Padrão ouro CBO 223905 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Terapeuta ocupacional

Promove a saúde e o bem-estar através da ocupação e atividades significativas.

Quanto a IA pressiona esta profissão

0/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

1 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Das 100 atividades mapeadas nesta página: 0 com alta exposição técnica à IA, 19 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 81 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Terapeutas ocupacionais e ortoptistas
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 4.328 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
9.846
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+251
+ 4.7% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
2.775
Contratações formais declaradas
Desligamentos
2.524
Saídas formais declaradas
Movimentações
5.299
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Conhecimento técnico de Terapeuta ocupacional
  • Conhecimento técnico de Terapeuta ocupacional
  • Conhecimento técnico de Terapeuta ocupacional

Soft skills

  • Comunicação clara
  • Trabalho em equipe
  • Resolução de problemas
  • Organização e prazo

Ferramentas

  • Ferramentas digitais de produtividade
  • Sistemas setoriais da área
  • Planilhas e relatórios

Ambiente

Ambiente típico de terapeuta ocupacional: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.

  • catalogo cbo
  • gold candidate
  • saude
  • demanda publica

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

2.886 4.086 5.286 6.485 7.685 2024 2028 2034 R$ 4.847
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
35 Moderado

Estimativa editorial estrutural até validação setorial; tarefas rotineiras tendem a maior exposição a automação do que julgamento clínico/profissional.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Contração de vagas formais e compressão salarial em segmentos saturados.

Base

Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.

Otimista

Especialização e complementaridade com ferramentas digitais elevam empregabilidade.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Terapeuta ocupacional

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · estagiario

    Estagiário — Terapeuta ocupacional

    R$ 1.558
  2. 02 · junior

    Terapeuta ocupacional júnior

    R$ 2.770
  3. 03 · pleno

    Terapeuta ocupacional pleno

    R$ 4.328
  4. 04 · senior

    Terapeuta ocupacional sênior

    R$ 6.492
  5. 05 · especialista

    Especialista / coordenação — Terapeuta ocupacional

    R$ 9.522

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade média

Ortoptista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Competências compartilhadas

  • OrtoptistaComunicação · Organização · Ferramentas digitais
    45%

Um dia na vida · CBO/MTE

As 100 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, , 19 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 81 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 100 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

19 em iatização, humano no comando 81 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (19)

Analisar critérios de elegibilidade 54
Por que entra em iatização

Critérios de elegibilidade seguem regras e protocolos de acesso; decisões pontuais ainda existem em bordas.

ID CBO 223905:C:9

Analisar avaliações de profissionais 50
Por que entra em iatização

Avaliações de outros profissionais chegam como documentos; a tarefa é correlacionar achados e julgar coerência.

ID CBO 223905:C:8

Analisar laudos e pareceres 50
Por que entra em iatização

Analisar laudos e pareceres é leitura e interpretação de documentos digitais com julgamento clínico.

ID CBO 223905:C:15

Estabelecer critérios de elegibilidade 49
Por que entra em iatização

Critérios de elegibilidade são regras e parâmetros de acesso documentáveis, com bordas ocasionais de interpretação.

ID CBO 223905:F:3

Analisar exames complementares 44
Por que entra em iatização

Analisar exames complementares opera sobre laudos e imagens digitais, com interpretação clínica revisável.

ID CBO 223905:C:7

Auditorar programas e serviços 42
Por que entra em iatização

Auditar programas e serviços revisa documentos, indicadores e conformidade com critérios técnicos.

ID CBO 223905:F:9

Estabelecer capacidade de atendimento 42
Por que entra em iatização

Capacidade de atendimento equilibra demanda, recursos e agenda; análise parcialmente numérica e organizacional.

ID CBO 223905:F:6

Encaminhar cliente a profissionais e entidades 38
Por que entra em iatização

Encaminhamento segue critérios e rede de serviços; parcialmente procedimental e registrável.

ID CBO 223905:C:10

Aplicar tecnologias de medição sócio-ocupacional 34
Por que entra em iatização

Tecnologias de medição sócio-ocupacional seguem instrumentos padronizados, com registro e escore mais digitais.

ID CBO 223905:B:18

Estabelecer metodologia de trabalho 33
Por que entra em iatização

Estabelecer metodologia de trabalho define fluxos e critérios; parcialmente codificável, com decisões de desenho.

ID CBO 223905:F:2

Realizar pesquisas 33
Por que entra em iatização

Pesquisar varia de campo a análise de dados; modal acadêmico-documental com julgamento metodológico constante.

ID CBO 223905:F:16

Sugerir exames complementares 33
Por que entra em iatização

Sugerir exames complementares é decisão clínica documentável, com critérios e exceções por quadro.

ID CBO 223905:C:5

Transmitir instruções à equipe multidisciplinar 33
Por que entra em iatização

Transmitir instruções à equipe é comunicação técnica, oral ou em prontuário, com algum julgamento de prioridade.

ID CBO 223905:E:10

Analisar resultados das avaliações 32
Por que entra em iatização

Analisar resultados de avaliações trabalha dados e escores já coletados, com síntese clínica revisável.

ID CBO 223905:C:1

Administrar recursos humanos, materiais e financeiros 28
Por que entra em iatização

Administrar RH, materiais e finanças mistura tarefas distintas; modal é gestão com registros e decisões.

ID CBO 223905:F:11

Elaborar processo de alta 28
Por que entra em iatização

Processo de alta formaliza critérios, orientações e documentação; julgamento clínico ainda delimita o timing.

ID CBO 223905:E:9

Estabelecer parâmetros de alta 28
Por que entra em iatização

Parâmetros de alta definem marcos clínicos e funcionais; padrões existem, mas casos limítrofes exigem juízo.

ID CBO 223905:F:5

Analisar atividades humanas 27
Por que entra em iatização

Análise de atividades humanas usa frameworks ocupacionais sobre demanda, pessoa e contexto; parcialmente codificável.

ID CBO 223905:C:14

Organizar eventos técnico-científicos 27
Por que entra em iatização

Organizar eventos técnico-científicos coordena pessoas, logística e conteúdo; parte digital, parte presencial.

ID CBO 223905:F:17

Predominantemente humana o que continua só seu (81)

Criar métodos de trabalho 23
Por que permanece humana

Criar métodos de trabalho é desenho inovador de processos; cada serviço e população pede solução não rotineira.

ID CBO 223905:F:1

Estabelecer plano terapêutico ocupacional 23
Por que permanece humana

Plano terapêutico ocupa-se de síntese clínica e metas; documentável, porém com julgamento singular do caso.

ID CBO 223905:B:20

Prescrever atividades 23
Por que permanece humana

Prescrição de atividades formaliza plano em registro, com padrões clínicos e exceções por perfil ocupacional.

ID CBO 223905:A:11

Aplicar testes e protocolos 20
Por que permanece humana

Testes e protocolos seguem roteiro padronizado, mas aplicação e escore ainda dependem de observação presencial.

ID CBO 223905:A:2

Eleger procedimentos de intervenções/tratamento 19
Por que permanece humana

Escolha de intervenção depende do quadro clínico singular; registra-se em prontuário, mas o julgamento é central.

ID CBO 223905:A:1

Realizar diagnóstico sócio-ocupacional 19
Por que permanece humana

Diagnóstico sócio-ocupacional sintetiza múltiplos achados em hipótese singular; alto julgamento clínico.

ID CBO 223905:D:20

Capacitar profissionais 19
Por que permanece humana

Capacitar profissionais combina conteúdo técnico e didática presencial ou mediada, com adaptação ao público.

ID CBO 223905:F:13

Explicar procedimentos e rotinas 19
Por que permanece humana

Explicar procedimentos e rotinas é orientação humana ao paciente/família; clareza depende da interlocução.

ID CBO 223905:E:1

Identificar redes de suporte social 19
Por que permanece humana

Identificar redes de suporte exige entrevista e mapeamento relacional; parcialmente registrável.

ID CBO 223905:D:10

Implementar ações para prevenção e promoção da saúde 19
Por que permanece humana

Prevenção e promoção misturam educação, grupo e intervenções locais; caso modal é ação educativa presencial.

ID CBO 223905:A:20

Organizar cotidiano de clientes 19
Por que permanece humana

Organizar cotidiano combina rotinas, preferências e contexto do cliente; parcialmente planejável em registro.

ID CBO 223905:A:32

Prescrever órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos 19
Por que permanece humana

Prescrever órteses e produtos assistivos integra exame físico e indicação documentada; erro de ajuste é custoso.

ID CBO 223905:A:21

Analisar condicões socioeconômicas, etno-culturais e educacionais 16
Por que permanece humana

Condições socioeconômicas, étnico-culturais e educacionais exigem escuta contextual e interpretação singular.

ID CBO 223905:C:2

Coordenar serviços de saúde e educação 16
Por que permanece humana

Coordenar serviços de saúde e educação gerencia equipes e fluxos com decisões contextuais frequentes.

ID CBO 223905:F:8

Esclarecer dúvidas 15
Por que permanece humana

Esclarecer dúvidas é interlocução situacional; cada pergunta e contexto demandam resposta adaptada.

ID CBO 223905:E:4

Coordenar serviços de cultura, de assistência social e de direitos humanos 13
Por que permanece humana

Coordenar serviços de cultura, assistência e direitos envolve gestão humana e política em contextos variáveis.

ID CBO 223905:F:4

Dar devolutiva da avaliação e conduta terapêutica 13
Por que permanece humana

Devolutiva da avaliação e conduta é conversa clínica com paciente/família; o vínculo molda a entrega.

ID CBO 223905:C:11

Efetuar anamnese 13
Por que permanece humana

Anamnese é entrevista clínica presencial/interativa; a qualidade da coleta depende do vínculo e da escuta.

ID CBO 223905:C:4

Participar de diagnósticos interdisciplinares diferenciais 13
Por que permanece humana

Diagnóstico interdisciplinar diferencial exige deliberação coletiva e julgamento clínico de casos ambíguos.

ID CBO 223905:F:18

Realizar perícia 13
Por que permanece humana

Perícia ocupa-se de julgamento técnico de alto impacto legal; erro é caro e de correção difícil.

ID CBO 223905:F:10

Acompanhar evolução terapêutica 11
Por que permanece humana

Acompanhar evolução cruza reavaliação clínica presencial e registros de progresso; falhas podem ser tardias.

ID CBO 223905:E:7

Avaliar distúrbios da aprendizagem da linguagem oral, leitura e escrita 11
Por que permanece humana

Distúrbios de linguagem, leitura e escrita usam provas e observação de desempenho escolar/funcional.

ID CBO 223905:D:13

Participar do desenvolvimento de equipamentos de engenharia de reabilitação 11
Por que permanece humana

Participar do desenvolvimento de equipamentos de reabilitação mistura especificação clínica e validação física.

ID CBO 223905:F:15

Verificar compreensão da orientação 11
Por que permanece humana

Verificar compreensão da orientação depende de diálogo, reformulação e leitura de sinais do interlocutor.

ID CBO 223905:E:3

Orientar técnicas ergonômicas 11
Por que permanece humana

Orientar técnicas ergonômicas combina demonstração no posto e explicação de ajustes posturais/ambientais.

ID CBO 223905:E:6

Avaliar atividades sócio-ocupacionais 9
Por que permanece humana

Avaliação sócio-ocupacional mistura entrevista, observação e registros; presença e vínculo ainda pesam.

ID CBO 223905:B:11

Avaliar funções psicossociais 9
Por que permanece humana

Avaliação psicossocial é relacional e contextual; a contraparte humana é parte da própria coleta.

ID CBO 223905:B:6

Avaliar funções psíquicas 9
Por que permanece humana

Funções psíquicas dependem de escuta, observação comportamental e interpretação clínica contextual.

ID CBO 223905:B:5

Supervisionar profissionais, estagiários e equipes de apoio 9
Por que permanece humana

Supervisão de profissionais e estagiários é relação de ensino e controle humano em situações singulares.

ID CBO 223905:F:12

Ensinar formas alternativas de comunicação 9
Por que permanece humana

Ensino de comunicação alternativa combina dispositivos e treino presencial; vínculo e demonstração são essenciais.

ID CBO 223905:A:16

Avaliar condições para o desempenho ocupacional(trabalho, laser, brincar, escola e ócio) 8
Por que permanece humana

Desempenho ocupacional cobre trabalho, lazer, escola e ócio; modal é avaliação observacional com entrevista.

ID CBO 223905:B:12

Avaliar aspectos afetivos, emocionais e sociais 6
Por que permanece humana

Aspectos afetivos, emocionais e sociais demandam escuta e interpretação relacional de sinais ambíguos.

ID CBO 223905:D:11

Avaliar impacto do adoecimento e da institucionalização 6
Por que permanece humana

Impacto do adoecimento e da institucionalização é avaliação narrativa e relacional, altamente contextual.

ID CBO 223905:D:21

Coordenar atividades terapêuticas ocupacionais em grupo 6
Por que permanece humana

Coordenar grupo terapêutico ocupa-se da dinâmica interpessoal e da facilitação em tempo real.

ID CBO 223905:A:33

Estimular adesão e continuidade do tratamento 4
Por que permanece humana

Estimular adesão e continuidade é trabalho motivacional e relacional, com alta ambiguidade de resposta.

ID CBO 223905:E:8

Estimular habilidades sociais 4
Por que permanece humana

Estimular habilidades sociais depende de interação humana, leitura de contexto e treino situacional.

ID CBO 223905:A:34

Mediar reuniões 4
Por que permanece humana

Mediar reuniões é facilitação humana de conflitos e interesses em tempo real.

ID CBO 223905:F:7

Realizar escuta qualificada (acolhimento) 4
Por que permanece humana

Escuta qualificada e acolhimento são a relação humana em si; erro de vínculo é de detecção tardia.

ID CBO 223905:C:12

Aplicar estratégias para reabilitação psicossocial 2
Por que permanece humana

Reabilitação psicossocial é relacional e situacional; ambiguidade constante e vínculo humano são o núcleo da tarefa.

ID CBO 223905:A:28

Acompanhar clientes em atividades do cotidiano 0
Por que permanece humana

Acompanhar atividades do cotidiano é presença física no desempenho real, com apoio e segurança no local.

ID CBO 223905:A:35

Adaptar atividades 0
Por que permanece humana

Adaptar atividades exige observar desempenho real do paciente e ajustar materiais, ambiente e demanda no local.

ID CBO 223905:A:10

Adaptar órteses 0
Por que permanece humana

Adaptar órtese exige prova física, recorte e ajuste fino sobre o segmento corporal do usuário.

ID CBO 223905:A:23

Adaptar postura 0
Por que permanece humana

Adaptação postural é intervenção física no corpo e no posicionamento; erro pode agravar desconforto ou lesão.

ID CBO 223905:A:15

Adaptar próteses, adaptações e produtos assistivos 0
Por que permanece humana

Adaptação de próteses e produtos assistivos depende de encaixe, segurança e destreza manual no local.

ID CBO 223905:A:24

Analisar ambientes 0
Por que permanece humana

Analisar ambientes tipicamente exige visita e inspeção física de barreiras, acessos e usos reais.

ID CBO 223905:C:16

Aplicar terapias assistidas por animais 0
Por que permanece humana

Terapia assistida por animais exige manejo presencial de animal e paciente, com riscos e vínculo insubstituíveis.

ID CBO 223905:A:31

Avaliar ambientes físicos 0
Por que permanece humana

Avaliação de ambientes físicos é inspeção in loco de barreiras, layout e condições de uso.

ID CBO 223905:B:15

Avaliar aspectos cinéticofuncionais 0
Por que permanece humana

Aspectos cinéticofuncionais exigem exame de movimento, força e função no corpo do paciente.

ID CBO 223905:D:19

Avaliar atividades de vida diária (a.v.d.) 0
Por que permanece humana

Avaliar AVD observa higiene, vestuário e alimentação no desempenho real ou simulado no ambiente.

ID CBO 223905:B:9

Avaliar atividades instrumentais de vida diária (a.i.v.d.) 0
Por que permanece humana

Avaliar AIVD observa desempenho em tarefas instrumentais reais ou simuladas, com julgamento contextual.

ID CBO 223905:B:10

Avaliar condições dolorosas 0
Por que permanece humana

Condições dolorosas exigem exame, relato e observação comportamental; o paciente é contraparte essencial.

ID CBO 223905:D:3

Avaliar coordenação óculo manual e pedal 0
Por que permanece humana

Coordenação óculo-manual e pedal usa tarefas padronizadas presenciais de precisão e sincronia.

ID CBO 223905:D:7

Avaliar desenvolvimento neuro-psico-motor 0
Por que permanece humana

Desenvolvimento neuro-psico-motor avalia-se com provas presenciais, marcos e observação do desempenho.

ID CBO 223905:D:1

Avaliar funcionalidade da visão residual 0
Por que permanece humana

Funcionalidade da visão residual avalia-se com tarefas visuais presenciais e observação do uso funcional.

ID CBO 223905:B:8

Avaliar funções do corpo 0
Por que permanece humana

Avaliar funções do corpo combina exame físico e observação funcional presencial do paciente.

ID CBO 223905:B:4

Avaliar funções manuais 0
Por que permanece humana

Avaliação de funções manuais usa testes de preensão, destreza e força com manipulação direta.

ID CBO 223905:B:3

Avaliar funções neuro-musculo-esqueléticas 0
Por que permanece humana

Avaliação neuro-músculo-esquelética usa testes manuais, amplitude e força no corpo do paciente.

ID CBO 223905:B:1

Avaliar funções sensório-motoras e percepto-cognitivas 0
Por que permanece humana

Funções sensório-motoras e percepto-cognitivas avaliam-se com provas presenciais e resposta do paciente.

ID CBO 223905:B:2

Avaliar habilidades e padrões motores 0
Por que permanece humana

Avaliar habilidades e padrões motores exige observação e manuseio do paciente em tarefas motoras.

ID CBO 223905:B:14

Avaliar integração sensorial 0
Por que permanece humana

Integração sensorial avalia respostas a estímulos presenciais, com julgamento fino do perfil sensorial.

ID CBO 223905:D:15

Avaliar motricidade geral (postura, marcha, equilíbrio) 0
Por que permanece humana

Postura, marcha e equilíbrio avaliam-se por observação e testes presenciais de motricidade geral.

ID CBO 223905:D:4

Avaliar órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos 0
Por que permanece humana

Avaliar órteses e produtos assistivos verifica encaixe, função e segurança no uso real do dispositivo.

ID CBO 223905:D:8

Avaliar percepção espacial, temporal e psicomotora 0
Por que permanece humana

Percepção espacial, temporal e psicomotora é testada com tarefas presenciais e observação do desempenho.

ID CBO 223905:B:13

Avaliar sensibilidade 0
Por que permanece humana

Avaliar sensibilidade usa testes tácteis e instrumentos no corpo; procedimento guiado, mas físico.

ID CBO 223905:D:2

Confeccionar órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos 0
Por que permanece humana

Confecção de órteses e adaptações é manufatura com moldagem, materiais e ajuste dimensional no paciente.

ID CBO 223905:A:22

Demonstrar procedimentos e técnicas 0
Por que permanece humana

Demonstrar procedimentos e técnicas exige modelagem corporal presencial e correção do desempenho alheio.

ID CBO 223905:E:2

Desenvolver órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos 0
Por que permanece humana

Desenvolver órteses e produtos assistivos exige prototipagem física, teste no usuário e iteração de design.

ID CBO 223905:F:14

Ensinar procedimentos de orientação/mobilidade (dependente/semi-independente/independente) 0
Por que permanece humana

Ensino de orientação e mobilidade treina deslocamento no espaço real, com risco e destreza do terapeuta.

ID CBO 223905:A:4

Ensinar técnicas de autonomia em atividade de vida diária (a.v.d.) e atividades instrumentais de vida diária (a.i.v.d.) 0
Por que permanece humana

Autonomia em AVD/AIVD é treinada na prática do dia a dia, com ajuste fino à capacidade e ao ambiente.

ID CBO 223905:A:6

Ensinar técnicas de independência em a.v.d. e a.i.v.d. 0
Por que permanece humana

Técnicas de independência em AVD/AIVD ensinam tarefas corporais e domésticas sob supervisão presencial.

ID CBO 223905:A:5

Estimular desenvolvimento neuro-sensorio-motor e percepto-cognitivo 0
Por que permanece humana

Estimulação neuro-sensorio-motora e percepto-cognitiva é hands-on, com progressão guiada pela resposta do paciente.

ID CBO 223905:A:12

Estimular percepção espacial e viso-motora 0
Por que permanece humana

Estimulação espacial e viso-motora ocorre em tarefas presenciais com manipulação e feedback imediato.

ID CBO 223905:A:18

Estimular percepção táctil-cinestésica e músculo-esquelético 0
Por que permanece humana

Estimular táctil-cinestésico e músculo-esquelético exige contato corporal e ajuste contínuo de estímulos.

ID CBO 223905:A:13

Mapear território 0
Por que permanece humana

Mapear território combina percurso de campo, observação e registro de recursos da comunidade.

ID CBO 223905:C:3

Operar instrumentos e equipamentos de trabalho 0
Por que permanece humana

Operar instrumentos e equipamentos segue manuais e rotinas, mas requer manipulação física no local de uso.

ID CBO 223905:F:19

Preparar ambiente terapêutico 0
Por que permanece humana

Preparar ambiente terapêutico reorganiza espaço físico, materiais e segurança antes da sessão.

ID CBO 223905:A:27

Realizar avaliação ergonômica 0
Por que permanece humana

Avaliação ergonômica inspeciona posto e movimento no local de trabalho, com medidas e julgamento de risco.

ID CBO 223905:C:13

Realizar procedimentos de habilitação e de reabilitação 0
Por que permanece humana

Habilitação/reabilitação agrega técnicas diversas; o modal é procedimento presencial hands-on com o paciente.

ID CBO 223905:A:3

Reeducar postura 0
Por que permanece humana

Reeducação postural é prática corporal guiada, com correção tátil e observação da resposta muscular.

ID CBO 223905:A:19

Treinar paciente na utilização de órteses, próteses, adaptações e produtos assistivos 0
Por que permanece humana

Treino de uso de órteses e adaptações é presencial, com demonstração, supervisão e correção de execução.

ID CBO 223905:A:26

Visitar domicílios, escolas, postos de trabalho, instituições e comunidades 0
Por que permanece humana

Visitas a domicílio, escola e trabalho são presença em campo; contextos variam, modal é deslocamento e inspeção.

ID CBO 223905:E:5

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 19 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar trechos com alta exposição técnica à IA
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Terapeuta ocupacional). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Profissional que ajuda pessoas de todas as idades a superar barreiras físicas, mentais ou sociais para realizar suas atividades diárias, como se vestir, comer, trabalhar ou brincar. Utiliza atividades terapêuticas para desenvolver habilidades e promover a independência e a participação social.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como terapeuta ocupacional?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Terapeuta ocupacional?

Terapeuta ocupacional é a ocupação CBO 223905. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Eleger procedimentos de intervenções/tratamento. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Terapeuta ocupacional?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Terapeuta ocupacional é R$ 4.328 (agregado de 9.846 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Terapeuta ocupacional?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Terapeuta ocupacional. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Terapeuta ocupacional?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
223905
Família ocupacional
Terapeutas ocupacionais e ortoptistas
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 4.328/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Como as pessoas chamam

TO · terapeuta ocupacional clínico