Biomédico
Realiza análises clínicas, pesquisa e diagnóstico em laboratórios, atuando na saúde humana.
O Índice de IAtização de biomédico é 24 em 100: 25 de 104 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 104 atividades · exposição do seu perfil: –
Automação delegue e audite (2)
Controlar documentos da qualidade de 100
Controle de documentos da qualidade é gestão digital de versões e distribuição formal.
Documentar imagens de 100
Documentação de imagens médicas é digital, com padrões de arquivo e nomenclatura.
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (23)
Avaliar qualidade da imagem de 100
Avaliação de qualidade de imagem é visual em tela, com critérios e julgamento técnico.
Elaborar documentos do sistema de gestão da qualidade de 100
Elaboração de documentos do SGQ é textual/digital, com padrões ISO e adaptação ao processo.
Liberar resultados de análises de 100
Liberação em sistema digital com regras e flags; responsabilidade técnica humana permanece na liberação.
Desenvolver índices de qualidade de 100
Desenvolvimento de índices de qualidade é trabalho analítico-documental com decisões de métrica.
Monitorar sistema de controle de qualidade de 100
Monitoramento do CQ usa gráficos, controles e regras; desvios pedem análise no laboratório.
Analisar resultados de 100
Análise de resultados de pesquisa trabalha dados e exige interpretação estatística e científica.
Calcular doses de radiação de 100
Cálculo de dose usa sistemas digitais e protocolos; erro de dose tem detecção e correção caras.
Cumprir protocolo estabelecido de 100
Cumprir protocolo é execução guiada por procedimento explícito; pode ter componente de bancada.
Levantar dados de 100
Levantamento de dados de pesquisa mistura fontes digitais e experimentais com curadoria.
Planejar análises de 100
Planejamento de análises combina protocolo e contexto da amostra/pedido; decisão técnica revisável antes da execução.
Administrar não conformidades de 100
Administração de não conformidades usa registros e CAPA; cada evento tem contexto distinto.
Monitorar resultados de 100
Monitoramento de resultados de assessoria usa indicadores e reavaliações contextuais.
Elaborar projeto de 100
Elaboração de projeto de assessoria é documental, sob medida e com decisões de escopo.
Planejar projeto de pesquisa de 100
Planejamento de pesquisa exige desenho metodológico, contexto e decisões pouco rotineiras.
Interpretar resultados de análises de 100
Interpretação opera dados digitais, mas exige julgamento clínico-laboratorial; liberação errada é grave.
Escolher método analítico de 100
Escolha de método depende da matriz e finalidade; erro pode invalidar a análise e só aparece depois.
Elaborar programa de gerenciamento de resíduo sólido de serviços de saúde(pgrss) de 100
Elaboração de PGRSS é documental técnico-regulatório com adaptação à unidade de saúde.
Selecionar técnica para exame de 100
Seleção de técnica de exame por imagem depende de indicação clínica e protocolos locais.
Avaliar doses de radiação de acordo com tolerância dos órgãos de risco de 100
Avaliar dose em órgãos de risco exige julgamento de tolerância; erro pode ser grave e tardio.
Avaliar doses de radiação no tumor de 100
Avaliar dose no tumor é revisão clínica-digital com ambiguidade de cobertura e eficácia.
Definir campos de tratamento de 100
Definição de campos de tratamento em radioterapia é planejamento digital de alto impacto clínico.
Desenhar órgãos de risco de 100
é contorno digital com julgamento anatômico crítico para o plano.
Qualificar fornecedores/insumos de 100
Qualificação de fornecedores usa critérios, auditoria documental e eventual inspeção.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (79)
Ajustar protocolo de 100
Ajuste de protocolo de exame adapta parâmetros a indicação e anatomia; impacto na qualidade.
Controlar medições, ensaios e insumos de 100
Controle de medições e insumos mistura registros e checagens físicas de calibração/estoque.
Identificar amostra de 100
Identificação de amostra segue protocolo rígido; erro de ID é grave e pode ser descoberto tarde.
Implementar programas de controle de qualidade de 100
Implementação de CQ define controles, treina e integra processos no laboratório.
Formular hipóteses de 100
Formulação de hipóteses científicas é cognitiva, pouco codificável e exige julgamento criativo.
Controlar bancos de cepas e lotes sementes de 100
Controle de bancos e lotes combina registros e verificação física de estoque e condições.
Selecionar técnica para preparo da amostra de 100
Técnica de preparo escolhida por tipo de amostra e método; há catálogo de procedimentos.
Garantir segurança, confidencialidade e integridade dos dados(informações e amostras) de 100
Garante dados e amostras; modal é governança de informação com controles e risco de vazamento.
Selecionar destinação de produtos de 100
Destinação de produtos hemoterápicos usa inventário e critérios clínicos com alto custo de erro.
Assessorar na elaboração de legislação e normas de 100
Assessorar legislação é redigir/negociar normas com ambiguidade política e técnica elevada.
Avaliar riscos à saúde de 100
Avaliação de riscos à saúde exige julgamento técnico-sanitário; erro pode ser grave e tardio.
Implementar projeto de 100
mistura reuniões, processos e ajustes locais; perfil físico vs digital varia.
Implementar sistema de melhoria contínua de 100
Implementar melhoria contínua envolve pessoas, processos e métricas no ambiente de trabalho.
Acompanhar processos fermentativos de 100
Acompanhamento fermentativo lê parâmetros e reage a desvios; presença e julgamento técnicos.
Atender solicitação de cliente de 100
Atendimento a solicitação do cliente é vínculo humano e compreensão da demanda técnica.
Selecionar equipamentos e materiais para análise de 100
Seleção de equipamentos e insumos é guiada por protocolo, com conferência física no laboratório.
Selecionar material de coleta de 100
Material de coleta é físico e tipificado por protocolo (tubo, anticoagulante) conforme o exame.
Validar equipamentos, processos e métodos de 100
Validação de equipamentos/métodos combina protocolos, dados e experimentação física.
Identificar necessidades e/ou problemas de 100
Identificar necessidades exige diagnóstico situacional e ambiguidade; pouco procedimento fixo.
Manter amostra em condições para análise de 100
Manter amostra em condições adequadas exige controle físico de temperatura e tempo.
Recepcionar amostra de 100
Recepção de amostra combina conferência documental/digital e manuseio físico do material.
Desenvolver projeto de pesquisa de 100
Desenvolvimento modal combina bancada experimental e análise cognitiva; perfis físico e digital se misturam.
Capacitar equipes de 100
Capacitação de equipes é relação humana de ensino, com adaptação ao público e ao contexto.
Triar doadores de 100
Triagem de doadores combina entrevista, critérios e risco sanitário; vínculo e julgamento clínicos.
Garantir segurança do paciente/cliente, doador e equipe de 100
Segurança de paciente/equipe abrange protocolos, EPI e conduta no local; falha pode ser crítica.
Acompanhar desenvolvimento dos pré-embriões de 100
Acompanhamento embrionário avalia morfologia e evolução; decisão de seleção é ambígua.
Acondicionar amostra de 100
Acondicionamento físico de amostras biológicas exige temperatura e recipiente corretos.
Administrar radiofármacos e outros meios de contraste de 100
Administração de radiofármacos/contraste é procedimento invasivo no paciente com risco clínico.
Adotar práticas de biossegurança de 100
Biossegurança é prática física de EPI, contenção e descarte; falha tem risco biológico.
Ajustar técnica de 100
Ajuste de técnica durante o exame combina leitura de imagem e manipulação no equipamento.
Aplicar técnica selecionada de 100
Aplicação da técnica de preparo é manipulação de bancada com protocolo e destreza.
Armazenar hemocomponentes de 100
exige condições físicas controladas e rastreio; falha degrada o produto.
Armazenar material coletado de 100
Armazenamento de amostras depende de temperatura e controle físico; falha degrada o material.
Biopsiar pré-embriões de 100
Biópsia de pré-embriões é micromanipulação invasiva de altíssima destreza e risco.
Captar doadores de 100
Captação de doadores é relação humana, persuasão e confiança; presença e vínculo importam.
Confeccionar kits diagnóstico de 100
Confecção de kits diagnóstico monta componentes físicos sob SOP de produção.
Confeccionar moldes imobilizadores de 100
Moldes imobilizadores são confeccionados no paciente, com ajuste anatômico e destreza.
Congelar células(criopreservar) de 100
Criopreservação segue protocolo de congelamento físico; falha pode destruir o material.
Controlar oxigenação e pressão arterial de 100
Controle de oxigenação e PA em CEC é intervenção contínua no paciente sob risco vital.
Controlar volemia e coagulação de 100
Controle de volemia e coagulação na CEC exige julgamento fisiológico contínuo e ação no local.
Cultivar células e vírus de 100
Cultivo celular/viral é bancada estéril, protocolado, com contaminação de detecção tardia.
Efetuar procedimentos nos hemocomponentes de 100
Procedimentos em hemocomponentes são técnicos, físicos e de alto risco se incorretos.
Efetuar testes pré-transfusionais de 100
Testes pré-transfusionais misturam bancada e regras; incompatibilidade não detectada é crítica.
Enviar amostras para análise de 100
Envio de amostras é logística física protocolada com identificação e acondicionamento.
Formular vacinas/biofármacos de 100
é composição física sob BPF; erro de formulação é crítico.
Fornecer insumos para coleta de 100
Entrega física de insumos de coleta segue lista; erro de item costuma ser detectável no ato.
Inocular virus vacinais de 100
Inoculação de vírus vacinais é procedimento de bancada asséptico com alto custo de falha.
Liberar paciente/cliente e doador de 100
Liberação de paciente/doador é interação presencial e cuidado pós-procedimento.
Manipular bancos de cepas de 100
Manipulação de bancos de cepas é física, rastreável e crítica para integridade do acervo.
Manipular gametas de 100
Manipulação de gametas exige microscopia, destreza fina e julgamento do material biológico.
Manipular lotes sementes de 100
Manipulação de lotes sementes exige técnica asséptica e controle de identidade do lote.
Manipular pré-embriões de 100
é micromanipulação crítica; erro é irreversível e de detecção limitada.
Manipular radioisótopos de 100
Manipulação de radioisótopos é física, regulada e com risco radiológico e de contaminação.
Monitorar oxigenação, pressão arterial e temperatura de 100
Monitoramento de oxigenação, PA e temperatura na CEC exige presença e resposta a desvios.
Operar equipamentos de 100
Operação de equipamentos de imagem/radioterapia exige presença e manuseio físico no local.
Operar equipamentos de coleta de sangue de 100
Operação de equipamentos de coleta exige presença, destreza e interação com doador.
Preparar equipamentos de 100
é procedimento de bancada com checagens, calibragem e manipulação física no local.
Preparar insumos de 100
Preparo de reagentes e insumos é trabalho físico de bancada com procedimentos padronizados.
Preparar material de coleta de 100
Preparo de kits e materiais de coleta é bancada/protocolo com manipulação física.
Preparar material de exame de 100
Preparo de material de exame de imagem é físico e guiado por protocolo do procedimento.
Preparar paciente/cliente de 100
Preparo do paciente combina orientação, checagem de jejum/condições e presença física.
Preparar produto para transplante de 100
Preparo de produto para transplante é físico, protocolado e erro tem custo clínico grave.
Preparar radiofármacos de 100
Preparo de radiofármacos é bancada controlada, com protocolo e risco de dose/contaminação.
Preparar transferência de pré-embriões de 100
Preparar transferência embrionária é bancada crítica ligada ao procedimento clínico do paciente.
Proceder a análise de 100
Análise modal é semi-automatizada em amostra física com SOP; varia de pipetagem manual a analisador.
Processar hemocomponentes de 100
Processamento de hemocomponentes é bancada/equipamentos com protocolos e risco transfusional.
Processar sêmen de 100
Processamento de sêmen é bancada microscópica com protocolo e impacto na fertilização.
Produzir insumos para montagem de kits de 100
Produzir insumos para kits é manufatura laboratorial física sob SOP e controle de lote.
Produzir painéis sorológicos(kit para testes de laboratório-amostra padrão) de 100
Produção de painéis sorológicos processa amostras-padrão físicas com protocolos de lote.
Promover parada controlada do coração(cardioplegia) de 100
Cardioplegia é procedimento físico protocolado de altíssimo risco no ato cirúrgico.
Purificar antígenos de 100
Purificação de antígenos é processo físico-químico de bancada com risco de perda de lote.
Realizar procedimentos de circulação extracorpórea de 100
Circulação extracorpórea é procedimento crítico no bloco cirúrgico com monitoramento contínuo.
Reinfundir sangue do paciente de 100
Reinfusão de sangue do paciente é manobra física no circuito com risco transfusional.
Restabelecer circulação do paciente de 100
Restabelecimento da circulação pós-CEC é transição crítica dependente do estado do paciente.
Transportar material coletado de 100
Transporte físico sob cadeia de custódia e temperatura; falha pode invalidar a amostra.
Triar material coletado de 100
Triagem de material coletado é física e protocolar, com checagem de adequação da amostra.
Verificar fertilização de 100
Verificação de fertilização é observação microscópica com julgamento e alto impacto clínico.
Verificar viabilidade da amostra de 100
Viabilidade da amostra combina inspeção física e critérios técnicos com julgamento de adequação.
Visitar cliente de 100
Visita a cliente é presença física e relação profissional no local da demanda.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 3.896, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 24.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Conhecimento técnico de Biomédico
- 02Conhecimento técnico de Biomédico
- 03Conhecimento técnico de Biomédico
- 01Comunicação clara
- 02Trabalho em equipe
- 03Resolução de problemas
- 04Organização e prazo
- 01Ferramentas digitais de produtividade
- 02Sistemas setoriais da área
- 03Planilhas e relatórios
Ambiente típico de biomédico: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.
analista clínico · pesquisador biomédico
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
2 derivadas
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 221205 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- O*NET-SOC
29-2012.00- SOC/BLS
29-2012.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →