Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d)
Dirige projetos de inovação e desenvolvimento de novos produtos ou processos.
O Índice de IAtização de gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d) é 52 em 100: 41 de 79 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 79 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (10)
Acompanhar caducidade da proteção da propriedade intelectual de terceiros de 100
Caducidade segue prazos e bases oficiais; monitoramento é procedimental e verificável.
Monitorar indicadores de desempenho de 100
Monitoramento de KPIs em dashboards; coleta e alerta seguem procedimento verificável.
Elaborar relatórios de 100
Relatórios são artefatos digitais estruturados; erros de conteúdo são detectáveis em revisão.
Identificar órgãos de fomento de 100
Órgãos de fomento constam em bases e editais públicos; triagem é revisável.
Monitorar planejamento de 100
Monitor de plano em cronogramas e status digitais; desvios são revisáveis.
Rastrear resultados de 100
Rastreio de resultados em sistemas e indicadores digitais; desvios são revisáveis.
Elaborar procedimentos operacionais de 100
POPs são documentos digitais com padrões; validação de clareza e risco precisa revisão.
Examinar documentos de 100
Exame documental é digital e procedimental; inconsistências detectáveis em revisão.
Identificar linhas de financiamento de 100
Linhas de financiamento em editais digitais; elegibilidade checada por critérios.
Monitorar depósito de novos pedidos de terceiros para proteção a propriedade intelectual da instituição de 100
Monitoramento em bases de patentes digitais; alertas e triagem com revisão humana.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (31)
Aprovar documentação técnica de 100
Aprovação revisa documentação técnica digital com critérios; responsabilidade final permanece humana.
Aprovar emissão de laudos técnicos de 100
Laudo tem responsabilidade técnica formal; erro de aprovação é caro e de alta exposição.
Formalizar contratos de 100
Contratos são documentos digitais com templates; cláusulas críticas pedem juízo jurídico.
Fornecer cláusulas de sigilo de 100
Cláusulas usam templates jurídicos digitais; encaixe no caso pede ajuste e revisão.
Identificar indicadores de desempenho de 100
Escolha de KPIs é analítica e digital; adequação ao contexto de P&D pede juízo.
Pesquisar mercado de 100
Pesquisa de mercado em dados e relatórios digitais; interpretação de sinais exige juízo.
Revisar publicações técnicas de 100
Revisão editorial/técnica de texto digital; inconsistências costumam ser detectáveis.
Identificar potenciais detentores de tecnologia de interesse para a instituição de 100
Identificação em bases e patentes digitais; critérios guiam busca, com revisão de candidatos.
Identificar potenciais receptores da nova tecnologia de 100
Mapeamento de receptores em bases e redes setoriais; critérios de fit revisáveis.
Analisar artigos para publicação de 100
Análise de artigos é textual e digital; mérito científico e risco reputacional pedem juízo.
Corrigir planejamento de 100
Replanejamento exige re-priorização sob restrições; decisão contextual e documentada.
Delinear solicitações de pesquisa e serviços tecnológicos de 100
Solicitações viram escopo documentado; ambiguidade de requisito exige clarificação.
Divulgar atividades e resultados nos meios de comunicação de 100
Divulgação é conteúdo digital; tom, risco reputacional e mensagem exigem curadoria.
Elaborar planejamento de 100
Planejamento de P&D é documento digital; incerteza de pesquisa limita codificação.
Elaborar propostas de projetos de pesquisa de 100
Propostas são texto digital estruturado; mérito científico e encaixe estratégico exigem juízo.
Fornecer subsídios para exame técnico de proteção à propriedade intelectual de 100
Subsídios técnicos em relatórios digitais; enquadramento inventivo demanda análise contextual.
Publicar artigos de 100
Publicação é produção intelectual digital; originalidade e contribuição exigem autoria humana.
Verificar conformidades técnicas e legais de 100
Conformidade cruza normas e evidências digitais; casos limítrofes exigem interpretação.
Definir perfis profissionais de 100
Perfis de cargo são documentos; fit com necessidades de P&D pede juízo.
Acompanhar elaboração de pedidos de proteção a propriedade intelectual de 100
Pedidos de PI são documentos digitais; estratégia de claims e prior art exigem juízo.
Compatibilizar recursos econômicos de 100
Orçamento e alocação financeira são digitais; trade-offs de prioridade exigem juízo.
Compatibilizar serviços de 100
Serviços internos/externos exigem encaixe de capacidade e contrato com julgamento.
Prospectar tecnologia de 100
Prospecção usa bases digitais e literatura; relevância e maturidade da tech exigem juízo contextual.
Avaliar desempenho da área de p&d de 100
Avaliação de área cruza métricas e contexto; atribuição de causa não é mecânica.
Definir ações de melhoria de 100
Ações de melhoria partem de diagnóstico; priorização e trade-offs exigem decisão.
Fazer contratos de cooperação com a iniciativa privada de 100
Contratos são digitais, mas cláusulas e risco demandam negociação e juízo jurídico-estratégico.
Coordenar projetos de 100
Coordenação de projetos usa planos digitais, mas exceções e stakeholders dominam.
Definir especificações de equipamentos de 100
Specs de equipamento em documentos técnicos; encaixe físico e performance exigem juízo e revisão.
Definir especificações de produtos de 100
Especificações são documentos com trade-offs; erro custa caro e aparece tarde no desenvolvimento.
Implementar sistema da qualidade na área de p&d de 100
SGQ em P&D mistura normas, processos e cultura; implantação exige adaptação contextual.
Contestar concessão de pedidos de terceiros conflitantes com os interesses da instituição de 100
Contestação é argumentação técnico-jurídica digital; erro estratégico tem alto custo.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (38)
Licenciar tecnologias desenvolvidas de 100
Licenciamento mistura valoração, direito e negociação; erro contratual é caro.
Participar da elaboração da política da qualidade de 100
Política de qualidade é deliberação institucional; consenso e responsabilidade são humanos.
Acreditar tecnologias de terceiros de 100
Acreditação segue normas, mas evidência e risco regulatório exigem juízo técnico responsável.
Direcionar aprimoramento profissional da equipe de 100
Desenvolvimento de pessoas exige diagnóstico individual e relação de mentoria.
Participar da implementação das normas de qualidade de 100
Implementar normas exige adaptação a processos reais e acompanhamento no local.
Compatibilizar recursos materiais de 100
Materiais e laboratórios têm restrições físicas e de prazo; encaixe não é só inventário.
Avaliar novas tecnologias de 100
Avaliação técnica combina critérios e incerteza; erro de julgamento só aparece tarde no ciclo.
Compatibilizar recursos humanos de 100
Alocação de pessoas depende de capacidades e política interna; não é só planilha.
Coordenar elaboração dos projetos de plantas-piloto, protótipos e novos serviços e processos de 100
Coordenação de protótipos mistura planos digitais e restrições físicas; falhas custam caro.
Implementar ações de melhoria de 100
Implementação muda processos e pessoas; execução parcial e física é frequente.
Pesquisar necessidades do cliente de 100
Necessidades vêm de entrevistas e dados; interpretação contextual e vínculo com cliente importam.
Prestar consultoria técnica para produção em escala industrial de 100
Consultoria industrial combina diagnóstico situacional e confiança do cliente no especialista.
Vender serviços de 100
Venda de serviços de P&D exige confiança comercial e adequação da oferta ao cliente.
Promover eventos técnicos de 100
Eventos técnicos dependem de organização presencial e networking entre especialistas.
Promover treinamento de equipes de produção da nova tecnologia de 100
Treinamento de produção exige interação e presença no chão de fábrica; materiais apoiam.
Avaliar desempenho da equipe de 100
Avaliação de pessoas é julgamento situacional com alto impacto e vínculo humano.
Negociar propostas de projetos de pesquisa de 100
Negociação de propostas é relacional e estratégica; termos ruins têm alto custo.
Prestar assessoria ´ad hoc´ de 100
Assessoria ad hoc é sob demanda e contextual; a expertise e confiança são a entrega.
Comprovar eficácia de novos produtos de 100
Eficácia de produto exige testes e evidências; falso positivo gera alto custo posterior.
Comprovar eficiência da tecnologia de 100
Comprovação de eficiência mistura ensaios e métricas; validade depende de contexto de uso.
Comprovar eficiência de novos processos produtivos de 100
Eficiência de processo mede-se em planta e dados; erro de comprovação tem alto impacto.
Comprovar reprodutibilidade da tecnologia de 100
Reprodutibilidade exige repetição experimental e análise; falhas só aparecem com validação.
Coordenar testes das plantas-piloto, protótipos e novos serviços e processos de 100
Testes geram dados digitais, mas execução e anomalias ocorrem no protótipo físico.
Adaptar tecnologias à realidade nacional de 100
Adaptação nacional mistura normas e contexto local; decisões ambíguas e falhas caras de reverter.
