Terapeuta ocupacional
Promove a saúde e o bem-estar através da ocupação e atividades significativas.
O Índice de IAtização de terapeuta ocupacional é 19 em 100: 19 de 100 atividades do recorte foram classificadas como trabalho que a IA pode executar sozinha ou junto com uma pessoa. Não representa percentual do tempo, adoção no Brasil nem chance de demissão.
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Índice de IAtização: parcela das atividades do recorte em que a IA pode atuar sozinha ou junto com uma pessoa. Classificação atividade a atividade sobre o recorte da CBO. O uso observado aparece separadamente porque mostra onde a IA já entrou na prática.
Ver metodologia →Mapa da IAtização
Mapeamento das principais atividades
Como ler este mapa
O mapa reúne as atividades publicadas na CBO pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Abra uma atividade para ver por que ela entrou em cada grupo. Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia; a leitura do perfil recalcula a partir dessa seleção.
- Automação: delegue e audite (sistemas executam; você confere).
- Iatização: IA na rotina, você no comando e na decisão.
- Humana: o núcleo do trabalho permanece com a pessoa.
- Traçado sob o grau: linha tracejada sob o bloco inteiro (ex.: 69/100) em todo número analisado.
- Traçado laranja: uso comprovado na sessão ( AEI ) na própria atividade CBO ou na task O*NET ligada. Não reclassifica o grupo da linha; só marca o grau.
Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.
Você faz 0 das 100 atividades · exposição do seu perfil: –
Iatização a IA assume a rotina; você revisa, decide e responde (19)
Analisar critérios de elegibilidade de 100
Critérios de elegibilidade seguem regras e protocolos de acesso; decisões pontuais ainda existem em bordas.
Analisar avaliações de profissionais de 100
Avaliações de outros profissionais chegam como documentos; a tarefa é correlacionar achados e julgar coerência.
Analisar laudos e pareceres de 100
é leitura e interpretação de documentos digitais com julgamento clínico.
Estabelecer critérios de elegibilidade de 100
Critérios de elegibilidade são regras e parâmetros de acesso documentáveis, com bordas ocasionais de interpretação.
Analisar exames complementares de 100
opera sobre laudos e imagens digitais, com interpretação clínica revisável.
Auditorar programas e serviços de 100
Auditar programas e serviços revisa documentos, indicadores e conformidade com critérios técnicos.
Estabelecer capacidade de atendimento de 100
Capacidade de atendimento equilibra demanda, recursos e agenda; análise parcialmente numérica e organizacional.
Encaminhar cliente a profissionais e entidades de 100
Encaminhamento segue critérios e rede de serviços; parcialmente procedimental e registrável.
Aplicar tecnologias de medição sócio-ocupacional de 100
Tecnologias de medição sócio-ocupacional seguem instrumentos padronizados, com registro e escore mais digitais.
Estabelecer metodologia de trabalho de 100
define fluxos e critérios; parcialmente codificável, com decisões de desenho.
Realizar pesquisas de 100
Pesquisar varia de campo a análise de dados; modal acadêmico-documental com julgamento metodológico constante.
Sugerir exames complementares de 100
é decisão clínica documentável, com critérios e exceções por quadro.
Transmitir instruções à equipe multidisciplinar de 100
Transmitir instruções à equipe é comunicação técnica, oral ou em prontuário, com algum julgamento de prioridade.
Analisar resultados das avaliações de 100
Analisar resultados de avaliações trabalha dados e escores já coletados, com síntese clínica revisável.
Administrar recursos humanos, materiais e financeiros de 100
Administrar RH, materiais e finanças mistura tarefas distintas; modal é gestão com registros e decisões.
Elaborar processo de alta de 100
Processo de alta formaliza critérios, orientações e documentação; julgamento clínico ainda delimita o timing.
Estabelecer parâmetros de alta de 100
Parâmetros de alta definem marcos clínicos e funcionais; padrões existem, mas casos limítrofes exigem juízo.
Analisar atividades humanas de 100
Análise de atividades humanas usa frameworks ocupacionais sobre demanda, pessoa e contexto; parcialmente codificável.
Organizar eventos técnico-científicos de 100
coordena pessoas, logística e conteúdo; parte digital, parte presencial.
Ainda depende de pessoa juízo, vínculo ou responsabilidade no centro (81)
Criar métodos de trabalho de 100
é desenho inovador de processos; cada serviço e população pede solução não rotineira.
Estabelecer plano terapêutico ocupacional de 100
Plano terapêutico ocupa-se de síntese clínica e metas; documentável, porém com julgamento singular do caso.
Prescrever atividades de 100
Prescrição de atividades formaliza plano em registro, com padrões clínicos e exceções por perfil ocupacional.
Aplicar testes e protocolos de 100
Testes e protocolos seguem roteiro padronizado, mas aplicação e escore ainda dependem de observação presencial.
Eleger procedimentos de intervenções/tratamento de 100
Escolha de intervenção depende do quadro clínico singular; registra-se em prontuário, mas o julgamento é central.
Realizar diagnóstico sócio-ocupacional de 100
Diagnóstico sócio-ocupacional sintetiza múltiplos achados em hipótese singular; alto julgamento clínico.
Capacitar profissionais de 100
combina conteúdo técnico e didática presencial ou mediada, com adaptação ao público.
Explicar procedimentos e rotinas de 100
é orientação humana ao paciente/família; clareza depende da interlocução.
Identificar redes de suporte social de 100
Identificar redes de suporte exige entrevista e mapeamento relacional; parcialmente registrável.
Implementar ações para prevenção e promoção da saúde de 100
Prevenção e promoção misturam educação, grupo e intervenções locais; caso modal é ação educativa presencial.
Organizar cotidiano de clientes de 100
Organizar cotidiano combina rotinas, preferências e contexto do cliente; parcialmente planejável em registro.
Prescrever órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos de 100
Prescrever órteses e produtos assistivos integra exame físico e indicação documentada; erro de ajuste é custoso.
Analisar condicões socioeconômicas, etno-culturais e educacionais de 100
Condições socioeconômicas, étnico-culturais e educacionais exigem escuta contextual e interpretação singular.
Coordenar serviços de saúde e educação de 100
gerencia equipes e fluxos com decisões contextuais frequentes.
Esclarecer dúvidas de 100
é interlocução situacional; cada pergunta e contexto demandam resposta adaptada.
Coordenar serviços de cultura, de assistência social e de direitos humanos de 100
Coordenar serviços de cultura, assistência e direitos envolve gestão humana e política em contextos variáveis.
Dar devolutiva da avaliação e conduta terapêutica de 100
Devolutiva da avaliação e conduta é conversa clínica com paciente/família; o vínculo molda a entrega.
Efetuar anamnese de 100
Anamnese é entrevista clínica presencial/interativa; a qualidade da coleta depende do vínculo e da escuta.
Participar de diagnósticos interdisciplinares diferenciais de 100
Diagnóstico interdisciplinar diferencial exige deliberação coletiva e julgamento clínico de casos ambíguos.
Realizar perícia de 100
Perícia ocupa-se de julgamento técnico de alto impacto legal; erro é caro e de correção difícil.
Acompanhar evolução terapêutica de 100
Acompanhar evolução cruza reavaliação clínica presencial e registros de progresso; falhas podem ser tardias.
Avaliar distúrbios da aprendizagem da linguagem oral, leitura e escrita de 100
Distúrbios de linguagem, leitura e escrita usam provas e observação de desempenho escolar/funcional.
Participar do desenvolvimento de equipamentos de engenharia de reabilitação de 100
Participar do desenvolvimento de equipamentos de reabilitação mistura especificação clínica e validação física.
Verificar compreensão da orientação de 100
depende de diálogo, reformulação e leitura de sinais do interlocutor.
Orientar técnicas ergonômicas de 100
combina demonstração no posto e explicação de ajustes posturais/ambientais.
Avaliar atividades sócio-ocupacionais de 100
Avaliação sócio-ocupacional mistura entrevista, observação e registros; presença e vínculo ainda pesam.
Avaliar funções psicossociais de 100
Avaliação psicossocial é relacional e contextual; a contraparte humana é parte da própria coleta.
Avaliar funções psíquicas de 100
Funções psíquicas dependem de escuta, observação comportamental e interpretação clínica contextual.
Supervisionar profissionais, estagiários e equipes de apoio de 100
Supervisão de profissionais e estagiários é relação de ensino e controle humano em situações singulares.
Ensinar formas alternativas de comunicação de 100
Ensino de comunicação alternativa combina dispositivos e treino presencial; vínculo e demonstração são essenciais.
Avaliar condições para o desempenho ocupacional(trabalho, laser, brincar, escola e ócio) de 100
Desempenho ocupacional cobre trabalho, lazer, escola e ócio; modal é avaliação observacional com entrevista.
Avaliar aspectos afetivos, emocionais e sociais de 100
Aspectos afetivos, emocionais e sociais demandam escuta e interpretação relacional de sinais ambíguos.
Avaliar impacto do adoecimento e da institucionalização de 100
Impacto do adoecimento e da institucionalização é avaliação narrativa e relacional, altamente contextual.
Coordenar atividades terapêuticas ocupacionais em grupo de 100
Coordenar grupo terapêutico ocupa-se da dinâmica interpessoal e da facilitação em tempo real.
Estimular adesão e continuidade do tratamento de 100
Estimular adesão e continuidade é trabalho motivacional e relacional, com alta ambiguidade de resposta.
Estimular habilidades sociais de 100
depende de interação humana, leitura de contexto e treino situacional.
Mediar reuniões de 100
é facilitação humana de conflitos e interesses em tempo real.
Realizar escuta qualificada (acolhimento) de 100
Escuta qualificada e acolhimento são a relação humana em si; erro de vínculo é de detecção tardia.
Aplicar estratégias para reabilitação psicossocial de 100
Reabilitação psicossocial é relacional e situacional; ambiguidade constante e vínculo humano são o núcleo da tarefa.
Acompanhar clientes em atividades do cotidiano de 100
Acompanhar atividades do cotidiano é presença física no desempenho real, com apoio e segurança no local.
Adaptar atividades de 100
exige observar desempenho real do paciente e ajustar materiais, ambiente e demanda no local.
Adaptar órteses de 100
Adaptar órtese exige prova física, recorte e ajuste fino sobre o segmento corporal do usuário.
Adaptar postura de 100
Adaptação postural é intervenção física no corpo e no posicionamento; erro pode agravar desconforto ou lesão.
Adaptar próteses, adaptações e produtos assistivos de 100
Adaptação de próteses e produtos assistivos depende de encaixe, segurança e destreza manual no local.
Analisar ambientes de 100
tipicamente exige visita e inspeção física de barreiras, acessos e usos reais.
Aplicar terapias assistidas por animais de 100
Terapia assistida por animais exige manejo presencial de animal e paciente, com riscos e vínculo insubstituíveis.
Avaliar ambientes físicos de 100
Avaliação de ambientes físicos é inspeção in loco de barreiras, layout e condições de uso.
Avaliar aspectos cinéticofuncionais de 100
Aspectos cinéticofuncionais exigem exame de movimento, força e função no corpo do paciente.
Avaliar atividades de vida diária (a.v.d.) de 100
Avaliar AVD observa higiene, vestuário e alimentação no desempenho real ou simulado no ambiente.
Avaliar atividades instrumentais de vida diária (a.i.v.d.) de 100
Avaliar AIVD observa desempenho em tarefas instrumentais reais ou simuladas, com julgamento contextual.
Avaliar condições dolorosas de 100
Condições dolorosas exigem exame, relato e observação comportamental; o paciente é contraparte essencial.
Avaliar coordenação óculo manual e pedal de 100
Coordenação óculo-manual e pedal usa tarefas padronizadas presenciais de precisão e sincronia.
Avaliar desenvolvimento neuro-psico-motor de 100
Desenvolvimento neuro-psico-motor avalia-se com provas presenciais, marcos e observação do desempenho.
Avaliar funcionalidade da visão residual de 100
Funcionalidade da visão residual avalia-se com tarefas visuais presenciais e observação do uso funcional.
Avaliar funções do corpo de 100
combina exame físico e observação funcional presencial do paciente.
Avaliar funções manuais de 100
Avaliação de funções manuais usa testes de preensão, destreza e força com manipulação direta.
Avaliar funções neuro-musculo-esqueléticas de 100
Avaliação neuro-músculo-esquelética usa testes manuais, amplitude e força no corpo do paciente.
Avaliar funções sensório-motoras e percepto-cognitivas de 100
Funções sensório-motoras e percepto-cognitivas avaliam-se com provas presenciais e resposta do paciente.
Avaliar habilidades e padrões motores de 100
exige observação e manuseio do paciente em tarefas motoras.
Avaliar integração sensorial de 100
Integração sensorial avalia respostas a estímulos presenciais, com julgamento fino do perfil sensorial.
Avaliar motricidade geral (postura, marcha, equilíbrio) de 100
Postura, marcha e equilíbrio avaliam-se por observação e testes presenciais de motricidade geral.
Avaliar órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos de 100
Avaliar órteses e produtos assistivos verifica encaixe, função e segurança no uso real do dispositivo.
Avaliar percepção espacial, temporal e psicomotora de 100
Percepção espacial, temporal e psicomotora é testada com tarefas presenciais e observação do desempenho.
Avaliar sensibilidade de 100
usa testes tácteis e instrumentos no corpo; procedimento guiado, mas físico.
Confeccionar órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos de 100
Confecção de órteses e adaptações é manufatura com moldagem, materiais e ajuste dimensional no paciente.
Demonstrar procedimentos e técnicas de 100
exige modelagem corporal presencial e correção do desempenho alheio.
Desenvolver órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos de 100
Desenvolver órteses e produtos assistivos exige prototipagem física, teste no usuário e iteração de design.
Ensinar procedimentos de orientação/mobilidade (dependente/semi-independente/independente) de 100
Ensino de orientação e mobilidade treina deslocamento no espaço real, com risco e destreza do terapeuta.
Ensinar técnicas de autonomia em atividade de vida diária (a.v.d.) e atividades instrumentais de vida diária (a.i.v.d.) de 100
Autonomia em AVD/AIVD é treinada na prática do dia a dia, com ajuste fino à capacidade e ao ambiente.
Ensinar técnicas de independência em a.v.d. e a.i.v.d. de 100
Técnicas de independência em AVD/AIVD ensinam tarefas corporais e domésticas sob supervisão presencial.
Estimular desenvolvimento neuro-sensorio-motor e percepto-cognitivo de 100
Estimulação neuro-sensorio-motora e percepto-cognitiva é hands-on, com progressão guiada pela resposta do paciente.
Estimular percepção espacial e viso-motora de 100
Estimulação espacial e viso-motora ocorre em tarefas presenciais com manipulação e feedback imediato.
Estimular percepção táctil-cinestésica e músculo-esquelético de 100
Estimular táctil-cinestésico e músculo-esquelético exige contato corporal e ajuste contínuo de estímulos.
Mapear território de 100
combina percurso de campo, observação e registro de recursos da comunidade.
Operar instrumentos e equipamentos de trabalho de 100
Operar instrumentos e equipamentos segue manuais e rotinas, mas requer manipulação física no local de uso.
Preparar ambiente terapêutico de 100
reorganiza espaço físico, materiais e segurança antes da sessão.
Realizar avaliação ergonômica de 100
Avaliação ergonômica inspeciona posto e movimento no local de trabalho, com medidas e julgamento de risco.
Realizar procedimentos de habilitação e de reabilitação de 100
Habilitação/reabilitação agrega técnicas diversas; o modal é procedimento presencial hands-on com o paciente.
Reeducar postura de 100
Reeducação postural é prática corporal guiada, com correção tátil e observação da resposta muscular.
Treinar paciente na utilização de órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos de 100
Treino de uso de órteses e adaptações é presencial, com demonstração, supervisão e correção de execução.
Visitar domicílios, escolas, postos de trabalho, instituições e comunidades de 100
Visitas a domicílio, escola e trabalho são presença em campo; contextos variam, modal é deslocamento e inspeção.
Dados oficiais do Brasil
Salário e demanda no mercado formal.
É o valor do meio: metade ganha menos, metade ganha mais. Não é o salário de quem começa.
Isso é o vai e vem de vagas, não o total de empregos. Ranking de demanda →
Limitações: RAIS e CAGED cobrem o mercado formal com carteira assinada. Autônomos, sócios e informalidade não entram nestes números.
Projeção 10 anos
Para onde a carreira pode ir.
Três cenários de horizonte longo para comparar caminhos possíveis.
CENÁRIO BASE
Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.
Cenários editoriais construídos sobre o ponto de partida formal (R$ 4.328, RAIS 2023). Índice de IAtização por atividades: 19.
Competências
O que faz um bom profissional, além das tarefas.
- 01Conhecimento técnico de Terapeuta ocupacional
- 02Conhecimento técnico de Terapeuta ocupacional
- 03Conhecimento técnico de Terapeuta ocupacional
- 01Comunicação clara
- 02Trabalho em equipe
- 03Resolução de problemas
- 04Organização e prazo
- 01Ferramentas digitais de produtividade
- 02Sistemas setoriais da área
- 03Planilhas e relatórios
Ambiente típico de terapeuta ocupacional: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.
CORRESPONDÊNCIAS DERIVADAS
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Compare o escopo desta ocupação brasileira com referências de trabalho dos Estados Unidos.
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TO · terapeuta ocupacional clínico
Fontes e metodologia
Quatro camadas para confiar nos dados.
Dados do governo (CBO, RAIS e CAGED) dão a identidade da profissão, o salário e o movimento de vagas.
Somamos as atividades de trabalho nas faixas de automação e de ampliação por IA, dividimos pelo núcleo de trabalho (n atividades) e multiplicamos por 100. Cada atividade do núcleo pesa igual; competências pessoais e comunicação transversal ficam fora desse denominador.
AIOE, O*NET e WRTMJ apoiam a leitura quando a ponte com a CBO é publicável, mas não entram na conta do índice por atividades.
Cada número passa por checagem; quando é frágil, aparece como “dado insuficiente”.
Como ligamos a profissão brasileira aos estudos de fora ver detalhe
Correspondências por classificação
Equivalências e referências encontradas em cada classificação.
3 derivadas
- ISCO-08Correspondência derivada
Correspondência derivada via cbo94 muendler ilo isco08 chain, 1 salto (isco-08). Não é equivalência oficial CBO↔ISCO-08.
- O*NETCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (onet-29.0). Não é equivalência oficial CBO↔O*NET.
- SOC/BLSCorrespondência derivada
Correspondência derivada via seed ambiguous, 1 salto (soc-2018-public). Não é equivalência oficial CBO↔SOC/BLS.
Códigos correspondentes no exterior
Nesta matriz, a CBO 223905 está associada aos códigos abaixo. Mais de um código significa que as fontes sustentam múltiplos candidatos, não uma equivalência única.
- ISCO-08
3255- O*NET-SOC
31-2012.00- SOC/BLS
31-2012.00
Códigos derivados indicam uma rota reconstruível entre classificações; não são equivalências oficiais diretas da CBO.
O que estes dados não são: RAIS e CAGED só enxergam o emprego com carteira; os estudos de fora refletem outros países; “exposição” não é demissão. Catálogo de fontes →