Professor de nível médio na educação infantil
O dia a dia de professor de nível médio na educação infantil inclui, entre outras tarefas: orientar atividades artísticas.
O Índice de IAtização de professor de nível médio na educação infantil é 24 em 100: 24 de 101 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 101 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (1)
Conferir cadastro dos alunos de 100
Conferir cadastro de alunos verifica registros digitais ou fichas com checagem rotineira.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (23)
Elaborar cronograma de 100
é planejamento documental com datas e sequências relativamente codificáveis.
Preencher diário de classe de 100
segue campos e frequência com procedimento administrativo estável.
Solicitar material pedagógico de 100
é pedido administrativo com lista e canais institucionais.
Prencher agenda de 100
Preencher agenda comunica rotina e recados a famílias em suporte majoritariamente escrito.
Mostrar filmes de 100
usa mídia digital; a seleção etária importa, mas a operação é rotineira.
Preencher fichas de avaliação de 100
registra observações em formulário; julgamento prévio alimenta o texto.
Especificar materiais de ensino-aprendizagem de 100
lista recursos concretos com critérios de uso.
Identificar material pedagógico de 100
rotula e classifica itens com critérios relativamente estáveis.
Definir conteúdo pedagógico das áreas de conhecimento de 100
Definir conteúdo por áreas de conhecimento na EI equilibra currículo e maturidade da turma.
Definir métodos de avaliação de 100
na EI lida com observação qualitativa e critérios pouco mecânicos.
Definir objetivos da ação didática de 100
é decisão pedagógica documentável com ambiguidade de contexto.
Elaborar relatórios de 100
exige síntese escrita do desenvolvimento infantil com linguagem institucional.
Planejar o roteiro de aula de 100
Planejar roteiro de aula organiza sequência didática; ainda exige julgamento sobre a turma.
Registrar observações de 100
transforma fatos da sala em anotações digitais ou cadernos de campo.
Participar da definição do horário de 100
Definir horário envolve negociação institucional e restrições de grade; parcialmente documental.
Participar da elaboração de calendário escolar de 100
Elaborar calendário escolar articula datas oficiais e demandas locais com deliberação coletiva.
Pesquisar materiais e recursos disponíveis de 100
Pesquisar materiais e recursos consulta catálogos e estoque; comparação é parcialmente digital.
Selecionar material didático de 100
compara recursos físicos e digitais com critérios de adequação.
Definir técnica de trabalho (estratégias) de 100
Definir técnicas e estratégias didáticas exige escolha contextual entre opções pedagógicas.
Determinar parâmetros do projeto de 100
combina critérios pedagógicos e restrições institucionais.
Desenvolver atividades com informática de 100
Atividades com informática são digitais, mas crianças pequenas exigem mediação humana local.
Apresentar regras da escola de 100
segue repertório institucional, com linguagem adaptada à idade.
Convocar pais e responsáveis de 100
usa canais de comunicação, mas o ato é relacional e institucional.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (77)
Organizar pastas de atividades dos alunos de 100
Organizar pastas de atividades classifica produções físicas ou digitais dos alunos.
Corrigir atividades de 100
na EI mescla produtos físicos e feedback formativo individualizado.
Selecionar eventos e atividades extracurriculares de 100
Selecionar eventos extracurriculares pesa idade, custo e risco com julgamento pedagógico.
Administrar biblioteca circulante de 100
Biblioteca circulante mistura livros físicos e controle de empréstimo com rotina de registro.
Definir atividades pedagógicas de 100
articula objetivos da EI com o perfil real da turma.
Comentar filmes de 100
traduz cenas para a linguagem da EI; o professor media a compreensão da turma.
Discutir resultados dos projetos de 100
Discutir resultados de projetos é análise coletiva de evidências com julgamento profissional.
Organizar material pedagógico de 100
ordena itens por tipo e uso com rotina de arrumação.
de 100
para a turma é oral com livro; erros de leitura são fáceis de corrigir na hora.
Debater projeto com direção e coordenação de 100
é deliberação profissional entre humanos.
Discutir plano de aula com coordenação e direção de 100
Discutir plano de aula com coordenação articula intenções pedagógicas e feedback institucional.
Participar de reuniões com demais profissionais da escola de 100
Reuniões com profissionais da escola são deliberação coletiva sobre casos e rotinas.
Reunir-se com a coordenação e a direção de 100
Reunir-se com coordenação e direção é comunicação profissional presencial ou mediada entre humanos.
Explicar atividades propostas de 100
Explicar atividades proposta oralmente ajusta clareza à faixa etária e ao engajamento da turma.
Reestruturar estratégias de 100
reage a sinais da turma; cada ajuste é julgamento situacional.
Criar jogos e brincadeiras de 100
combina criatividade e regras; o desenho final costuma ser físico.
Avaliar atividades dos alunos de 100
Avaliar desempenho integra múltiplas evidências e julgamento profissional sobre o desenvolvimento.
Apresentar projeto aos alunos de 100
da EI depende de linguagem afetiva e atenção presencial.
Contar estórias de 100
usa livro e voz; o professor ajusta ritmo e atenção da roda presencial.
Analisar necessidades do aluno e da comunidade de 100
exige julgamento contextual e dados mistos.
Encaminhar alunos para outros profissionais de 100
Encaminhar a outros profissionais exige julgamento clínico-pedagógico; erro de triagem é custoso.
Orientar atividades de desenho de 100
Orientar desenho observa traços e motiva a criança; feedback é situacional e presencial.
Desenvolver capacidades intelectuais de 100
Desenvolver intelecto na EI adapta estímulos ao estágio de cada criança com julgamento contínuo.
Observar a linguagem de 100
Observar linguagem da criança é avaliação situacional oral e gestual no cotidiano da sala.
Observar o raciocínio lógico de 100
Observar raciocínio lógico na EI interpreta respostas e brincadeiras com critérios flexíveis.
Elaborar estórias com alunos de 100
co-cria oralmente; depende da imaginação e interação do grupo.
Investigar interesse do aluno de 100
observa comportamento e fala; a leitura é subjetiva e relacional.
Construir regras com os alunos de 100
Construir regras com a turma é negociação coletiva; cada grupo e contexto muda o desfecho.
Conversar com alunos (roda da conversa) de 100
Roda da conversa é diálogo espontâneo com crianças; exige escuta e vínculo humano contínuo.
Observar a socialização de 100
Observar socialização exige leitura relacional contínua do grupo; o vínculo humano é central.
Reunir-se com pais e responsáveis de 100
Reunir-se com pais exige escuta, empatia e negociação; o vínculo humano é a entrega central.
Desenvolver capacidades emocionais de 100
Capacidades emocionais exigem vínculo e leitura afetiva; equívocos podem marcar a criança.
Trabalhar dificuldades e potencialidades dos alunos de 100
Trabalhar dificuldades e potencialidades é altamente individualizado e relacional na EI.
Acompanhar alunos em cursos extraclasses de 100
Acompanhar extraclasse mantém supervisão presencial e vínculo de cuidado fora da sala.
Acompanhar alunos em eventos extracurriculares de 100
Acompanhar eventos externos é responsabilidade presencial de guarda e cuidado do grupo.
Alimentar os alunos de 100
Alimentar alunos pequenos é cuidado corporal íntimo; engasgo e recusa exigem julgamento.
Auxiliar alunos na colocação de peças de vestuário de 100
Auxiliar vestuário é destreza manual e rotina de cuidado corporal com a criança.
Brincar com os alunos de 100
Brincar com alunos da EI é interação corporal e afetiva; o vínculo humano é a própria tarefa.
Cantar músicas de 100
Cantar com crianças da EI é oral e presencial; engajamento e vínculo humano definem a entrega.
Colar materiais de 100
segue passos simples de montagem com cola e peças físicas.
Comprar material pedagógico de 100
Comprar material implica deslocamento ou compra física/online e escolha de itens concretos.
Confeccionar material pedagógico de 100
é produção manual com papel, cola e ferramentas físicas.
Criar espaço para brincadeiras de 100
Criar espaço de brincadeira reorganiza objetos e mobília no ambiente físico da sala.
Dar banho nos alunos de 100
Dar banho é cuidado corporal intensivo; segurança na água e higiene são críticas.
de 100
em EI usa papel e traço manual; o professor modela e acompanha a produção da criança.
Desenvolver atividades artísticas de 100
Atividades artísticas na EI são majoritariamente materiais e presenciais, com adaptação por idade.
Desenvolver capacidades motoras de 100
Desenvolver motricidade usa corpo e movimento; lesões ou sobrecarga elevam o custo do erro.
Dramatizar estórias e músicas de 100
depende de corpo, gesto e presença conjunta com a turma.
Ensinar culinária de 100
Culinária com crianças usa alimentos e utensílios; segurança e higiene elevam o custo do erro.
Escrever letras e números de 100
segue traçado padrão, mas a demonstração é manual e presencial.
Limpar material de 100
é higiene física de brinquedos e objetos com procedimento repetível.
Limpar sala de aula e mobiliário de 100
Limpar sala e mobiliário é trabalho físico de higiene com procedimento repetível.
Modelar massas e argila de 100
Modelar massa e argila é manipulação tátil; o adulto orienta o manuseio no local.
Observar estado geral dos alunos (higiene, saúde etc.) de 100
Observar higiene e saúde exige presença e olhar clínico cotidiano; falha tardiamente detectável.
Observar o desenvolvimento motor de 100
Observar desenvolvimento motor depende de ver o corpo da criança em movimento real.
Organizar espaço para momento do sono e descanso de 100
Organizar espaço de sono monta colchonetes e fluxos físicos de descanso da turma.
Organizar espaços em geral de 100
é arranjo físico de ambientes da escola com esforço corporal.
Organizar eventos extracurriculares de 100
exige logística presencial e responsabilidade pelo grupo.
Organizar eventos na escola de 100
coordena pessoas, espaços e tempos com risco logístico real.
Organizar sala de aula de 100
recompõe mobiliário e cantos de atividade no ambiente físico.
Orientar atividades artísticas de 100
Orientar artes na EI supervisiona materiais e processos criativos presenciais da criança.
Orientar atividades com jogos e brinquedos de 100
Orientar jogos e brinquedos combina regras e mediação física no espaço de brincar.
Orientar higiene pessoal de 100
ensina rotinas corporais; requer demonstração e supervisão no banheiro.
Orientar manuseio de materiais (tesoura, lápis etc.) de 100
Manuseio de tesoura e lápis exige demonstração corporal e vigilância de risco de acidentes.
de 100
Pintar exige materiais físicos e destreza; orientação é presencial junto à mesa de trabalho.
Reciclar material de 100
é processo físico de triagem e reuso de insumos da sala.
Recortar materiais de 100
Recortar exige tesoura e coordenação; supervisão de segurança é presencial e manual.
Servir alimentação aos alunos de 100
Servir alimentação lida com porções e alergias; o erro alimentar pode ser grave.
Supervisionar entrada e saída dos alunos de 100
Supervisionar entrada e saída é vigilância física de fluxo; erro pode gerar risco de segurança.
Supervisionar momento do sono e descanso de 100
Sono e descanso de crianças pequenas exigem presença calmante e vigilância de bem-estar físico.
Supervisionar recreio de 100
Recreio demanda supervisão corporal no pátio; conflitos e acidentes exigem intervenção imediata.
Supervisionar refeições de 100
vigia engasgo, troca e socialização à mesa de forma presencial.
Trocar fralda dos alunos de 100
Trocar fralda é cuidado íntimo físico; higiene e vínculo de confiança são essenciais.
Trocar roupa de cama de 100
é tarefa física rotineira de higiene do ambiente de descanso.
Trocar roupa dos alunos de 100
exige manuseio corporal e respeito à privacidade da criança.
Utilizar sucata de 100
reaproveita objetos físicos; a seleção e o manuseio são táteis e locais.
Visitar locais para eventos extracurriculares de 100
Visitar locais de eventos é inspeção presencial de segurança e logística do espaço.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 4.520, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 24.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Conhecimento técnico de Professor de nível médio na educação infantil
- 02Conhecimento técnico de Professor de nível médio na educação infantil
- 03Conhecimento técnico de Professor de nível médio na educação infantil
- 01Comunicação clara
- 02Trabalho em equipe
- 03Resolução de problemas
- 04Organização e prazo
- 01Ferramentas digitais de produtividade
- 02Sistemas setoriais da área
- 03Planilhas e relatórios
Ambiente típico de professor de nível médio na educação infantil: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.
Educador infantil de nível médio · Professor de pré-escola · Professor de jardim da infância · Professor de escolinha (maternal) · Professor de maternal
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
2 derivadas
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 331105 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- O*NET-SOC
25-2012.00- SOC/BLS
25-2012.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →