Médico
Atende pacientes com diversas condições médicas, realizando diagnósticos e tratamentos iniciais.
O Índice de IAtização de médico é 37 em 100: 37 de 101 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 101 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (5)
Arquivar documentos de 100
Arquivamento digital segue regras mecânicas de classificação e indexação em repositório.
Preencher formulários de notificação compulsória de 100
Notificação compulsória segue campos fixos em sistemas; erro detectável na validação do formulário.
Divulgar informações em mídia de 100
Conteúdo para mídia é digital; IA redige, mas credibilidade pública exige validação médica.
Elaborar material informativo e normativo de 100
Materiais informativos/normativos são conteúdo digital revisável sem presença física.
Elaborar procedimentos operacionais padrão de 100
POPs são texto estruturado a partir de evidências; baixo vínculo relacional e totalmente remoto.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (32)
Elaborar prontuários de 100
Prontuário eletrônico é digital; IA transcreve, mas síntese clínica exige revisão do médico.
Montar escala de serviços de 100
Escalas em software com regras de carga; otimização automatizável, validação final com equipe e legislação.
Preparar material didático de 100
Slides e apostilas digitais; LLM gera rascunhos, curadoria pedagógica e precisão médica exigem docente.
Elaborar protocolos de condutas médicas de 100
Protocolos formalizam condutas a partir de guidelines; exige consenso clínico na redação.
Emitir declarações de 100
Modelos padronizados em prontuário; ainda valida condição e assinatura médica com implicação legal e ética.
Encaminhar usuários a outros profissionais de 100
Encaminhamento registrado digitalmente com protocolos; julgamento de necessidade moderado.
Descrever ações médicas de 100
Descrição em texto ou vídeo; IA rascunha, médico valida termos e sequência do ato.
Auxiliar normatização de atividades médicas de 100
Protocolos e normas em documentos; IA compila evidências, homologação e responsabilidade técnica são médicas.
Emitir receitas de 100
Receita digital embute decisão farmacológica; assinatura e responsabilidade são exclusivas do médico.
Preparar projetos de pesquisa de 100
Protocolo e submissão digitais; hipótese e desenho exigem julgamento do investigador médico.
Redigir trabalhos científicos de 100
Artigo científico em fluxo digital; IA estrutura e revisa linguagem, autoria e interpretação dos achados são médicas.
Elaborar relatórios de 100
Prontuários digitais; IA redige rascunho, mas conteúdo clínico e responsabilidade médica exigem revisão e assinatura humana.
Especificar insumos de 100
Especificação técnica de insumos clínicos; catálogos digitais, escolha depende de protocolo e custo local.
Solicitar exames complementares de 100
Solicitar exames: decisão clínica com exceções frequentes, pedido digital; revisável; sem físico
Solicitar interconsultas de 100
Interconsulta é pedido digital com julgamento pontual sobre necessidade; revisável; sem físico
Despachar expediente de 100
Tramitação de processos administrativos digitais; IA classifica e rascunha despachos, decisões finais ficam com gestor.
Promover campanhas de saúde de 100
Campanhas são planejamento e peças digitais; IA apoia, público aceita material informativo.
Emitir atestados de 100
Atestado documenta capacidade laboral com julgamento clínico; fraude ou erro tem consequência legal.
Formular quesitos periciais de 100
Quesitos ligam fatos médicos e direito; IA sugere redação, decisão estratégica e responsabilidade são do perito.
Organizar cursos de educação continuada de 100
Ementa e LMS digitais; credenciamento e logística de curso misturam presencial e burocracia variável.
Promover atividades educativas de 100
Educação em saúde usa roteiros e slides; interação presencial ou em grupo ainda é central.
Rastrear doenças prevalentes de 100
Rastreamento combina busca ativa em campo e análise de registros epidemiológicos digitais.
Distribuir tarefas de 100
Alocação de plantões e funções em sistema; regras ajudam, mas conflitos e prioridade clínica pedem coordenador.
Estabelecer plano de ações em saúde de 100
Planejamento em saúde coletiva usa dados e normas, mas priorização político-sanitária é contextual.
Gerenciar recursos financeiros de 100
Orçamento e repasses em ERP; IA analisa planilhas, aprovação financeira e compliance exigem responsável humano.
Prescrever medidas higiênico-dietéticas de 100
Orientações higiênico-dietéticas são textuais e padronizáveis; adesão depende da relação com o usuário.
Desenvolver procedimentos de 100
Novos protocolos exigem evidência e validação clínica; texto procedimental não substitui teste e responsabilidade.
Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador de 100
Medidas de SST seguem NR e checklists; validação ocorre na visita ao local de trabalho.
Realizar diagnóstico de saúde da comunidade de 100
Usa indicadores epidemiológicos digitais; julgamento populacional com incertezas; pouco contato direto.
Emitir pareceres de 100
Parecer técnico-jurídico com alta ambiguidade; erro impacta processos e só perito humano tem credibilidade perante terceiros.
Examinar documentos médicos de 100
Auditoria de prontuários digitais; conclusão pericial depende de julgamento médico e credencial do examinador.
Interpretar dados de exame clínico e exames complementares de 100
Laudos e sinais vitais digitais; integração clínica ambígua; interpretação errada mata silenciosamente.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (64)
Elaborar documentos de imagem de 100
Laudo une imagem digital e interpretação; IA auxilia texto, mas achados e responsabilidade radiológica permanecem médicos.
Organizar encontros científicos de 100
Congressos combinam logística digital e networking presencial; programação científica exige curadoria médica.
Levantar hipóteses diagnósticas de 100
Raciocínio diferencial com dados incompletos; hipótese errada direciona conduta perigosa.
Prescrever tratamento de 100
Receita eletrônica com protocolos; responsabilidade legal do médico; interações medicamentosas críticas.
Avaliar conhecimento de especialistas de 100
Prova e entrevista; banca médica atesta profundidade e conduta do especialista.
Desenvolver pesquisas em medicina de 100
Pesquisa clínica com desenho, ética e dados; IA apoia literatura e estatística, hipótese e conclusão são humanas.
Emitir laudos de 100
Laudo integra achados e opinião pericial; erro impacta decisões judiciais ou terapêuticas graves.
Indicar tratamento de 100
Escolha terapêutica com evidência e contraindicações; indicação errada tem custo alto.
Ministrar aulas de 100
Aula presencial ou híbrida; alunos esperam interação e autoridade do professor médico.
Prescrever imunização de 100
Calendário vacinal é codificável, mas indicação individual e registro legal são ato médico.
Prestar consultorias e assessorias de 100
Parecer remoto; julgamento clínico contextual e responsabilidade nominal do consultor.
Implementar medidas de biossegurança de 100
Normas de biossegurança são procedimentais, mas implementação exige inspeção física do ambiente.
Implementar medidas de saúde ambiental de 100
Saúde ambiental exige amostragem e vistoria de água/ar/solo, não só análise remota.
Acompanhar plano terapêutico do usuário de 100
Monitora resposta ao tratamento com dados no prontuário, mas ajustes dependem de avaliação clínica e vínculo contínuo.
Avaliar atos médicos de 100
Critérios de competência; julgar adequação clínica e risco de liberar ato inseguro.
Constituir comissões médico-hospitalares de 100
Composição política-hospitalar com representatividade; negociação presencial e legitimidade institucional humana.
Realizar anamnese de 100
História oral com nuances; paciente busca médico; lacunas na anamnese atrasam erro diagnóstico.
Planejar tratamento de clientes e pacientes de 100
Plano individualizado com comorbidades e preferências; erro terapêutico de longo prazo.
Selecionar equipe de trabalho de 100
Triagem de CVs digital, mas fit clínico e ética da equipe exige entrevista e decisão gerencial médica.
Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados de 100
Sinais e evolução no leito; deterioração súbita exige julgamento rápido presencial.
Fiscalizar treinamento médico de 100
Fiscalização in loco e documental; conformidade regulatória com exceções operacionais.
Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos de 100
Prescrição segue protocolos e sistemas digitais, porém exige julgamento terapêutico e responsabilidade legal do médico.
Promover ações de controle de vetores e zoonoses de 100
Mistura coordenação de campanhas com ações de campo contra vetores; modal exige deslocamento e inspeção.
Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes de 100
Integra dados clínicos heterogêneos; diagnóstico errado é grave e tardio; vínculo com paciente.
Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares de 100
Conversa sensível com paciente e família; confiança humana central; mal-entendidos têm custo clínico.
Estabelecer prognóstico de 100
Integra exames e evolução com incerteza prognóstica; validação só com o tempo e expectativa do paciente.
Responder quesitos periciais de 100
Respostas vinculam juízo pericial em processo; terceiros exigem médico perito, erro difícil reparar depois.
Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos de 100
Slides digitais, mas credibilidade científica e networking em congresso pressupõem médico presente.
Selecionar pacientes em situações específicas de 100
Triagem e critérios de inclusão em programas; dados digitais, julgamento clínico e accountability do médico.
Supervisionar propedêutica instrumental de 100
Supervisão presencial de técnica instrumental; responsabilidade médica por qualidade do exame.
Desenvolver equipamentos de 100
Engenharia de dispositivos médicos com protótipo físico; IA ajuda desenho conceitual, validação é experimental.
Supervisionar equipe de saúde de 100
Supervisão clínica no chão e em prontuário; presença no serviço e feedback humano à equipe multiprofissional.
Colher depoimentos de 100
Entrevista presencial ou híbrida para prova; rapport e avaliação de credibilidade não delegáveis a agente.
Realizar atendimento em consultório de 100
Pacote consultório mistura exame físico e decisão; presença local usual; erro clínico de alto impacto.
Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde de 100
Governança em conselhos e associações; voto e representação de classe não aceitam executor não humano.
Indicar necessidade de internação de 100
Critérios de gravidade e exame clínico presencial decidem internação; erro tem alto custo e exige confiança do paciente.
Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais) de 100
Plano biopsicossocial com adesão e contexto social; reabilitação é relacional.
Praticar psicoterapia de 100
Vínculo terapêutico contínuo; nuance emocional; paciente não aceita agente como terapeuta.
Prestar depoimentos de 100
Depoimento oral sob contraditório; presença humana no fórum e credibilidade do testemunho especializado.
Supervisionar atos médicos de 100
Observação direta de atos; preceptor responde legalmente por segurança do trainee.
Administrar situações de urgência e emergência de 100
Comando de urgência com decisões em tempo real; risco vital alto e coordenação presencial da equipe.
Assistir parto de 100
exige presença e destreza manual no local; imprevistos; erro catastrófico
Cultivar órgãos e tecidos de 100
Cultivo laboratorial/bioreator com material biológico; falha compromete enxerto.
Demonstrar ações médicas de 100
Demonstração em paciente ou simulador; aprendizagem de gestos exige corpo do preceptor.
Efetuar necropsias de 100
Procedimento corpóreo em cadáver; manipulação física e prova pericial com erro forense grave e irreversível.
Executar terapêutica genética de 100
Procedimento biológico especializado no paciente; alto risco e baixa codificação rotineira.
Executar transplantes de órgãos e tecidos de 100
Transplante é procedimento cirúrgico físico de alta complexidade; destreza; erro fatal
Executar tratamento com agentes biológicos de 100
Biológicos exigem aplicação supervisionada e reação adversa imediata; pouco automatizável sem presença.
Executar tratamento com agentes físicos de 100
Agentes físicos (ex.: radioterapia, calor/frio) aplicados no corpo do paciente no serviço de saúde.
Executar tratamento com agentes químicos de 100
Quimioterapia e similares seguem protocolo mas administração e vigilância são presenciais e de alto risco.
Guardar órgaõs e tecidos de 100
Conservação em câmaras e protocolos; ainda ambiente hospitalar e cadeia fria física.
Implantar órteses e próteses de 100
Colocação física de órtese/prótese; ajuste intraoperatório ou ambulatorial com destreza.
Ministrar tratamentos preventivos de 100
Preventivos variam de orientação a aplicação (ex.: profilaxia); modal é ministrar no ponto de atenção.
Praticar intervenções clínicas de 100
Caso modal é procedimento manual no paciente; julgamento e risco físico variam entre tipos de intervenção.
Praticar procedimentos intervencionais de 100
Procedimentos invasivos exigem destreza no leito/sala; consequência de erro é imediata e grave.
Realizar atendimentos de urgência e emergência de 100
Tempo crítico e casos atípicos; erro imediato e grave; ação física e equipe no local.
Realizar exame físico de 100
Palpação, ausculta e inspeção táteis no paciente; achados sutis exigem experiência corporal.
Realizar exames complementares de 100
Realizar exames é execução física de procedimentos no paciente; exige corpo/destreza; erro caro
Realizar propedêutica instrumental de 100
Uso de instrumentos no paciente; técnica padronizada mas interpretação clínica local.
Realizar visitas domiciliares de 100
Visita domiciliar exige deslocamento e presença física; avaliação contextual; erro caro
Realizar visitas hospitalares de 100
Avaliação à beira do leito; exame físico e decisão aguda; deslocamento e presença hospitalar.
Retirar órgãos e tecidos de 100
Retirar órgãos/tecidos é ato cirúrgico físico; destreza no local; erro irreversível
Vistoriar ambientes de trabalho de 100
Inspeção in loco de riscos ocupacionais; exige presença física e laudo assinado por médico do trabalho.
Vistoriar equipamentos e instalações de 100
Vistoria material de equipamentos; observação direta no ambiente, não substituível por agente só digital.
Especializações CBO
Recortes oficiais.
Compare o recorte principal e especializações com mercado formal próprio.
Atenção primária e território. Rotina e vínculos distintos do clínico hospitalar.
Estratégia de Saúde da Família. Recorte formal e rotina de atenção básica.
Atividade própria: Definir território de atuação (+20)
Atendimento generalista sem recorte de especialidade hospitalar. Mercado formal próprio.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Crescimento nominal estável acompanhando inflação e produtividade do setor saúde. Telemedicina expande renda complementar. Especializações concorridas mantêm prêmio salarial. SUS contrata via concursos regionais com regularidade.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 11.138, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 37.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Semiologia médica e exame físico
- 02Farmacologia clínica e prescrição
- 03Interpretação de exames laboratoriais e de imagem
- 04Suporte avançado de vida (BLS/ACLS)
- 05Anamnese estruturada e raciocínio diagnóstico
- 01Empatia clínica
- 02Comunicação de notícias difíceis
- 03Tomada de decisão sob pressão
- 04Trabalho em equipe multiprofissional
- 05Resiliência emocional
- 01Prontuário eletrônico (Tasy, MV, Soul MV)
- 02Estetoscópio e oxímetro
- 03UpToDate e Medscape
- 04Plataformas de telemedicina (Conexa, Memed)
- 05Receita digital e prescrição eletrônica
Atua em consultórios particulares, hospitais públicos e privados, unidades básicas de saúde, pronto-socorros, home care e plataformas de teleconsulta. Plantões noturnos, finais de semana e regime de sobreaviso são comuns. A modalidade presencial predomina, mas a telemedicina cresceu fortemente após 2020.
CORRESPONDÊNCIAS DERIVADAS
Ocupações relacionadas no O*NET
Compare o escopo desta ocupação brasileira com referências de trabalho dos Estados Unidos.
Médico especialista em clínica médica · Clínico geral · Médico especialista em medicina interna · Médico internista · Médico clínico geral
clínico geral · generalista
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
2 derivadas
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 225125 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- O*NET-SOC
29-1229.00- SOC/BLS
29-1229.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →