Padrão ouro CBO 225120 · dados oficiais Demanda jun/2025 a mai/2026

Médico cardiologista

Diagnostica e trata doenças do coração e do sistema circulatório, prevenindo e manejando condições cardíacas.

Quanto a IA pressiona esta profissão

16/100 de exposição à IA

Ainda dá para respirar

3 indicadores publicáveis, sem maquiagem

Estimativa com dados abertos. Não é sentença de demissão. Como calculamos

Ainda dá para respirar

Os sinais de IA nesta função ainda são baixos. Isso não é garantia, é vantagem: dá para aprender no seu ritmo o que outras profissões estão aprendendo sob pressão. O tempo só vale para quem usa.

Para médico cardiologista, as referências internacionais já disponíveis apontam risco estimado de substituição de 10% (WRTMJ); 31% do trabalho descrito como automatizado no survey O*NET. Isso não é 'vibes' de LinkedIn: é leitura do mercado americano via SOC→CBO. Se o Brasil adota com atraso, o atraso não cancela o choque. Só atrasa quem se prepara.

Das 101 atividades mapeadas nesta página: 8 com alta exposição técnica à IA, 39 onde a IA empurra e o humano ainda assina, 54 ainda predominantemente humanas. O recado é brutal: o meio da carreira está virando software. O topo e a responsabilidade sobem de preço.

Ver quais tarefas a IA já ameaça →
Família CBO
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Fontes
CBO · RAIS · CAGED · refs. internacionais

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Dados oficiais do Brasil

Salário e demanda formais, direto da fonte

Estatísticas oficiais brasileiras, não estimativas. RAIS para estoque e salário formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

Salário mediano formal · RAIS 2023

R$ 10.244 / mês

Mediana nacional em vínculos formais ativos (RAIS 2023). Não inclui autônomos nem informalidade.

Vínculos formais (estoque)
2.985
Fonte
RAIS via Base dos Dados · official_stat

Demanda formal recente · Novo CAGED · 12 meses

jun/2025 a mai/2026

Saldo
+10
+ 1.5% do fluxo (admissões menos desligamentos)
Admissões
330
Contratações formais declaradas
Desligamentos
320
Saídas formais declaradas
Movimentações
650
Fluxo total no período (não é estoque de empregos)

Fluxo formal declarado no Novo CAGED. Não substitui o estoque RAIS nem mede informalidade. Ranking de tração formal · Recortes por estado · Microdados CAGED/MTE

Referências internacionais

O que a IA pode fazer, e o que as referências medem

Leituras complementares de exposição estimada (teoria). Uso observado no Brasil e índices de adoção real ainda não entram nesta página.

Exposição estimada · teoria

10%WRTMJRisco estimado de substituição
·pAIOEPercentil de exposição à IA
31%O*NETGrau de automação atribuído no O*NET

Limitação essencial

Exposição não é adoção Essas referências não demonstram que empresas brasileiras já utilizam IA nesta ocupação.

Perfil O*NET (EUA)

Habilidades, conhecimentos e capacidades por importância (survey O*NET), cruzados ao CBO via SOC. Referência internacional — não é o perfil brasileiro.

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Habilidades

  • Escuta ativa
  • Compreensão de leitura
  • Resolução de problemas complexos
  • Pensamento crítico
  • Julgamento e tomada de decisão
  • Ciências
  • Percepção social
  • Comunicação oral

Conhecimentos

  • Medicina e odontologia
  • Biologia
  • Terapia e aconselhamento
  • Psicologia
  • Educação e treinamento
  • Língua inglesa
  • Administração e gestão
  • Computadores e eletrônica

Capacidades

  • Sensibilidade a problemas
  • Raciocínio indutivo
  • Compreensão oral
  • Expressão oral
  • Raciocínio dedutivo
  • Compreensão escrita
  • Flexibilidade categorial
  • Ordenação de informações

Habilidades, conhecimentos e capacidades do O*NET refletem surveys de ocupações nos EUA (SOC) cruzadas ao CBO. Não substituem RAIS, CAGED nem o perfil editorial brasileiro. Confiança do cruzamento: 95% · seed curado · SOC 29-1216.00 · O*NET DB 30.0. data_origin=international_survey · O*NET Resource Center

Teoria × prática

Referências internacionais × mercado formal brasileiro

Os indicadores mantêm unidades e origens próprias. Eles não são combinados em um score único.

WRTMJ10%

Estimativa acadêmica associada ao SOC de alta confiança.

AIOE·

Percentil internacional de exposição à IA.

O*NET31%

Descritor de grau de automação, não adoção de IA no Brasil.

Pulso CAGED+1.5%

Saldo por 100 movimentações formais.

Competências e ferramentas

O repertório que sustenta a profissão

Conhecimentos técnicos, capacidades humanas, ferramentas e ambiente de trabalho do perfil editorial.

O que precisa saber, sentir e onde trabalha

Hard skills

  • Conhecimento técnico de Médico cardiologista
  • Conhecimento técnico de Médico cardiologista
  • Conhecimento técnico de Médico cardiologista

Soft skills

  • Comunicação clara
  • Trabalho em equipe
  • Resolução de problemas
  • Organização e prazo

Ferramentas

  • Ferramentas digitais de produtividade
  • Sistemas setoriais da área
  • Planilhas e relatórios

Ambiente

Ambiente típico de médico cardiologista: escritórios, unidades de serviço ou campo, conforme o vínculo. Jornada comercial com variações por plantão ou projeto.

  • catalogo cbo
  • gold candidate
  • saude
  • demanda publica

Projeção 10 anos

Para onde a carreira pode ir

Três cenários editoriais de horizonte longo, com série salarial quando o ponto de partida formal existe. Não é previsão individual: é leitura de trajetória possível.

Projeção salarial

6.954 9.585 12.217 14.848 17.479 2024 2028 2034 R$ 11.473
Pessimista Base Otimista

projeção algorítmica · histórico RAIS/CAGED + modelo IA · referência, não previsão

Risco de automação

Moderado
35 Moderado

Estimativa editorial estrutural até validação setorial; tarefas rotineiras tendem a maior exposição a automação do que julgamento clínico/profissional.

metodologia · Frey & Osborne (2013) adaptado para CBO + análise IA

Pessimista

Contração de vagas formais e compressão salarial em segmentos saturados.

Base

Demanda estável com digitalização gradual das tarefas de apoio.

Otimista

Especialização e complementaridade com ferramentas digitais elevam empregabilidade.

Fonte: RAIS 2023 · official_stat · projeção não substitui RAIS/CAGED como estatística oficial

Trajetória profissional

Da entrada à referência na trilha Médico cardiologista

Etapas editoriais apoiadas por salários formais quando a RAIS oferece cobertura publicável.

  1. 01 · estagiario

    Estagiário — Médico cardiologista

    R$ 3.688
  2. 02 · junior

    Médico cardiologista júnior

    R$ 6.556
  3. 03 · pleno

    Médico cardiologista pleno

    R$ 10.244
  4. 04 · senior

    Médico cardiologista sênior

    R$ 15.366
  5. 05 · especialista

    Especialista / coordenação — Médico cardiologista

    R$ 22.537

Fonte: RAIS 2023

Rotas de adaptação

Você já sabe mais do que imagina

Cruzamos repertório, mobilidade e competências compartilhadas para mostrar caminhos próximos que aproveitam o que você já domina.

Viabilidade média

Médico nutrologista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Viabilidade média

Médico hematologista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Viabilidade média

Médico geriatra

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Viabilidade média

Médico geneticista

+10% de variação salarial

Transição estimada em 24 meses.

Desenvolver: Experiência adjacente e credenciais da área de destino.

Competências compartilhadas

Um dia na vida · CBO/MTE

As 101 atividades operacionais, uma a uma

“Risco da profissão” é abstração. Atividade é concreto: neste recorte oficial, 8 que dá para delegar à IA (e auditar) , 39 em iatização, quando a IA assume a rotina da atividade e você assume o comando e 54 que continuam só suas. Toque em qualquer uma para ver a justificativa. Leitura editorial de exposição técnica, ainda sem revisão de um profissional registrado da área; não é previsão de demissão.

Censo assinado com 101 atividades no recorte operacional (comunicação transversal e competências pessoais só entram quando não há núcleo operacional). Marque “eu executo” nas que fazem parte do seu dia a dia: útil para revisão profissional.

Classificação de exposição técnica estimada (rubrica v1.0.0). Não afirma que a IA executa a atividade completa, assume responsabilidade profissional, nem prevê extinção de ocupação. Adoção observada e sinal de mercado não foram medidos nesta versão.

8 alta exposição técnica 39 em iatização, humano no comando 54 predominantemente humanas

Marque abaixo as atividades que você executa no dia a dia e a leitura recalcula para o seu perfil.

Automação delegue e audite (8)

Arquivar documentos 94
Por que dá para delegar (e auditar)

Arquivamento de documentos é procedimento explícito e digital/físico rotineiro; erro é barato de corrigir.

ID CBO 225120:D:13

Despachar expediente 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Despachar expediente é rotina documental com fluxos; erros administrativos são em geral detectáveis e corrigíveis.

ID CBO 225120:F:12

Preencher formulários de notificação compulsória 75
Por que dá para delegar (e auditar)

Notificação compulsória segue formulários e regras legais explícitas; preenchimento é altamente procedimental.

ID CBO 225120:D:11

Elaborar material informativo e normativo 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material informativo/normativo é texto digital revisável; padrões editoriais e de conteúdo guiam a produção.

ID CBO 225120:D:12

Elaborar procedimentos operacionais padrão 63
Por que dá para delegar (e auditar)

POP é documento de processo com padrões institucionais; qualidade depende de clareza e revisão técnica.

ID CBO 225120:D:10

Elaborar prontuários 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Prontuário é registro estruturado da assistência; digital por padrão, com julgamento sobre o que documentar.

ID CBO 225120:D:1

Montar escala de serviços 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Escala de serviços é grade digital com regras de cobertura; conflitos pontuais exigem ajuste gerencial.

ID CBO 225120:F:5

Preparar material didático 63
Por que dá para delegar (e auditar)

Material didático é produto digital/textual; estrutura segue padrões pedagógicos com julgamento de conteúdo.

ID CBO 225120:G:1

Iatização a IA assume a rotina, você assume o comando. Domine estas: é aqui que a assimetria acontece (39)

Descrever ações médicas 56
Por que entra em iatização

Descrever ações médicas é documentação e ensino textual; clareza e completude são revisáveis.

ID CBO 225120:G:4

Elaborar documentos de imagem 56
Por que entra em iatização

Documentos de imagem são artefatos digitais (laudos/imagens); produção segue padrões com revisão.

ID CBO 225120:D:8

Elaborar relatórios 56
Por que entra em iatização

Relatórios médicos são textos e dados; estrutura existe, com adaptação ao propósito e revisão possível.

ID CBO 225120:D:6

Emitir atestados 56
Por que entra em iatização

Atestado é documento formal com critérios; falsidade ou imprecisão é séria, mas o formato é padronizado.

ID CBO 225120:D:3

Emitir declarações 56
Por que entra em iatização

Declarações médicas seguem modelos formais; conteúdo clínico pontual com responsabilidade de veracidade.

ID CBO 225120:D:9

Solicitar exames complementares 56
Por que entra em iatização

Solicitação de exames é ordem informacional com protocolos; escolha inadequada é revisável na cadeia assistencial.

ID CBO 225120:A:5

Especificar insumos 54
Por que entra em iatização

Especificar insumos é catálogo técnico e requisitos; padrões de qualidade guiam, com revisão de compras.

ID CBO 225120:F:4

Divulgar informações em mídia 50
Por que entra em iatização

Divulgação em mídia é conteúdo digital; padrões de comunicação existem, com revisão editorial possível.

ID CBO 225120:C:11

Elaborar protocolos de condutas médicas 50
Por que entra em iatização

Protocolos de conduta codificam prática com exceções clínicas; elaboração é documental e revisável.

ID CBO 225120:D:4

Emitir receitas 50
Por que entra em iatização

Emissão de receita é ato documental com regras; conteúdo clínico inadequado tem risco e responsabilidade.

ID CBO 225120:D:2

Redigir trabalhos científicos 50
Por que entra em iatização

Trabalho científico é texto e dados digitais; estrutura IMRaD existe, com julgamento metodológico e revisão.

ID CBO 225120:G:13

Prescrever medidas higiênico-dietéticas 49
Por que entra em iatização

Medidas higiênico-dietéticas são orientações padronizáveis com adaptação ao caso; correção é razoável.

ID CBO 225120:C:2

Auxiliar normatização de atividades médicas 44
Por que entra em iatização

Normatizar atividades médicas é produção de regras documentais; equilíbrio entre padrão e exceção clínica.

ID CBO 225120:F:7

Formular quesitos periciais 44
Por que entra em iatização

Formular quesitos periciais é redação técnica jurídica-médica; clareza e relevância são revisáveis.

ID CBO 225120:E:5

Preparar projetos de pesquisa 44
Por que entra em iatização

Projeto de pesquisa é documento metodológico; desenho e viabilidade exigem juízo, com revisão por pares.

ID CBO 225120:G:9

Encaminhar usuários a outros profissionais 43
Por que entra em iatização

Encaminhamento segue critérios e fluxos assistenciais; registro e indicação são predominantemente documentais.

ID CBO 225120:A:17

Prescrever imunização 43
Por que entra em iatização

Prescrever imunização segue calendários e critérios; indicação inadequada tem risco sanitário relevante.

ID CBO 225120:C:12

Solicitar interconsultas 43
Por que entra em iatização

Interconsulta exige avaliar necessidade e especialidade; formalização documental, com decisão clínica contextual.

ID CBO 225120:A:6

Rastrear doenças prevalentes 42
Por que entra em iatização

Rastreamento de doenças prevalentes usa critérios e fluxos; triagem tem padrões com exceções clínicas.

ID CBO 225120:C:4

Estabelecer plano de ações em saúde 38
Por que entra em iatização

Plano de ações em saúde é desenho documental de prioridades; exceções locais e stakeholders exigem julgamento.

ID CBO 225120:C:1

Prescrever tratamento 38
Por que entra em iatização

Prescrição é ato documental com protocolos de dose/interação; erro farmacológico tem custo clínico sério.

ID CBO 225120:B:20

Receitar drogas, medicamentos , fitoterápicos e antroposóficos 38
Por que entra em iatização

Receitar medicamentos é documento digital/informacional com regras, mas escolha e dose exigem julgamento.

ID CBO 225120:B:3

Emitir laudos 38
Por que entra em iatização

Laudo é interpretação técnica escrita; ambiguidade diagnóstica e peso legal elevam o custo do erro.

ID CBO 225120:D:5

Examinar documentos médicos 38
Por que entra em iatização

Examinar documentos médicos é análise de prontuários e laudos; leitura digital com julgamento técnico-legal.

ID CBO 225120:E:1

Gerenciar recursos financeiros 38
Por que entra em iatização

Gestão financeira de serviços usa números e regras; decisões de alocação têm impacto e ambiguidade orçamentária.

ID CBO 225120:F:3

Indicar necessidade de internação 32
Por que entra em iatização

Indicar internação é decisão clínico-administrativa sobre critérios e risco; registro é digital, impacto alto.

ID CBO 225120:B:21

Emitir pareceres 31
Por que entra em iatização

Parecer exige juízo técnico contextual por escrito; conclusão inadequada tem peso clínico/legal alto.

ID CBO 225120:D:7

Interpretar dados de exame clínico e exames complementares 31
Por que entra em iatização

Interpretação de exames é leitura de dados digitais/clínicos; achados ambíguos e risco de má condução são altos.

ID CBO 225120:A:9

Responder quesitos periciais 31
Por que entra em iatização

Responder quesitos periciais exige juízo técnico sob ambiguidade fática; erro tem peso legal alto.

ID CBO 225120:E:6

Realizar diagnóstico de saúde da comunidade 28
Por que entra em iatização

Diagnóstico comunitário usa dados epidemiológicos e indicadores; interpretação contextual e impacto coletivo.

ID CBO 225120:A:11

Estabelecer prognóstico 27
Por que entra em iatização

Prognóstico é inferência sobre trajetória clínica ambígua; comunicação e incerteza são intrínsecas.

ID CBO 225120:B:6

Indicar tratamento 27
Por que entra em iatização

Indicar tratamento é decisão clínica informacional; opções competem e o risco de indicação inadequada é alto.

ID CBO 225120:B:2

Levantar hipóteses diagnósticas 27
Por que entra em iatização

Hipóteses diagnósticas são raciocínio clínico sobre dados e achados; ambiguidade alta, mas produto é cognitivo.

ID CBO 225120:A:3

Planejar tratamento de clientes e pacientes 27
Por que entra em iatização

Planejar tratamento articula evidência e caso; decisões terapêuticas têm ambiguidade e custo de erro elevado.

ID CBO 225120:B:1

Distribuir tarefas 27
Por que entra em iatização

Distribuir tarefas coordena pessoas e carga; critérios existem, mas aceitação depende de liderança humana.

ID CBO 225120:F:2

Ministrar aulas 27
Por que entra em iatização

Aula combina conteúdo e interação com alunos; adaptação ao público e presença (mesmo remota) importam.

ID CBO 225120:G:2

Promover atividades educativas 27
Por que entra em iatização

Atividades educativas misturam conteúdo estruturado e interação com público; vínculo facilita adesão.

ID CBO 225120:C:9

Promover campanhas de saúde 27
Por que entra em iatização

Campanhas de saúde exigem planejamento de mensagem e mobilização; público e vínculo comunitário importam.

ID CBO 225120:C:8

Organizar encontros científicos 25
Por que entra em iatização

Organizar encontros científicos é logística e networking presencial/híbrido; falhas são em geral corrigíveis.

ID CBO 225120:G:14

Predominantemente humana o que continua só seu (54)

Acompanhar plano terapêutico do usuário 23
Por que permanece humana

Acompanhar plano terapêutico exige reavaliação contínua do caso e relação de confiança com o usuário.

ID CBO 225120:B:22

Avaliar atos médicos 23
Por que permanece humana

Avaliar atos médicos exige juízo de qualidade e segurança; critérios existem, casos limítrofes são frequentes.

ID CBO 225120:G:6

Monitorar estado de saúde de pacientes hospitalizados 23
Por que permanece humana

Monitoramento hospitalar usa sinais e monitores digitais, mas exige resposta clínica e presença parcial.

ID CBO 225120:B:18

Organizar cursos de educação continuada 22
Por que permanece humana

Cursos de educação continuada misturam currículo e facilitação humana; engajamento de alunos é relacional.

ID CBO 225120:G:15

Participar de encontros, congressos e demais eventos científicos 22
Por que permanece humana

Participar de congressos é presença e troca profissional; cada evento e rede social importam mais que protocolo.

ID CBO 225120:G:16

Desenvolver pesquisas em medicina 19
Por que permanece humana

Pesquisa médica combina desenho, dados e ética; cada pergunta e viés metodológico exige julgamento.

ID CBO 225120:G:10

Implementar medidas de saúde ambiental 19
Por que permanece humana

Saúde ambiental articula dados, campo e política local; contexto e impacto coletivo elevam o julgamento.

ID CBO 225120:C:7

Prestar consultorias e assessorias 19
Por que permanece humana

Consultoria/assessoria médica é aconselhamento contextual a clientes; confiança e juízo situacional dominam.

ID CBO 225120:G:17

Implementar medidas de biossegurança 18
Por que permanece humana

Biossegurança combina normas explícitas e práticas no ambiente; falha de barreira tem custo sanitário alto.

ID CBO 225120:C:5

Avaliar conhecimento de especialistas 16
Por que permanece humana

Avaliar conhecimento de especialistas usa provas, portfólio e julgamento de desempenho; processo semi-estruturado.

ID CBO 225120:G:7

Colher depoimentos 16
Por que permanece humana

Colher depoimentos depende de interação humana e escuta; condução inadequada prejudica a prova.

ID CBO 225120:E:8

Constituir comissões médico-hospitalares 16
Por que permanece humana

Constituir comissões é coordenação política-institucional entre pessoas; legitimidade depende de relações.

ID CBO 225120:F:10

Desenvolver procedimentos 16
Por que permanece humana

Desenvolver procedimentos cria ou refina técnicas clínicas; inovação sob incerteza com validação prática.

ID CBO 225120:G:11

Selecionar pacientes em situações específicas 16
Por que permanece humana

Selecionar pacientes em situações específicas (fila/prioridade) exige critérios e equidade sob ambiguidade.

ID CBO 225120:F:9

Supervisionar equipe de saúde 16
Por que permanece humana

Supervisionar equipe de saúde combina observação de atos e feedback; falha de supervisão tem custo clínico.

ID CBO 225120:F:6

Implementar medidas de segurança e proteção do trabalhador 15
Por que permanece humana

Proteção do trabalhador exige normas e adaptação ao posto; dano ocupacional pode ser detectado tarde.

ID CBO 225120:C:6

Ministrar tratamentos preventivos 15
Por que permanece humana

Tratamentos preventivos misturam protocolo e aplicação/orientação; falha de prevenção tem detecção tardia.

ID CBO 225120:C:3

Promover ações de controle de vetores e zoonoses 15
Por que permanece humana

Controle de vetores/zoonoses mistura campo, protocolos e população; falha tem impacto sanitário tardio.

ID CBO 225120:C:10

Selecionar equipe de trabalho 15
Por que permanece humana

Selecionar equipe avalia pessoas e fit; cada contratação é contextual e o vínculo humano pesa.

ID CBO 225120:F:1

Guardar órgaõs e tecidos 13
Por que permanece humana

Guarda de órgãos segue protocolos de conservação; dano ao material é grave e de difícil correção.

ID CBO 225120:B:16

Participar de diretorias de associações, entidades de classe e conselhos de saúde 13
Por que permanece humana

Participar de diretorias de classe é governança e representação; a presença e o diálogo humano são centrais.

ID CBO 225120:F:11

Diagnosticar estado de saúde de pacientes e clientes 11
Por que permanece humana

Diagnóstico individual cruza sinais, exames e contexto; erro costuma ser grave e de detecção tardia.

ID CBO 225120:A:10

Realizar anamnese 11
Por que permanece humana

Anamnese é diálogo clínico e registro; cada história é única e o vínculo médico-paciente é a própria tarefa.

ID CBO 225120:A:1

Fiscalizar treinamento médico 11
Por que permanece humana

Fiscalizar treinamento médico combina rubricas e presença formativa; falha formativa tem custo assistencial.

ID CBO 225120:G:8

Reabilitar pacientes e clientes (condições biopsicossociais) 11
Por que permanece humana

Reabilitação biopsicossocial combina plano e interação presencial; progresso depende de vínculo e acompanhamento.

ID CBO 225120:B:19

Realizar visitas hospitalares 11
Por que permanece humana

Visita hospitalar combina leito, exames e prontuário; presença e avaliação à beira do leito são centrais.

ID CBO 225120:A:14

Supervisionar propedêutica instrumental 11
Por que permanece humana

Supervisionar propedêutica é controle de atos de terceiros; erro técnico tem custo clínico e exige presença.

ID CBO 225120:A:8

Desenvolver equipamentos 11
Por que permanece humana

Desenvolver equipamentos exige prototipagem física e engenharia; testes e segurança têm custo de falha alto.

ID CBO 225120:G:12

Cultivar órgãos e tecidos 9
Por que permanece humana

Cultivo de órgãos/tecidos é laboratorial com protocolos e exceções; falha biológica costuma ser irreversível.

ID CBO 225120:B:17

Prestar depoimentos 9
Por que permanece humana

Depoimento é performance oral perante autoridade; credibilidade e presença humana são o núcleo.

ID CBO 225120:E:7

Supervisionar atos médicos 9
Por que permanece humana

Supervisionar atos médicos observa prática de terceiros; responsabilidade e correção de desvios são críticas.

ID CBO 225120:G:5

Executar tratamento com agentes biológicos 8
Por que permanece humana

Agentes biológicos têm protocolos e resposta individual variável; eventos adversos são graves e pouco baratos.

ID CBO 225120:B:9

Executar tratamento com agentes químicos 8
Por que permanece humana

Tratamento com agentes químicos envolve administração e resposta fisiológica; toxicidade e falha são caras.

ID CBO 225120:B:7

Discutir diagnóstico, prognóstico e tratamento com pacientes, clientes, responsáveis e familiares 8
Por que permanece humana

Comunicar diagnóstico e tratamento exige adaptação relacional; a contraparte humana é essencial na entrega.

ID CBO 225120:A:12

Administrar situações de urgência e emergência 7
Por que permanece humana

Administrar urgência/emergência é comando situacional de alto risco; tempo, presença e juízo são críticos.

ID CBO 225120:F:8

Executar terapêutica genética 7
Por que permanece humana

Terapêutica genética combina protocolo e biologia do paciente; falha tem consequências graves e pouco reversíveis.

ID CBO 225120:B:11

Realizar atendimento em consultório 7
Por que permanece humana

Consulta agrega anamnese, exame e decisão; modal é atendimento presencial com julgamento clínico contínuo.

ID CBO 225120:A:13

Realizar atendimentos de urgência e emergência 7
Por que permanece humana

Urgência/emergência exige decisão sob incerteza em tempo real; erro tem alto custo e exige presença.

ID CBO 225120:A:15

Praticar psicoterapia 5
Por que permanece humana

Psicoterapia é relação terapêutica singular; desfecho e vínculo humano são o núcleo da entrega.

ID CBO 225120:B:10

Assistir parto 0
Por que permanece humana

Assistir parto exige presença, manobras e decisões em tempo real; erro tem custo vital e detecção crítica.

ID CBO 225120:B:12

Demonstrar ações médicas 0
Por que permanece humana

Demonstração de atos médicos exige execução física/técnica perante aprendizes; corpo e presença são centrais.

ID CBO 225120:G:3

Efetuar necropsias 0
Por que permanece humana

Necropsia é procedimento físico no corpo; achados e técnica exigem destreza e juízo anatomopatológico.

ID CBO 225120:E:4

Executar transplantes de órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Transplante de órgãos é cirurgia de equipe com complexidade extrema; presença física e juízo intraoperatório.

ID CBO 225120:B:15

Executar tratamento com agentes físicos 0
Por que permanece humana

Tratamento com agentes físicos depende de aplicação presencial de energia/dispositivo no corpo.

ID CBO 225120:B:8

Implantar órteses e próteses 0
Por que permanece humana

Implante de órteses/próteses exige destreza e técnica no corpo; complicações têm alto custo clínico.

ID CBO 225120:B:14

Praticar intervenções clínicas 0
Por que permanece humana

Intervenções clínicas no paciente são situacionais e de alto risco; presença e decisão contextual dominam.

ID CBO 225120:B:4

Praticar procedimentos intervencionais 0
Por que permanece humana

Procedimentos intervencionais exigem técnica corporal e equipamento no paciente; erro tem custo elevado.

ID CBO 225120:B:5

Realizar exame físico 0
Por que permanece humana

Exame físico depende de manobra e percepção corporal no paciente; insumos e achados são majoritariamente físicos.

ID CBO 225120:A:2

Realizar exames complementares 0
Por que permanece humana

Realizar exames complementares no contexto médico mistura equipamento, técnica e interpretação no local.

ID CBO 225120:A:7

Realizar propedêutica instrumental 0
Por que permanece humana

Propedêutica instrumental (ECG, manobras, aparelhos) depende de equipamento e manipulação no paciente presente.

ID CBO 225120:A:4

Realizar visitas domiciliares 0
Por que permanece humana

Visita domiciliar é atendimento no local do paciente; vínculo e deslocamento físico definem a tarefa.

ID CBO 225120:A:16

Retirar órgãos e tecidos 0
Por que permanece humana

Retirada de órgãos é procedimento cirúrgico físico de alta precisão; falha é irreversível e de alto impacto.

ID CBO 225120:B:13

Vistoriar ambientes de trabalho 0
Por que permanece humana

Vistoria de ambiente de trabalho exige presença no local e observação física de riscos e condições.

ID CBO 225120:E:2

Vistoriar equipamentos e instalações 0
Por que permanece humana

Vistoriar equipamentos e instalações é inspeção presencial com checklists e julgamento de conformidade.

ID CBO 225120:E:3

O próximo passo

Seu plano de adaptação, atividade por atividade

Gratuito, gerado com os dados desta página. Não é curso nem promessa: é o mapa do que delegar, o que dominar e o que defender, atividade por atividade.

  • As 39 atividades em iatização e o que dominar em cada uma, em ordem de retorno
  • Como auditar as 8 atividades de alta exposição técnica: habilidade que vira diferencial
  • Rotas próximas na família CBO com demanda e salário, quando publicáveis

1 e-mail com o plano. O boletim mensal do horizonte só se você pedir. Sem spam, cancelamento em 1 clique. Suas marcações no checklist são anônimas nesta sessão e ajudam a calibrar o recorte.

Recorte das atividades oficiais da CBO com leitura de exposição técnica (Médico cardiologista). A marca “eu executo” e o pedido de plano são só nesta sessão até o envio do e-mail.

Indicação de profissão

A mesma profissão, lida do seu ponto de partida

Estuda o coração, suas estruturas, funcionamento e as diversas doenças que o afetam, como infarto, arritmias, insuficiência cardíaca, hipertensão e doenças das válvulas cardíacas.

Os dados dizem isso. E quem vive a profissão?

A IA já mudou o seu dia a dia como médico cardiologista?

Esta resposta fica separada dos dados oficiais e não altera os indicadores da página.

Fontes e metodologia

Cada número tem origem declarada e auditável

Estatísticas oficiais brasileiras, referências internacionais e leitura editorial permanecem identificadas como camadas diferentes. Veja cobertura, cadência, licenças e limites de leitura no catálogo de fontes de dados.

BR

Dados oficiais brasileiros

CBO para identidade e atividades; RAIS para salário e estoque formal; Novo CAGED para o pulso recente de admissões e desligamentos.

INT

Referências internacionais

WRTMJ, AIOE e O*NET entram apenas quando existe correspondência SOC→CBO com confiança declarada.

ED

Leitura editorial

Descrições, competências e trajetória são camadas editoriais identificadas separadamente dos dados oficiais.

Limitações: RAIS e CAGED cobrem mercado formal; referências internacionais refletem o mercado americano; exposição não equivale a adoção nem a previsão de demissão.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre esta profissão

Respostas diretas, com fonte citável e limites de leitura declarados.

O que faz um(a) Médico cardiologista?

Médico cardiologista é a ocupação CBO 225120. Entre as atividades oficiais catalogadas está: Realizar anamnese. A descrição normativa vem da Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego.

Quanto ganha Médico cardiologista?

Com base na RAIS 2023 (vínculos formais ativos em 31/12, remuneração média), a mediana nacional estimada para Médico cardiologista é R$ 10.244 (agregado de 2.985 vínculos com células de UF ≥ 30 observações). Valores variam por UF, porte e tempo de vínculo. A RAIS cobre o mercado formal e não inclui informalidade.

Como se tornar Médico cardiologista?

O caminho de formação e eventual registro profissional depende da regulamentação da área de Médico cardiologista. Consulte a CBO, a regulamentação da profissão e o conselho de classe quando houver. Esta página ainda não publica catálogo de cursos por instituição nem recomenda instituições privadas.

Vale a pena ser Médico cardiologista?

A decisão depende de afinidade com as atividades oficiais da CBO, da disponibilidade de formação e da leitura do mercado formal (RAIS) na sua região. Não afirmamos 'vale a pena' de forma genérica — compare salário formal, jornada típica e rotas laterais.

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Profissões da mesma família e rankings do atlas

Ficha da ocupação

Dados técnicos

Código CBO
225120
Família ocupacional
Médicos clínicos
Setor
Saúde
Mediana RAIS
R$ 10.244/mês (2023)
Qualidade
Padrão ouro

Também classificado como (CBO)

Cardiologista · Médico do coração

Como as pessoas chamam

cardiologista · cardio