Padrão ouro CBO 142605 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)

Dirige projetos de inovação e desenvolvimento de novos produtos ou processos.

Quanto a IA pressiona esta profissão

13/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

1 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Das 79 atividades mapeadas nesta página: 10 com alta exposição técnica à IA, 31 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 38 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Gerentes de pesquisa e desenvolvimento e afins
Setor
Outros
Fontes
CBO · RAIS · CAGED

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 16.429 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
22.989
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
-1.249
-15.4% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
3.434
Contratações formais declaradas
Desligamentos
4.683
Saídas formais declaradas
Movimentações
8.117
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Gestão de armazenagem (WMS) e transporte (TMS)
  • S&OP e planejamento de demanda
  • Análise de custos logísticos e SLA
  • Gestão de fornecedores e operadores logísticos
  • Lean manufacturing e Six Sigma aplicados a logística

Soft skills

  • Liderança de equipes operacionais grandes
  • Resiliência a picos sazonais
  • Pensamento sistêmico
  • Negociação com fornecedores e clientes
  • Senso de urgência operacional

Ferramentas

  • SAP, Oracle WMS, TOTVS
  • Power BI, Tableau, Looker
  • Excel avançado e Google Sheets
  • Plataformas de roteirização (Roadnet, Borealis)
  • Slack, Teams para coordenação 24/7

Ambiente

Atuação em centros de distribuição, fábricas, operadores logísticos (DHL, Loggi, JSL) e varejistas em escala. Modelo híbrido em escritório central; presencial obrigatório em CDs e fábricas. Plantão em picos sazonais (Black Friday, Natal). Vestuário business casual com EPI em visitas de operação. Pressão constante por SLA e custo.

  • gestao estrategica
  • gestao operacional
  • alta remuneracao
  • futuro ia amplificada
  • nao regulada
  • hibrido
  • demanda estavel

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

9.805 14.844 19.884 24.923 29.963 2024 2028 2032 R$ 18.893
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
34 Moderado

Roteirização, WMS e previsão de demanda são fortemente automatizados. Liderança de equipes operacionais grandes, gestão de crises (greves, climáticos, sazonais) e negociação com fornecedores seguem essencialmente humanas.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Compressão de margem em transporte rodoviário pressiona orçamentos. Players grandes verticalizam logística in-house e reduzem operadores. Gerentes acomodados perdem espaço para perfis data-driven.

Base

Crescimento estável puxado por e-commerce em expansão regional, last-mile urbano e logística do agronegócio. Quem domina S&OP avançado e operação multi-modal mantém prêmio salarial.

Otimista

Boom de e-commerce na América Latina, exportação do agronegócio e infraestrutura portuária moderna eleva demanda por gerentes sêniores com inglês. Diretores de supply chain alcançam R$ 40.000 a R$ 70.000.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Supply Chain & Logística

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Analista de logística júnior

    R$ 8.697
  2. 02 · pleno

    Analista pleno / coordenador de operação

    R$ 16.429
  3. 03 · senior

    Coordenador de logística sênior

    R$ 26.093
  4. 04 · especialista

    Gerente de logística / supply chain

    R$ 38.657
  5. 05 · executivo

    Diretor de supply chain / COO

    R$ 86.977

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 45%

Diretor de supply chain / COO

+130% de variação salarial

Transição estimada em 72 meses.

Desenvolver: MBA executivo, gestão multi-regional, inglês fluente.

Competências compartilhadas

Um dia na vida · CBO/MTE

As 79 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 10 que dá para delegar à IA (e auditar) , 31 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 38 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 79 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

10 alta exposição técnica 31 em iatização, humano no comando 38 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (10)

Acompanhar caducidade da proteção da propriedade intelectual de terceiros 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Caducidade segue prazos e bases oficiais; monitoramento é procedimental e verificável.

ID CBO 142605:E:5

Monitorar indicadores de desempenho 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Monitoramento de KPIs em dashboards; coleta e alerta seguem procedimento verificável.

ID CBO 142605:H:2

Elaborar relatórios 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Relatórios são artefatos digitais estruturados; erros de conteúdo são detectáveis em revisão.

ID CBO 142605:G:1

Identificar órgãos de fomento 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Órgãos de fomento constam em bases e editais públicos; triagem é revisável.

ID CBO 142605:J:1

Monitorar planejamento 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Monitor de plano em cronogramas e status digitais; desvios são revisáveis.

ID CBO 142605:I:4

Rastrear resultados 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Rastreio de resultados em sistemas e indicadores digitais; desvios são revisáveis.

ID CBO 142605:D:2

Elaborar procedimentos operacionais 63
Por que dá para delegar (e auditar)

POPs são documentos digitais com padrões; validação de clareza e risco precisa revisão.

ID CBO 142605:F:7

Examinar documentos 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Exame documental é digital e procedimental; inconsistências detectáveis em revisão.

ID CBO 142605:D:3

Identificar linhas de financiamento 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Linhas de financiamento em editais digitais; elegibilidade checada por critérios.

ID CBO 142605:J:2

Monitorar depósito de novos pedidos de terceiros para proteção a propriedade intelectual da instituição 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Monitoramento em bases de patentes digitais; alertas e triagem com revisão humana.

ID CBO 142605:E:2

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (31)

Aprovar documentação técnica 56
Por que entra em iatização

Aprovação revisa documentação técnica digital com critérios; responsabilidade final permanece humana.

ID CBO 142605:B:2

Aprovar emissão de laudos técnicos 50
Por que entra em iatização

Laudo tem responsabilidade técnica formal; erro de aprovação é caro e de alta exposição.

ID CBO 142605:G:2

Formalizar contratos 50
Por que entra em iatização

Contratos são documentos digitais com templates; cláusulas críticas pedem juízo jurídico.

ID CBO 142605:J:5

Fornecer cláusulas de sigilo 50
Por que entra em iatização

Cláusulas usam templates jurídicos digitais; encaixe no caso pede ajuste e revisão.

ID CBO 142605:E:6

Identificar indicadores de desempenho 50
Por que entra em iatização

Escolha de KPIs é analítica e digital; adequação ao contexto de P&D pede juízo.

ID CBO 142605:H:1

Pesquisar mercado 50
Por que entra em iatização

Pesquisa de mercado em dados e relatórios digitais; interpretação de sinais exige juízo.

ID CBO 142605:A:4

Revisar publicações técnicas 50
Por que entra em iatização

Revisão editorial/técnica de texto digital; inconsistências costumam ser detectáveis.

ID CBO 142605:G:4

Identificar potenciais detentores de tecnologia de interesse para a instituição 49
Por que entra em iatização

Identificação em bases e patentes digitais; critérios guiam busca, com revisão de candidatos.

ID CBO 142605:A:2

Identificar potenciais receptores da nova tecnologia 49
Por que entra em iatização

Mapeamento de receptores em bases e redes setoriais; critérios de fit revisáveis.

ID CBO 142605:B:1

Analisar artigos para publicação 44
Por que entra em iatização

Análise de artigos é textual e digital; mérito científico e risco reputacional pedem juízo.

ID CBO 142605:G:3

Corrigir planejamento 44
Por que entra em iatização

Replanejamento exige re-priorização sob restrições; decisão contextual e documentada.

ID CBO 142605:I:5

Delinear solicitações de pesquisa e serviços tecnológicos 44
Por que entra em iatização

Solicitações viram escopo documentado; ambiguidade de requisito exige clarificação.

ID CBO 142605:F:12

Divulgar atividades e resultados nos meios de comunicação 44
Por que entra em iatização

Divulgação é conteúdo digital; tom, risco reputacional e mensagem exigem curadoria.

ID CBO 142605:G:7

Elaborar planejamento 44
Por que entra em iatização

Planejamento de P&D é documento digital; incerteza de pesquisa limita codificação.

ID CBO 142605:I:3

Elaborar propostas de projetos de pesquisa 44
Por que entra em iatização

Propostas são texto digital estruturado; mérito científico e encaixe estratégico exigem juízo.

ID CBO 142605:A:9

Fornecer subsídios para exame técnico de proteção à propriedade intelectual 44
Por que entra em iatização

Subsídios técnicos em relatórios digitais; enquadramento inventivo demanda análise contextual.

ID CBO 142605:E:3

Publicar artigos 44
Por que entra em iatização

Publicação é produção intelectual digital; originalidade e contribuição exigem autoria humana.

ID CBO 142605:G:5

Verificar conformidades técnicas e legais 42
Por que entra em iatização

Conformidade cruza normas e evidências digitais; casos limítrofes exigem interpretação.

ID CBO 142605:D:4

Definir perfis profissionais 38
Por que entra em iatização

Perfis de cargo são documentos; fit com necessidades de P&D pede juízo.

ID CBO 142605:I:7

Acompanhar elaboração de pedidos de proteção a propriedade intelectual 38
Por que entra em iatização

Pedidos de PI são documentos digitais; estratégia de claims e prior art exigem juízo.

ID CBO 142605:E:1

Compatibilizar recursos econômicos 38
Por que entra em iatização

Orçamento e alocação financeira são digitais; trade-offs de prioridade exigem juízo.

ID CBO 142605:F:3

Compatibilizar serviços 33
Por que entra em iatização

Serviços internos/externos exigem encaixe de capacidade e contrato com julgamento.

ID CBO 142605:F:5

Prospectar tecnologia 33
Por que entra em iatização

Prospecção usa bases digitais e literatura; relevância e maturidade da tech exigem juízo contextual.

ID CBO 142605:A:1

Avaliar desempenho da área de p&d 32
Por que entra em iatização

Avaliação de área cruza métricas e contexto; atribuição de causa não é mecânica.

ID CBO 142605:H:3

Definir ações de melhoria 32
Por que entra em iatização

Ações de melhoria partem de diagnóstico; priorização e trade-offs exigem decisão.

ID CBO 142605:H:4

Fazer contratos de cooperação com a iniciativa privada 31
Por que entra em iatização

Contratos são digitais, mas cláusulas e risco demandam negociação e juízo jurídico-estratégico.

ID CBO 142605:A:7

Coordenar projetos 28
Por que entra em iatização

Coordenação de projetos usa planos digitais, mas exceções e stakeholders dominam.

ID CBO 142605:I:2

Definir especificações de equipamentos 28
Por que entra em iatização

Specs de equipamento em documentos técnicos; encaixe físico e performance exigem juízo e revisão.

ID CBO 142605:A:11

Definir especificações de produtos 28
Por que entra em iatização

Especificações são documentos com trade-offs; erro custa caro e aparece tarde no desenvolvimento.

ID CBO 142605:A:10

Implementar sistema da qualidade na área de p&d 28
Por que entra em iatização

SGQ em P&D mistura normas, processos e cultura; implantação exige adaptação contextual.

ID CBO 142605:F:10

Contestar concessão de pedidos de terceiros conflitantes com os interesses da instituição 25
Por que entra em iatização

Contestação é argumentação técnico-jurídica digital; erro estratégico tem alto custo.

ID CBO 142605:E:4

Predominantemente humana o que continua só seu (38)

Licenciar tecnologias desenvolvidas 23
Por que permanece humana

Licenciamento mistura valoração, direito e negociação; erro contratual é caro.

ID CBO 142605:J:6

Participar da elaboração da política da qualidade 23
Por que permanece humana

Política de qualidade é deliberação institucional; consenso e responsabilidade são humanos.

ID CBO 142605:F:8

Acreditar tecnologias de terceiros 23
Por que permanece humana

Acreditação segue normas, mas evidência e risco regulatório exigem juízo técnico responsável.

ID CBO 142605:D:1

Direcionar aprimoramento profissional da equipe 23
Por que permanece humana

Desenvolvimento de pessoas exige diagnóstico individual e relação de mentoria.

ID CBO 142605:I:10

Participar da implementação das normas de qualidade 23
Por que permanece humana

Implementar normas exige adaptação a processos reais e acompanhamento no local.

ID CBO 142605:F:9

Compatibilizar recursos materiais 22
Por que permanece humana

Materiais e laboratórios têm restrições físicas e de prazo; encaixe não é só inventário.

ID CBO 142605:F:4

Avaliar novas tecnologias 19
Por que permanece humana

Avaliação técnica combina critérios e incerteza; erro de julgamento só aparece tarde no ciclo.

ID CBO 142605:A:3

Compatibilizar recursos humanos 19
Por que permanece humana

Alocação de pessoas depende de capacidades e política interna; não é só planilha.

ID CBO 142605:F:2

Coordenar elaboração dos projetos de plantas-piloto, protótipos e novos serviços e processos 19
Por que permanece humana

Coordenação de protótipos mistura planos digitais e restrições físicas; falhas custam caro.

ID CBO 142605:B:3

Implementar ações de melhoria 19
Por que permanece humana

Implementação muda processos e pessoas; execução parcial e física é frequente.

ID CBO 142605:H:5

Pesquisar necessidades do cliente 19
Por que permanece humana

Necessidades vêm de entrevistas e dados; interpretação contextual e vínculo com cliente importam.

ID CBO 142605:A:5

Prestar consultoria técnica para produção em escala industrial 16
Por que permanece humana

Consultoria industrial combina diagnóstico situacional e confiança do cliente no especialista.

ID CBO 142605:B:7

Vender serviços 16
Por que permanece humana

Venda de serviços de P&D exige confiança comercial e adequação da oferta ao cliente.

ID CBO 142605:J:7

Promover eventos técnicos 15
Por que permanece humana

Eventos técnicos dependem de organização presencial e networking entre especialistas.

ID CBO 142605:G:6

Promover treinamento de equipes de produção da nova tecnologia 15
Por que permanece humana

Treinamento de produção exige interação e presença no chão de fábrica; materiais apoiam.

ID CBO 142605:B:10

Avaliar desempenho da equipe 15
Por que permanece humana

Avaliação de pessoas é julgamento situacional com alto impacto e vínculo humano.

ID CBO 142605:I:11

Negociar propostas de projetos de pesquisa 14
Por que permanece humana

Negociação de propostas é relacional e estratégica; termos ruins têm alto custo.

ID CBO 142605:J:4

Prestar assessoria ´ad hoc´ 14
Por que permanece humana

Assessoria ad hoc é sob demanda e contextual; a expertise e confiança são a entrega.

ID CBO 142605:J:8

Comprovar eficácia de novos produtos 13
Por que permanece humana

Eficácia de produto exige testes e evidências; falso positivo gera alto custo posterior.

ID CBO 142605:D:9

Comprovar eficiência da tecnologia 13
Por que permanece humana

Comprovação de eficiência mistura ensaios e métricas; validade depende de contexto de uso.

ID CBO 142605:D:7

Comprovar eficiência de novos processos produtivos 13
Por que permanece humana

Eficiência de processo mede-se em planta e dados; erro de comprovação tem alto impacto.

ID CBO 142605:D:6

Comprovar reprodutibilidade da tecnologia 13
Por que permanece humana

Reprodutibilidade exige repetição experimental e análise; falhas só aparecem com validação.

ID CBO 142605:D:5

Coordenar testes das plantas-piloto, protótipos e novos serviços e processos 13
Por que permanece humana

Testes geram dados digitais, mas execução e anomalias ocorrem no protótipo físico.

ID CBO 142605:B:5

Adaptar tecnologias à realidade nacional 13
Por que permanece humana

Adaptação nacional mistura normas e contexto local; decisões ambíguas e falhas caras de reverter.

ID CBO 142605:A:12

Participar do processo de seleção de pessoal 13
Por que permanece humana

Seleção combina CV digital e entrevistas; julgamento de pessoas é central e humano.

ID CBO 142605:I:8

Negociar com a equipe de p&d condições e prioridades de projetos 11
Por que permanece humana

Negociação com a equipe é liderança relacional; prioridades conflitantes exigem juízo.

ID CBO 142605:F:6

Promover condições de segurança e saúde no ambiente de trabalho 11
Por que permanece humana

SST em P&D mistura normas e inspeção local; falha pode ser grave e tardia.

ID CBO 142605:H:6

Acompanhar produção de lote piloto 9
Por que permanece humana

Lote piloto exige acompanhamento em planta; desvios de processo têm alto custo se passarem.

ID CBO 142605:B:6

Articular convênios e cooperação com universidades, institutos de pesquisa e órgãos governamentais 9
Por que permanece humana

Convênios institucionais dependem de articulação política e confiança entre partes humanas.

ID CBO 142605:A:8

Assessorar diretoria na área de p&d 9
Por que permanece humana

Assessoria à diretoria é confiança e juízo estratégico; a relação humana é a entrega.

ID CBO 142605:F:11

Buscar parcerias 9
Por que permanece humana

Parcerias exigem relação e confiança mútua; encaixe estratégico não é totalmente codificável.

ID CBO 142605:A:6

Coordenar equipes de pesquisa 9
Por que permanece humana

Coordenação de pesquisa é liderança e alinhamento humano; cada projeto é contextual.

ID CBO 142605:I:1

Formar parcerias 9
Por que permanece humana

Formar parcerias depende de confiança e alinhamento estratégico entre partes.

ID CBO 142605:J:3

Negociar com a diretoria condições e prioridades de projetos 8
Por que permanece humana

Negociação com diretoria é política e relacional; priorização é ambígua e de alto impacto.

ID CBO 142605:F:1

Integrar diferentes áreas de atuação da empresa 6
Por que permanece humana

Integração cross-funcional é política organizacional e mediação entre interesses.

ID CBO 142605:I:13

Comissionar produtos, processos e serviços 0
Por que permanece humana

Comissionamento valida entrega em campo; falhas operacionais são caras e tardias.

ID CBO 142605:D:8

Coordenar montagem de plantas-piloto, protótipos e novos serviços e processos 0
Por que permanece humana

Montagem de planta-piloto é física e local; coordenação depende de presença e destreza da equipe.

ID CBO 142605:B:4

Participar de congressos, feiras e visitas técnicas 0
Por que permanece humana

Eventos presenciais e networking; presença e relação humana são o núcleo da atividade.

ID CBO 142605:A:13

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 31 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 10 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Se você é curioso, criativo e adora explorar novas ideias para criar o futuro, ser um gerente de P&D é a carreira ideal. Você estará na vanguarda da inovação, transformando conceitos em realidade.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d) é a ocupação CBO 142605. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Prospectar tecnologia. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d) é R$ 16.429 (agregado de 22.989 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d). Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

Continue explorando

Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
142605
Família ocupacional
Gerentes de pesquisa e desenvolvimento e afins
Setor
Outros
Mediana RAIS
R$ 16.429/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Gerente de projeto de pesquisa · Chefe de desenvolvimento de novos produtos · Gerente de planejamento e novos projetos · Gerente de estudos e projetos · Gerente de desenvolvimento (tecnologia) · Gerente de pesquisas tecnológicas · Gerente de divisão de desenvolvimento de novos produtos · Gerente de pesquisas técnicas · Gerente de pesquisa (tecnologia)

Como as pessoas chamam

gerente de inovação · diretor de P&D