Assistente social
Profissional que atua na formulação e execução de políticas sociais, promovendo o acesso a direitos e a inclusão social de indivíduos e comunidades.
O Índice de IAtização de assistente social é 55 em 100: 66 de 121 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 121 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (18)
Preencher formulários de 100
é digital e procedimental; campos e regras tornam erros detectáveis.
Tabular dados de 100
Tabulação segue procedimentos explícitos em planilhas ou sistemas; erros são revisáveis.
Compilar dados de 100
Compilação agrega registros digitais com regras; inconsistências aparecem em checagens.
Organizar dados coletados de 100
é digital e procedimental; erros de arranjo costumam ser detectáveis.
Controlar dados estatísticos de 100
é digital e revisável; inconsistências aparecem em conferências.
Controlar fluxo de documentos de 100
é rastreio e protocolo com regras de tramitação revisáveis.
Fazer estatísticas de 100
usa dados e fórmulas; erros de cálculo se auditam e corrigem.
Realizar pesquisas bibliográficas e documentais de 100
Pesquisa bibliográfica e documental é textual/digital; seleção de fontes pede juízo moderado.
Cadastrar usuários, entidades e recursos de 100
Cadastrar usuários e recursos em sistemas segue campos e validações; inconsistências se corrigem.
Divulgar o evento de 100
Divulgar evento usa canais e peças digitais; erros de comunicação se corrigem com republicação.
Estabelecer cronograma de 100
Cronograma é artefato digital de prazos; desvios se detectam e reprogramam com relativa facilidade.
Preparar anais para publicação de 100
Preparar anais é compilação editorial digital com normas de formatação e revisão.
Publicar os resultados do evento de 100
Publicar resultados do evento é produção textual/digital com revisão editorial possível.
Avaliar custos de 100
é numérico e digital; critérios contábeis existem com exceções de alocação.
Controlar custos de 100
é planilha ou sistema com limites; desvios se monitoram periodicamente.
Preparar material técnico de 100
Material técnico de evento é conteúdo documental revisável antes da distribuição.
Produzir material educativo de 100
Material educativo é produto textual/digital; erros se corrigem em revisão antes do uso.
Registrar atendimentos de 100
Registro de atendimentos em sistema é digital; qualidade narrativa e sigilo pedem atenção.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (48)
Levantar número de usuários de 100
é métrica com fontes e regras; inconsistências se auditam.
Preparar programação de 100
gera grade organizável; ajustes de horário e conteúdo são viáveis.
Programar atividades de 100
usa calendário e rotinas; ajustes são comuns e relativamente baratos.
Analisar dados de 100
Análise de dados é digital, mas padrões sociais exigem interpretação e hipóteses não mecânicas.
Elaborar instrumentos técnicos de 100
Instrumentos técnicos são artefatos documentais; o desenho exige juízo profissional revisável.
Formular instrumental (Formulários, questionários, etc) de 100
Formulários e questionários são artefatos digitais; validade e usabilidade pedem juízo técnico.
Pesquisar organizações e instituições públicas e privadas de 100
Mapear organizações usa cadastros e contatos; checagem corrige dados desatualizados.
Elaborar relatórios técnicos de 100
Relatório técnico é documento digital; há estrutura, mas o conteúdo analítico exige juízo.
Analisar demanda e coberturas de 100
Análise de demanda e cobertura usa dados e indicadores; leitura territorial exige juízo.
Criar critérios e indicadores para avaliação de 100
Criar critérios e indicadores é construção documental; a escolha de métricas sociais envolve juízo.
Aplicar instrumentos de avaliação de 100
segue roteiro, com adaptação ao respondente e ao contexto.
Escalar pessoal de 100
segue regras de cobertura e plantão; conflitos pontuais de agenda são resolvíveis.
Identificar recursos financeiros disponíveis de 100
Recursos financeiros disponíveis são dados documentais; elegibilidade e saldos pedem checagem.
Orientar sobre rotinas da instituição de 100
Rotinas institucionais são padronizadas e corrigíveis; a orientação costuma ser mista.
Providenciar documentação oficial de 100
Documentação oficial mistura sistemas e trâmites físicos; pendências se rastreiam no fluxo.
Analisar as técnicas utilizadas de 100
Analisar técnicas é avaliação metodológica documental e reflexiva sobre a prática profissional.
Avaliar cumprimento dos objetivos de programas, projetos, serviços e planos propostos de 100
Cumprimento de objetivos confronta plano e evidências; a leitura dos desvios pede interpretação.
Avaliar resultados de programas, projetos, serviços e planos de 100
Avaliar resultados combina métricas e juízo sobre o impacto social efetivamente alcançado.
Definir metodologia de 100
Metodologia é texto técnico com padrões da área; adequação ao contexto pede julgamento.
Definir objetivos e metas de 100
Objetivos e metas são documentos digitais; escolha de indicadores e ambiciosidade é contextual.
Definir resultados e aquisições desejadas na política de 100
Resultados desejados da política são formulados em documentos, com alta ambiguidade valorativa.
Estabelecer critérios de atendimento de 100
Critérios de atendimento viram normas escritas; o desenho equilibra regra e equidade caso a caso.
Formular propostas de 100
Propostas são documentos argumentativos; conteúdo depende de prioridade política e evidências.
Formular rotinas e procedimentos profissionais de 100
Rotinas e procedimentos viram normas escritas; equilibram padronização e discricionariedade ética.
Avaliar satisfação dos usuários de 100
Satisfação de usuários usa escalas e escuta; reclamações sensíveis pedem mediação cuidadosa.
Difundir resultados da pesquisa de 100
Difundir resultados é conteúdo digital ou apresentação; escolha de público e mensagem pede mediação.
Identificar recursos sociais disponíveis de 100
Identificar recursos sociais cruza cadastros e conhecimento da rede local disponível.
Monitorar as ações em desenvolvimento de 100
Monitorar ações usa indicadores e registros; alertas guiam, mas a leitura de contexto permanece.
Pesquisar a satisfação do usuário de 100
Pesquisa de satisfação usa instrumentos; desenho e interpretação do contexto ainda importam.
Definir recursos materiais de 100
Lista de materiais é semi-padronizada; erros de dimensionamento aparecem na operação.
Acompanhar a execução de programas, projetos, serviços e planos de 100
Acompanhar execução cruza indicadores e reuniões; desvios pedem interpretação situacional.
Mapear o perfil social do usuário de 100
Mapear perfil social usa dados e categorias; encaixe biográfico e ético pede interpretação.
Orientar sobre conteúdo de processo e procedimentos de 100
Procedimentos têm roteiro, mas o usuário vulnerável espera explicação humana contextual.
Orientar sobre serviços e recursos sociais de 100
Catálogo de serviços tem estrutura, mas combinar recurso e perfil do usuário pede mediação.
Administrar recursos financeiros de 100
usa registros e normas; erros de gestão têm custo elevado.
Definir público beneficiário de 100
Público beneficiário usa dados e normas, mas inclusão/exclusão exige juízo ético e técnico.
Definir recursos financeiros de 100
Orçamento é digital e parametrizado; trade-offs de alocação pedem juízo e revisão gerencial.
Estudar viabilidade de projetos propostos de 100
Viabilidade de projetos cruza custos, público e contexto; conclusão errada tem custo institucional.
Propor verbas orçamentárias de 100
é documento numérico-argumentativo com trade-offs políticos.
Elaborar pareceres técnicos de 100
Parecer técnico emite juízo fundamentado; erro de conclusão pode ser custoso e tardio.
Orientar sobre normas, códigos e legislação de 100
Orientação sobre normas mistura texto legal e diálogo caso a caso; erro de direito impacta o usuário.
Elaborar planos, programas projetos e serviços de 100
Planos e projetos são documentos digitais; o desenho de política social exige prioridades e juízo.
Definir recursos humanos de 100
Dimensionar RH usa critérios e orçamento, mas o encaixe de perfis e carga é contextual.
Determinar natureza e objetivos do evento de 100
Definir natureza e objetivos de evento é planejamento conceitual com escolhas de público.
Identificar demandas de 100
combina escuta, dados e território; não há roteiro único por caso.
Coletar dados de 100
Coleta modal mistura formulários e campo; qualidade depende de protocolo e acesso ao respondente.
Convidar participantes de 100
usa listas e contatos; recusas e encaixes sociais pedem mediação humana.
Pesquisar características da área de atuação de 100
Características da área de atuação misturam dados secundários e observação local.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (55)
Orientar sobre direitos sociais de 100
Direitos sociais têm base normativa, mas a orientação é situacional e depende do vínculo.
Atribuir tarefas à equipe de 100
Atribuir tarefas considera competências e carga; desajuste se corrige com reorganização.
Realocar recursos disponíveis de 100
Realocar recursos equilibra escassez e prioridades; a decisão tem impacto e exige juízo.
Estabelecer prioridades de 100
Priorização social enfrenta trade-offs de recursos e direitos; ambiguidade política é central.
Identificar possibilidades de geração de renda de 100
Geração de renda depende de território, habilidades e mercado local; juízo contextual alto.
Monitorar atendimento dos compromissos acordados com o usuário de 100
Monitorar compromissos com o usuário exige registro e acompanhamento próximo da rede.
Participar de grupos de estudo de 100
Grupo de estudo é troca coletiva de saberes; a dinâmica depende da interação entre pares.
Solicitar vagas em serviços e equipamentos sociais de 100
Solicitar vagas segue critérios e filas; prioridade e encaixe pedem mediação com a rede.
Articular recursos para a inserção no mercado de trabalho de 100
Inserção no mercado de trabalho articula usuário, vagas e parceiros; cada trajeto é singular.
Capacitar pessoal de 100
Capacitar equipe é pedagógico e interativo; adaptação ao nível do grupo é constante.
Definir parceiros de 100
mistura critérios técnicos e confiança relacional entre organizações.
Emitir laudo e parecer social de 100
Laudo e parecer social são textos formais; conclusão incorreta tem custo alto e difícil reversão.
Encaminhar para acesso a direitos instituidos de 100
Encaminhamento segue fluxos e critérios institucionais, com checagem e mediação humana.
Identificar redes de apoio sociofamiliar e comunitário de 100
Redes de apoio se revelam em escuta e território; o mapeamento é relacional e situacional.
Pesquisar interesses e necessidades da população de 100
Interesses e necessidades da população exigem escuta e território; métodos e juízo variam.
Realizar cursos, palestras, reuniões e capacitações de 100
Modal: capacitação presencial com roteiro flexível; palestras e reuniões variam na interação.
Recrutar pessoal de 100
usa editais e canais; triagem inicial é procedimental com filtros humanos.
Participar de simpósios,congressos e eventos técnico-científicos de 100
Participar de eventos técnico-científicos é presença e rede profissional, com interação entre pares.
Providenciar material operacional de 100
Material operacional exige logística física e compras; falhas se detectam na montagem do evento.
Articular uma rede de atendimento de 100
Rede de atendimento se constrói por acordos e fluxos entre serviços; é tarefa relacional.
Buscar parceiros de 100
é articulação relacional e institucional, não apenas pesquisa em bases.
Captar recursos financeiros, materiais e humanos de 100
Captação mistura projetos, networking e persuasão; modalidades financeira, material e humana diferem.
Consultar organizações e especialistas de 100
depende de diálogo institucional e credibilidade mútua.
Contratar pessoal e serviços de 100
envolve negociação e obrigações; erro contratual é caro de reverter.
Coordenar grupos de trabalho de 100
exige mediação de agendas e conflitos; é liderança coletiva.
Coordenar programas, projetos, serviços, benefícios e equipamentos de 100
Coordenar programas e equipamentos combina gestão documental e liderança de pessoas no dia a dia.
Selecionar pessoal de 100
envolve entrevistas e juízo de adequação; erro de contratação é caro.
Realizar estudo socio-territorial de 100
Estudo socio-territorial combina campo, dados e leitura contextual do território.
Elaborar estudo e perícia social de 100
Estudo e perícia social produzem documento técnico com alto juízo e consequências severas.
Participar de equipes multiprofissionais e intersetoriais de 100
Equipe multiprofissional e intersetorial exige coordenação humana e negociação de enfoques.
Realizar avaliação social de 100
Avaliação social integra escuta, contexto e critérios; equívoco afeta acesso a direitos.
Realizar coordenação técnica do serviço social de 100
Coordenação técnica define diretriz profissional; erros de orientação afetam equipe e usuários.
Supervisionar trabalho dos técnicos da área de 100
Supervisionar técnicos revisa casos e ética; é relação de autoridade e formação profissional.
Assessorar orgãos públicos,empresas e organizações civis de 100
Assessoria a órgãos e organizações é consultiva e situacional; erro tem impacto institucional.
Avaliar capacidades,possibilidades e limitações de 100
Avaliar capacidades é altamente contextual e relacional; equívoco pode ser grave e tardio.
Denunciar situações de violência e violação de direitos de 100
Denúncia de violência tem fluxo formal, mas tipificação e timing exigem juízo; falha é crítica.
Formar parcerias de 100
exige construção de confiança e alinhamento de objetivos entre atores.
Notificar suspeitas e situações confirmadas de maus tratos de 100
Notificar maus-tratos tem rito legal, mas a suspeita é ambígua e o erro é grave e tardio.
Realizar entrevistas sociais de 100
Entrevista social é vínculo e escuta; o conteúdo e o tom definem a qualidade da avaliação.
Participar de comissões técnicas de 100
Comissão técnica é deliberação coletiva; negocia posições com presença e argumentação.
Supervisionar estágios curriculares de 100
Supervisionar estágios acompanha aprendizagem em campo; feedback é relacional e formativo.
Desenvolver grupos e atividades socioeducativas de 100
Desenvolver atividades socioeducativas combina planejamento e interação presencial com grupos.
Organizar grupos sócio-educativos de 100
Organizar grupos exige logística local, convites e encaixe social; pouco é puramente digital.
Integrar grupos de estudo de casos de 100
Estudo de caso multiprofissional discute situações únicas; a deliberação é relacional.
Negociar com organizações e instituições públicas e privadas de 100
Negociar com organizações é diálogo de interesses; resultado depende de confiança e presença.
Realizar atendimentos sociais de 100
Atendimento social é a relação de ajuda em si; cada caso é ambíguo e sensível a erros.
Requisitar reforço policial de 100
em risco é decisão crítica e situacional; erro de juízo é grave.
Articular com poder executivo judiciário nas três esferas de poder de 100
Articular com executivo e judiciário é política institucional; timing e legitimidade são decisivos.
Participar de conselhos de direitos e políticas públicas de 100
Conselho de direitos é deliberação político-institucional; presença e mandato são humanos.
Realizar preceptoria profissional de 100
Preceptoria forma profissional em prática supervisionada; o vínculo pedagógico é central.
Articular com movimentos sociais de 100
é política e relacional; legitimidade se constrói na interação.
Facilitar grupos sócio-educativos de 100
Facilitação depende da dinâmica grupal e presença relacional; cada sessão é ambígua e sensível.
Organizar o processo participativo na política de 100
Processo participativo é relacional e político; falhas de inclusão têm custo alto e tardio.
Pesquisar informações ´in loco´ de 100
Pesquisa in loco exige presença no território e observação situacional no campo.
Realizar visitas domiciliares e institucionais de 100
Visita domiciliar ou institucional exige presença local, observação ambiental e interação sensível.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Estabilidade na demanda via SUS, SUAS, justiça e previdência. Concursos retomam ciclicamente. Profissionais ampliam atuação para empresas (responsabilidade social, ESG) e ONGs estruturadas.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 4.319, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 55.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Diagnóstico social e elaboração de pareceres
- 02Conhecimento das políticas públicas (PNAS, ECA, Estatuto do Idoso)
- 03Acompanhamento de famílias em situação de vulnerabilidade
- 04Articulação com a rede socioassistencial
- 05Elaboração de projetos sociais e captação de recursos
- 01Escuta qualificada
- 02Empatia profissional
- 03Equilíbrio emocional
- 04Mediação de conflitos
- 05Postura ética em contextos sensíveis
- 01Sistemas do SUAS (CADúnico, SISC, RMA)
- 02Microsoft Office
- 03Plataformas de pesquisa social e indicadores (IBGE, IPEA, DATASUS)
- 04Ferramentas de gestão de projetos do terceiro setor
- 05Sistemas de prontuário social
Atuação em CRAS, CREAS, hospitais públicos, secretarias municipais e estaduais, varas de família, INSS, ONGs e empresas com responsabilidade social. Exposição direta a contextos de violência, pobreza e sofrimento. Visitas domiciliares e abordagens de rua fazem parte da rotina em CREAS. Vestuário discreto e prático, jornada de 30 horas semanais conforme Lei 12.317/2010.
CORRESPONDÊNCIAS DERIVADAS
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Compare o escopo desta ocupação brasileira com referências de trabalho dos Estados Unidos.
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serviço social · trabalhador social
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
3 derivadas
- ISCO-08Correspondência derivada
Correspondência derivada via cbo94 muendler ilo isco08 chain, 1 salto (isco-08). Não é equivalência oficial CBO↔ISCO-08.
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 251605 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- ISCO-08
2635- O*NET-SOC
21-1093.00- SOC/BLS
21-1093.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →