

Efetuar tricotomia 0
Por que permanece humana

Tricotomia é procedimento físico local com técnica definida e rechecagem visual.

ID CBO 322210:D:4

Encaminhar material para exames 0
Por que permanece humana

Encaminhar material de exame é transporte físico com identificação e cadeia de custódia.

ID CBO 322210:G:5

Encaminhar material para sala cirúrgica 0
Por que permanece humana

Transporte físico de material estéril até a sala; cadeia de responsabilidade presencial.

ID CBO 322210:E:4

Esterilizar instrumental 0
Por que permanece humana

Esterilização de instrumental segue ciclo físico controlado; falha de processo tem custo infeccioso alto.

ID CBO 322210:I:7

Estimular a função vésico-intestinal 0
Por que permanece humana

Estímulo vésico-intestinal é cuidado corporal no leito, com adaptação ao estado do paciente.

ID CBO 322210:B:10

Estimular paciente (movimentos ativos e passivos) 0
Por que permanece humana

Movimentos ativos/passivos são reabilitação física no leito, adaptada a dor e estabilidade hemodinâmica.

ID CBO 322210:B:8

Executar antissepsia 0
Por que permanece humana

Antissepsia é técnica física com protocolo explícito; falha eleva risco infeccioso local.

ID CBO 322210:C:6

Fornecer roupa 0
Por que permanece humana

Entregar e vestir roupa hospitalar é físico e rotineiro; erro é óbvio e de baixo risco.

ID CBO 322210:A:6

Higienizar paciente 0
Por que permanece humana

Higienização no leito é contato corporal; adapta técnica à pele, dispositivos e mobilidade do crítico.

ID CBO 322210:A:5

Inspecionar carrinho de parada cárdio-respiratória (pcr) 0
Por que permanece humana

Inspecionar carrinho de PCR é checklist físico de itens e validade; falha aparece na emergência.

ID CBO 322210:G:2

Instalar alimentação induzida 0
Por que permanece humana

Instalar alimentação induzida envolve bombas e tubos no paciente; erro de conexão/volume é crítico.

ID CBO 322210:B:15

Instalar hemoderivados 0
Por que permanece humana

Instalação de hemoderivados é procedimento invasivo com protocolo rígido e reações potencialmente fatais.

ID CBO 322210:C:10

Introduzir cateter naso-gástrico e vesical 0
Por que permanece humana

Cateter nasogástrico/vesical exige técnica invasiva, julgamento anatômico e alto custo de erro.

ID CBO 322210:B:13

Lavar mãos antes e após cada procedimento 0
Por que permanece humana

Lavagem de mãos é gesto físico protocolar; omissão eleva infecção, mas a ação em si é mecânica.

ID CBO 322210:I:1

Limitar espaço de circulação do paciente 0
Por que permanece humana

Limitar circulação do paciente é controle físico do ambiente com julgamento de risco e autonomia.

ID CBO 322210:F:3

Massagear paciente 0
Por que permanece humana

Massagem terapêutica no paciente crítico é corporal e ajustada a dor, pele e dispositivos.

ID CBO 322210:B:3

Mensurar paciente (peso, altura) 0
Por que permanece humana

Peso e altura exigem mensuração corporal direta, com técnica simples e rechecagem possível.

ID CBO 322210:A:4

Monitorar evolução de paciente 0
Por que permanece humana

Monitorar evolução combina monitores digitais e observação à beira do leito; deterioração pode ser sutil.

ID CBO 322210:A:9

Mudar decúbito no leito 0
Por que permanece humana

Mudança de decúbito é manobra física com dispositivos e prevenção de lesão por pressão.

ID CBO 322210:B:5

Oferecer comadre e papagaio 0
Por que permanece humana

Oferta de comadre/papagaio é assistência física íntima; procedimento simples e relacional.

ID CBO 322210:B:11

Organizar medicamentos e materiais de uso de paciente e de posto de enfermagem 0
Por que permanece humana

Organização física de medicações e materiais no posto; ordem e identificação reduzem erro de troca.

ID CBO 322210:G:3

Posicionar paciente para cirurgia 0
Por que permanece humana

Posicionamento cirúrgico do paciente exige corpo, dispositivos e prevenção de lesões nervosas/vasculares.

ID CBO 322210:E:5

Posicionar placa de bisturi elétrico 0
Por que permanece humana

Placa de bisturi elétrico demanda colocação corporal correta; queimadura por falha é grave.

ID CBO 322210:E:6

Preparar medicação prescrita 0
Por que permanece humana

Preparo de medicação envolve manipulação física, diluição e técnica asséptica; erro de dose é grave.

ID CBO 322210:C:3

Preparar paciente para medicação 0
Por que permanece humana

Preparar o paciente para medicação inclui posicionamento, explicação e conforto presencial no leito.

ID CBO 322210:C:5

Prevenir tentativas de suicídio e situações de risco 0
Por que permanece humana

Prevenção de suicídio exige vigilância presencial, leitura de risco e intervenção humana contínua.

ID CBO 322210:F:2

Proceder à inaloterapia 0
Por que permanece humana

Inaloterapia usa equipamentos e técnica à beira-leito; dose e resposta exigem observação.

ID CBO 322210:B:9

Proteger paciente durante crises 0
Por que permanece humana

Proteção em crise é contenção e segurança física sob ambiguidade; risco imediato ao paciente/equipe.

ID CBO 322210:F:9

Proteger proeminências ósseas 0
Por que permanece humana

Proteção de proeminências ósseas exige inspeção e posicionamento corporal no leito.

ID CBO 322210:B:6

Providenciar limpeza concorrente e terminal 0
Por que permanece humana

Providenciar limpeza concorrente/terminal é coordenação e execução física do ambiente de cuidado.

ID CBO 322210:I:5

Providenciar material de consumo 0
Por que permanece humana

Providenciar material de consumo é logística de estoque com checagem e reposição física parcial.

ID CBO 322210:G:1

Puncionar acesso venoso 0
Por que permanece humana

Punção venosa exige destreza manual e escolha de veia; falha causa lesão e atraso terapêutico.

ID CBO 322210:B:1

Remover o paciente 0
Por que permanece humana

Remoção/transferência de paciente crítico exige força, coordenação e cuidado com dispositivos.

ID CBO 322210:B:17

Repor material na sala cirúrgica 0
Por que permanece humana

Reposição física de material na sala; tarefa logística presencial com conferência visual.

ID CBO 322210:E:11

Resolver pendências (medicamentos, curativos, exames, encaminhamentos, jejum, entre outras) 0
Por que permanece humana

Pendências agregam curativos, meds e exames de naturezas distintas; o modal é resolução presencial no plantão.

ID CBO 322210:H:3

Suprir demandas da equipe 0
Por que permanece humana

Suprir demandas da equipe no ato é reativo, físico e situacional; cada cirurgia varia.

ID CBO 322210:E:8

Transportar roupas e materiais para expurgo 0
Por que permanece humana

Transporte de roupas e materiais ao expurgo é deslocamento físico padronizado no hospital.

ID CBO 322210:I:8

Trocar curativos 0
Por que permanece humana

Troca de curativos avalia ferida e técnica asséptica; julgamento local e risco de infecção.

ID CBO 322210:B:4

Usar equipamento de proteção individual (epi) 0
Por que permanece humana

Uso de EPI é gesto físico padronizado por cenário de risco; omissão eleva exposição ocupacional.

ID CBO 322210:I:2

Vacinar-se 0
Por que permanece humana

Vacinar-se é ato corporal de imunização do profissional; depende de presença e aceite individual.

ID CBO 322210:I:12

Vedar sala cirúrgica 0
Por que permanece humana

Vedação física da sala cirúrgica para controle de fluxo e assepsia; presença no ambiente.

ID CBO 322210:E:12

Verificar a quantidade de compressas cirúrgicas 0
Por que permanece humana

Contagem de compressas é checklist físico crítico; discrepância implica reexploração.

ID CBO 322210:E:9

Verificar quantidade de peças para implante 0
Por que permanece humana

Conferência de peças de implante é checagem física crítica; falha interrompe ou errar o implante.

ID CBO 322210:E:2

Verificar suficiência de equipamento, material cirúrgico e compressas 0
Por que permanece humana

Checagem física de material e compressas no centro cirúrgico; insuficiência atrasa ou compromete ato.

ID CBO 322210:E:1

Vistoriar cada paciente 0
Por que permanece humana

Vistoria de cada paciente no plantão é avaliação presencial mista de dispositivos, conforto e sinais.

ID CBO 322210:H:1

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 2 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar trechos com alta exposição técnica à IA
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Técnico de enfermagem de terapia intensiva). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Se você se interessa por esta área, técnico de enfermagem de terapia intensiva é um caminho com formação definida e mercado mapeável. O dia a dia envolve exercer atividades típicas de técnico de enfermagem de terapia intensiva. Vale conversar com profissionais da área e checar cursos reconhecidos pelo MEC.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como técnico de enfermagem de terapia intensiva?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Técnico de enfermagem de terapia intensiva?

Técnico de enfermagem de terapia intensiva é a ocupação CBO 322210. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Apresentar-se situando paciente no ambiente. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Técnico de enfermagem de terapia intensiva?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Técnico de enfermagem de terapia intensiva é R$ 3.278 (agregado de 7.360 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Técnico de enfermagem de terapia intensiva?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Técnico de enfermagem de terapia intensiva. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Técnico de enfermagem de terapia intensiva?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

Continue explorando

Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
322210
Família ocupacional
Técnicos e auxiliares de enfermagem
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 3.278/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Técnico em uti · Técnico em hemodiálise