Participar do processo de seleção de pessoal de 100
Seleção combina CV digital e entrevistas; julgamento de pessoas é central e humano.
Negociar com a equipe de p&d condições e prioridades de projetos de 100
Negociação com a equipe é liderança relacional; prioridades conflitantes exigem juízo.
Promover condições de segurança e saúde no ambiente de trabalho de 100
SST em P&D mistura normas e inspeção local; falha pode ser grave e tardia.
Acompanhar produção de lote piloto de 100
Lote piloto exige acompanhamento em planta; desvios de processo têm alto custo se passarem.
Articular convênios e cooperação com universidades, institutos de pesquisa e órgãos governamentais de 100
Convênios institucionais dependem de articulação política e confiança entre partes humanas.
Assessorar diretoria na área de p&d de 100
Assessoria à diretoria é confiança e juízo estratégico; a relação humana é a entrega.
Buscar parcerias de 100
Parcerias exigem relação e confiança mútua; encaixe estratégico não é totalmente codificável.
Coordenar equipes de pesquisa de 100
Coordenação de pesquisa é liderança e alinhamento humano; cada projeto é contextual.
Formar parcerias de 100
depende de confiança e alinhamento estratégico entre partes.
Negociar com a diretoria condições e prioridades de projetos de 100
Negociação com diretoria é política e relacional; priorização é ambígua e de alto impacto.
Integrar diferentes áreas de atuação da empresa de 100
Integração cross-funcional é política organizacional e mediação entre interesses.
Comissionar produtos, processos e serviços de 100
Comissionamento valida entrega em campo; falhas operacionais são caras e tardias.
Coordenar montagem de plantas-piloto, protótipos e novos serviços e processos de 100
Montagem de planta-piloto é física e local; coordenação depende de presença e destreza da equipe.
Participar de congressos, feiras e visitas técnicas de 100
Eventos presenciais e networking; presença e relação humana são o núcleo da atividade.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Crescimento estável puxado por e-commerce em expansão regional, last-mile urbano e logística do agronegócio. Quem domina S&OP avançado e operação multi-modal mantém prêmio salarial.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 16.429, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 52.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Gestão de armazenagem (WMS) e transporte (TMS)
- 02S&OP e planejamento de demanda
- 03Análise de custos logísticos e SLA
- 04Gestão de fornecedores e operadores logísticos
- 05Lean manufacturing e Six Sigma aplicados a logística
- 01Liderança de equipes operacionais grandes
- 02Resiliência a picos sazonais
- 03Pensamento sistêmico
- 04Negociação com fornecedores e clientes
- 05Senso de urgência operacional
- 01SAP, Oracle WMS, TOTVS
- 02Power BI, Tableau, Looker
- 03Excel avançado e Google Sheets
- 04Plataformas de roteirização (Roadnet, Borealis)
- 05Slack, Teams para coordenação 24/7
Atuação em centros de distribuição, fábricas, operadores logísticos (DHL, Loggi, JSL) e varejistas em escala. Modelo híbrido em escritório central; presencial obrigatório em CDs e fábricas. Plantão em picos sazonais (Black Friday, Natal). Vestuário business casual com EPI em visitas de operação. Pressão constante por SLA e custo.
CORRESPONDÊNCIAS DERIVADAS
Ocupações relacionadas no O*NET
Compare o escopo desta ocupação brasileira com referências de trabalho dos Estados Unidos.
Gerente de projeto de pesquisa · Chefe de desenvolvimento de novos produtos · Gerente de planejamento e novos projetos · Gerente de estudos e projetos · Gerente de desenvolvimento (tecnologia) · Gerente de pesquisas tecnológicas · Gerente de divisão de desenvolvimento de novos produtos · Gerente de pesquisas técnicas …
Gerente de projeto de pesquisa · Chefe de desenvolvimento de novos produtos · Gerente de planejamento e novos projetos · Gerente de estudos e projetos · Gerente de desenvolvimento (tecnologia) · Gerente de pesquisas tecnológicas · Gerente de divisão de desenvolvimento de novos produtos · Gerente de pesquisas técnicas · Gerente de pesquisa (tecnologia)
gerente de inovação · diretor de P&D
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
3 derivadas
- ISCO-08Correspondência derivada
Correspondência derivada via cbo94 muendler ilo isco08 chain, 1 salto (isco-08). Não é equivalência oficial CBO↔ISCO-08.
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 142605 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- ISCO-08
1223- O*NET-SOC
13-1081.00- SOC/BLS
13-1081.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →