Padrão ouro CBO 225142 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Médico da estratégia de saúde da família

Presta atendimento médico primário e integral à comunidade em sua área de atuação.

Quanto a IA pressiona esta profissão

17/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

3 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Para médico da estratégia de saúde da família, as referências internacionais já disponíveis apontam risco estimado de substituição de 12% (WRTMJ); 33% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 89 atividades mapeadas nesta página: 5 com alta exposição técnica à IA, 25 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 59 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 18.047 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
6.090
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+3
+ 0.2% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
907
Contratações formais declaradas
Desligamentos
904
Saídas formais declaradas
Movimentações
1.811
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

12%WRTMJRisco estimado de substituição
·pAIOEPercentil de exposição à IA
33%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

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Habilidades

  • Pensamento crítico
  • Escuta ativa
  • Compreensão de leitura
  • Comunicação oral
  • Escrita
  • Aprendizagem ativa
  • Resolução de problemas complexos
  • Julgamento e tomada de decisão

Conhecimentos

  • Medicina e odontologia
  • Língua inglesa
  • Terapia e aconselhamento
  • Psicologia
  • Biologia
  • Atendimento e serviço pessoal
  • Computadores e eletrônica
  • Matemática

Capacidades

  • Sensibilidade a problemas
  • Compreensão oral
  • Expressão oral
  • Raciocínio dedutivo
  • Compreensão escrita
  • Raciocínio indutivo
  • Clareza da fala
  • Expressão escrita

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-1215.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ12%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE·

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET33%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED+0.2%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Conhecimento técnico de Médico da estratégia de saúde da família
  • Conhecimento técnico de Médico da estratégia de saúde da família
  • Conhecimento técnico de Médico da estratégia de saúde da família

Soft skills

  • Comunicação clara
  • Trabalho em equipe
  • Resolução de problemas
  • Organização e prazo

Ferramentas

  • Ferramentas digitais de produtividade
  • Sistemas setoriais da área
  • Planilhas e relatórios

Ambiente

Ambiente típico de médico da estratégia de saúde da família: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.

  • catalogo cbo
  • gold candidate
  • saude
  • demanda publica

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

12.756 16.186 19.617 23.048 26.479 2024 2028 2034 R$ 20.213
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
35 Moderado

Estimativa editorial estrutural até validação setorial; tarefas rotineiras tendem a maior exposição a automação do que julgamento clínico/profissional.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Contração de vagas formais e compressão salarial em segmentos saturados.

Base

Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.

Otimista

Especialização e complementaridade com ferramentas digitais elevam empregabilidade.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Médico da estratégia de saúde da família

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · estagiario

    Estagiário — Médico da estratégia de saúde da família

    R$ 6.497
  2. 02 · junior

    Médico da estratégia de saúde da família júnior

    R$ 11.550
  3. 03 · pleno

    Médico da estratégia de saúde da família pleno

    R$ 18.047
  4. 04 · senior

    Médico da estratégia de saúde da família sênior

    R$ 27.070
  5. 05 · especialista

    Especialista / coordenação — Médico da estratégia de saúde da família

    R$ 39.703

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade média

Médico nutrologista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Viabilidade média

Médico hematologista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Viabilidade média

Médico geriatra

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Viabilidade média

Médico geneticista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Competências compartilhadas

Um dia na vida · CBO/MTE

As 89 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 5 que dá para delegar à IA (e auditar) , 25 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 59 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 89 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

5 alta exposição técnica 25 em iatização, humano no comando 59 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (5)

Atualizar informações cadastrais 70
Por que dá para delegar (e auditar)

Atualizar cadastro é registro digital com campos definidos; inconsistências costumam ser detectáveis na base.

ID CBO 225142:H:5

Registrar as atividades nos sistemas de informação 69
Por que dá para delegar (e auditar)

Registro em sistemas de informação é entrada digital procedural; erros de digitação costumam ser detectáveis.

ID CBO 225142:H:18

Descrever ações médicas 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Descrever ações médicas é produção textual/digital revisável; padronização parcial com exceções clínicas.

ID CBO 225142:G:4

Notificar doenças, agravos e situações de importância local 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Notificação é preenchimento digital com critérios de vigilância; omissão ou atraso impacta resposta sanitária.

ID CBO 225142:H:9

Preparar material didático 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material didático é produto digital revisável; estrutura pedagógica com variações de público e conteúdo.

ID CBO 225142:G:1

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (25)

Divulgar informações em mídia 56
Por que entra em iatização

Divulgação em mídia é produção digital de conteúdo; padrões de comunicação com revisão editorial possível.

ID CBO 225142:C:11

Solicitar exames complementares 56
Por que entra em iatização

Solicitação de exames é ordem digital com protocolos; escolhas pontuais e revisão por resultados posteriores.

ID CBO 225142:A:5

Preparar projetos de pesquisa 50
Por que entra em iatização

Projeto de pesquisa é documento digital com normas de fomento; desenho metodológico exige julgamento.

ID CBO 225142:G:9

Redigir trabalhos científicos 50
Por que entra em iatização

Trabalho científico é texto digital com normas de publicação; julgamento metodológico e revisão por pares.

ID CBO 225142:G:13

Encaminhar usuários a outros profissionais 43
Por que entra em iatização

Encaminhamento usa fluxos e critérios, mas a escolha do destino depende do quadro e da rede disponível.

ID CBO 225142:A:17

Prescrever imunização 43
Por que entra em iatização

Prescrever imunização segue calendários e contraindicações; erro vacinal é grave, mas há critérios explícitos.

ID CBO 225142:C:12

Solicitar interconsultas 43
Por que entra em iatização

Interconsulta é pedido documental com critérios de fluxo; decisão pontual e rastreável no prontuário.

ID CBO 225142:A:6

Participar do gerenciamento de insumos 38
Por que entra em iatização

Gerenciar insumos segue controles de estoque e regras de abastecimento; presença parcial no serviço.

ID CBO 225142:H:21

Organizar cursos de educação continuada 34
Por que entra em iatização

Cursos de educação continuada misturam desenho curricular digital e mediação presencial/remota.

ID CBO 225142:G:15

Organizar encontros científicos 34
Por que entra em iatização

Organizar encontros combina logística digital e coordenação humana; falhas costumam ser detectáveis cedo.

ID CBO 225142:G:14

Definir ações de acordo com prioridades locais 33
Por que entra em iatização

Priorizar ações locais usa indicadores e julgamento político-sanitário; planos são revisáveis periodicamente.

ID CBO 225142:H:20

Estabelecer plano de ações em saúde 33
Por que entra em iatização

Plano de ações em saúde é documento estratégico com dados locais; exceções territoriais e revisão periódica.

ID CBO 225142:C:1

Prescrever medidas higiênico-dietéticas 33
Por que entra em iatização

Medidas higiênico-dietéticas são orientações protocolares individualizadas; falhas costumam ser revisáveis.

ID CBO 225142:C:2

Realizar diagnóstico de saúde da comunidade 33
Por que entra em iatização

Diagnóstico comunitário usa dados epidemiológicos e territoriais digitais; executor menos pessoal que a clínica.

ID CBO 225142:A:11

Indicar tratamento 32
Por que entra em iatização

Indicar tratamento é decisão informacional com diretrizes e exceções; indicação inadequada tem custo clínico.

ID CBO 225142:B:2

Prescrever tratamento 32
Por que entra em iatização

Prescrição formaliza conduta em sistema ou receita; guias e interações ajudam, mas o erro pode ser grave.

ID CBO 225142:B:20

Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos 32
Por que entra em iatização

Receitar medicamentos é ordem digital com bulas e interações; escolha individual e risco iatrogênico elevados.

ID CBO 225142:B:3

Desenvolver pesquisas em medicina 28
Por que entra em iatização

Pesquisa médica mescla desenho, dados e eventual laboratório/campo; ambiguidade metodológica é constante.

ID CBO 225142:G:10

Participar das atividades de planejamento 28
Por que entra em iatização

Planejamento de equipe usa indicadores e reunião; decisões coletivas com padrões e exceções locais.

ID CBO 225142:H:14

Estabelecer prognóstico 27
Por que entra em iatização

Prognóstico é julgamento sob incerteza sobre trajetória clínica; erro de expectativa tem impacto alto.

ID CBO 225142:B:6

Interpretar dados de exame clínico e exames complementares 27
Por que entra em iatização

Interpretação integra achados clínicos e laudos digitais; ambiguidade frequente e erro diagnóstico custoso.

ID CBO 225142:A:9

Levantar hipóteses diagnósticas 27
Por que entra em iatização

Hipóteses diagnósticas são raciocínio sobre dados clínicos; padrões existem, mas casos ambíguos predominam.

ID CBO 225142:A:3

Planejar tratamento de clientes e pacientes 27
Por que entra em iatização

Planejar tratamento é raciocínio sobre quadro e opções; protocolos existem, mas individualização é constante.

ID CBO 225142:B:1

Participar das atividades de educação permanente 25
Por que entra em iatização

Educação permanente mescla conteúdo e interação de equipe; falhas formativas são corrigíveis com retreino.

ID CBO 225142:H:19

Rastrear doenças prevalentes 25
Por que entra em iatização

Rastreamento usa critérios e fluxos de triagem; dados digitais e protocolos, com exceções clínicas.

ID CBO 225142:C:4

Predominantemente humana o que continua só seu (59)

Acompanhar plano terapêutico do usuário 23
Por que permanece humana

Acompanhar plano terapêutico usa prontuário e reavaliações; vínculo e ajuste contextual são centrais.

ID CBO 225142:B:22

Avaliar atos médicos 23
Por que permanece humana

Avaliar atos médicos usa registros e critérios, mas ambiguidade clínica e responsabilidade são constantes.

ID CBO 225142:G:6

Coordenar o cuidado dos usuários 23
Por que permanece humana

Coordenar cuidado integra fluxos, equipes e caso clínico; ambiguidade e accountability do médico da ESF.

ID CBO 225142:H:12

Definir território de atuação 22
Por que permanece humana

Definir território usa mapas, dados e negociação institucional; decisões locais com revisão periódica.

ID CBO 225142:H:1

Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos 22
Por que permanece humana

Participar de congressos é presença e networking científico; valor está na interação humana do evento.

ID CBO 225142:G:16

Promover campanhas de saúde 22
Por que permanece humana

Campanhas de saúde misturam planejamento digital e mobilização presencial; resultados revisáveis a posteriori.

ID CBO 225142:C:8

Implementar medidas de biossegurança 20
Por que permanece humana

Biossegurança segue normas e rotinas de serviço; falha de adesão pode gerar dano detectado tardiamente.

ID CBO 225142:C:5

Mapear área de atuação 20
Por que permanece humana

Mapear área combina georreferenciamento e varredura territorial; produto parcialmente digital e presencial.

ID CBO 225142:H:2

Indicar necessidade de internação 19
Por que permanece humana

Indicar internação é decisão clínica sobre critérios e risco; registro digital, erro de alta gravidade se falhar.

ID CBO 225142:B:21

Avaliar conhecimento de especialistas 19
Por que permanece humana

Avaliar conhecimento de especialistas mescla provas, observação e rubricas; juízo de competência não é mecânico.

ID CBO 225142:G:7

Identificar necessidades dos usuários 19
Por que permanece humana

Identificar necessidades exige escuta comunitária e dados; vínculo e contexto local moldam o diagnóstico.

ID CBO 225142:H:10

Promover atividades educativas 19
Por que permanece humana

Atividades educativas exigem adaptação ao público e presença relacional; conteúdo parcialmente padronizável.

ID CBO 225142:C:9

Desenvolver procedimentos 16
Por que permanece humana

Desenvolver procedimentos é criação sob incerteza técnica e ética; validação é cara e não trivial.

ID CBO 225142:G:11

Ministrar aulas 16
Por que permanece humana

Aulas combinam conteúdo digital e mediação didática humana; adaptação ao aluno e presença parcial.

ID CBO 225142:G:2

Participar das avaliações da equipe 16
Por que permanece humana

Avaliar a equipe mistura métricas e juízo relacional; feedback humano e contexto de trabalho importam.

ID CBO 225142:H:15

Realizar anamnese 15
Por que permanece humana

Anamnese mescla relato verbal e registro digital; roteiro clínico com exceções; vínculo com o médico importa.

ID CBO 225142:A:1

Prestar consultorias e assessorias 14
Por que permanece humana

Consultoria e assessoria dependem de contexto do cliente e confiança pessoal; parecer inadequado é custoso.

ID CBO 225142:G:17

Identificar grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos 13
Por que permanece humana

Identificar expostos a risco usa cadastro, visita e julgamento epidemiológico; omissão tem custo comunitário.

ID CBO 225142:H:3

Identificar parceiros e recursos disponíveis na comunidade 13
Por que permanece humana

Mapear parceiros exige redes locais e presença territorial; informação mista e confiança interpessoal.

ID CBO 225142:H:17

Implementar medidas de saúde ambiental 13
Por que permanece humana

Saúde ambiental combina dados e intervenção no território; impactos demoram a aparecer e corrigir.

ID CBO 225142:C:7

Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador 13
Por que permanece humana

Proteção do trabalhador mistura normas, inspeção e contexto local; omissão de risco tem custo alto.

ID CBO 225142:C:6

Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados 13
Por que permanece humana

Monitoramento hospitalar usa sinais e registros digitais, mas exige resposta clínica e presença parcial.

ID CBO 225142:B:18

Organizar grupos de promoção à saúde 13
Por que permanece humana

Organizar grupos de promoção exige facilitação humana e logística; adesão depende de vínculo com o território.

ID CBO 225142:H:4

Fiscalizar treinamento médico 11
Por que permanece humana

Fiscalizar treinamento médico exige inspeção de processos formativos no local e em registros; critérios parciais.

ID CBO 225142:G:8

Realizar ações de prevenção de agravos e curativas 11
Por que permanece humana

Prevenção e cura misturam educação, procedimento e conduta clínica; naturezas distintas sob o mesmo rótulo.

ID CBO 225142:H:7

Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes 9
Por que permanece humana

Diagnóstico individual integra clínica e exames; ambiguidade constante e erro de alto custo e detecção tardia.

ID CBO 225142:A:10

Promover ações de controle de vetores e zoonoses 9
Por que permanece humana

Controle de vetores mistura protocolo, campo e educação; falhas ambientais têm impacto comunitário tardio.

ID CBO 225142:C:10

Supervisionar propedêutica instrumental 9
Por que permanece humana

Supervisionar propedêutica exige observar execução e julgar técnica; presença parcial e risco clínico residual.

ID CBO 225142:A:8

Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais) 9
Por que permanece humana

Reabilitação biopsicossocial mistura orientação, vínculo e intervenção; modalidades físicas e relacionais divergem.

ID CBO 225142:B:19

Realizar atendimento em consultório 9
Por que permanece humana

Atendimento em consultório agrega anamnese, exame e conduta; presença e vínculo médico-paciente predominam.

ID CBO 225142:A:13

Supervisionar atos médicos 9
Por que permanece humana

Supervisionar atos médicos exige julgamento clínico e presença relativa; falha de supervisão tem custo alto.

ID CBO 225142:G:5

Incentivar a participação da comunidade 6
Por que permanece humana

Incentivar participação comunitária é mobilização relacional; a tarefa é o vínculo com a comunidade.

ID CBO 225142:H:16

Promover a integralidade do cuidado 6
Por que permanece humana

Integralidade do cuidado é articulação contextual entre níveis e necessidades; não se reduz a checklist.

ID CBO 225142:H:13

Praticar psicoterapia 5
Por que permanece humana

Psicoterapia é sessão relacional com alta ambiguidade; o vínculo humano é a própria tarefa terapêutica.

ID CBO 225142:B:10

Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares 4
Por que permanece humana

Discussão de diagnóstico e tratamento com pacientes e família é comunicação clínica; a relação humana é a entrega.

ID CBO 225142:A:12

Responsabilizar-se por todos os atendimentos da população adscrita 2
Por que permanece humana

Responsabilidade pela população adscrita é mandato relacional amplo; agrega gestão e cuidado com alto risco.

ID CBO 225142:H:11

Assistir parto 0
Por que permanece humana

Parto exige presença, destreza e decisão sob incerteza em tempo real; erro materno-fetal é grave.

ID CBO 225142:B:12

Atender usuários nas ubss, nos domicílios ou espaços comunitários 0
Por que permanece humana

Atender em UBS, domicílio ou comunidade exige presença e vínculo; agrega consulta e ação territorial.

ID CBO 225142:H:6

Cultivar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Cultivo de tecidos mescla laboratório, protocolos e julgamento técnico; contaminação ou falha é custosa.

ID CBO 225142:B:17

Demonstrar ações médicas 0
Por que permanece humana

Demonstrar ações médicas exige corpo, técnica e observação presencial; erro de modelo se propaga ao treino.

ID CBO 225142:G:3

Desenvolver equipamentos 0
Por que permanece humana

Desenvolver equipamentos médicos é projeto físico-engenheirado; testes e segurança tornam o erro caro.

