Professor de nível médio no ensino fundamental
O dia a dia de professor de nível médio no ensino fundamental inclui, entre outras tarefas: elaborar plano de aula.
O Índice de IAtização de professor de nível médio no ensino fundamental é 47 em 100: 37 de 79 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 78 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (3)
Preencher cadastros de 100
é formulário digital procedimental; erros de digitação são detectáveis.
Sistematizar material e informações de 100
Sistematizar conteúdos e fontes em estrutura de aula é predominantemente digital e ordenável.
Consultar relatório da turma do ano anterior de 100
Consultar relatório da turma é leitura de documento estruturado; interpreta-se com cautela.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (34)
Realizar leituras de apoio de 100
Leituras de apoio são consumo de texto digital ou impresso; o produto é domínio do conteúdo.
Enviar comunicados de 100
é texto digital ou impresso com padrão escolar; tom inadequado gera atrito.
Pesquisar informações de 100
para aula é digital; o juízo principal é filtrar o que serve ao currículo.
Pesquisar material (editoras, internet) de 100
Busca em editoras e internet é digital; a seleção depende de adequação curricular e etária.
Requisitar material de 100
segue formulário interno; falha se corrige com nova solicitação.
Preencher lista de chamada de 100
Lista de chamada é registro binário de presença; procedimento explícito e pouco ambíguo.
Passar lição de casa de 100
Passar lição segue rotina e material didático; a escolha dos itens depende do progresso da turma.
Preencher boletins escolares de 100
Boletins consolidam notas em sistema ou formulário; erro de lançamento admite revisão.
Preencher diário de classe de 100
Diário de classe registra conteúdos e ocorrências em campos padronizados com anotações.
Preencher tarjetas (conceitos, notas) de 100
Preencher tarjetas de conceitos e notas segue escala e registros avaliativos prévios.
Elaborar instrumentos de avaliação de 100
Instrumentos de avaliação são documentos; alinhar a objetivos e nível da turma exige juízo.
Elaborar plano de aula de 100
Plano de aula é documento com estrutura conhecida; adaptar tempo e turma exige juízo.
Responder comunicados de 100
de pais exige leitura do contexto e tom adequado ao caso específico.
Definir cronograma de 100
Cronograma segue calendário escolar com ajustes por feriados, eventos e ritmo da turma.
Aplicar questionários de 100
é procedimento com formulário; supervisão e esclarecimentos ocorrem.
Preencher relatório de avaliação de 100
Relatório de avaliação é texto estruturado; a síntese do desempenho exige juízo por aluno.
Corrigir instrumentos de avaliação de 100
Correção mistura itens objetivos e discursivos; o modal exige leitura contextual da resposta.
Fornecer informações sobre profissionais de apoio de 100
Informar sobre profissionais de apoio é comunicação factual; indicação inadequada atrasa cuidado.
Avaliar planejamento de 100
Avaliar o planejamento compara metas e execução com juízo pedagógico sobre o ano letivo.
Definir métodos de avaliação de 100
Métodos de avaliação alinham instrumentos a objetivos; escolha ruim distorce o diagnóstico.
Definir objetivos de 100
de aprendizagem deriva do currículo e do diagnóstico da turma.
Elaborar projetos de 100
pedagógicos estrutura etapas, mas o desenho depende do contexto escolar.
de 100
anuais combina indicadores e juízo sobre a realidade da turma e da escola.
Interpretar resultados de pré-testes de cognição de 100
Interpretar pré-testes de cognição exige leitura pedagógica de padrões e casos atípicos.
Selecionar conteúdos de 100
prioriza BNCC e currículo local frente ao nível e tempo da turma.
Selecionar livros paradidáticos de 100
Selecionar paradidáticos exige adequação etária, tema e acervo disponível na escola.
Selecionar material de 100
didático exige juízo sobre adequação à turma, currículo e recursos.
Definir material didático de 100
do ano impacta longo prazo; escolha inadequada é cara de reverter.
Selecionar livros didáticos de 100
Seleção de livros didáticos alinha currículo e turma; troca no meio do ano é custosa.
Definir estratégias de 100
didáticas escolhe métodos conforme perfil da turma e recursos disponíveis.
Revisar conteúdos de 100
Revisão de conteúdos usa materiais e exercícios; o professor prioriza lacunas observadas na turma.
Selecionar atividades lúdicas de 100
Selecionar lúdicos depende de faixa etária, espaço e objetivos; há padrões com variações.
Cobrar tarefas de 100
mistura registro e interação disciplinar em sala; falha afeta hábitos de estudo.
Convocar pais de alunos de 100
Convocar pais segue canal da escola; o motivo e o tom exigem cuidado mínimo com o caso.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (41)
Conferir material de 100
é checklist físico ou digital; faltas e avarias são óbvias na inspeção.
Vistar agenda dos alunos de 100
Vistar agenda é checagem rotineira de registros em caderno ou app; erro é barato de corrigir.
Fornecer subsídios à diretoria de 100
Subsídios à diretoria misturam fatos e juízo; erro pode embasar decisão administrativa.
Mediar atividades de autocorreção de 100
Mediar autocorreção guia o aluno a rever o próprio erro com apoio e feedback do professor.
Diagnosticar o conhecimento prévio dos alunos de 100
Diagnosticar conhecimento prévio exige interpretar respostas e lacunas específicas por aluno.
Aplicar instrumentos de avaliação de 100
em sala exige supervisão presencial e controle de conduta.
Esclarecer dúvidas de 100
varia por aluno; exige diagnosticar a confusão e reformular a explicação.
Comprar material de 100
mistura escolha pedagógica e aquisição física; erro de compra tem custo.
Proferir palestras de 100
à comunidade escolar é oral e situacional; engajamento depende da presença.
Participar da elaboração de normas de conduta de 100
Elaborar normas de conduta é negociação coletiva com impacto disciplinar duradouro na escola.
Solicitar apoio da orientação ou coordenação de 100
Solicitar apoio da orientação exige narrativa do caso e juízo sobre gravidade e necessidade.
Trocar idéias com professor do ano anterior de 100
Troca com professor do ano anterior mistura relatos subjetivos e casos de alunos específicos.
Trocar informações e experiências com colegas, comunidade, alunos e coordenação de 100
Trocar experiências com colegas e comunidade é rede relacional; o valor está no diálogo.
Contar estórias de 100
Contar histórias no fundamental usa voz, gestos e engajamento presencial dos alunos.
Definir atividades e eventos extra-classe de 100
Eventos extra-classe envolvem logística, segurança e engajamento de famílias e alunos.
Expor oralmente de 100
Exposição oral em sala combina conteúdo e performance; exige presença e ajuste ao grupo em tempo real.
Discutir conceitos de conduta de 100
é deliberação ética e normativa com stakeholders humanos.
Participar de reuniões com coordenação e diretoria de 100
Reunião com coordenação e diretoria é deliberação humana; decisões têm efeito coletivo.
Avaliar participação de 100
é observação em sala com critérios subjetivos e contexto social da turma.
Trabalhar em grupo de 100
Trabalho em grupo depende de organização presencial e mediação contínua do professor na sala.
Debater idéias e temas de 100
Debate de ideias em sala é interativo e imprevisível; a facilitação humana molda a dinâmica.
Discutir a proposta da escola de 100
é deliberação coletiva com juízo institucional e múltiplos atores.
Encaminhar alunos para profissionais de apoio (psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos) de 100
Encaminhar a psicólogo ou fonoaudiólogo afeta o aluno; exige juízo pedagógico e vínculo.
Participar da definição da proposta pedagógica de 100
Definir proposta pedagógica é deliberação coletiva de alto julgamento e impacto institucional.
Adotar medidas disciplinares de 100
Medidas disciplinares dependem de contexto, normas da escola e relação de autoridade presencial.
Acompanhar o processo de desenvolvimento dos alunos de 100
Acompanhar desenvolvimento é longitudinal, observacional e relacional com cada aluno.
Atender pais de alunos de 100
Atender pais é conversa sensível sobre o filho; a relação humana é a própria entrega.
Avaliar comportamento de 100
é situacional e sensível; o julgamento tem impacto disciplinar e relacional.
Entrevistar pais e alunos de 100
é conversa sensível; confiança e escuta humana são a própria tarefa.
Identificar a realidade familiar de 100
Identificar realidade familiar usa indícios sensíveis; julgamento ético e contextual é constante.
Integrar as famílias à comunidade escolar de 100
Integrar famílias à escola exige confiança, cultura local e presença em eventos comunitários.
Mediar conflitos de 100
entre alunos exige julgamento situacional e autoridade relacional humana.
Observar os alunos de 100
Observar alunos em sala é sensorial e relacional; interpreta sinais de engajamento e dificuldade.
Aplicar técnicas de expressão corporal de 100
Expressão corporal é cinestésica e presencial; o corpo do aluno e do professor é o meio da tarefa.
Confeccionar material de 100
Confeccionar cartazes, jogos e recursos manuais exige manipulação física de materiais.
Distribuir material de 100
em sala é rotina física presencial; erros se detectam e corrigem na hora.
Dramatizar situações de 100
Dramatização é performance corporal coletiva em espaço físico; cada grupo improvisa situações.
Ensinar técnicas artísticas de 100
exige demonstração física, materiais e feedback presencial do gesto.
Realizar atividades lúdicas de 100
Atividades lúdicas envolvem movimento, materiais e interação corporal com a turma em sala.
Reciclar material de 100
didático é manipulação física de objetos para reaproveitamento em aula.
Visitar locais para estudos de 100
Visita de estudo é deslocamento físico com supervisão; logística e segurança no local importam.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 4.705, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 47.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Conhecimento técnico de Professor de nível médio no ensino fundamental
- 02Conhecimento técnico de Professor de nível médio no ensino fundamental
- 03Conhecimento técnico de Professor de nível médio no ensino fundamental
- 01Comunicação clara
- 02Trabalho em equipe
- 03Resolução de problemas
- 04Organização e prazo
- 01Ferramentas digitais de produtividade
- 02Sistemas setoriais da área
- 03Planilhas e relatórios
Ambiente típico de professor de nível médio no ensino fundamental: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.
Professor de ensino fundamental - séries iniciais · Professor de ensino fundamental nas quatro primeiras séries · Professor i - ensino fundamental · Professor de ensino fundamental de primeira a quarta séries
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
2 derivadas
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 331205 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- O*NET-SOC
25-3099.00- SOC/BLS
25-3099.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →