Padrão ouro CBO 251605 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Assistente social

Profissional que atua na formulação e execução de políticas sociais, promovendo o acesso a direitos e a inclusão social de indivíduos e comunidades.

Quanto a IA pressiona esta profissão

15/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

1 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Das 121 atividades mapeadas nesta página: 18 com alta exposição técnica à IA, 48 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 55 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Assistentes sociais e economistas domésticos
Setor
Público e Jurídico
Fontes
CBO · RAIS · CAGED

Conhece alguém da área? Compartilhe esta leitura.

Baixar dados

Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 4.319 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
97.886
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+2.197
+ 8.3% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
14.382
Contratações formais declaradas
Desligamentos
12.185
Saídas formais declaradas
Movimentações
26.567
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Diagnóstico social e elaboração de pareceres
  • Conhecimento das políticas públicas (PNAS, ECA, Estatuto do Idoso)
  • Acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade
  • Articulação com a rede socioassistencial
  • Elaboração de projetos sociais e captação de recursos

Soft skills

  • Escuta qualificada
  • Empatia profissional
  • Equilíbrio emocional
  • Mediação de conflitos
  • Postura ética em contextos sensíveis

Ferramentas

  • Sistemas do SUAS (CADúnico, SISC, RMA)
  • Microsoft Office
  • Plataformas de pesquisa social e indicadores (IBGE, IPEA, DATASUS)
  • Ferramentas de gestão de projetos do terceiro setor
  • Sistemas de prontuário social

Ambiente

Atuação em CRAS, CREAS, hospitais públicos, secretarias municipais e estaduais, varas de família, INSS, ONGs e empresas com responsabilidade social. Exposição direta a contextos de violência, pobreza e sofrimento. Visitas domiciliares e abordagens de rua fazem parte da rotina em CREAS. Vestuário discreto e prático, jornada de 30 horas semanais conforme Lei 12.317/2010.

  • social publico
  • media remuneracao
  • futuro ia amplificada
  • regulada registro
  • presencial obrigatorio
  • concurso publico viavel
  • demanda estavel
  • esg compliance

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

2.851 4.378 5.905 7.432 8.960 2024 2028 2032 R$ 4.967
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Baixo
15 Baixo

Atendimento humano qualificado, escuta empática e mediação familiar são insubstituíveis por IA. Tarefas de cadastro e geração de relatório podem ser apoiadas por sistemas, mas o trabalho de campo e o julgamento social seguem humanos.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Subfinanciamento crônico do SUAS pressiona orçamentos municipais. Concursos públicos congelados em vários estados. Salários reais perdem para inflação. Pressão pelo terceiro setor sem reposição de quadros públicos.

Base

Estabilidade na demanda via SUS, SUAS, justiça e previdência. Concursos retomam ciclicamente. Profissionais ampliam atuação para empresas (responsabilidade social, ESG) e ONGs estruturadas.

Otimista

Expansão do investimento social privado e ESG corporativo cria nova demanda em empresas. Pós-graduados em gestão pública e políticas sociais migram para gestão de programas e fundações, com salários superiores ao serviço público.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Serviço Social Público

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · junior

    Assistente social (CRAS / ONG)

    R$ 2.748
  2. 02 · pleno

    Assistente social pleno (CREAS / hospital)

    R$ 4.319
  3. 03 · senior

    Assistente social efetivo (concursado)

    R$ 6.675
  4. 04 · especialista

    Coordenador de programas sociais

    R$ 9.423
  5. 05 · executivo

    Gestor de política social municipal/estadual

    R$ 14.135

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Competências compartilhadas

  • PsicólogoEscuta qualificada · Mediação · Atendimento de famílias
    52%
  • PedagogoTrabalho com comunidades · Direitos da criança
    48%
  • Professor de ensino médioRelação com famílias · Mediação de conflitos
    36%
  • SociólogoAnálise socioeconômica · Indicadores sociais
    58%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 121 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 18 que dá para delegar à IA (e auditar) , 48 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 55 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 121 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

18 alta exposição técnica 48 em iatização, humano no comando 55 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (18)

Preencher formulários 88
Por que dá para delegar (e auditar)

Preencher formulários é digital e procedimental; campos e regras tornam erros detectáveis.

ID CBO 251605:I:1

Tabular dados 88
Por que dá para delegar (e auditar)

Tabulação segue procedimentos explícitos em planilhas ou sistemas; erros são revisáveis.

ID CBO 251605:C:13

Compilar dados 81
Por que dá para delegar (e auditar)

Compilação agrega registros digitais com regras; inconsistências aparecem em checagens.

ID CBO 251605:C:12

Organizar dados coletados 81
Por que dá para delegar (e auditar)

Organizar dados coletados é digital e procedimental; erros de arranjo costumam ser detectáveis.

ID CBO 251605:C:11

Controlar dados estatísticos 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Controlar dados estatísticos é digital e revisável; inconsistências aparecem em conferências.

ID CBO 251605:I:7

Controlar fluxo de documentos 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Controlar fluxo de documentos é rastreio e protocolo com regras de tramitação revisáveis.

ID CBO 251605:I:4

Fazer estatísticas 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Fazer estatísticas usa dados e fórmulas; erros de cálculo se auditam e corrigem.

ID CBO 251605:I:8

Realizar pesquisas bibliográficas e documentais 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Pesquisa bibliográfica e documental é textual/digital; seleção de fontes pede juízo moderado.

ID CBO 251605:C:7

Cadastrar usuários, entidades e recursos 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Cadastrar usuários e recursos em sistemas segue campos e validações; inconsistências se corrigem.

ID CBO 251605:I:3

Divulgar o evento 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Divulgar evento usa canais e peças digitais; erros de comunicação se corrigem com republicação.

ID CBO 251605:F:3

Estabelecer cronograma 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Cronograma é artefato digital de prazos; desvios se detectam e reprogramam com relativa facilidade.

ID CBO 251605:B:10

Preparar anais para publicação 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Preparar anais é compilação editorial digital com normas de formatação e revisão.

ID CBO 251605:F:9

Publicar os resultados do evento 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Publicar resultados do evento é produção textual/digital com revisão editorial possível.

ID CBO 251605:F:4

Avaliar custos 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Avaliar custos é numérico e digital; critérios contábeis existem com exceções de alocação.

ID CBO 251605:E:3

Controlar custos 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Controlar custos é planilha ou sistema com limites; desvios se monitoram periodicamente.

ID CBO 251605:I:6

Preparar material técnico 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material técnico de evento é conteúdo documental revisável antes da distribuição.

ID CBO 251605:F:5

Produzir material educativo 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material educativo é produto textual/digital; erros se corrigem em revisão antes do uso.

ID CBO 251605:A:18

Registrar atendimentos 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Registro de atendimentos em sistema é digital; qualidade narrativa e sigilo pedem atenção.

ID CBO 251605:D:1

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (48)

Levantar número de usuários 56
Por que entra em iatização

Levantar número de usuários é métrica com fontes e regras; inconsistências se auditam.

ID CBO 251605:C:9

Preparar programação 52
Por que entra em iatização

Preparar programação gera grade organizável; ajustes de horário e conteúdo são viáveis.

ID CBO 251605:F:2

Programar atividades 52
Por que entra em iatização

Programar atividades usa calendário e rotinas; ajustes são comuns e relativamente baratos.

ID CBO 251605:B:9

Analisar dados 50
Por que entra em iatização

Análise de dados é digital, mas padrões sociais exigem interpretação e hipóteses não mecânicas.

ID CBO 251605:C:18

Elaborar instrumentos técnicos 50
Por que entra em iatização

Instrumentos técnicos são artefatos documentais; o desenho exige juízo profissional revisável.

ID CBO 251605:A:15

Formular instrumental (Formulários, questionários, etc) 50
Por que entra em iatização

Formulários e questionários são artefatos digitais; validade e usabilidade pedem juízo técnico.

ID CBO 251605:D:9

Pesquisar organizações e instituições públicas e privadas 47
Por que entra em iatização

Mapear organizações usa cadastros e contatos; checagem corrige dados desatualizados.

ID CBO 251605:C:6

Elaborar relatórios técnicos 44
Por que entra em iatização

Relatório técnico é documento digital; há estrutura, mas o conteúdo analítico exige juízo.

ID CBO 251605:D:4

Analisar demanda e coberturas 43
Por que entra em iatização

Análise de demanda e cobertura usa dados e indicadores; leitura territorial exige juízo.

ID CBO 251605:B:16

Criar critérios e indicadores para avaliação 43
Por que entra em iatização

Criar critérios e indicadores é construção documental; a escolha de métricas sociais envolve juízo.

ID CBO 251605:E:6

Aplicar instrumentos de avaliação 42
Por que entra em iatização

Aplicar instrumentos de avaliação segue roteiro, com adaptação ao respondente e ao contexto.

ID CBO 251605:E:7

Escalar pessoal 42
Por que entra em iatização

Escalar pessoal segue regras de cobertura e plantão; conflitos pontuais de agenda são resolvíveis.

ID CBO 251605:H:5

Identificar recursos financeiros disponíveis 42
Por que entra em iatização

Recursos financeiros disponíveis são dados documentais; elegibilidade e saldos pedem checagem.

ID CBO 251605:G:2

Orientar sobre rotinas da instituição 38
Por que entra em iatização

Rotinas institucionais são padronizadas e corrigíveis; a orientação costuma ser mista.

ID CBO 251605:A:4

Providenciar documentação oficial 38
Por que entra em iatização

Documentação oficial mistura sistemas e trâmites físicos; pendências se rastreiam no fluxo.

ID CBO 251605:I:2

Analisar as técnicas utilizadas 38
Por que entra em iatização

Analisar técnicas é avaliação metodológica documental e reflexiva sobre a prática profissional.

ID CBO 251605:E:2

Avaliar cumprimento dos objetivos de programas, projetos, serviços e planos propostos 38
Por que entra em iatização

Cumprimento de objetivos confronta plano e evidências; a leitura dos desvios pede interpretação.

ID CBO 251605:E:8

Avaliar resultados de programas, projetos, serviços e planos 38
Por que entra em iatização

Avaliar resultados combina métricas e juízo sobre o impacto social efetivamente alcançado.

ID CBO 251605:E:4

Definir metodologia 38
Por que entra em iatização

Metodologia é texto técnico com padrões da área; adequação ao contexto pede julgamento.

ID CBO 251605:B:5

Definir objetivos e metas 38
Por que entra em iatização

Objetivos e metas são documentos digitais; escolha de indicadores e ambiciosidade é contextual.

ID CBO 251605:B:4

Definir resultados e aquisições desejadas na política 38
Por que entra em iatização

Resultados desejados da política são formulados em documentos, com alta ambiguidade valorativa.

ID CBO 251605:B:19

Estabelecer critérios de atendimento 38
Por que entra em iatização

Critérios de atendimento viram normas escritas; o desenho equilibra regra e equidade caso a caso.

ID CBO 251605:B:8

Formular propostas 38
Por que entra em iatização

Propostas são documentos argumentativos; conteúdo depende de prioridade política e evidências.

ID CBO 251605:B:6

Formular rotinas e procedimentos profissionais 38
Por que entra em iatização

Rotinas e procedimentos viram normas escritas; equilibram padronização e discricionariedade ética.

ID CBO 251605:D:6

Avaliar satisfação dos usuários 38
Por que entra em iatização

Satisfação de usuários usa escalas e escuta; reclamações sensíveis pedem mediação cuidadosa.

ID CBO 251605:E:9

Difundir resultados da pesquisa 38
Por que entra em iatização

Difundir resultados é conteúdo digital ou apresentação; escolha de público e mensagem pede mediação.

ID CBO 251605:C:14

Identificar recursos sociais disponíveis 38
Por que entra em iatização

Identificar recursos sociais cruza cadastros e conhecimento da rede local disponível.

ID CBO 251605:G:1

Monitorar as ações em desenvolvimento 38
Por que entra em iatização

Monitorar ações usa indicadores e registros; alertas guiam, mas a leitura de contexto permanece.

ID CBO 251605:E:10

Pesquisar a satisfação do usuário 38
Por que entra em iatização

Pesquisa de satisfação usa instrumentos; desenho e interpretação do contexto ainda importam.

ID CBO 251605:C:16

Definir recursos materiais 34
Por que entra em iatização

Lista de materiais é semi-padronizada; erros de dimensionamento aparecem na operação.

ID CBO 251605:B:12

Acompanhar a execução de programas, projetos, serviços e planos 33
Por que entra em iatização

Acompanhar execução cruza indicadores e reuniões; desvios pedem interpretação situacional.

ID CBO 251605:E:1

Mapear o perfil social do usuário 33
Por que entra em iatização

Mapear perfil social usa dados e categorias; encaixe biográfico e ético pede interpretação.

ID CBO 251605:C:3

Orientar sobre conteúdo de processo e procedimentos 33
Por que entra em iatização

Procedimentos têm roteiro, mas o usuário vulnerável espera explicação humana contextual.

ID CBO 251605:A:11

Orientar sobre serviços e recursos sociais 33
Por que entra em iatização

Catálogo de serviços tem estrutura, mas combinar recurso e perfil do usuário pede mediação.

ID CBO 251605:A:6

Administrar recursos financeiros 32
Por que entra em iatização

Administrar recursos financeiros usa registros e normas; erros de gestão têm custo elevado.

ID CBO 251605:I:5

Definir público beneficiário 32
Por que entra em iatização

Público beneficiário usa dados e normas, mas inclusão/exclusão exige juízo ético e técnico.

ID CBO 251605:B:3

Definir recursos financeiros 32
Por que entra em iatização

Orçamento é digital e parametrizado; trade-offs de alocação pedem juízo e revisão gerencial.

ID CBO 251605:B:13

Estudar viabilidade de projetos propostos 32
Por que entra em iatização

Viabilidade de projetos cruza custos, público e contexto; conclusão errada tem custo institucional.

ID CBO 251605:C:8

Propor verbas orçamentárias 32
Por que entra em iatização

Propor verbas orçamentárias é documento numérico-argumentativo com trade-offs políticos.

ID CBO 251605:G:11

Elaborar pareceres técnicos 31
Por que entra em iatização

Parecer técnico emite juízo fundamentado; erro de conclusão pode ser custoso e tardio.

ID CBO 251605:D:5

Orientar sobre normas, códigos e legislação 28
Por que entra em iatização

Orientação sobre normas mistura texto legal e diálogo caso a caso; erro de direito impacta o usuário.

ID CBO 251605:A:10

Elaborar planos, programas projetos e serviços 27
Por que entra em iatização

Planos e projetos são documentos digitais; o desenho de política social exige prioridades e juízo.

ID CBO 251605:B:1

Definir recursos humanos 27
Por que entra em iatização

Dimensionar RH usa critérios e orçamento, mas o encaixe de perfis e carga é contextual.

ID CBO 251605:B:11

Determinar natureza e objetivos do evento 27
Por que entra em iatização

Definir natureza e objetivos de evento é planejamento conceitual com escolhas de público.

ID CBO 251605:F:1

Identificar demandas 27
Por que entra em iatização

Identificar demandas combina escuta, dados e território; não há roteiro único por caso.

ID CBO 251605:B:17

Coletar dados 25
Por que entra em iatização

Coleta modal mistura formulários e campo; qualidade depende de protocolo e acesso ao respondente.

ID CBO 251605:C:10

Convidar participantes 25
Por que entra em iatização

Convidar participantes usa listas e contatos; recusas e encaixes sociais pedem mediação humana.

ID CBO 251605:F:8

Pesquisar características da área de atuação 25
Por que entra em iatização

Características da área de atuação misturam dados secundários e observação local.

ID CBO 251605:C:4

Predominantemente humana o que continua só seu (55)

Orientar sobre direitos sociais 23
Por que permanece humana

Direitos sociais têm base normativa, mas a orientação é situacional e depende do vínculo.

ID CBO 251605:A:16

Atribuir tarefas à equipe 23
Por que permanece humana

Atribuir tarefas considera competências e carga; desajuste se corrige com reorganização.

ID CBO 251605:H:6

Realocar recursos disponíveis 23
Por que permanece humana

Realocar recursos equilibra escassez e prioridades; a decisão tem impacto e exige juízo.

ID CBO 251605:G:10

Estabelecer prioridades 22
Por que permanece humana

Priorização social enfrenta trade-offs de recursos e direitos; ambiguidade política é central.

ID CBO 251605:B:7

Identificar possibilidades de geração de renda 22
Por que permanece humana

Geração de renda depende de território, habilidades e mercado local; juízo contextual alto.

ID CBO 251605:G:8

Monitorar atendimento dos compromissos acordados com o usuário 22
Por que permanece humana

Monitorar compromissos com o usuário exige registro e acompanhamento próximo da rede.

ID CBO 251605:E:5

Participar de grupos de estudo 22
Por que permanece humana

Grupo de estudo é troca coletiva de saberes; a dinâmica depende da interação entre pares.

ID CBO 251605:D:19

Solicitar vagas em serviços e equipamentos sociais 22
Por que permanece humana

Solicitar vagas segue critérios e filas; prioridade e encaixe pedem mediação com a rede.

ID CBO 251605:D:3

Articular recursos para a inserção no mercado de trabalho 19
Por que permanece humana

Inserção no mercado de trabalho articula usuário, vagas e parceiros; cada trajeto é singular.

ID CBO 251605:G:7

Capacitar pessoal 19
Por que permanece humana

Capacitar equipe é pedagógico e interativo; adaptação ao nível do grupo é constante.

ID CBO 251605:H:7

Definir parceiros 19
Por que permanece humana

Definir parceiros mistura critérios técnicos e confiança relacional entre organizações.

ID CBO 251605:B:15

Emitir laudo e parecer social 19
Por que permanece humana

Laudo e parecer social são textos formais; conclusão incorreta tem custo alto e difícil reversão.

ID CBO 251605:D:14

Encaminhar para acesso a direitos instituidos 19
Por que permanece humana

Encaminhamento segue fluxos e critérios institucionais, com checagem e mediação humana.

ID CBO 251605:A:20

Identificar redes de apoio sociofamiliar e comunitário 19
Por que permanece humana

Redes de apoio se revelam em escuta e território; o mapeamento é relacional e situacional.

ID CBO 251605:G:14

Pesquisar interesses e necessidades da população 19
Por que permanece humana

Interesses e necessidades da população exigem escuta e território; métodos e juízo variam.

ID CBO 251605:C:2

Realizar cursos, palestras, reuniões e capacitações 19
Por que permanece humana

Modal: capacitação presencial com roteiro flexível; palestras e reuniões variam na interação.

ID CBO 251605:A:17

Recrutar pessoal 19
Por que permanece humana

Recrutar pessoal usa editais e canais; triagem inicial é procedimental com filtros humanos.

ID CBO 251605:H:3

Participar de simpósios,congressos e eventos técnico-científicos 18
Por que permanece humana

Participar de eventos técnico-científicos é presença e rede profissional, com interação entre pares.

ID CBO 251605:D:18

Providenciar material operacional 17
Por que permanece humana

Material operacional exige logística física e compras; falhas se detectam na montagem do evento.

ID CBO 251605:F:7

Articular uma rede de atendimento 16
Por que permanece humana

Rede de atendimento se constrói por acordos e fluxos entre serviços; é tarefa relacional.

ID CBO 251605:G:6

Buscar parceiros 16
Por que permanece humana

Buscar parceiros é articulação relacional e institucional, não apenas pesquisa em bases.

ID CBO 251605:C:15

Captar recursos financeiros, materiais e humanos 16
Por que permanece humana

Captação mistura projetos, networking e persuasão; modalidades financeira, material e humana diferem.

ID CBO 251605:G:5

Consultar organizações e especialistas 16
Por que permanece humana

Consultar organizações e especialistas depende de diálogo institucional e credibilidade mútua.

ID CBO 251605:B:14

Contratar pessoal e serviços 16
Por que permanece humana

Contratar pessoal e serviços envolve negociação e obrigações; erro contratual é caro de reverter.

ID CBO 251605:F:6

Coordenar grupos de trabalho 16
Por que permanece humana

Coordenar grupos de trabalho exige mediação de agendas e conflitos; é liderança coletiva.

ID CBO 251605:H:2

Coordenar programas, projetos, serviços, benefícios e equipamentos 16
Por que permanece humana

Coordenar programas e equipamentos combina gestão documental e liderança de pessoas no dia a dia.

ID CBO 251605:H:1

Selecionar pessoal 16
Por que permanece humana

Selecionar pessoal envolve entrevistas e juízo de adequação; erro de contratação é caro.

ID CBO 251605:H:4

Realizar estudo socio-territorial 15
Por que permanece humana

Estudo socio-territorial combina campo, dados e leitura contextual do território.

ID CBO 251605:C:17

Elaborar estudo e perícia social 14
Por que permanece humana

Estudo e perícia social produzem documento técnico com alto juízo e consequências severas.

ID CBO 251605:D:13

Participar de equipes multiprofissionais e intersetoriais 13
Por que permanece humana

Equipe multiprofissional e intersetorial exige coordenação humana e negociação de enfoques.

ID CBO 251605:D:16

Realizar avaliação social 13
Por que permanece humana

Avaliação social integra escuta, contexto e critérios; equívoco afeta acesso a direitos.

ID CBO 251605:D:15

Realizar coordenação técnica do serviço social 13
Por que permanece humana

Coordenação técnica define diretriz profissional; erros de orientação afetam equipe e usuários.

ID CBO 251605:H:10

Supervisionar trabalho dos técnicos da área 13
Por que permanece humana

Supervisionar técnicos revisa casos e ética; é relação de autoridade e formação profissional.

ID CBO 251605:H:8

Assessorar orgãos públicos,empresas e organizações civis 9
Por que permanece humana

Assessoria a órgãos e organizações é consultiva e situacional; erro tem impacto institucional.

ID CBO 251605:B:20

Avaliar capacidades,possibilidades e limitações 9
Por que permanece humana

Avaliar capacidades é altamente contextual e relacional; equívoco pode ser grave e tardio.

ID CBO 251605:A:21

Denunciar situações de violência e violação de direitos 9
Por que permanece humana

Denúncia de violência tem fluxo formal, mas tipificação e timing exigem juízo; falha é crítica.

ID CBO 251605:D:2

Formar parcerias 9
Por que permanece humana

Formar parcerias exige construção de confiança e alinhamento de objetivos entre atores.

ID CBO 251605:G:4

Notificar suspeitas e situações confirmadas de maus tratos 9
Por que permanece humana

Notificar maus-tratos tem rito legal, mas a suspeita é ambígua e o erro é grave e tardio.

ID CBO 251605:D:12

Realizar entrevistas sociais 9
Por que permanece humana

Entrevista social é vínculo e escuta; o conteúdo e o tom definem a qualidade da avaliação.

ID CBO 251605:D:10

Participar de comissões técnicas 9
Por que permanece humana

Comissão técnica é deliberação coletiva; negocia posições com presença e argumentação.

ID CBO 251605:G:12

Supervisionar estágios curriculares 9
Por que permanece humana

Supervisionar estágios acompanha aprendizagem em campo; feedback é relacional e formativo.

ID CBO 251605:H:9

Desenvolver grupos e atividades socioeducativas 8
Por que permanece humana

Desenvolver atividades socioeducativas combina planejamento e interação presencial com grupos.

ID CBO 251605:A:19

Organizar grupos sócio-educativos 8
Por que permanece humana

Organizar grupos exige logística local, convites e encaixe social; pouco é puramente digital.

ID CBO 251605:A:13

Integrar grupos de estudo de casos 6
Por que permanece humana

Estudo de caso multiprofissional discute situações únicas; a deliberação é relacional.

ID CBO 251605:D:8

Negociar com organizações e instituições públicas e privadas 6
Por que permanece humana

Negociar com organizações é diálogo de interesses; resultado depende de confiança e presença.

ID CBO 251605:G:3

Realizar atendimentos sociais 6
Por que permanece humana

Atendimento social é a relação de ajuda em si; cada caso é ambíguo e sensível a erros.

ID CBO 251605:D:11

Requisitar reforço policial 5
Por que permanece humana

Requisitar reforço policial em risco é decisão crítica e situacional; erro de juízo é grave.

ID CBO 251605:I:9

Articular com poder executivo judiciário nas três esferas de poder 4
Por que permanece humana

Articular com executivo e judiciário é política institucional; timing e legitimidade são decisivos.

ID CBO 251605:G:15

Participar de conselhos de direitos e políticas públicas 4
Por que permanece humana

Conselho de direitos é deliberação político-institucional; presença e mandato são humanos.

ID CBO 251605:G:13

Realizar preceptoria profissional 4
Por que permanece humana

Preceptoria forma profissional em prática supervisionada; o vínculo pedagógico é central.

ID CBO 251605:H:11

Articular com movimentos sociais 3
Por que permanece humana

Articular com movimentos sociais é política e relacional; legitimidade se constrói na interação.

ID CBO 251605:G:9

Facilitar grupos sócio-educativos 3
Por que permanece humana

Facilitação depende da dinâmica grupal e presença relacional; cada sessão é ambígua e sensível.

ID CBO 251605:A:14

Organizar o processo participativo na política 3
Por que permanece humana

Processo participativo é relacional e político; falhas de inclusão têm custo alto e tardio.

ID CBO 251605:B:18

Pesquisar informações ´in loco´ 0
Por que permanece humana

Pesquisa in loco exige presença no território e observação situacional no campo.

ID CBO 251605:C:5

Realizar visitas domiciliares e institucionais 0
Por que permanece humana

Visita domiciliar ou institucional exige presença local, observação ambiental e interação sensível.

ID CBO 251605:D:17

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 48 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 18 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Assistente social). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Se você tem vocação para ajudar pessoas e lutar por justiça social, a assistência social é sua área. Você trabalhará para garantir direitos, combater desigualdades e promover a cidadania, atuando diretamente com comunidades e famílias em vulnerabilidade.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como assistente social?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Assistente social?

Assistente social é a ocupação CBO 251605. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Orientar sobre rotinas da instituição. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Assistente social?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Assistente social é R$ 4.319 (agregado de 97.886 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Assistente social?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Assistente social. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Assistente social?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

Continue explorando

Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
251605
Família ocupacional
Assistentes sociais e economistas domésticos
Setor
Público e Jurídico
Mediana RAIS
R$ 4.319/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Como as pessoas chamam

serviço social · trabalhador social