ID CBO 225142:G:12

Executar terapêutica genética 0
Por que permanece humana

Terapêutica genética combina dados moleculares e intervenção física; risco grave e supervisão médica necessária.

ID CBO 225142:B:11

Executar transplantes de órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Transplante é cirurgia complexa presencial; decisão contextual intensa e erro potencialmente fatal.

ID CBO 225142:B:15

Executar tratamento com agentes biológicos 0
Por que permanece humana

Agentes biológicos exigem indicação e manejo clínico rigorosos; reações adversas são graves e de detecção variável.

ID CBO 225142:B:9

Executar tratamento com agentes físicos 0
Por que permanece humana

Agentes físicos exigem aplicação presencial e ajuste técnico; lesão por dose inadequada é custosa.

ID CBO 225142:B:8

Executar tratamento com agentes químicos 0
Por que permanece humana

Tratamento com agentes químicos envolve dose, toxicidade e monitoramento; falha terapêutica é grave.

ID CBO 225142:B:7

Guardar órgaõs e tecidos 0
Por que permanece humana

Guarda de órgãos segue protocolos de conservação e cadeia de custódia; falha de armazenamento é grave.

ID CBO 225142:B:16

Implantar órteses e próteses 0
Por que permanece humana

Implante de órtese ou prótese exige destreza no local; falha mecânica ou infecciosa é cara de corrigir.

ID CBO 225142:B:14

Ministrar tratamentos preventivos 0
Por que permanece humana

Tratamentos preventivos mesclam prescrição e aplicação presencial; modalidades e risco variam por intervenção.

ID CBO 225142:C:3

Praticar intervenções clínicas 0
Por que permanece humana

Intervenções clínicas variam de conduta ambulatorial a procedimento; modal exige presença e julgamento.

ID CBO 225142:B:4

Praticar procedimentos intervencionais 0
Por que permanece humana

Procedimentos intervencionais exigem destreza corporal no local; complicações são caras e tardias de reverter.

ID CBO 225142:B:5

Realizar atendimentos de urgência e emergência 0
Por que permanece humana

Urgência e emergência exigem avaliação e intervenção no local; protocolos guiam, mas o erro é de alto custo.

ID CBO 225142:A:15

Realizar busca ativa de situações locais 0
Por que permanece humana

Busca ativa exige deslocamento no território e julgamento de prioridade; casos perdidos têm custo alto.

ID CBO 225142:H:8

Realizar exame físico 0
Por que permanece humana

Exame físico depende de tato e presença corporal; achados ambíguos e omissão de sinal têm custo alto.

ID CBO 225142:A:2

Realizar exames complementares 0
Por que permanece humana

Realizar exames complementares no ponto de cuidado envolve técnica, equipamentos e leitura no local.

ID CBO 225142:A:7

Realizar propedêutica instrumental 0
Por que permanece humana

Propedêutica instrumental (otoscopia, etc.) exige manuseio de equipamentos e interpretação no momento do exame.

ID CBO 225142:A:4

Realizar visitas domiciliares 0
Por que permanece humana

Visita domiciliar exige deslocamento e presença no território; contexto familiar e risco clínico elevados.

ID CBO 225142:A:16

Realizar visitas hospitalares 0
Por que permanece humana

Visita hospitalar exige presença à beira-leito; integra avaliação e conduta com risco clínico elevado.

ID CBO 225142:A:14

Retirar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Retirada de órgãos é procedimento cirúrgico presencial com protocolo e risco irreversível se falhar.

ID CBO 225142:B:13

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 25 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 5 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Médico da estratégia de saúde da família). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Foca na promoção da saúde, prevenção de doenças e tratamento de condições comuns, atuando diretamente nas comunidades. É uma área que exige grande capacidade de comunicação e empatia.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como médico da estratégia de saúde da família?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Médico da estratégia de saúde da família?

Médico da estratégia de saúde da família é a ocupação CBO 225142. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Realizar anamnese. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Médico da estratégia de saúde da família?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Médico da estratégia de saúde da família é R$ 18.047 (agregado de 6.090 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Médico da estratégia de saúde da família?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Médico da estratégia de saúde da família. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Médico da estratégia de saúde da família?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
225142
Família ocupacional
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 18.047/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Como as pessoas chamam

médico de família · médico de posto de saúde