Publicitário
Cria e executa campanhas publicitárias para promover produtos, serviços ou marcas.
O Índice de IAtização de publicitário é 67 em 100: 50 de 75 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 75 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (14)
Apresentar tabelas de preços de 100
Tabela de preços é dado estruturado; divergência numérica é óbvia na conferência.
Explicar formas de pagamento de 100
Condições de pagamento seguem política comercial fixa; erro detectável no contrato.
Mapear dados secundários de 100
Inventário de fontes digitais (IBOPE, rate cards, bases) com critérios de relevância repetíveis.
Pesquisar alternativas de mídia de 100
Varredura digital de opções de mídia com critérios de briefing codificáveis.
Pesquisar meios, veículos, volumes, formatos, posições de 100
Tabelas de mídia, inventários e specs online seguem roteiro de coleta comparável.
Preparar cronograma de 100
Cronograma em ferramentas de projeto; dependências seguem regras revisáveis e erros aparecem no timeline.
Aferir resultados em relação aos objetivos estabelecidos de 100
Aferir resultados usa métricas e relatórios digitais com rotinas de KPI; leitura causal ainda tem decisões.
Elaborar relatório sobre demanda de mercado de 100
Relatório de demanda é documento digital com estrutura recorrente; erros de síntese são corrigíveis na revisão.
Informar fornecedores sobre novos produtos de 100
Brief de produto a fornecedores é informativo e digital; reenvio corrige omissão detectável.
Analisar concorrência de 100
Concorrência mapeada via sites, anúncios e relatórios digitais; comparação segue checklist revisável.
Analisar perfil do público alvo de 100
Perfil de público combina dados e personas digitais; métodos existem, mas inferências comportamentais variam.
Comparar meios, veículos, volumes, formatos, posições de 100
Cruzamento estruturado de alcance, formato e custo em planilhas; desvios revisáveis.
Fazer previsão orçamentária de 100
Orçamento em planilhas com fórmulas; premissas de custo exigem checagem mas são auditáveis antes do fechamento.
Identificar perfil dos veículos de comunicação de 100
Perfil de veículo vem de audiência e dados de mídia; validação cruzada com fontes públicas.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (36)
Definir target (público alvo) de 100
Target usa segmentação e dados digitais com métodos conhecidos; recortes e hipóteses ainda pedem julgamento.
Sugerir imagens para textos criados de 100
Texto e imagem em arquivo; IA gera e troca opções com revisão rápida no briefing.
Analisar pesquisa de mídia (perfil, audiência, consumo) de 100
Relatórios digitais de audiência; interpretação para plano de mídia exige julgamento.
Detetar tendências de mercado de 100
Detectar tendências usa sinais digitais e mídia; separar ruído de tendência real é ambíguo e não mecânico.
Indicar pontos fortes e fracos do produto no mercado de 100
Forças e fraquezas sintetizam pesquisa digital; peso de cada atributo no mercado é julgamento estratégico.
Pesquisar novas recomendações de 100
Monitorar tendências e benchmarks exige curadoria contextual além de busca automatizada.
Submeter projeto a aprovação do cliente de 100
Submissão a aprovação segue fluxo formal; o gate decisório é do cliente humano.
Solicitar pesquisa de mídia (perfil, audiência, consumo) de 100
Brief formal para instituto; relacionamento comercial ainda humano.
Divulgar campanhas e peças publicitárias de 100
Divulgação roda em plataformas e fluxos de mídia; ainda há OOH/TV e decisões de timing/canal com revisão.
Analisar demanda do cliente de 100
Análise de demanda usa brief e dados digitais; interpretação do pedido real ainda é julgamento estratégico.
Contribuir na concepção do leiaute da campanha de 100
Leiaute em ferramentas digitais, mas hierarquia visual e fit de campanha exigem julgamento.
Delinear diretrizes do projeto de 100
Diretrizes saem em documentos e padrões de marca digitais; trade-offs criativos dependem de contexto do briefing.
Desenvolver leiaute de campanhas publicitárias de 100
Grid e formatos codificáveis em software; direção de arte ainda arbitra composição.
