Padrão ouro CBO 214305 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Engenheiro eletricista

Projeta, supervisiona e gerencia sistemas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

Quanto a IA pressiona esta profissão

3/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

1 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Das 65 atividades mapeadas nesta página: 2 com alta exposição técnica à IA, 38 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 25 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins
Setor
Construção e Indústria
Fontes
CBO · RAIS · CAGED

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 13.927 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
17.365
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
-112
-2.0% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
2.760
Contratações formais declaradas
Desligamentos
2.872
Saídas formais declaradas
Movimentações
5.632
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Resistência dos materiais e mecânica dos sólidos
  • Termodinâmica, transferência de calor e fluidos
  • Desenho técnico e modelagem 3D (SolidWorks, Inventor)
  • Análise por elementos finitos (FEM) e simulação (CFD)
  • Normas técnicas (ABNT, ISO, NR-12, NR-13, ASME)

Soft skills

  • Pensamento analítico
  • Atenção a detalhes técnicos
  • Comunicação técnica clara
  • Resolução estruturada de problemas
  • Senso de segurança e responsabilidade

Ferramentas

  • SolidWorks, Inventor, AutoCAD Mechanical
  • ANSYS, Abaqus (simulação)
  • MATLAB, Python para análise
  • Sistemas ERP industriais (SAP, TOTVS)
  • Microsoft Project, Power BI

Ambiente

Atuação em fábricas, refinarias, plataformas offshore, mineradoras, montadoras, escritórios de engenharia e consultorias. Polos industriais em SP, MG, ES, RS, BA e PR concentram vagas. Carga horária industrial (turnos), EPI obrigatório em campo. Visitas a chão de fábrica e obra são rotina. Vestuário industrial em campo, business casual em escritório.

  • gestao operacional
  • alta remuneracao
  • futuro ia neutro
  • regulada registro
  • presencial obrigatorio
  • demanda estavel
  • esg compliance

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

9.352 13.228 17.105 20.981 24.858 2024 2028 2032 R$ 16.016
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
36 Moderado

Cálculos estruturais, simulação CFD/FEM e desenho técnico são fortemente assistidos por IA. Inovação de produto, segurança industrial, manutenção avançada e responsabilidade técnica via ART seguem essencialmente humanos.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Desindustrialização brasileira contínua e fechamento de fábricas reduz demanda em polos tradicionais. Salários reais estagnam em automotivo nacional.

Base

Crescimento estável puxado por óleo e gás (pré-sal, Margem Equatorial), mineração (Vale, Anglo) e energias renováveis (eólica e solar). Especialistas em manutenção preditiva e simulação mantêm prêmio.

Otimista

Reindustrialização brasileira em energia, infraestrutura e defesa cria demanda firme. Engenheiros com inglês fluente atuam em projetos globais de energias renováveis e mineração com pacotes de R$ 30.000 a R$ 50.000.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Engenharia Mecânica (indústria)

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · estagiario

    Estagiário de engenharia

    R$ 3.039
  2. 02 · junior

    Engenheiro mecânico júnior

    R$ 8.230
  3. 03 · pleno

    Engenheiro mecânico pleno

    R$ 13.927
  4. 04 · senior

    Engenheiro mecânico sênior

    R$ 21.524
  5. 05 · especialista

    Gerente de engenharia / manutenção

    R$ 31.652
  6. 06 · executivo

    Diretor industrial / VP de operações

    R$ 56.974

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade 72%

Engenheiro de produção

+15% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Lean Six Sigma, gestão de processos.

Viabilidade 65%

Gerente industrial

+40% de variação salarial

Transição estimada em 48 meses.

Desenvolver: Gestão de equipes operacionais, MBA.

Competências compartilhadas

Um dia na vida · CBO/MTE

As 65 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 2 que dá para delegar à IA (e auditar) , 38 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 25 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 65 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

2 alta exposição técnica 38 em iatização, humano no comando 25 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (2)

Atualizar documentação técnica 81
Por que dá para delegar (e auditar)

Atualizar documentação técnica é tarefa digital, revisável e de baixa ambiguidade.

ID CBO 214305:E:8

Simular modelagem de processo 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Simulação de processo roda em software com cenários e verificação de resultados.

ID CBO 214305:G:4

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (38)

Controlar cumprimento do cronograma financeiro 54
Por que entra em iatização

Controle financeiro compara orçado e realizado com indicadores e alertas de desvio.

ID CBO 214305:F:4

Criar matriz de relacionamento entre processos 54
Por que entra em iatização

Matriz de relacionamento entre processos formaliza interfaces e dependências.

ID CBO 214305:G:2

Definir cronograma financeiro 54
Por que entra em iatização

Cronograma financeiro aloca desembolsos a partir de quantidades e marcos do projeto.

ID CBO 214305:D:9

Definir cronograma físico 54
Por que entra em iatização

Cronograma físico ordena atividades com dependências e marcos relativamente explícitos.

ID CBO 214305:D:8

Elaborar manuais de operação e manutenção 54
Por que entra em iatização

Manuais de operação e manutenção formalizam uso seguro e intervenções padrão.

ID CBO 214305:E:7

Elaborar manual de instalação 54
Por que entra em iatização

Manual de instalação documenta passos e precauções a partir do projeto do equipamento.

ID CBO 214305:E:6

Elaborar planos de manutenção e serviços 54
Por que entra em iatização

Planos de manutenção estruturam rotinas a partir de criticidade e histórico do ativo.

ID CBO 214305:E:4

Elaborar rotinas de inspeção e testes 54
Por que entra em iatização

Rotinas de inspeção e testes são procedimentos com critérios e frequências definidos.

ID CBO 214305:E:5

Elaborar relátorios 49
Por que entra em iatização

Relatórios técnicos estruturam achados e dados com formato relativamente estável.

ID CBO 214305:E:9

Especificar valores dos parâmetros 49
Por que entra em iatização

Especificar parâmetros usa cálculo e tabelas; erro aparece tarde em comissionamento.

ID CBO 214305:C:7

Estudar viabilidade econômica 49
Por que entra em iatização

Viabilidade econômica modela custos e cenários com premissas sensíveis a erro.

ID CBO 214305:D:7

Modelar matematicamente processos 44
Por que entra em iatização

Modelagem matemática é digital; escolha de equações e hipóteses exige julgamento.

ID CBO 214305:G:3

Elaborar procedimentos técnicos 43
Por que entra em iatização

Procedimentos técnicos traduzem práticas em passos documentados e revisáveis.

ID CBO 214305:E:2

Estudar mercado 43
Por que entra em iatização

Estudo de mercado usa dados e interpretação de tendências setoriais ambíguas.

ID CBO 214305:D:2

Projetar sistemas elétricos e eletrônicos residenciais e comerciais 42
Por que entra em iatização

Projetos residenciais/comerciais são mais padronizados, ainda com julgamento de normas.

ID CBO 214305:B:6

Analisar propostas técnicas 38
Por que entra em iatização

Análise documental de propostas técnicas com critérios variáveis e trade-offs de projeto.

ID CBO 214305:A:1

Avaliar do planejamento de sistemas e equipamentos 38
Por que entra em iatização

Avaliar planejamento revisa premissas, riscos e coerência sob critérios incompletos.

ID CBO 214305:D:11

Avaliar tecnologias disponíveis 38
Por que entra em iatização

Avaliar tecnologias disponíveis compara catálogos e restrições de uso no contexto.

ID CBO 214305:C:3

Criar fluxo do processo 38
Por que entra em iatização

Criar fluxo de processo mapeia etapas e decisões sob lógica operacional do domínio.

ID CBO 214305:G:1

Determinar características técnicas 38
Por que entra em iatização

Características técnicas derivam de requisitos e trade-offs de desempenho/custo.

ID CBO 214305:C:6

Pesquisar novas tecnologias 38
Por que entra em iatização

Pesquisa de novas tecnologias é exploratória e pouco procedural.

ID CBO 214305:C:4

Analisar processos 38
Por que entra em iatização

Analisar processos interpreta dados e, às vezes, observação do chão de fábrica.

ID CBO 214305:G:5

Avaliar desempenho de sistemas e equipamentos 34
Por que entra em iatização

Avaliar desempenho combina métricas, histórico operacional e inspeção quando necessário.

ID CBO 214305:D:3

Controlar alocação de recursos 33
Por que entra em iatização

Alocação de recursos equilibra restrições de custo, prazo e disponibilidade real.

ID CBO 214305:F:2

Desenvolver sistemas 33
Por que entra em iatização

Desenvolvimento de sistemas é aberto, multi-requisito e sensível a contexto de uso.

ID CBO 214305:B:12

Elaborar estudo preliminar de planejamento 33
Por que entra em iatização

Estudo preliminar sintetiza premissas técnicas e restrições ainda mal definidas.

ID CBO 214305:D:4

Estudar viabilidade técnica 33
Por que entra em iatização

Viabilidade técnica confronta soluções com restrições físicas, normas e sítio.

ID CBO 214305:D:6

Determinar aplicabilidade de normas e regulamentos 32
Por que entra em iatização

Normas são codificadas, mas a aplicabilidade a cada caso exige interpretação.

ID CBO 214305:C:2

Projetar equipamentos elétricos, eletrônicos e de telecomunicações 28
Por que entra em iatização

Projeto de equipamentos exige especificação criativa e validação de requisitos complexos.

ID CBO 214305:B:10

Projetar sistemas de distribuição de energia 28
Por que entra em iatização

Distribuição de energia combina topologia, carga e normas com falha de alto impacto.

ID CBO 214305:B:3

Projetar sistemas de geração de energia 28
Por que entra em iatização

Projeto de geração integra normas, sítio e restrições com alto custo de falha.

ID CBO 214305:B:1

Projetar sistemas de instrumentação, automação e controle de processos 28
Por que entra em iatização

Automação e controle exigem modelagem de processo e tolerância a falha crítica.

ID CBO 214305:B:5

Projetar sistemas de transmissão de energia 28
Por que entra em iatização

Transmissão exige projeto de alta responsabilidade com muitas restrições de rede e sítio.

ID CBO 214305:B:2

Projetar sistemas elétricos e eletrônicos industriais 28
Por que entra em iatização

Sistemas industriais são específicos de processo e integração de planta.

ID CBO 214305:B:4

Propor implementação de sistemas e equipamentos 28
Por que entra em iatização

Propor implementação exige juízo técnico e articulação com stakeholders do empreendimento.

ID CBO 214305:D:10

Definir critérios e metodologias de planejamento 27
Por que entra em iatização

Definir critérios e metodologias de planejamento é abstrato e dependente de contexto.

ID CBO 214305:D:1

Definir parâmetros de segurança 27
Por que entra em iatização

Parâmetros de segurança seguem normas, mas erro tem impacto grave e tardio.

ID CBO 214305:C:8

Determinar escopo da especificação 27
Por que entra em iatização

Definir escopo de especificação delimita limites técnicos sob requisitos incompletos.

ID CBO 214305:C:1

Predominantemente humana o que continua só seu (25)

Administrar modificações no projeto original 23
Por que permanece humana

Administrar mudanças de projeto avalia impacto técnico, custo e prazo sob incerteza.

ID CBO 214305:F:7

Associar tecnologias ao processo 23
Por que permanece humana

Associar tecnologia ao processo industrial exige casamento com restrições reais.

ID CBO 214305:C:5

Desenvolver ferramentas e técnicas 23
Por que permanece humana

Criar ferramentas e técnicas é pouco codificável e depende de inovação contextual.

ID CBO 214305:B:14

Emitir laudos 19
Por que permanece humana

Laudo carrega responsabilidade profissional; erro é caro e exige assinatura humana.

ID CBO 214305:E:3

Configurar sistemas e equipamentos 18
Por que permanece humana

Configuração segue parâmetros e manuais, mas costuma exigir acesso local ao sistema.

ID CBO 214305:A:3

Controlar cumprimento do cronograma físico 18
Por que permanece humana

Controle do cronograma físico usa marcos e frequentemente verificação de avanço em obra.

ID CBO 214305:F:5

Elaborar normas técnicas 16
Por que permanece humana

Elaborar normas técnicas fixa regras com amplo impacto e ambiguidade de redação.

ID CBO 214305:E:1

Prestar consultoria 14
Por que permanece humana

Consultoria é situação-específica, ambígua e centrada em confiança profissional.

ID CBO 214305:A:12

Auditorar sistemas 13
Por que permanece humana

Auditoria mistura checklist, dados de sistema e inspeção de campo com julgamento situacional.

ID CBO 214305:A:10

Capacitar equipes 13
Por que permanece humana

Capacitação de equipes é tarefa relacional de ensino e adaptação ao público.

ID CBO 214305:A:5

Controlar cumprimento de normas e diretrizes de segurança 13
Por que permanece humana

Fiscalizar segurança exige presença, checklists e responsabilidade por não-conformidade.

ID CBO 214305:F:6

Supervisionar operação de sistemas e equipamentos 13
Por que permanece humana

Supervisão combina telemetria, presença operacional e decisões sob condição anômala.

ID CBO 214305:A:6

Desenvolver equipamentos 11
Por que permanece humana

Desenvolver equipamentos combina desenho digital com protótipo e testes físicos.

ID CBO 214305:B:13

Implementar novas tecnologia 11
Por que permanece humana

Implementar nova tecnologia mistura planejamento, comissionamento e adaptação em campo.

ID CBO 214305:C:9

Prestar assistência técnica 11
Por que permanece humana

Assistência técnica depende de diagnóstico contextual e interação com o solicitante.

ID CBO 214305:A:11

Aprovar projetos 9
Por que permanece humana

Aprovar projetos é ato de autoridade técnica com risco residual elevado e accountability.

ID CBO 214305:F:8

Estudar viabilidade socio ambiental 9
Por que permanece humana

Viabilidade socioambiental exige julgamento multi-stakeholder e impacto de longo prazo.

ID CBO 214305:D:5

Participar da seleção de pessoal 9
Por que permanece humana

Seleção de pessoal é julgamento interpessoal; a relação humana é o núcleo da tarefa.

ID CBO 214305:F:1

Coordenar atividades das equipes 9
Por que permanece humana

Coordenar equipes exige liderança, comunicação e ajuste contínuo de prioridades.

ID CBO 214305:F:3

Aprovar serviços 7
Por que permanece humana

Aprovar serviços exige conferência técnica e responsabilidade sobre aceite do entregável.

ID CBO 214305:F:9

Executar perícia em sistemas e equipamentos 4
Por que permanece humana

Perícia exige julgamento técnico-legal singular; erro tem custo elevado e tardio.

ID CBO 214305:A:9

Executar testes e ensaios 0
Por que permanece humana

Testes e ensaios seguem protocolos, com montagem física e leitura de instrumentos.

ID CBO 214305:A:4

Inspecionar sistemas e equipamentos 0
Por que permanece humana

Inspeção de sistemas exige observação in loco e julgamento sobre condições reais.

ID CBO 214305:A:7

Instalar sistemas e equipamentos 0
Por que permanece humana

Instalação exige presença física no local e manipulação de equipamentos energizados.

ID CBO 214305:A:2

Realizar manutenção em sistemas e equipamentos 0
Por que permanece humana

Manutenção elétrica é trabalho manual no ativo, com risco e acesso físico obrigatório.

ID CBO 214305:A:8

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 38 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 2 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Engenheiro eletricista). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Essencial para a infraestrutura de qualquer país, este profissional lida com a energia que move o mundo. Você vai aprender sobre usinas, redes elétricas, instalações industriais e residenciais, e energias renováveis.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como engenheiro eletricista?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Engenheiro eletricista?

Engenheiro eletricista é a ocupação CBO 214305. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Analisar propostas técnicas. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Engenheiro eletricista?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Engenheiro eletricista é R$ 13.927 (agregado de 17.365 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Engenheiro eletricista?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Engenheiro eletricista. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Engenheiro eletricista?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

Continue explorando

Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
214305
Família ocupacional
Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins
Setor
Construção e Indústria
Mediana RAIS
R$ 13.927/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Engenheiro elétrico · Engenheiro eletrotécnico

Como as pessoas chamam

engenheiro de energia · engenheiro elétrico