Desenvolver parte visual e gráfica das peças publicitárias de 100
Peças gráficas nativas digitais; identidade visual e adequação ao brief limitam automação plena.
Desenvolver roteiros, slogans, títulos e textos de 100
Copy 100% digital; tom de marca e originalidade pedem decisão, erro pega em revisão legal.
Direcionar campanhas de acordo com briefing de 100
Direção contra briefing usa documento digital; priorização de mensagens e peças pede julgamento de conta.
Traçar planejamento de campanha de 100
Plano de campanha é artefato digital; frameworks existem, mas cada brief/cliente exige julgamento contextual forte.
Comprar espaço na mídia de 100
Compra efetiva de mídia tem fluxo (IO/plataforma) mas custo de erro de veiculação é alto.
Avaliar qualidade das campanhas (projeto) de 100
Avaliação cruza métricas de mídia e julgamento criativo do projeto entregue.
Coordenar compra de espaço na mídia de 100
Plano de mídia e ordens em sistemas; alocação de verba ainda pede regra de negócio.
Identificar necessidades de pesquisas de 100
Lacunas de conhecimento dependem do objetivo da campanha, não de checklist fixo.
Selecionar fornecedores de 100
Seleção de fornecedor compara critérios e fit; escolha errada só se revela na entrega.
Acompanhar ações da estratégia desenvolvida de 100
Acompanhamento mistura dashboards e checagem de ações; interpretar desvio exige contexto.
Ajustar o projeto a pedido do cliente de 100
Ajuste de campanha a feedback do cliente; interpretação de pedido subjetivo em arquivos digitais.
Apresentar proposta de veiculação (plano de mídia) de 100
A apresentação do plano usa planilhas, slides e defesa oral; pode ser realizada integralmente por meios digitais.
Elaborar estratégia de mídia de 100
Plano de mídia digital com dados de audiência; erro de canal/verba só fica claro após veiculação.
Rever processo criativo de 100
Crítica de conceitos em decks digitais; qualidade criativa é subjetiva antes do cliente.
Desenvolver campanhas promocionais de 100
Campanhas promocionais misturam criativo digital, mecânica e PDV/ativação física; execução modal é híbrida.
Contratar serviços de publicidade de 100
Contratos e escopos digitais, mas erro contratual é caro e fornecedor espera interlocutor humano.
Criar peças publicitárias de 100
Entrega multimídia digital, mas exige direção de marca e aprovação criativa humana no fluxo típico.
Determinar fornecedores de 100
Definição de fornecedor segue regras de capacidade e preço; decisão documentada em ata.
Selecionar institutos de pesquisa de 100
Seleção de instituto envolve reputação, fit e histórico; erro de escolha só aparece tarde na entrega.
Acordar briefing com fornecedores inernos e internos de 100
Briefing a equipes/fornecedores via canais digitais; ainda há negociação de escopo e prazos entre partes.
Coordenar área de mídia de 100
Coordenar mídia é gestão de pauta, orçamento, prazos e aprovações em sistemas e reuniões; atividade administrativa remota.
Definir meios e veículos de comunicação de 100
Definir mix de meios é decisão estratégica ambígua; erro de alocação tem custo alto e ROI tardio.
Sugerir novos mercados consumidores de 100
Novos mercados inferidos de dados e tendências; incerteza alta na hipótese de consumo.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (25)
Comunicar imagem de clientes de 100
Imagem do cliente exige tom e posicionamento acordados; cliente espera interlocutor humano na narrativa da marca.
Contatar fornecedores, cliente, jornalista e mídia de 100
Contato com cliente, mídia e jornalista é relação; canal é remoto mas vínculo é humano.
Coordenar processo de criação junto ao redator e diretor de arte de 100
Coordenar redator e DA é liderança criativa e mediação de pessoas; a tarefa é o vínculo entre especialistas.
Conduzir a realização de pesquisas de 100
Pesquisa pode ser campo ou online; método e amostra exigem decisão que impacta validade dos insights.
Criar ações de merchandising de 100
Plano digital e execução em PDV físico; decisões dependem do contexto da loja.
Apontar novos nichos de mercado ou produtos de 100
Nichos novos são hipótese especulativa; validação tardia e custo alto se oportunidade for falsa.
Definir conceito de campanhas de 100
Conceito de campanha é ideia central não repetível; aprovação criativa e risco de marca são sensíveis.
Definir conceito de produto e serviço de 100
Conceito de produto/serviço é posicionamento criativo; erro de promessa afeta toda a campanha downstream.
Sugerir mudanças no processo de comercialização de 100
Sugestão de mudança comercial exige leitura de canal e cultura interna do cliente.
Definir necessidades do cliente de 100
Definir necessidades parte de conversa com cliente; requer confiança e leitura de objetivos de negócio.
Gerenciar recursos materiais e financeiros de 100
Orçamento digital e compras físicas; erro financeiro e estoque tem custo alto.
Identificar necessidades do cliente de 100
Identificação de necessidades é descoberta em diálogo; sinais vêm de reuniões e briefs parciais.
Criar campanhas publicitárias de 100
Criação de campanha é digital e modalmente única por marca/insight; revisão humana antes de veicular é o padrão.
Solucionar problemas de pós-venda de 100
Pós-venda repara relacionamento e reclamação; cada caso pede empatia e acordo com cliente.
Conduzir realização de pesquisa de 100
Conduzir pesquisa mistura brief, campo/online e QA do instituto; qualidade falha com detecção tardia.
Realizar campanhas e peças publicitárias de 100
Realização inclui gravação e produção física de peças; IA hoje não substitui set e direção presencial.
Apresentar projeto para cliente de 100
Pitch ao cliente busca confiança presencial ou ao vivo; perder apresentação tem custo alto.
Desenvolver projeção e execução de comerciais de 100
Projeção e execução de comerciais envolvem roteiro digital e set/filmagem; erro de produção é caro de refazer.
Negociar com veículos de comunicação (espaço, custo, prazo, período, intensidade) de 100
Negociação com veículo ocorre por telefone, e-mail, plataforma e contrato; presença no local não é requisito técnico da atividade.
Realizar negociações técnico-comerciais de 100
Escopo, preço e condições podem ser negociados por canais digitais síncronos ou assíncronos, sem componente físico obrigatório.
Coordenar equipes de trabalho de 100
A tarefa é alinhamento humano, feedback e motivação da equipe.
Procurar novos clientes e novos mercados de 100
Prospecção de clientes é networking e leitura de oportunidade, pouco padronizável.
Acordar briefing com cliente de 100
Briefing pode ser alinhado por chamada, videoconferência e documento compartilhado; não exige presença física nem destreza manual no local.
Interpretar expectativas do cliente de 100
Expectativas podem ser interpretadas por fala, e-mails, histórico e revisões; a atividade é cognitiva e não depende de presença física.
Representar agência nos meios de comunicação de 100
Representação institucional em veículos exige presença, credencial e relação pessoal.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Demanda estável com adaptação gradual a ferramentas digitais.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 3.458, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 67.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Traçar planejamento de campanha
- 02Comunicar imagem de clientes
- 03Criar campanhas publicitárias
- 04Realizar campanhas e peças publicitárias
- 05Divulgar campanhas e peças publicitárias
- 01Comunicação clara
- 02Trabalho em equipe
- 03Organização e prazo
- 01Ferramentas digitais de produtividade
- 02Sistemas setoriais da área
Ambiente típico de publicitário, conforme vínculo e setor.
CORRESPONDÊNCIAS DERIVADAS
Ocupações relacionadas no O*NET
Compare o escopo desta ocupação brasileira com referências de trabalho dos Estados Unidos.
redator publicitário · diretor de arte · planner de publicidade
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
3 derivadas
- ISCO-08Correspondência derivada
Correspondência derivada via cbo94 muendler ilo isco08 chain, 1 salto (isco-08). Não é equivalência oficial CBO↔ISCO-08.
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via family inherit, 2 saltos (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via family inherit, 2 saltos (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 253115 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- ISCO-08
2642- O*NET-SOC
27-3031.00- SOC/BLS
27-3031.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →